MPF investiga possível irregularidade em recursos para estádio e complexo educacional de Sítio do Mato
Investigação envolve recursos destinados ao Complexo Educacional e ao Estádio Municipal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito civil para investigar possíveis irregularidades na aplicação de recursos federais destinados à implantação e modernização do Complexo Educacional e do Estádio Municipal de Sítio do Mato, no oeste da Bahia. A apuração, iniciada a partir de indícios de inconsistências na prestação de contas e de processos no Tribunal de Contas da União (TCU), foca no Contrato de Repasse nº 843434.
- A investigação envolve as gestões dos ex‑prefeitos Cássio Guimarães Cursino e Sofia Márcia Nunes Gonçalves, que foram solicitados a apresentar novos documentos e informações. O MPF alertou que o não cumprimento das requisições pode acarretar sanções previstas em lei.
Foto: Divulgação | Governo de Sitio do Mato
Senado aprova Rodrigo Pacheco para vaga de ministro do TCU por 63 votos a 4
Senado aprova Rodrigo Pacheco para vaga de ministro do TCU por 63 votos a 4
Senador do PSD-MG ocupará cadeira aberta após a renúncia de Bruno Dantas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado aprovou nesta terça‑feira (1º) a indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSD‑MG) para ocupar vaga no Tribunal de Contas da União (TCU), com 63 votos a favor e quatro contra. A votação foi realizada em regime de urgência, dispensando a sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), após requerimento aprovado por unanimidade e apoio do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que negociou a escolha com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Foto: Reprodução
O Senado aprovou nesta terça-feira (1º), por 63 votos favoráveis e quatro contrários, a indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para uma vaga de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Aos 49 anos, Pacheco ocupará a cadeira aberta após a renúncia do ministro Bruno Dantas. A votação ocorreu no plenário depois que os senadores aprovaram, por unanimidade, um requerimento de urgência para analisar a indicação. Com a medida, a proposta não precisou passar pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde Pacheco seria sabatinado antes da apreciação em plenário. A indicação foi apresentada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), principal articulador da escolha. Alcolumbre também negociou a indicação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em reunião realizada na semana passada. O relator da proposta foi o senador Renan Calheiros (MDB-AL), presidente da CAE, comissão que deixou de realizar a sabatina devido ao regime de urgência. Pacheco estava em seu primeiro mandato no Senado e havia decidido não disputar a reeleição nas eleições de 2026. Formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), ele atuou como conselheiro estadual e federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e como auditor do Tribunal de Justiça Desportiva de Minas Gerais. Em 2014, foi eleito deputado federal em sua primeira disputa eleitoral. Quatro anos depois, elegeu-se senador por Minas Gerais, com 20,49% dos votos válidos. Em fevereiro de 2021, foi escolhido presidente do Senado e, em 2023, foi reconduzido ao comando da Casa.
TCU aponta risco de colapso em ponte da Fiol e novo atraso nas obras entre Caetité e Barreiras
Auditoria identificou rachadura em estrutura no oeste da Bahia e alerta que trecho ferroviário só deve ser concluído em 2027.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou graves problemas estruturais em uma ponte da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) em São Félix do Coribe, Bahia, apontando risco de colapso parcial ou total e destacando a redução do tamanho da ponte de 74,6 metros para 35 metros sem estudos técnicos adequados.
- Além das falhas estruturais, o TCU ressaltou atrasos nas obras do trecho Fiol 2, cujo prazo de conclusão foi adiado sucessivas vezes e agora está previsto para dezembro de 2027. A Infra S.A. contestou as conclusões, exigindo correção até agosto, enquanto a situação financeira da Tiisa, consórcio responsável, foi citada como fator de risco para o cumprimento do cronograma.
Foto: Reprodução
Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) identificou problemas considerados graves em uma ponte da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), em São Félix do Coribe, no oeste da Bahia, e apontou novos atrasos nas obras do trecho entre Caetité e Barreiras (Fiol 2). Durante vistoria realizada em junho, técnicos encontraram uma rachadura no solo junto à fundação da ponte sobre o riacho Desvio de Pedras. No relatório preliminar, o TCU afirma haver "risco concreto, atual e crescente de comprometimento estrutural", com possibilidade de colapso parcial ou total da estrutura. Os auditores também questionaram a redução do tamanho da ponte, que passou de 74,6 metros para 35 metros, sem, segundo o órgão, estudos técnicos e vistorias de campo suficientes. Além das falhas estruturais, o TCU destacou o atraso nas obras da Fiol 2. O trecho começou a ser construído em 2011 e teve o prazo de conclusão adiado sucessivas vezes. Pelo cronograma mais recente, a entrega está prevista apenas para dezembro de 2027. Em nota, a Infra S.A. contestou as conclusões da auditoria e afirmou que a estrutura vistoriada ainda está em fase provisória de construção. A estatal informou que determinou a correção do problema até o fim de agosto e defendeu que a alteração no projeto da ponte seguiu critérios técnicos de engenharia e hidrologia. O TCU também apontou a situação financeira da empresa Tiisa, integrante do consórcio responsável pela obra, como um fator de risco para o cumprimento do novo cronograma.
TCU condena ex‑prefeito de Guanambi a devolver R$ 130 mil por irregularidades na saúde
Decisão aponta falhas na aplicação de recursos federais entre 2011 e 2012
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que o deputado federal Charles Fernandes devolva cerca de R$ 130 mil ao Fundo Nacional de Saúde por irregularidades na aplicação de recursos federais durante sua gestão como prefeito de Guanambi em 2011 e 2012. A decisão, publicada em 21 de maio, analisou verbas repassadas ao Fundo Municipal de Saúde para ações da Atenção Básica, concluindo que as contas apresentadas eram irregulares, embora tenha acolhido parte das justificativas da defesa.
- Além de Charles Fernandes, a decisão menciona outros ex‑gestores e empresas que prestaram serviços ao município, como a Clínica Médica Dr. Ginaldo Gomes Ltda., Climed – Clínica Médica S/S Ltda. e Clínica Vidas Médica Ltda. Os valores deverão ser devolvidos com atualização monetária e juros de mora, e o TCU encaminhou cópia da decisão à Procuradoria da República na Bahia para avaliação de medidas judiciais.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que o deputado federal Charles Fernandes devolva cerca de R$ 130 mil ao Fundo Nacional de Saúde por irregularidades na aplicação de recursos federais durante sua gestão como prefeito de Guanambi, nos anos de 2011 e 2012. Segundo a decisão publicada nesta sexta‑feira (21), o processo analisou verbas repassadas ao Fundo Municipal de Saúde para ações da Atenção Básica. O TCU acolheu parte das justificativas apresentadas pela defesa, mas concluiu pela irregularidade das contas. Na época, Charles Fernandes assumiu a prefeitura após deixar o cargo de vice‑prefeito. O então prefeito, Nilo Coelho, havia deixado a função em 2010 para disputar a eleição como candidato a vice‑governador. A decisão estabelece responsabilidade solidária do ex‑gestor em dezenas de parcelas relacionadas a ocorrências registradas em 2011. Também foram citados outros ex‑gestores e empresas que prestaram serviços ao município, como Clínica Médica Dr. Ginaldo Gomes Ltda., Climed – Clínica Médica S/S Ltda. e Clínica Vidas Médica Ltda. Os valores deverão ser devolvidos com atualização monetária e juros de mora. O TCU encaminhou cópia da decisão à Procuradoria da República na Bahia, que poderá avaliar medidas judiciais.
Ex-prefeito de Pindaí é alvo de representação no TCU por supostas irregularidades
Denúncia aponta suspeita de que ex-prefeito não exerceria as funções do cargo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Os vereadores Gianni Guimarães e Charles Nogueira, de Pindaí, protocolaram uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) contra o ex-prefeito Ionaldo Aurélio Prates, conhecido como Naná, alegando que ele foi nomeado em maio de 2025 como secretário parlamentar (SP11) e não exercia suas funções, configurando um possível "funcionário fantasma".
- A denúncia solicita que o TCU investigue o efetivo exercício do cargo, apontando danos ao erário e enriquecimento ilícito, mas ainda não há decisão sobre o mérito. O caso permanece aberto para manifestação do ex-prefeito e do gabinete do deputado federal Neto Carletto.
Foto: Reprodução
Os vereadores Gianni Guimarães e Charles Nogueira, de Pindaí, protocolaram uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) contra o ex-prefeito Ionaldo Aurélio Prates, conhecido como Naná. Eles pedem a apuração de supostas irregularidades relacionadas ao exercício de um cargo no gabinete do deputado federal Neto Carletto (Avante). Segundo a assessoria dos vereadores, Naná foi nomeado, em maio de 2025, para o cargo de secretário parlamentar, na classificação SP11. A denúncia sustenta que ele não exerceria regularmente as atividades da função. Os parlamentares afirmam que o ex-prefeito reside em Pindaí e apontam indícios de que ele seria um suposto "funcionário fantasma". Na representação, solicitam que o TCU instaure um procedimento para verificar se houve efetivo exercício do cargo. O documento também menciona possível dano ao erário e eventual enriquecimento ilícito. As alegações, no entanto, fazem parte da representação apresentada pelos vereadores e ainda serão analisadas pelos órgãos competentes, não havendo conclusão sobre os fatos. Até o momento, não há informação de que o Tribunal de Contas da União tenha adotado qualquer decisão sobre o mérito da denúncia. O espaço permanece aberto para manifestação do ex-prefeito Ionaldo Aurélio Prates e do gabinete do deputado federal Neto Carletto.
Deputado anunciado como vice de Flávio Bolsonaro aguarda decisão do STF sobre pedido de investigação
Parlamentar também é investigado pelo TCU em apuração sobre repasses de emendas parlamentares.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), anunciado como pré-candidato a vice na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), é alvo de um pedido de abertura de inquérito enviado pela Polícia Federal ao Supremo Tribunal Federal (STF). A solicitação baseia-se em acusações apresentadas por Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (Podemos-MS), que apontam um suposto relacionamento do parlamentar com uma adolescente de 13 anos e tentativa de suborno. O caso atualmente aguarda o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) para que o relator, ministro Gilmar Mendes, decida sobre o prosseguimento das investigações.
- Alfredo Gaspar nega veementemente todas as acusações, afirmando ser vítima de perseguição política devido à sua atuação na CPMI do INSS e destacando que realizou exame de DNA para comprovar sua inocência. Além deste caso, o deputado é investigado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por supostas irregularidades na destinação de R$ 6 milhões em emendas parlamentares do tipo "emendas Pix" para o município de São José da Laje, em Alagoas, repasses que o parlamentar assegura terem sido realizados em total conformidade com a lei.
Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados
O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), anunciado como pré-candidato a vice em uma chapa encabeçada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), é alvo de um pedido de abertura de inquérito apresentado pela Polícia Federal ao Supremo Tribunal Federal (STF). A solicitação foi feita em abril deste ano e ainda aguarda manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). O pedido de investigação tem como base acusações apresentadas pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS). Segundo a representação, há documentos e áudios que indicariam que Alfredo Gaspar teria mantido um relacionamento com uma adolescente de 13 anos, o que teria resultado em uma gravidez. A denúncia também cita uma suposta tentativa de suborno para que a família da adolescente permanecesse em silêncio. Após uma análise preliminar, a Polícia Federal entendeu que havia elementos suficientes para solicitar a abertura do inquérito. Agora, cabe à PGR emitir parecer para que o relator do caso, ministro Gilmar Mendes, decida se a investigação terá prosseguimento. Alfredo Gaspar nega todas as acusações. Em nota, o parlamentar afirma ser vítima de perseguição política em razão de sua atuação na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. Ele também informou que realizou exame de DNA para comprovar que não é o pai da criança mencionada na denúncia. Durante o anúncio da composição da chapa, Flávio Bolsonaro elogiou a atuação de Alfredo Gaspar na CPMI do INSS, destacando o trabalho do deputado no combate à corrupção e sua defesa do indiciamento de investigados no colegiado. Além desse caso, Alfredo Gaspar também é investigado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em um procedimento que apura supostas irregularidades na destinação de cerca de R$ 6 milhões em emendas parlamentares ao município de São José da Laje, em Alagoas. A investigação envolve repasses por meio das chamadas emendas Pix. Em manifestações anteriores, o deputado afirmou que todos os recursos foram destinados dentro da legalidade e em conformidade com as normas vigentes.
Tribunal arquiva processo sobre a Fiol entre Ilhéus e Caetité
Tribunal arquiva processo sobre a Fiol entre Ilhéus e Caetité
Processo trata da concessão da ferrovia à iniciativa privada
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou por unanimidade o encerramento e arquivamento do processo referente à concessão do primeiro trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol 1), na Bahia. A decisão, tomada em sessão de 17 de junho de 2026 e divulgada na sexta-feira (26), refere-se à transferência da operação da ferrovia de 537 quilômetros, que liga Ilhéus a Caetité, para a iniciativa privada.
- Segundo o TCU, a determinação estabelecida em uma decisão anterior sobre o processo foi cumprida, justificando o encerramento da ação conforme o regimento interno. O acórdão também prevê a comunicação da decisão à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e ao Ministério dos Transportes, destacando a importância estratégica da Fiol 1 para a logística baiana e o escoamento de cargas via o futuro Porto Sul em Ilhéus.
Foto: Reprodução | Estadão Conteúdo
O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu encerrar e arquivar o processo que tratava da concessão do primeiro trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol 1), na Bahia. A decisão foi aprovada por unanimidade pelo Plenário da Corte e divulgada na sexta-feira (26). O trecho da ferrovia possui 537 quilômetros de extensão e liga os municípios de Ilhéus, no sul do estado, e Caetité, no sudoeste baiano. O processo analisado pelo TCU trata da transferência da operação da ferrovia para a iniciativa privada. A decisão foi tomada durante sessão realizada em 17 de junho de 2026, conforme o Acórdão nº 1.546/2026, relatado pelo ministro Jhonatan de Jesus. Segundo o Tribunal, foi considerada cumprida a determinação estabelecida em decisão anterior sobre o processo. Com isso, os ministros decidiram pelo encerramento e arquivamento da ação, conforme previsto no Regimento Interno do TCU. O acórdão também determina que a decisão seja comunicada à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e ao Ministério dos Transportes. A íntegra do documento ficará disponível no portal eletrônico do Tribunal após a publicação oficial. A Fiol 1 é considerada estratégica para a logística da Bahia, pois vai ligar a região produtora do interior do estado ao litoral, permitindo o escoamento de cargas por meio do futuro Porto Sul, em Ilhéus. A sessão foi presidida pelo ministro Vital do Rêgo e contou com a participação dos demais integrantes do Plenário do TCU.
TCU aprova contas de Lula, mas faz 11 alertas fiscais
TCU aprova contas de Lula, mas faz 11 alertas fiscais
Relatório aponta superestimação de receitas, crescimento da dívida pública e fragilidades na gestão de estatais, mas recomenda aprovação das contas ao Congresso.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou com ressalvas as contas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva referentes ao exercício de 2025, em decisão tomada nesta quarta-feira. O tribunal, apesar de recomendar a aprovação, emitiu uma série de alertas significativos sobre a condução da política fiscal e econômica do país. As principais preocupações destacadas incluem a superestimação de receitas no Orçamento em cerca de R$ 60 bilhões, o crescimento da dívida pública, com projeção de atingir 84,2% do PIB até 2028, e a concessão de benefícios fiscais.
- Adicionalmente, o TCU apontou fragilidades na governança de empresas estatais, com foco nos Correios, e questionou operações financeiras e garantias para empréstimos bilionários envolvendo a empresa. Apesar das observações, o tribunal concluiu que os apontamentos não são suficientes para a rejeição das contas presidenciais, mantendo um padrão de aprovações com ressalvas desde 2000. O parecer será agora encaminhado ao Congresso Nacional para a decisão final, lembrando que as últimas rejeições ocorreram em 2014 e 2015, durante o governo Dilma Rousseff.
Foto: Reprodução
O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou com ressalvas as contas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva referentes ao exercício de 2025. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (10) durante sessão que analisou a condução da política fiscal e econômica da União. Embora tenha recomendado a aprovação das contas, o tribunal apresentou uma série de alertas relacionados à situação fiscal do país. Entre os principais pontos levantados estão a superestimação de receitas no Orçamento, o crescimento da dívida pública, a concessão de benefícios fiscais e fragilidades na governança de empresas estatais. O parecer foi relatado pelo ministro Benjamin Zymler, que destacou preocupações com a sustentabilidade das contas públicas nos próximos anos. Segundo o TCU, as receitas previstas na Lei Orçamentária Anual (LOA) apresentaram uma diferença estimada em cerca de R$ 60 bilhões em relação aos valores efetivamente arrecadáveis, o que, na avaliação da Corte, pode comprometer a transparência e o planejamento fiscal. Outro ponto de atenção é a trajetória da dívida pública. Dados analisados pelo tribunal indicam que o endividamento do país continua em crescimento e poderá atingir o pico de 84,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2028, antes de iniciar uma possível trajetória de queda. O relatório também apontou questionamentos sobre a supervisão de estatais federais, especialmente em relação aos Correios. O tribunal acompanha operações financeiras envolvendo a empresa e avalia possíveis irregularidades na concessão de garantias para empréstimos bilionários. Apesar das observações, o TCU concluiu que os apontamentos não configuram irregularidades suficientes para recomendar a rejeição das contas presidenciais. O parecer agora será encaminhado ao Congresso Nacional, responsável pela decisão final sobre a aprovação ou não das contas do governo. Desde 2000, o tribunal tem aprovado as contas presidenciais com ressalvas. As últimas rejeições ocorreram durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, nos exercícios de 2014 e 2015.
INSS passa a exigir biometria facial para empréstimo consignado
INSS passa a exigir biometria facial para empréstimo consignado
Mudanças exigem confirmação por reconhecimento facial no Meu INSS e proíbem contratação de empréstimos por telefone ou procuração
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Novas regras de segurança para a contratação de empréstimos consignados, direcionados a aposentados, pensionistas e beneficiários do INSS, entraram em vigor nesta terça-feira (19). A principal alteração exige a validação da operação por biometria facial, realizada no aplicativo ou site Meu INSS. Após receber a proposta da instituição financeira, o beneficiário tem um prazo de até cinco dias para confirmar o crédito por reconhecimento facial; caso a validação não ocorra, o contrato será automaticamente cancelado, uma medida que visa fortalecer a segurança e coibir fraudes.
- Essas mudanças estão alinhadas à Lei nº 15.327/2026 e atendem a recomendações do Tribunal de Contas da União, que identificava vulnerabilidades e um aumento nas denúncias de fraudes e descontos indevidos. A nova legislação também proíbe a contratação de consignados por telefone ou por meio de procuração de terceiros, garantindo que as operações tenham autorização direta do beneficiário. O governo federal enfatiza que as novas exigências devem ampliar a proteção dos segurados, dificultando golpes praticados contra idosos e aposentados em operações financeiras.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
Entraram em vigor nesta terça-feira (19) novas regras de segurança para contratação de empréstimos consignados destinados a aposentados, pensionistas e beneficiários do INSS. A principal mudança passa a exigir validação da operação por biometria facial no aplicativo ou site Meu INSS. Com a nova exigência, o beneficiário que solicitar crédito consignado deverá confirmar a contratação por reconhecimento facial após receber a proposta enviada pela instituição financeira. O procedimento atende à Lei nº 15.327/2026, criada para reforçar a segurança nas operações e reduzir fraudes envolvendo aposentados e pensionistas. Na prática, após a solicitação do empréstimo junto ao banco, o contrato ficará com status de “pendente de confirmação” no sistema do Meu INSS. O beneficiário terá prazo de até cinco dias corridos para validar a operação por biometria facial. Caso a confirmação não seja realizada dentro desse período, o contrato será cancelado automaticamente. As mudanças também seguem recomendações do Tribunal de Contas da União, que vinha apontando fragilidades no sistema de contratação de consignados e aumento de denúncias relacionadas a fraudes e descontos indevidos em benefícios previdenciários. Outro ponto previsto na nova legislação proíbe a contratação de empréstimos consignados por telefone ou por meio de procuração de terceiros. A medida busca impedir contratações sem autorização direta do beneficiário. O consignado é uma modalidade de crédito em que as parcelas são descontadas diretamente da aposentadoria, pensão ou benefício social. Por ter menor risco de inadimplência para os bancos, costuma oferecer juros mais baixos em comparação a outras linhas de crédito. O governo federal afirma que as novas exigências devem ampliar a proteção dos segurados e dificultar golpes praticados contra idosos e aposentados em operações financeiras.
Caetité: Obras da Fiol II avançam apenas 3% em nove meses
Caetité: Obras da Fiol II avançam apenas 3% em nove meses
Relatórios do TCU e da CGU apontam atrasos e falhas em trechos estratégicos da ferrovia
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Foto: Divulgação | Agência Infra
As obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol II), que liga Caetité a Barreiras, no sudoeste e oeste da Bahia, seguem em ritmo lento e acumulam novos atrasos. Segundo relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), o lote 5F avançou apenas 3% em nove meses, apesar de orçamento de R$ 79 milhões. O trecho é considerado estratégico por conectar diferentes partes da ferrovia e está sob responsabilidade da empresa TCE Engenharia, contratada pela estatal Infra S.A. em abril de 2024. A construtora assumiu 146 km remanescentes após a rescisão de contrato com o consórcio anterior, que havia concluído pouco mais de 64% das obras. De acordo com o TCU, os serviços de construção não começaram porque nenhum projeto executivo foi aprovado até o momento. Entre os atrasos estão obras de terraplenagem, drenagem e estruturas especiais. O órgão alertou que a falta de abertura de processos para punir empresas que descumprem prazos pode configurar falha de gestão. Além do lote 5F, a Controladoria-Geral da União (CGU) já havia identificado problemas no lote 6F, como paralisações, ausência de licenciamento ambiental e modificações em projetos sem autorização do Ibama. A auditoria apontou risco de impactos ambientais na chamada “Variante das Cavernas”, área com maciços rochosos e cavernas, e recomendou novos estudos. A Infra S.A. informou que mantém diálogo com órgãos de controle e atua conforme a legislação. O Ibama disse que as pendências estão em análise técnica.
TCU condena Jusmari Oliveira por má gestão de recursos da merenda escolar
TCU condena Jusmari Oliveira por má gestão de recursos da merenda escolar
Tribunal de Contas da União responsabiliza atual secretária estadual por não comprovar uso de verba federal destinada à alimentação de alunos da rede municipal entre 2009 e 2012
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Foto: Reprodução
A ex-prefeita de Barreiras e atual secretária de Desenvolvimento Urbano da Bahia, Jusmari Oliveira (PSD), foi condenada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) a devolver R$ 1,7 milhão aos cofres públicos por irregularidades na aplicação de recursos destinados à merenda escolar. O valor se refere a repasses do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), gerido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), durante o período em que Jusmari chefiou a prefeitura, entre os anos de 2009 e 2012. Segundo o TCU, a gestora não apresentou comprovação adequada da utilização dos recursos, o que levou à abertura de processo na 8ª Vara Federal de Execução Fiscal da Seção Judiciária da Bahia. De acordo com o tribunal, os valores tinham como finalidade garantir a compra de alimentos para estudantes da rede municipal de ensino. A ausência de documentos que comprovem a regularidade dos gastos resultou na condenação e no pedido de ressarcimento. Durante a tramitação, Jusmari não apresentou defesa, o que levou o processo a ser julgado à revelia. Com a condenação, a Fazenda Pública poderá adotar medidas como bloqueio de contas bancárias, penhora de bens e apreensão de patrimônio para garantir o pagamento da dívida. Se quiser, posso adaptar para outros estilos de veículo (como G1, UOL, ou imprensa local). Deseja acrescentar contexto político, jurídico ou histórico?
TCU cobra explicações da Petrobras por contrato com potencial de prejuízo de R$ 487 milhões
Em nota, a Petrobras disse que vai prestar as informações solicitadas e "que todos os contratos e projetos são elaborados e executados seguindo todos os padrões e requisitos de governança, hierarquia
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Benjamin Zymler, deu prazo de 5 dias para que a Petrobras e o Ministério das Minas e Energia prestem informações sobre irregularidades em um contrato da empresa com o Grupo Unigel para o fornecimento de fertilizantes. De acordo o TCU, o contrato poderá gerar prejuízos de R$ 487 milhões. “[Há] diversos problemas verificados na qualificação dos riscos e na quantificação do valor econômico esperado das alternativas avaliadas”, completa o despacho. Além disso, de acordo com o TCU, o contrato, assinado no fim de dezembro do ano passado, apresenta indícios de afronta aos princípios da eficiência, da economicidade, da razoabilidade e da motivação. Em nota, a Petrobras alegou “que todos os contratos e projetos são elaborados e executados seguindo todos os padrões e requisitos de governança, hierarquia decisória e responsabilidade operacional da companhia”. “A contratação junto à Unigel do serviço de processamento do gás da Petrobras como matéria prima e a entrega/comercialização dos fertilizantes para a contratante, na forma de contrato de serviço (tolling agreement), não representa um empreendimento definitivo e autônomo”, complementou a Petrobras.
Bolsonaro deve entregar conjunto de joias saudistas até próxima sexta-feira
Bolsonaro deve entregar conjunto de joias saudistas até próxima sexta-feira
A devolução ocorrerá por conta de uma medida do TCU, que estabelece que o acervo privado do presidente contenha apenas itens de pequeno valor, perecíveis e de caráter personalíssimo
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- O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deverá entregar até a próxima sexta-feira (24) as armas e as joias que foram supostamente presenteadas pelo governo da Arábia Saudita. A informação foi divulgada pelo g1. A devolução deverá ocorrer por conta de uma medida do Tribunal de Contas da União (TCU), responsável por estabelecer que o acervo privado do presidente da República contenha apenas itens de pequeno valor, perecíveis e de caráter personalíssimo. Até o momento, o TCU não divulgou onde os itens devem ser entregues, mas a expectativa é que os presentes luxuosos sejam encaminhados ao setor de penhor de uma agência da Caixa Econômica Federal. Além da arma, o conjunto que será entregue é composto por uma caneta, um relógio, um anel, abotoaduras e uma masbaha, espécie de rosário utilizado por fiéis da religião islâmica. Ao todo, as peças estão avaliadas em aproximadamente R$ 500 mil.
Governo Bolsonaro descartou 1,9 milhão de vacinas contra Covid-19
Governo Bolsonaro descartou 1,9 milhão de vacinas contra Covid-19
As doses chegaram ao Brasil 40 dias antes de atingirem o prazo de validade, no dia 21 de novembro de 2021
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- Uma auditoria aprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) constatou que, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), 1,9 milhão de doses da vacina AstraZeneca contra a Covid-19 foram descartadas pelo Ministério da Saúde por não terem sido distribuídas antes de atingirem o prazo de validade. Os imunizantes faziam parte de uma carga de 2,18 milhões de doses, oriundas de uma doação feita pelo governo dos EUA. As vacinas, que venciam no dia 31 de dezembro de 2021, chegaram ao Brasil no dia 21 de novembro. De acordo com o TCU, o descarte resultou em despesas de quase R$ 1 milhão, “com transporte, desembaraço aduaneiro, armazenagem e incineração, sem trazer benefícios à população". Diante dos impactos gerados pela falta de organização, o TCU avalia que as autoridades brasileiras se equivocaram ao aceitar os imunizantes, que estavam há 40 dias de vencerem quando foram recebidas pelo país, e este equivo deve ser ressarcido ao erário.
























