Contribuição do MEI tem novo valor com alta do salário mínimo em 2024
Contribuição do MEI tem novo valor com alta do salário mínimo em 2024
Novos valores estarão nos boletos de fevereiro
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Agência Brasil
- O reajuste do salário mínimo para R$ 1.412 - a partir de 1º de janeiro de 2024 - também alterou o pagamento de impostos à Receita Federal, incluindo a contribuição mensal do Microempreendedor Individual (MEI). Os novos valores começam a valer nos boletos com vencimento em 20 de fevereiro, referentes à competência de janeiro. Em comunicado, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) explicou que isso ocorre porque no Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS-MEI) está incluso um valor referente à contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que acompanha anualmente a variação do salário mínimo. Para o MEI, além de um valor mais baixo de contribuição, os impostos são fixos, independentemente do faturamento. A regra se aplica desde que esteja dentro do limite anual, atualmente em R$ 81 mil. “Portanto, o novo valor do DAS-MEI em 2024 vai variar de R$ 70,60 a R$ 76,60, a depender da atividade desempenhada pelo empreendedor, sendo que algumas ocupações só pagam INSS”, explicou o Sebrae. Soma de tributos - O cálculo se dá pela soma das tributações do INSS (5% do salário-mínimo em vigor), Imposto Sobre Serviços (ISS) (mais R$ 5) e Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) (mais R$ 1). Por exemplo, pessoas que atuam na área de comércio e indústria pagam R$ 71,60; em serviços, R$ 75,60; em comércio e serviços, R$ 76,60. O Sebrae ressaltou que o DAS-MEI é a única obrigação financeira do MEI, mesmo que não esteja em atividade. Devido ao regime do Simples Nacional, em uma única guia de pagamento são recolhidos os impostos (ICMS e ISS) e a contribuição ao INSS, que dá direitos aos vários benefícios previdenciários. O optante pelo recolhimento por esse sistema é isento de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), contribuição para o Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público, Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) (exceto se incidentes na importação) e contribuição previdenciária patronal (exceto se contratar empregado). Local de destino - No caso do MEI Caminhoneiro, o valor vai de R$ 169,44 a R$ 175,44, a depender do tipo de produto transportado e o local de destino. O cálculo considera 12% do salário-mínimo para o INSS e as mesmas quantias do microempreendedor individual tradicional para ICMS e ISS. A categoria do MEI foi criada em 2008, durante o segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2023, a Receita Federal contabilizou a marca de 12 milhões de negócios formalizados, o que, segundo o Sebrae, representa em torno de 60% de todas as empresas do país. A emissão do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) pode ser feita por um programa gerador, por meio de aplicativo para celulares ou nos portais do Simples Nacional e da Receita Federal. O Sebrae também disponibiliza o serviço em seu portal. Com informações da Agência Brasil.
BC: Valor esquecido em contas bancárias somou R$ 7,07 bilhões em abril
BC: Valor esquecido em contas bancárias somou R$ 7,07 bilhões em abril
Apenas 1,78% resgatará mais de R$ 1.000,01
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Agência Brasil
- Em abril, um montante de R$ 7,07 bilhões foi deixado sem movimentação bancária, de acordo com o Sistema de Valores a Receber (SVR) do Banco Central (BC) . Os valores não foram retirados pelos correntistas, emitidos nesse montante expressivo. Essa situação ressalta a importância de verificar regularmente as contas e evitar deixar recursos sem utilização. O montante a ser recebido pelos beneficiários atinge R$ 5,68 bilhões, dos quais 80,34% são destinados a 36.120.252 indivíduos físicos, e R$ 1,39 bilhões correspondem a 2.756.118 empresas. É importante ressaltar que mais de 62% dos beneficiários têm a receber valores de até R$ 10, enquanto apenas 1,78% terão acesso a valores acima de R$ 1.000,01. A análise dos dados revela que a maior parte dos valores está concentrada em instituições bancárias, seguidas por administradoras de consórcio, empresas financeiras, cooperativas, instituições de pagamento, corretoras e distribuidoras. Cabe destacar que o saldo contabilizado refere-se a contas já encerradas ou a reembolsos de tarifas solicitadas, demonstrando a importância desse processo de devolução. De acordo com a autarquia, R$ 3,93 bilhões já foram devolvidos pelo SVR, sendo 74,94% resgatados por pessoas físicas e o restante por pessoas jurídicas.
Carnaval: Em Rio de Contas, pousadas chegam a cobrar R$ 2.800 pelos quatro dias de folia
O aluguel de casas no período carnavalesco na cidade está chegando em até R$ 5 mil
Por: redação do Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
A cidade de Rio de Contas, na Chapada Diamantina, abriga a principal festa de carnaval do sudoeste da Bahia, atraindo turistas de todas as partes do estado e também do Brasil. Com isso, nesta época do ano, a procura por hospedagem, seja por pousada ou por casas aumenta significativamente, o que eleva o preço para aqueles que querem curtir a folia momesca com maior comodidade. E quem procura por um cantinho para curtir a festa, em 2023, terá que desembolsar uma quantia bastante salgada. A média de preço em pousadas da cidade está em torno de R$ 2.800 pelos quatro dias do evento, enquanto as casas, o valor do aluguel no período carnavalesco está chegando a R$ 5.000,00. No entanto, como o brasileiro sempre dá um jeito, para os foliões, a alternativa mais econômica tem sido a divisão entre os moradores temporários, a famosa ‘vaquinha’, que em geral, fica mais ou menos R$ 500 por pessoa. Após dois anos sem a realização do carnaval em virtude da pandemia, a Prefeitura Municipal de Rio de Contas confirmou a festa para este ano, porém, nenhuma atração foi anunciada ainda.
Valor da cesta básica aumenta em todas as capitais em 2021
Valor da cesta básica aumenta em todas as capitais em 2021
Maior alta foi em Curitiba (16,3%) e a menor, em Brasília (5,03%)
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O valor da cesta básica aumentou em 2021 nas 17 capitais onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) realiza a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. Segundo os dados, na comparação de dezembro de 2021 com o mesmo mês do ano anterior, as altas mais expressivas ocorreram em Curitiba (16,3%), Natal (15,42%), Recife (13,42%), Florianópolis (12,02%) e Campo Grande (11,26%). As menores taxas acumuladas foram as de Brasília (5,03%), Aracaju (5,49%) e Goiânia (5,93%). A Pesquisa mostrou que, de novembro para dezembro de 2021, o valor da cesta básica subiu em oito cidades, com destaque para Salvador (2,43%) e Belo Horizonte (1,71%). A redução mais importante foi registrada em Florianópolis (-2,95%). Em dezembro de 2021, o maior custo da cesta foi o de São Paulo (R$ 690,51), seguido de Florianópolis (R$ 689,56) e Porto Alegre (R$ 682,90). Entre as cidades do Norte e Nordeste, localidades onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 478,05), João Pessoa (R$ 510,82) e Salvador (R$ 518,21). Segundo as estimativas do Dieese, em dezembro de 2021, o salário-mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 5.800,98 o que representa 5,27 vezes o atual salário-mínimo, de R$ 1.100. Em novembro, o mínimo necessário correspondeu a R$ 5.969,17 ou 5,43 vezes o piso vigente. Em dezembro de 2020, o salário-mínimo necessário foi de R$ 5.304,90, ou 5,08 vezes o piso em vigor, que equivalia a R$ 1.045,00. Produtos - Os dados mostram que entre dezembro de 2020 e de 2021 tiveram alta acumulada de preços em quase todas as capitais pesquisadas a carne bovina de primeira (de 5% em Aracaju a 18,76%, em Porto Alegre), açúcar (entre 32,12% em Fortaleza e 73,25% em Curitiba), óleo de soja (de 8,94% em Goiânia a 11,68% em Campo Grande), pó de café (entre 39,42% em São Paulo a 112,44% em Vitória) e o tomate - com variações expressivas em Natal (102,29%), Vitória (58,53%), Florianópolis (43,85%), Rio de Janeiro (42,39%) e Belo Horizonte (36,76%). Também aumentaram o pão francês (altas que variaram entre 1,42%, em Florianópolis e 14,14% em Curitiba), a manteiga (entre 0,51% em Belo Horizonte a 27,03% em Vitória), o leite integral longa vida (de 5,24% em Curitiba a 9,52% em Florianópolis), a farinha de trigo (de 33,82% em Curitiba a 17,2% em Porto Alegre), e a mandioca, que variou no Norte e Nordeste entre 0,65% em João Pessoa a 13,14%, em Natal. No sentido contrário, registraram queda na maior parte das capitais a batata (com taxas entre -33,57% em Belo Horizonte e -13,36% em Brasília), o arroz agulhinha (de -21% em São Paulo a -19,01% em Goiânia) e o feijão (entre -11,65% em Goiânia e -0,51% em Recife).























