Haddad se reúne com acionistas da Shein; varejista se compromete a criar 100 mil empregos no Brasil
A empresa também disse que seguirá as regras de conformidade e a legislação brasileira sobre o comércio eletrônico
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Josué Gomes, se reuniram com acionistas da Shein, nesta quinta-feira (20). Apesar da varejista chinesa ser uma empresa focada no comércio online de importação de produtos, durante o encontro com Haddad, os representantes da plataforma se comprometeram em investir na criação de fábricas no Brasil, para que a produção e o envio sejam nacionais. Os acionistas da Shein se comprometeram em gerar 100 mil empregos no território brasileiro e afirmaram que vão nacionalizar 85% das mercadorias vendidas ao Brasil. Os representantes da gigante chinesa também declararam que a empresa seguirá as regras de conformidade e a legislação brasileira sobre o comércio eletrônico.
Magazine Luiza registra prejuízo de R$ 35,9 milhões no último trimestre de 2022
Nos três períodos anuais anteriores, a Magalu havia registrado um crescimento anual de 26%; em 2022, foi apenas 8%
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- Mais uma varejista brasileira registrou números negativos no Brasil. Desta vez, foi a Magazine Luiza, que teve um prejuízo líquido de R$ 35,9 milhões no último trimestre de 2022. No mesmo trimestre de 2021, a rede havia lucrado R$ 93 milhões. No resultado ajustado, que exclui efeitos não recorrentes, o cenário é um pouco melhor, mas ainda pessimista: R$ 15,2 milhões, 80,8% menor em relação ao prejuízo ajustado de um ano antes. O prejuízo total no ano de 2022 foi de R$ 372 milhões. O principal motivo para o resultado é o aumento nas despesas financeiras, com os juros altos. Apesar disso, a rede teve alguns indicadores positivos: as vendas nas lojas, por exemplo, cresceram 8,2% e chegaram a R$ 60,2 bilhões no ano passado. Mesmo que o resultado das vendas tenha sido positivo, ainda há uma queda em relação à meta de crescimento anual da empresa. Nos três períodos anuais anteriores, a Magalu havia registrado um crescimento anual de 26%. Em 2022, no entanto, foi apenas 8%.
Comércio varejista tem crescimento positivo na Bahia, aponta IBGE
Por: Redação do Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Agência Brasil
- As vendas do comércio varejista apresentaram um aumento de 1,6% em fevereiro de 2021, após três meses de recuo, aponta um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente à Pesquisa Mensal do Comércio, que foi divulgado nesta terça-feira (13). Conforme o IBGE, o percentual de aumento na Bahia é maior do que a média nacional que é de 0,6%. No entanto, apesar do setor ter apresentado melhora em desempenho, o varejo na Bahia ainda acumula uma baixa no ano de -3,8%, sendo que a queda nacional é de -2,1%. A referida alta foi puxada pelos segmentos de móveis, eletrodomésticos, perfumaria, cosméticos, farmacêuticos e ortopédicos. Até mesmo o setor de alimentos apresentou retração.























