Após caso de 'vaca louca', vendas de carne bovina à China são suspensas
Suspensão começa nesta quinta-feira (23)
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Foto: Reprodução
- A partir desta quinta-feira (23), a exportação de carne bovina para a China está suspensa após a confirmação de um caso de mal da vaca louca no Pará. O Ministério da Agricultura e Pecuária (MAP) explicou que a suspensão segue o protocolo sanitário oficial e descartou a existência de qualquer risco para o consumidor. “O diálogo com as autoridades está sendo intensificado para demonstrar todas as informações e o pronto restabelecimento do comércio da carne brasileira”, informou o ministério em nota oficial. O caso foi informado à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). Ainda segundo a MAP, a doença vitimou um bovino macho de nove anos, idade já considerada avançada para a espécie, numa propriedade em Marabá, cidade no sudeste paraense. O animal, que era criado, sem reação, em um pasto com mais 160 cabeças, teve a carcaça incinerada na fazenda. O local foi interditado pelo governo do Pará em caráter preventivo. Amostras foram enviadas para o laboratório de referência da instituição em Alberta, no Canadá. Análises determinarão se a ocorrência se trata de um caso clássico, com transmissão de um animal para outro, ou atípico, em que a doença se desenvolve de forma espontânea na natureza, geralmente em animais mais velhos. “Todas as providências estão sendo adotadas imediatamente em cada etapa da investigação e o assunto está sendo tratado com total transparência para garantir aos consumidores brasileiros e mundiais a qualidade reconhecida da nossa carne”, ressaltou o ministro Carlos Fávaro, em nota.
Casos de mal da vaca louca não são risco à produção bovina, diz OIE
Os dois casos foram identificados em frigoríficos de MG e MT
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) concluiu nesta segunda-feira (6) que os dois casos de encefalopatia espongiforme bovina (EEB), conhecida como o mal da vaca louca, detectados em frigoríficos de Minas Gerais e de Mato Grosso, não representam risco para a cadeia de produção bovina. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, os informes foram apresentados pelo Serviço Veterinário Oficial do Brasil. Os casos ocorreram de forma independente e isolada e foram confirmados pelo laboratório de referência internacional da OIE, localizado no Canadá, na última sexta-feira (3). De acordo com o ministério, "o Brasil mantém sua classificação como país de risco insignificante para a doença, não justificando qualquer impacto no comércio de animais e seus produtos e subprodutos". Entenda o caso - Dois casos atípicos de mal da vaca louca foram identificados em frigoríficos de Nova Canaã do Norte (MT) e de Belo Horizonte. A confirmação foi pelo laboratório de referência da OIE, em Alberta, no Canadá. Os dois casos atípicos, um em cada estabelecimento, foram detectados durante a inspeção realizada antes do abate dos animais. “Trata-se de vacas de descarte que apresentavam idade avançada e que estavam em decúbito [deitadas] nos currais”, explicou o Ministério da Agricultura, por meio de nota.























