Projeto escolar de Caetité é reconhecido pelo MEC como destaque nacional
Projeto escolar de Caetité é reconhecido pelo MEC como destaque nacional
Iniciativa baseada em quintais agroecológicos foi aprovada em edital voltado à educação integral em tempo integral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Escola Municipal Maurício Gumes, localizada em Caetité, conquistou reconhecimento nacional ao ser aprovada no Edital MEC nº 1/2026. A unidade foi selecionada por seu projeto
Foto: Prefeitura de Caetité
A Escola Municipal Maurício Gumes, localizada no distrito de Maniaçu, em Caetité, conquistou reconhecimento nacional ao ser aprovada no Edital MEC nº 1/2026 – Experiências Inspiradoras da Educação Integral em Tempo Integral. A unidade teve selecionada a experiência intitulada “Da Terra ao Conhecimento: Experiências com Quintais Agroecológicos no Espaço Escolar”, que passará a integrar o Mapa de Experiências do Ministério da Educação (MEC). O projeto destaca a utilização de quintais agroecológicos como espaços educativos, promovendo a integração entre aprendizagem, sustentabilidade, valorização do território e saberes da comunidade. A iniciativa é desenvolvida no contexto da educação em tempo integral e busca proporcionar uma formação mais conectada à realidade dos estudantes. Segundo a Secretaria Municipal de Educação, o reconhecimento evidencia a qualidade das práticas pedagógicas implementadas na escola e reforça o compromisso da rede municipal com uma educação que alia conhecimento, cidadania e preservação ambiental. A aprovação no edital coloca a experiência desenvolvida em Caetité entre as referências nacionais de educação integral, servindo de inspiração para outras instituições de ensino do país. A conquista também valoriza o trabalho de estudantes, professores, gestores escolares e toda a comunidade envolvida no projeto.
Embasa promove ações ambientais em Caetité e outras regiões da Bahia
Embasa promove ações ambientais em Caetité e outras regiões da Bahia
Programação inclui caminhadas ecológicas, plantio de mudas, feiras ambientais, palestras e ações educativas voltadas à conscientização sobre sustentabilidade e preservação dos recursos naturais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) programou uma série de atividades socioambientais para a semana de 8 a 12 de junho, em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente. O objetivo principal é ampliar a conscientização sobre a preservação ambiental, a relevância do saneamento para a qualidade de vida da população e o compromisso com a sustentabilidade. As ações incluem caminhadas ecológicas, plantio de mudas, mutirões de limpeza, feiras ambientais, oficinas educativas e exposições interativas, voltadas para estudantes, professores, lideranças comunitárias e moradores em diversas regiões da Bahia.
- Entre os destaques da programação está um encontro em Salvador, no dia 11 de junho, que reunirá especialistas para debater temas cruciais como mudanças climáticas, segurança hídrica e sustentabilidade corporativa no saneamento. No interior do estado, cidades das regiões de Feira de Santana, Sisal, Litoral Norte, Agreste, Recôncavo, Baixo Sul, Oeste, Sudoeste e Sertão Produtivo receberão feiras de sustentabilidade, palestras, seminários e ações de reflorestamento, alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) relacionados à água, saneamento e preservação ambiental.
Foto: Embasa
Em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho, a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) preparou uma série de atividades socioambientais que serão realizadas em diferentes regiões da Bahia ao longo da próxima semana. A programação acontece entre os dias 8 e 12 de junho e busca ampliar a conscientização sobre a preservação ambiental e a importância do saneamento para a qualidade de vida da população. As ações incluem caminhadas ecológicas, plantio de mudas, mutirões de limpeza, feiras ambientais, oficinas educativas, exposições interativas e atividades culturais voltadas para estudantes, professores, lideranças comunitárias, moradores e colaboradores da empresa. Segundo a gerente de Sustentação Socioambiental da Embasa, Cibele Fontes, a iniciativa reforça o compromisso da empresa com a sustentabilidade e a preservação dos recursos hídricos. A proposta é fortalecer o entendimento sobre a relação entre saneamento básico, saúde pública, proteção ambiental e desenvolvimento sustentável. Entre os destaques da programação está um encontro que será realizado no dia 11 de junho, em Salvador, reunindo especialistas para debater temas ligados às mudanças climáticas, segurança hídrica, eventos extremos, sustentabilidade corporativa e inovação no setor de saneamento. No interior do estado, a programação alcançará diversas cidades das regiões de Feira de Santana, Sisal, Litoral Norte, Agreste, Recôncavo, Baixo Sul, Oeste, Sudoeste e Sertão Produtivo. As atividades incluem feiras de sustentabilidade, palestras, seminários, visitas técnicas, blitz educativas e ações de reflorestamento. Em municípios como Vitória da Conquista, Jequié, Paramirim, Érico Cardoso e Caetité, estudantes e comunidades participarão de atividades voltadas à educação ambiental, ao fortalecimento da cidadania e à valorização dos recursos naturais. A iniciativa também está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente aqueles relacionados à água potável, saneamento e preservação ambiental.
Alunas de Serra do Ramalho inovam com cosméticos a base de mel e própolis
Alunas de Serra do Ramalho inovam com cosméticos a base de mel e própolis
Projeto desenvolvido por estudantes de Serra do Ramalho aposta em sustentabilidade e valorização da apicultura local.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Dois estudantes do Colégio Estadual do Campo desenvolveram cosméticos naturais utilizando produtos apícolas. As jovens criaram sabonetes, esfoliantes e outros produtos, priorizando fórmulas biodegradáveis e sem conservantes químicos.
- O projeto também busca incentivar a economia local, agregando valor aos produtos produzidos por apicultores da região. A próxima etapa prevê a criação de uma linha completa de cosméticos naturais utilizando plantas medicinais
Foto: Secti - SEC - Bahia
Duas estudantes do Colégio Estadual do Campo de Tempo Integral Cleonice Olegário dos Santos, em Serra do Ramalho, transformaram produtos derivados das abelhas em cosméticos naturais voltados para cuidados com a pele. Utilizando mel, própolis e cera de abelha, as jovens criaram sabonetes em barra, sabonetes líquidos e esfoliantes corporais. As estudantes Elorrane Pabrine e Jamile Pereira desenvolveram o projeto com orientação da professora Tamires Lopes. A iniciativa surgiu a partir da valorização da apicultura local, atividade considerada forte na região do Território do Velho Chico. Segundo a orientadora, o objetivo foi unir ciência, sustentabilidade e inovação. A equipe identificou propriedades antioxidantes, cicatrizantes e antibacterianas presentes nos produtos apícolas e decidiu aplicar esse potencial no setor de higiene e beleza. O projeto passou por etapas de pesquisa bibliográfica, formulação e testes laboratoriais até chegar aos produtos finais. Os sabonetes em barra foram desenvolvidos com foco em hidratação e firmeza da pele. Já os líquidos receberam formulação com ação antibacteriana e controle de pH. O esfoliante corporal utiliza a cera de abelha para auxiliar na renovação celular. As jovens pesquisadoras afirmam que priorizaram fórmulas biodegradáveis e evitaram o uso de conservantes químicos agressivos. A proposta também busca incentivar a economia local ao agregar valor aos produtos produzidos por apicultores da região. O projeto conta ainda com coorientação da professora Inaiara Alves e apoio dos professores Josiel Amaral e José Augusto Santos, homenageado in memoriam. A próxima etapa da pesquisa prevê a criação de uma linha completa de cosméticos naturais utilizando plantas medicinais e ativos encontrados na flora regional.
“Eu Viro Carranca” realiza programação ambiental em Érico Cardoso
“Eu Viro Carranca” realiza programação ambiental em Érico Cardoso
Programação promovida pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco terá oficinas, apresentações culturais e atividades educativas voltadas para crianças e jovens
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) realizará em 3 de junho uma mobilização ambiental em Érico Cardoso, no sudoeste da Bahia, através da campanha “Eu Viro Carranca para Defender o Velho Chico” 2026. A programação incluirá atividades culturais, educativas e ambientais, como exposições, oficinas e jogos interativos voltados para crianças e jovens. Esta ação faz parte das celebrações dos 25 anos do CBHSF, com o tema “Velho Chico. Um rio, muitas mãos”, e ocorrerá simultaneamente em Paracatu, Juazeiro e Canindé de São Francisco.
- Criada em 2014, a campanha consolidou-se como uma iniciativa crucial na defesa do Rio São Francisco, conquistando o Prêmio ANA em 2021. O coordenador do CBHSF, Cláudio Pereira, enfatiza a importância estratégica do rio para o abastecimento de água, agricultura e energia, beneficiando milhões de habitantes. A mobilização busca fortalecer o envolvimento social e incentivar a participação da sociedade civil e do poder público em ações contínuas para a preservação dos recursos hídricos e do ecossistema do Velho Chico.
Foto: Divulgação | CBHSF
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco realizará no próximo dia 3 de junho uma mobilização ambiental em Érico Cardoso, no sudoeste da Bahia, por meio da campanha “Eu Viro Carranca para Defender o Velho Chico” 2026. A programação contará com atividades culturais, educativas e ambientais, incluindo exposições, apresentações artísticas, oficinas, distribuição de materiais educativos, jogos e ações interativas voltadas principalmente para crianças e jovens. Criada em 2014, a campanha se consolidou como uma das principais iniciativas de conscientização em defesa do Rio São Francisco. Ao longo dos anos, o projeto passou a reunir escolas, universidades, instituições públicas, organizações da sociedade civil e comunidades de diferentes regiões da bacia hidrográfica. Em 2021, a iniciativa conquistou o primeiro lugar no Prêmio ANA, na categoria Entes do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH). O coordenador do CBHSF, Cláudio Pereira, afirmou que a campanha busca ampliar o envolvimento social na preservação do Rio São Francisco e de seus afluentes. Segundo ele, o Velho Chico possui importância estratégica para o abastecimento de água, produção agrícola, geração de energia e atividades industriais. Atualmente, o rio atende diretamente mais de 18 milhões de habitantes e alcança cerca de 33 milhões de pessoas quando considerado o projeto de transposição. Cláudio Pereira destacou ainda que a campanha funciona como um chamado à conscientização ambiental e incentiva a participação da sociedade civil e do poder público em ações voltadas à preservação dos recursos hídricos. Neste ano, a mobilização integra as comemorações pelos 25 anos do CBHSF e terá como tema “Velho Chico. Um rio, muitas mãos”. Além de Érico Cardoso, as ações ocorrerão simultaneamente em Paracatu, Juazeiro e Canindé de São Francisco.
Seminário do Algodão reúne produtores e pesquisadores em Guanambi
Seminário do Algodão reúne produtores e pesquisadores em Guanambi
Evento reuniu produtores e instituições para debater desafios da cotonicultura no sudoeste da Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Divulgação
O município de Guanambi, no sudoeste da Bahia, sediou na última terça-feira (18) o Seminário do Algodão, promovido pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab). O encontro discutiu práticas sustentáveis, agricultura regenerativa e estratégias de defesa fitossanitária para fortalecer a produção de algodão na região. O evento aconteceu no auditório da Escola Municipal do Campo Pedro Barros Prates e reuniu cerca de 150 participantes, entre produtores rurais, estudantes de agronomia, técnicos agrícolas, extensionistas, pesquisadores e profissionais ligados à cadeia produtiva do algodão. Durante a programação, foram apresentadas tecnologias sociais para captação e conservação de água, adaptadas às condições do semiárido, além de debates sobre o papel da assistência técnica e extensão rural (ATER) na inclusão da agricultura familiar. O seminário foi realizado em parceria com a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), o Fundeagro e instituições como Bahiater, IF Baiano, Uesb, Unimontes e IF Norte de Minas. Segundo o fiscal agropecuário Nailton Souza, coordenador do Projeto Fitossanitário do Algodão, o encontro reforça a união entre produtores, defesa agropecuária e poder público. “A participação dos pequenos agricultores mostra que há busca por alternativas para ampliar áreas e melhorar a produtividade. Com parceria e planejamento, os resultados virão em pouco tempo”, afirmou. A Bahia é o segundo maior produtor nacional de algodão. Na safra 2024/2025, foram colhidas 816,3 toneladas de pluma, com produtividade de 2,04 mil quilos por hectare. Embora 98% da produção esteja concentrada no Oeste, o sudoeste baiano tem ampliado sua relevância, impulsionado pela agricultura familiar. Entre os principais desafios da região estão as condições climáticas adversas, limitações tecnológicas e o controle de pragas como o bicudo-do-algodoeiro. A superação dessas barreiras depende da integração entre pesquisa científica, práticas sustentáveis e fortalecimento da assistência técnica.






















