Deputados aprovam urgência de empréstimo de R$ 5,5 bilhões da Embasa
Deputados aprovam urgência de empréstimo de R$ 5,5 bilhões da Embasa
Proposta autoriza governo da Bahia a contratar operação de crédito para investimentos da estatal
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) aprovou nesta terça-feira (12) o regime de urgência para um projeto que autoriza o governo estadual a contratar um empréstimo de R$ 5,5 bilhões. Os recursos são destinados a investimentos na Embasa, marcando a 24ª operação de crédito solicitada pela gestão atual. A sessão contou com a presença de 52 dos 63 deputados, superando o quórum da semana anterior que havia impedido a votação da matéria.
- Além da aprovação da urgência do empréstimo, os parlamentares também deram aval às contas do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) referentes ao exercício de 2025 e analisaram outros projetos, incluindo propostas de utilidade pública e a concessão de Comendas 2 de Julho. A presidente da Casa, Ivana Bastos (PSD), ressaltou a produtividade da sessão e informou que algumas votações foram antecipadas devido à Marcha dos Prefeitos, que impactará a presença dos deputados na ALBA entre 18 e 21 de maio.
Foto: Divulgação | Agência ALBA
A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) aprovou nesta terça-feira (12) o regime de urgência do projeto que autoriza o governo estadual a contratar um empréstimo de R$ 5,5 bilhões destinado a investimentos da Embasa. Esta é a 24ª operação de crédito solicitada pela atual gestão. A sessão contou com a presença de 52 dos 63 deputados, número superior ao registrado na semana anterior, quando a falta de quórum impediu a votação da matéria. Além da urgência do empréstimo, os parlamentares aprovaram as contas do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) referentes ao exercício de 2025 e analisaram projetos de autoria dos deputados, incluindo 14 propostas de utilidade pública e a concessão de oito Comendas 2 de Julho. A presidente da Casa, Ivana Bastos (PSD), afirmou que a sessão ocorreu dentro do previsto e destacou o volume de matérias apreciadas. A parlamentar também informou que houve antecipação de votações devido à Marcha dos Prefeitos, que será realizada em Brasília entre 18 e 21 de maio e deve reduzir a presença de deputados na ALBA durante o período.
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Foto: Reprodução
Com base em dados do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), o Observatório Social do Brasil (OSB) – filial do município de Santo Antônio de Jesus – fez o levantamento sobre os maiores salários destinados à prefeitos da Bahia. O prefeito de Paulo Afonso, Luiz de Deus (PSD), tem o maior salário entre os chefes de executivos municipais da Bahia. Ele recebe mensalmente R$ 33.763, valor do teto constitucional. Empatados na segunda posição estão Manoel Sidônio Nilo – irmão do deputado estadual Marcelo Nilo (PSB) –, de Antas, e Fernando Gomes (PSD), de Itabuna, com R$ 30.000 mensais. Dinha Tolentino (MDB), de Simões Filho, é quarto, com R$ 26.880, seguido por Moema Gramacho (PT), de Lauro de Freitas, e Beto do Axé Moi (PP), de Porto Seguro, ambos com R$ 26.000. O prefeito de Riacho de Santana, Alan Vieira (PSD), tem salário de R$ 25.000, o sexto maior, de acordo com a pesquisa, maior, inclusive, do que o salário do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), que recebe R$ 18.038,10.
Caetité: Zé Barreira tem contas aprovadas com ressalvas
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
As contas da Prefeitura Municipal de Caetité, referentes ao exercício 2015, de responsabilidade de José Barreira de Alencar Filho (PSB), foram aprovadas com ressalvas na ultima quarta-feira (07/12), pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), sendo o gestor multado em R$ 4 mil pelas falhas encontradas no relatório técnico. Com essa decisão o atual prefeito tem sete anos de sua gestão, aprovados pelo TCM. O parecer teve como relator o conselheiro Paolo Marconi, que apontou as seguintes ressalvas: publicação posterior dos decretos de abertura de créditos adicionais suplementares, reincidência na omissão na cobrança de multas e ressarcimentos imputados a agentes políticos do município, baixa arrecadação da dívida ativa, contratações indevidas realizadas sem licitação no montante de R$ 492.500,00 e impropriedades em procedimentos licitatórios, contratos e processos de pagamento. O gestor pode ainda recorrer da decisão.























