SUS inicia teleatendimento psicológico para mulheres em situação de violência
Serviço começa em Recife e Rio de Janeiro e será expandido para cidades com mais de 150 mil habitantes em maio.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Mulheres expostas à violência ou em situação de vulnerabilidade psicossocial terão acesso a teleatendimento em saúde mental pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa começa neste mês nas cidades de Recife e Rio de Janeiro. De acordo com o Ministério da Saúde, a previsão é ampliar o serviço em maio para municípios com mais de 150 mil habitantes. A partir de junho, o atendimento deve chegar ao restante do país.A ação prevê cerca de 4,7 milhões de teleatendimentos psicológicos por ano e será realizada em parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) e com o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). Para acessar o serviço, as mulheres poderão ser orientadas e encaminhadas por unidades da atenção primária, como as Unidades Básicas de Saúde (UBS), além de serviços da rede de proteção social.Também será possível solicitar atendimento diretamente pelo aplicativo Meu SUS Digital, que terá um miniaplicativo específico previsto para entrar em funcionamento no fim deste mês. Na plataforma, a usuária fará um cadastro inicial com informações sobre a situação de violência. Com base nos dados, o sistema enviará uma mensagem informando a data e o horário do teleatendimento.Segundo o ministério, a primeira consulta terá como objetivo identificar riscos, mapear a rede de apoio e definir as principais demandas da paciente, além de encaminhar para serviços especializados quando necessário. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explicou que o modelo segue a mesma lógica de um teleatendimento lançado recentemente para pessoas com compulsão por jogos eletrônicos, mas adaptado para atender mulheres em situação de vulnerabilidade.A equipe de atendimento poderá incluir psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e, em alguns casos, terapeutas ocupacionais, ampliando o suporte oferecido às pacientes.
Homem é procurado por agredir companheiro de vizinha e descumprir medida protetiva em Caetité
Vítima sofreu ferimento na mão e foi levada para a UPA; suspeito fugiu e ainda não foi localizado
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Prefeitura de Caetité
Um homem está sendo procurado pela polícia após agredir o companheiro de sua vizinha e descumprir uma medida protetiva na tarde de sexta-feira (19), na Fazenda Jurema, zona rural de Caetité, no sudoeste da Bahia. Segundo a 94ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), a vítima sofreu um ferimento na mão, com suspeita de fratura. Ela foi atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Caetité. Após a agressão, o suspeito fugiu e não foi localizado durante as buscas realizadas por equipes da PM. O caso foi registrado e encaminhado à Polícia Civil, que segue com as investigações e tenta localizar o acusado.
Suspeito de agressão contra ex-companheira é liberado pela polícia em Brumado
Por: Redação do Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | TV Bahia
- Uma mulher de 22 anos, de nome Gleice Helen de Oliveira Silva, foi agredida na noite do último sábado (17), na cidade de Brumado, e o ex-companheiro da vítima, Hemerson Matheus Lima Souza, é o principal suspeito. A vítima tem um mandado de medida contra Hemerson desde março deste ano. O suspeito chegou a ser preso pela polícia, mas foi liberado tempos depois. De acordo com testemunhas, Gleice foi agredida com socos no rosto, que atingiram, principalmente, os olhos e boca da vítima. Segundo repassou o delegado Cláudio Marques ao site G1, se trata de um crime de tentativa de feminicídio. “O agressor foi preso em flagrante por tentativa de feminicídio, é importante que se diga isso. O flagrante foi todo neste sentido. Após a lavratura do flagrante, como de praxe jurídica, foi encaminhado ao plantão judiciário para a adoção de medidas cabíveis e a comunicação da prisão do agressor”, afirmou o delegado. A Polícia Civil (PC) solicitou a prisão do agressor, mas o Ministério Público da Bahia (MP-BA) pediu a liberdade provisória de Hemerson, o que foi atendido pelo juiz Antônio Alberto Faiçal Júnior. No entanto, Souza terá que cumprir medidas protetivas e se apresentar à polícia de dois em dois meses. A PC também informou que Matheus já responde inquérito criminal baseado na Lei Maria da Penha. Neste momento, Gleice se encontra hospitalizada em Brumado, onde se recupera das lesões que sofreu.























