Justiça determina concurso público e cobra regularização de servidores em Livramento
Município terá de apresentar plano de adequação, reduzir contratos temporários considerados irregulares e publicar edital para preenchimento de cargos efetivos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça determinou que a Prefeitura de Livramento de Nossa Senhora regularize o quadro de servidores, eliminando a alta taxa de contratações temporárias – que já representa 64,4% dos vínculos – e promova concurso público para preencher cargos efetivos, atendendo a um pedido do Ministério Público da Bahia (MPBA). A decisão, baseada em um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), obriga o município a detalhar cada contrato temporário, justificar sua necessidade e encerrar os que não se enquadram nas hipóteses constitucionais, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, limitada a R$ 200 mil.
- Além da prestação de contas, a prefeitura deve publicar edital e apresentar cronograma completo do certame, garantindo a continuidade dos serviços essenciais nas áreas de saúde e educação. O recurso arrecadado será destinado ao Fundo de Interesses Difusos, reforçando o compromisso de adequar a estrutura funcional às exigências legais e reduzir a dependência de contratações temporárias.
Foto: Reprodução | Rádio 88 FM
A Justiça determinou que a Prefeitura de Livramento de Nossa Senhora adote medidas para regularizar o quadro de servidores e promova a realização de concurso público para o preenchimento de cargos efetivos. A decisão atende a um pedido do Ministério Público da Bahia (MPBA), que aponta um elevado número de contratações temporárias na administração municipal. Em caso de descumprimento, o município poderá ser multado em até R$ 200 mil. O caso tem origem em um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre o MPBA e a Prefeitura. Durante a fase de execução da sentença, o Ministério Público informou que o município mantém 2.027 contratos temporários, quantidade que representa 64,4% dos vínculos existentes na estrutura administrativa. Segundo a promotora de Justiça Ana Luíza de Oliveira, a gestão municipal não apresentou documentação suficiente para justificar e comprovar a regularidade dessas contratações. Ao analisar o processo, o juiz responsável rejeitou o pedido da Prefeitura para obter um novo prazo sem definição para cumprimento da sentença e acolheu a proposta apresentada pelo Ministério Público para implantação de um plano de regularização. A decisão obriga o município a detalhar todos os contratos temporários em vigor, informando funções exercidas, período de contratação, critérios de seleção adotados e a justificativa para cada vínculo. Além disso, a administração municipal deverá comprovar o encerramento dos contratos que não se enquadrem nas hipóteses previstas pela Constituição Federal. A manutenção temporária de servidores só poderá ocorrer em situações consideradas indispensáveis para garantir a continuidade de serviços essenciais, especialmente nas áreas de saúde e educação. Outro ponto central da determinação judicial é a realização de concurso público. A Prefeitura terá de comprovar a publicação do edital e apresentar um cronograma completo com as etapas do certame para preenchimento dos cargos efetivos vagos. A medida busca adequar a estrutura funcional do município às exigências legais e reduzir a dependência de contratações temporárias. A decisão também estabelece multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento das determinações, limitada inicialmente a R$ 200 mil. Os valores eventualmente arrecadados serão destinados ao Fundo de Interesses Difusos. A partir de agora, o município deverá apresentar as informações exigidas pela Justiça e demonstrar o avanço das medidas de regularização para evitar novas sanções.
MP investiga contratações temporárias e cobra concurso público em Ituaçu
MP investiga contratações temporárias e cobra concurso público em Ituaçu
Procedimento apura vínculos precários desde 2021 e verifica possível substituição indevida de cargos efetivos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP‑BA) abriu um procedimento administrativo para fiscalizar a regularidade das contratações temporárias realizadas pela Prefeitura de Ituaçu, na Chapada Diamantina, desde 2021. A promotora Paula Rainna Nascimento Santos investigará modalidades como credenciamento, inexigibilidade e processos seletivos simplificados, com foco especial nos setores de saúde e assistência social.
- O objetivo é verificar se os contratos temporários substituem cargos efetivos existentes ou vagos, além de assegurar o cumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) nº 825/2011 e a realização de concurso público. O MP acompanhará as medidas adotadas pela gestão municipal e indicará os próximos passos para regularização das contratações e definição de prazos para o certame.
Foto: Reprodução | Agora Sudoeste
O Ministério Público da Bahia (MP‑BA) abriu um procedimento administrativo para fiscalizar a regularidade das contratações temporárias realizadas pela Prefeitura de Ituaçu, na Chapada Diamantina. A medida foi instaurada pela promotora de Justiça substituta Paula Rainna Nascimento Santos e abrange vínculos firmados a partir de 2021. O órgão vai analisar modalidades como credenciamento, inexigibilidade, processos seletivos simplificados e outras formas de prestação continuada de serviços, com atenção especial aos setores de saúde e assistência social. O objetivo é verificar se esses contratos temporários estariam substituindo cargos efetivos, já existentes ou vagos, no quadro funcional do município. Além da fiscalização das admissões, o MP cobra o cumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) nº 825/2011, que estabelece diretrizes para a organização do quadro de pessoal e para a realização de concurso público em Ituaçu. O Ministério Público informou que acompanhará as medidas adotadas pela gestão municipal para adequar os vínculos funcionais e garantir a abertura de um novo certame. O procedimento segue em andamento e deve reunir documentos, contratos e informações complementares da administração. A expectativa é que, após a análise dos dados, o MP indique os próximos passos para regularização das contratações e definição de prazos para o concurso público no município.
























