Jovem fica gravemente ferido após abordagem da GCM em LEM
Jovem fica gravemente ferido após abordagem da GCM em LEM
Vídeos da abordagem repercutiram nas redes sociais. Jovem de 21 anos sofreu traumatismo craniano e permanece internado. Guarda foi afastado das atividades operacionais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um jovem de 21 anos sofreu traumatismo craniano e está internado em estado grave após ser agredido durante uma abordagem da Guarda Civil Municipal (GCM) em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. O caso, ocorrido na última sexta-feira (3), ganhou grande repercussão após a divulgação de vídeos nas redes sociais que registraram os agentes agredindo o grupo de pedestres com cassetetes e golpes de estrangulamento.
- Em resposta ao ocorrido, a prefeitura do município anunciou o afastamento imediato do guarda apontado como autor das agressões de suas funções operacionais. Um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) foi instaurado para apurar a conduta, e a gestão municipal declarou que defenderá a demissão do servidor público, enquanto a vítima segue sob cuidados médicos no Hospital do Oeste.
Foto: Reprodução
Um jovem de 21 anos ficou gravemente ferido após uma abordagem da Guarda Civil Municipal (GCM) de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, durante a madrugada da última sexta-feira (3). O caso ganhou grande repercussão depois que vídeos da ocorrência passaram a circular nas redes sociais, mostrando parte da ação dos agentes. Segundo informações da TV Oeste, um grupo formado por cinco casais retornava a pé do Arraial de Luís Eduardo Magalhães após deixar os veículos em casa por segurança. De acordo com uma testemunha, que preferiu não se identificar, três integrantes caminhavam à frente quando foram abordados por uma viatura da Guarda Municipal. Ainda conforme o relato, os agentes iniciaram agressões contra um casal logo após desembarcarem da viatura. Ao perceberem a situação, outras pessoas do grupo começaram a gravar a abordagem com celulares. As imagens mostram um guarda agredindo um homem e, em seguida, tentando impedir que a ação continuasse sendo filmada. Uma das testemunhas afirmou que também foi atingida por golpes de cassetete na cabeça e registrou um boletim de ocorrência na delegacia da cidade. Segundo a mesma testemunha, o jovem de 21 anos foi imobilizado com um golpe conhecido como "mata-leão" e, após cair no chão, recebeu uma pancada de cassetete na cabeça. De acordo com a TV Oeste, a vítima sofreu traumatismo craniano. O jovem foi levado inicialmente para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Luís Eduardo Magalhães e, devido à gravidade dos ferimentos, transferido para o Hospital do Oeste, em Barreiras. Conforme informou a família, ele permanece internado em estado grave, porém estável. Após a repercussão do caso, a Prefeitura informou que o guarda apontado como responsável pelas agressões foi retirado das atividades operacionais e transferido para funções administrativas. A administração também instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e afirmou que defenderá a demissão do servidor, assegurando o direito à ampla defesa e ao contraditório.
Câmera corporal registra agressão de policial a moradora de Barreiras
Câmera corporal registra agressão de policial a moradora de Barreiras
Imagens registradas por câmera corporal mostram policial da Rondesp agredindo a vítima durante uma abordagem; caso é investigado pela corporação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma mulher foi agredida por um policial militar em Barreiras, oeste da Bahia, durante uma abordagem na noite de domingo (14). A agressão, registrada por uma câmera escondida da própria vítima, mostra o agente desferindo dois tapas no rosto da mulher após hostilizá-la enquanto ela tentava entrar em sua residência, onde a Rondesp realizava uma ação policial. O vídeo do incidente, que circulou amplamente nas redes sociais a partir de segunda-feira (15), gerou grande repercussão e indignação.
- Em resposta à divulgação das imagens, a Polícia Militar da Bahia instaurou procedimentos para apurar os fatos e afastou o policial envolvido do serviço operacional até a conclusão das investigações. A corporação lamentou profundamente o episódio, reafirmando seu compromisso com a legalidade e a imparcialidade, e garantiu que o caso será analisado conforme a legislação, com o caso seguindo sob apuração sem detalhes adicionais divulgados até o momento.
Foto: Reprodução
Uma mulher foi agredida por um policial militar durante uma abordagem realizada na noite de domingo (14), em Barreiras, no oeste da Bahia. A agressão foi registrada por uma câmera escondida que estava com a vítima e acabou captando toda a ação. As imagens mostram o momento em que a mulher chega de motocicleta e estaciona em frente à própria residência. No local, equipes da Rondesp realizavam uma ação policial em um imóvel da região. Segundo o vídeo, a moradora tenta entrar em casa, mas é impedida pelos agentes. Durante a abordagem, um policial passa a hostilizá-la e, em seguida, desfere dois tapas em seu rosto. Nas imagens, o agente aparece questionando a vítima com a frase: "Tá sorrindo por quê?". O vídeo começou a circular nas redes sociais nesta segunda-feira (15) e provocou repercussão. Após a divulgação das imagens, a Polícia Militar da Bahia informou que instaurou procedimentos para apurar as circunstâncias da ocorrência. Em nota, a corporação afirmou que o policial identificado nas gravações foi afastado do serviço operacional até a conclusão das investigações. A PM também declarou que os fatos serão analisados pelos meios formais previstos na legislação. A instituição lamentou o episódio e reafirmou o compromisso com a legalidade, a imparcialidade e a atuação dentro dos princípios que regem a atividade policial. O caso segue sob investigação, e a Polícia Militar ainda não divulgou detalhes sobre as circunstâncias que antecederam a abordagem nem sobre possíveis medidas disciplinares que poderão ser adotadas ao final da apuração. Confira a nota da Polícia Militar na íntegra: A Polícia Militar da Bahia vem a público esclarecer que, diante das imagens veiculadas nas redes sociais na manhã desta segunda-feira (15), nas quais um policial militar aparece agredindo uma cidadã, os fatos já estão sendo devidamente apurados pelos meios formais legalmente previstos. Ademais, o servidor identificado nas imagens ficará afastado do serviço operacional até que os fatos sejam plenamente esclarecidos. A Corporação lamenta profundamente o ocorrido e reafirma seu compromisso com a legalidade, a imparcialidade e o dever de proteger a sociedade, sempre agindo em conformidade com as leis e com os princípios que regem nossa instituição.
STF nega habeas corpus a acusado de chacina contra família cigana na Bahia
STF nega habeas corpus a acusado de chacina contra família cigana na Bahia
Segundo a investigação, crimes ocorreram após disputa entre famílias ciganas no interior baiano; defesa alegou ilegalidade nas provas e violência policial.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Diego Barreto da Silva, acusado de participação em uma chacina que resultou na morte de seis pessoas, incluindo uma gestante e uma criança de uma família cigana, na cidade de Jequié, Bahia. A decisão, proferida pela ministra Cármen Lúcia, relatora do processo, afirmou não haver indícios suficientes de ilegalidade na investigação ou ausência de provas que justificassem a liberação do réu.
- Diego Barreto é identificado como integrante do "Baralho do Crime" da polícia baiana e é réu em outro processo de homicídio. A defesa alegava que a apuração foi construída com provas ilegais, como denúncias anônimas e depoimentos manipulados, além de acusar violência policial e preconceito contra a comunidade cigana. No entanto, a ministra destacou que a investigação já havia sido validada pelo Superior Tribunal de Justiça e reuniu um robusto conjunto de provas, incluindo imagens de câmeras, interceptações telefônicas e laudos periciais, tornando inviável uma discussão aprofundada dos elementos probatórios em sede de habeas corpus.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
O Supremo Tribunal Federal (STF) negou o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Diego Barreto da Silva, acusado de participação em uma chacina que deixou seis mortos no interior da Bahia. Entre as vítimas estavam uma gestante e uma criança, integrantes de uma família cigana atacada na cidade de Jequié, no sudoeste do estado. A decisão foi assinada pela ministra Cármen Lúcia, relatora do processo. Segundo a magistrada, não há elementos suficientes para reconhecer ilegalidade na investigação ou ausência de provas contra o acusado. Diego é apontado pelas autoridades como integrante do chamado Baralho do Crime, ferramenta da polícia baiana que divulga os criminosos mais procurados do estado. Ele também responde por um homicídio ocorrido dias antes da chacina, em Rafael Jambeiro, às margens da BR-116. A defesa sustentou que a investigação teria sido construída com provas ilegais, baseadas em denúncias anônimas e depoimentos supostamente manipulados. Os advogados também alegaram violência policial durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, além de preconceito contra integrantes da comunidade cigana. Ao analisar o caso, a ministra destacou que o Superior Tribunal de Justiça já havia validado a investigação. Conforme os autos, a apuração reuniu imagens de câmeras de segurança, interceptações telefônicas, laudos periciais e depoimentos de testemunhas e colaboradores. Cármen Lúcia afirmou que o conjunto de provas apresentado pela acusação vai além dos elementos questionados pela defesa e considerou inviável discutir aprofundamento probatório em habeas corpus. Diego foi preso em setembro de 2025, no município de Feliz Deserto, em Alagoas, após tentar fugir de uma blitz policial usando documento falso, segundo a Polícia Civil.
Bahia registra em 7 anos aumento de 300% de mortes em ações policiais
Bahia registra em 7 anos aumento de 300% de mortes em ações policiais
Dos mortos em ações policiais na Bahia em 2022, quase 95% eram negros
Por: Tiago Rego | Jornalista
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Foto: Agência Brasil
- De acordo com pesquisa do “Pele Alvo: A cor da violência policial”, da da Rede de Observatórios da Segurança, a Bahia foi o estado que mais registrou mortes em ações policiais do país. As informações foram divulgadas no site G1-BA. De acordo com o levantamento, 1.465 pessoas foram mortas por agentes de segurança em 2022 ante a 354 de 2015, ou seja, um aumento de mais de 300% em 7 anos. Os dados são ainda mais alarmantes quando se leva em consideração os aspectos étnicos dos mortos, pois ao todo, 94,76% dos óbitos foram de negros, sendo que 74,21% deste contingente são jovens de 18 a 29 anos.























