Flávio Bolsonaro viajou em jato ligado a Vorcaro em 2025, diz revista
Flávio Bolsonaro viajou em jato ligado a Vorcaro em 2025, diz revista
Viagem entre os Estados Unidos e Brasília ocorreu em janeiro de 2025, segundo reportagem da Piauí.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, realizou uma viagem em 19 de janeiro de 2025 entre Fort Lauderdale (EUA) e Brasília a bordo de um Legacy 650 (PP‑NLR) operado pela Prime Aviation, empresa que até setembro de 2025 tinha Daniel Vorcaro como sócio. Acompanhado da esposa, duas filhas e do advogado Willer Tomaz, o senador utilizou a aeronave que também seria usada meses depois pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.
- A reportagem da revista Piauí aponta que a viagem coincidiu com negociações para o financiamento do filme biográfico “Dark Horse”, sobre o ex‑presidente Jair Bolsonaro, e que Flávio cobrou agilidade em aporte financeiro logo após o retorno. Tomaz, cotista da aeronave, afirmou ter oferecido carona sem cobrança e só soube em abril de 2026 da nova participação de Vorcaro. Flávio reagiu nas redes com ironia, mas a matéria não indica irregularidade na viagem.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, viajou em janeiro de 2025 entre Fort Lauderdale, nos Estados Unidos, e Brasília, em um jato executivo que tinha entre seus cotistas uma empresa da qual o ex-banqueiro Daniel Vorcaro era sócio, segundo reportagem publicada pela revista Piauí. A viagem ocorreu em 19 de janeiro e foi feita por Flávio acompanhado da mulher, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, das duas filhas e do advogado e empresário Willer Tomaz, amigo do senador. A aeronave é um Legacy 650, de prefixo PP-NLR, operado pela Prime Aviation, empresa que tinha Vorcaro como sócio até setembro de 2025. A mesma aeronave foi utilizada meses depois pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Segundo a Piauí, a viagem de Flávio ocorreu no período em que estavam em andamento negociações para o financiamento do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A publicação afirma que, no dia seguinte ao retorno ao Brasil, Flávio cobrou um interlocutor para acelerar uma resposta relacionada ao primeiro aporte financeiro do projeto. A revista também relata que Willer Tomaz detinha uma das três cotas da aeronave e afirmou que ofereceu carona a amigos quando havia assentos disponíveis, sem cobrança ou contrapartida. Tomaz declarou ainda que só tomou conhecimento em abril de 2026 de que Vorcaro havia adquirido outra participação no avião e que, posteriormente, rompeu o contrato com a empresa responsável pela gestão da aeronave. Após a publicação da reportagem, Flávio Bolsonaro comentou o episódio nas redes sociais em tom irônico: “Ainda bem que na época o avião era de Willer. Imagina se fosse agora, eu teria viajado no avião de Alexandre de Moraes”. A reportagem não aponta que a viagem de Flávio, por si só, configure irregularidade.
Campanha de Flávio Bolsonaro tenta construir relação institucional com o STF
Campanha de Flávio Bolsonaro tenta construir relação institucional com o STF
Articulação ocorre em meio ao debate sobre um eventual impeachment de Alexandre de Moraes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) intensificou as conversas com membros do Supremo Tribunal Federal (STF) para mitigar a pressão política por um eventual impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Segundo a CNN Brasil, o coordenador da campanha, senador Rogério Marinho, encontrou‑se por cerca de 15 minutos com o ministro Gilmar Mendes, afirmando que as críticas a Moraes não são ataques ao STF e que, caso Flávio vença as eleições de outubro, sua gestão buscará manter relações institucionais harmoniosas entre os Poderes.
- Apesar da aproximação com o STF, Flávio Bolsonaro continua defendendo a concessão de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e, se a proposta não avançar, pretende conceder perdão presidencial ao ex‑presidente Jair Bolsonaro, atualmente sentenciado a 27 anos de prisão.
Foto: Reprodução
A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) tem intensificado conversas com integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) em meio ao aumento da pressão política pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes. A informação foi divulgada pela CNN Brasil. Segundo a reportagem, na última quarta-feira (2), o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, reuniu-se por cerca de 15 minutos com o ministro Gilmar Mendes. Durante a conversa, Marinho teria afirmado que as críticas dirigidas a Alexandre de Moraes não representam um ataque ao Supremo como instituição e que uma eventual gestão de Flávio Bolsonaro buscaria manter uma relação institucional e de harmonia entre os Poderes. Ainda de acordo com a CNN Brasil, Gilmar Mendes também teria sido procurado para discutir um possível cenário de transição em caso de vitória de Flávio nas eleições de outubro. Apesar da aproximação com o STF, o senador segue defendendo publicamente a concessão de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e pelos crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Conforme a reportagem, Flávio também afirma que, caso a proposta não avance, pretende conceder perdão presidencial ao ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão.
Jaques Wagner minimiza pesquisas e diz que resultado das urnas será a ‘pesquisa verdadeira’
Senador afirmou que ele, Rui Costa e Jerônimo Rodrigues já foram eleitos apesar de pesquisas desfavoráveis.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT), candidato à reeleição ao Senado pela Bahia, minimizou a importância das pesquisas eleitorais, afirmando que o verdadeiro resultado será decidido nas urnas. Em entrevista à Rádio Jaraguar FM, Wagner destacou que, se dependesse de pesquisas, ele, Rui Costa e Jerônimo Rodrigues não teriam sido eleitos, e reforçou sua estratégia de percorrer o interior do estado e apoiar a candidatura do presidente Lula e demais candidatos aliados.
- A pesquisa AtlasIntel divulgada recentemente mostra Rui Costa com 31,6% e Wagner com 26,5% das intenções de voto. Apesar dos números, Wagner mantém cautela, promete continuar trabalhando com humildade e buscar ampliar a base parlamentar para defender pautas trabalhistas.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O senador Jaques Wagner (PT), candidato à reeleição, minimizou nesta quinta-feira (3) a importância das pesquisas eleitorais e afirmou que o resultado das urnas será a “pesquisa verdadeira”. A declaração foi dada em entrevista à Rádio Jaraguar FM, de Jacobina. “Se dependêssemos de pesquisa, eu, Rui [Costa] e Jerônimo [Rodrigues] nunca teríamos sido eleitos”, disse. A fala ocorreu após a divulgação de uma pesquisa AtlasIntel que aponta Rui Costa (PT) com 31,6% dos votos válidos e Wagner com 26,5% na disputa pelas duas vagas ao Senado pela Bahia. Apesar do resultado, o senador afirmou que prefere manter cautela e continuar trabalhando. “Vou calçar as sandálias da humildade e seguir trabalhando”, declarou. Wagner disse ainda que continuará percorrendo o interior do estado durante o fim de semana. O petista afirmou que pretende pedir votos para o presidente Lula (PT), o governador Jerônimo Rodrigues (PT), Rui Costa e candidatos aliados à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa da Bahia. Segundo ele, o objetivo é ampliar a base parlamentar para defender pautas voltadas aos trabalhadores.
Flávio Bolsonaro diz que filiação ao Missão foi tentativa de barrar candidatura
Flávio Bolsonaro diz que filiação ao Missão foi tentativa de barrar candidatura
Senador afirma que filiação ao Missão foi uma tentativa de impedir seu registro no TSE e anuncia live para explicar o caso.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi impedido de se registrar na Presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) devido a uma filiação ao partido Missão, que ele acredita ser uma tentativa de impedir sua candidatura.
- Flávio afirmou que o sistema está tentando barrar sua entrada na disputa e convocou apoiadores para um ato de início de campanha no domingo, na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. A filiação ao partido Missão foi questionada pela Justiça Eleitoral devido a irregularidades, como um endereço falso e um CEP inexistente.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu nesta quinta-feira (13) à descoberta de uma filiação ao partido Missão, que acabou impedindo, inicialmente, o registro de sua candidatura à Presidência no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em um vídeo publicado nas redes sociais, Flávio afirmou que a filiação seria uma tentativa de impedir sua candidatura. Segundo ele, o chamado “sistema” estaria tentando barrar sua entrada na disputa. “O sistema vai tentar de tudo para me parar, mas não vai conseguir não, porque Deus está no comando e a gente vai resgatar o Brasil”, declarou. O senador também afirmou que sua desfiliação do PL não funcionou e convocou apoiadores para o ato de início de campanha, marcado para domingo (16), na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Flávio anunciou ainda uma transmissão ao vivo em seu canal no YouTube nesta quinta-feira, na qual pretende apresentar mais informações sobre o caso. A filiação atribuída ao senador chamou atenção pelos dados inseridos no cadastro. O endereço informado foi “Rua dos Bandidos”, no “Bairro Miliciano”, com número 666 e um CEP inexistente. Segundo as informações divulgadas, o cadastro teria sido realizado por meio de uma senha atribuída ao partido Missão. A legenda, por sua vez, negou participação na filiação e afirmou ter sido vítima de uma tentativa de fraude. Em nota, o Missão informou que tentou reverter o cadastro no mesmo dia em que identificou a filiação, mas que o pedido foi negado pela Justiça Eleitoral. A legenda também afirmou que o gabinete de Flávio foi comunicado sobre o caso em 2 de agosto e que os e-mails enviados foram abertos, mas não respondidos. O partido declarou ainda que adotará medidas junto à Polícia Federal e ao TSE para identificar os responsáveis. Segundo a legenda, serão apresentados às autoridades registros de acessos, e-mails e endereços de IP relacionados ao cadastro. Na mesma nota, o Missão afirmou que não tinha interesse na filiação de Flávio Bolsonaro, citando divergências ideológicas e fazendo referência a suspeitas envolvendo o senador. Essas afirmações fazem parte do posicionamento divulgado pela própria legenda e não representam, por si só, comprovação das acusações mencionadas. O caso deverá ser analisado pela Justiça Eleitoral e pelas autoridades responsáveis pela investigação da suposta fraude.
Wagner afirma que investigação tem motivação política
Wagner afirma que investigação tem motivação política
Senador relacionou investigação ao cenário político de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Senator Jaques Wagner (PT) é investigado pela Polícia Federal em Santa Maria da Vitória, na Bahia, sobre participação em um evento do Programa de Governo Participativo. Wagner nega qualquer irregularidade e promete esclarecer todas as suspeitas. Ele acredita que a investigação é política e está relacionada à disputa eleitoral de 2026, pois a Bahia é um estado crucial para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
- Wagner é investigado na nona fase da Operação Compliance Zero e afirma que irá comprovar sua inocência apresentando esclarecimentos necessários. A investigação segue em andamento sem uma decisão judicial sobre o mérito das suspeitas.
Foto: Reprodução
O senador Jaques Wagner (PT) voltou a comentar, nesta semana, a investigação conduzida pela Polícia Federal durante participação em um evento do Programa de Governo Participativo (PGP), em Santa Maria da Vitória, no oeste da Bahia. Em discurso para apoiadores, o parlamentar afirmou que está tranquilo diante das apurações e voltou a negar qualquer irregularidade. Ao falar sobre o caso, Wagner disse que pretende esclarecer todas as suspeitas levantadas pelos investigadores e reafirmou confiança no resultado das investigações. "Fiquem em paz porque eu estou em paz. Minha cabeça está tranquila, meu coração não carrega ódio, e a mentira que estão tentando montar eu vou desmontar, como fiz em 2018. Podem ter a tranquilidade de que a minha cabeça está leve", declarou. Durante o discurso, o senador também associou o avanço das investigações ao cenário político e à disputa eleitoral de 2026. Segundo ele, a Bahia tem papel estratégico para o projeto de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Eu sei por que estão me batendo: porque a Bahia é muito importante para a eleição do presidente Lula no Brasil. É por isso que querem derrubar o nosso time aqui na Bahia", afirmou. Jaques Wagner é investigado no âmbito da nona fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal. Desde o início da apuração, o senador nega qualquer envolvimento em irregularidades e afirma que apresentará os esclarecimentos necessários para comprovar sua inocência. A investigação segue em andamento, e até o momento não há decisão judicial sobre o mérito das suspeitas.
Senador já havia negado ligação com Vorcaro em discurso
Senador já havia negado ligação com Vorcaro em discurso
Líder do governo no Senado nega envolvimento em irregularidades e diz que conheceu Daniel Vorcaro apenas duas vezes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi alvo de mandado de busca e apreensão da Polícia Federal durante a Operação Compliance Zero. Ele utilizou a tribuna do Senado para rebater suspeitas envolvendo seu nome nas investigações sobre supostas fraudes ligadas ao Banco Master.
- A investigação suspeita que Wagner recebeu um imóvel avaliado em R$ 2,5 milhões como contrapartida por supostas ações favoráveis aos interesses do Banco Master e do empresário Augusto Lima.
Foto: Reprodução
Dois dias antes de ser alvo de mandado de busca e apreensão da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, o senador Jaques Wagner (PT-BA) utilizou a tribuna do Senado para rebater suspeitas envolvendo seu nome nas investigações sobre supostas fraudes ligadas ao Banco Master. Na ocasião, Wagner classificou como "leviana" uma reportagem da revista Veja que citava seu nome em uma proposta de delação do banqueiro Daniel Vorcaro, controlador da instituição financeira. Segundo o senador, não existe qualquer investigação que tenha apontado irregularidades em sua atuação ou na do ministro da Casa Civil, Rui Costa. "A capa da Veja fala que revelará os negócios do PT da Bahia. Eu já desafiei vários a me mostrarem qual foi a investigação da Polícia Federal que encontrou algo sobre o meu comportamento e o comportamento do ex-governador Rui Costa", afirmou. O parlamentar também criticou o modelo de delações realizadas por investigados presos e disse não possuir qualquer relação comercial com Vorcaro. "Eu estou muito à vontade porque conheci esse senhor duas vezes, uma vez em Salvador e uma vez em São Paulo. Não tenho nenhuma relação com ele, não tenho nenhum negócio. Aliás, eu não tenho nem CNPJ, eu só tenho CPF", declarou. Apesar da defesa pública, a Polícia Federal investiga a suspeita de que Wagner tenha recebido um imóvel avaliado em R$ 2,5 milhões como contrapartida por supostas ações favoráveis aos interesses do Banco Master e do empresário Augusto Lima, ex-sócio da instituição. A operação também cumpriu mandados em imóveis e empresas ligadas a Augusto Lima na Bahia, em Brasília e em São Paulo. A defesa do empresário afirmou que ele está à disposição das autoridades e considerou as buscas desnecessárias. Jaques Wagner ainda não comentou oficialmente a operação após o cumprimento dos mandados.
Kassio Nunes suspende divulgação de pesquisa que apontou queda de Flávio Bolsonaro
Ministro apontou possíveis problemas metodológicos e determinou a retirada do conteúdo dos canais oficiais do instituto.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, determinou a retirada e a suspensão da divulgação de uma pesquisa eleitoral realizada pelo instituto AtlasIntel. A medida foi tomada após a divulgação de informações relacionadas a um áudio atribuído ao senador Flávio Bolsonaro, em que ele apareceria solicitando recursos financeiros ao banqueiro Daniel Vorcaro.
- A decisão foi fundamentada na existência de indícios de influência externa capaz de comprometer a coleta das respostas e afetar a confiabilidade dos resultados apresentados. O caso deverá ser apreciado pelo plenário do TSE em sessão prevista para esta terça-feira (10).
Foto: Reprodução
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, determinou nesta segunda-feira (9) a retirada e a suspensão da divulgação de uma pesquisa eleitoral realizada pelo instituto AtlasIntel. O levantamento havia sido divulgado em maio e apontava queda nas intenções de voto do pré-candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro. A decisão estabelece que o instituto não poderá manter os dados da pesquisa em seus canais oficiais enquanto o caso estiver sob análise da Justiça Eleitoral. O conteúdo questionado ganhou repercussão após a divulgação de informações relacionadas a um áudio atribuído ao senador, no qual ele apareceria solicitando recursos financeiros ao banqueiro Daniel Vorcaro. Ao fundamentar a medida, Kassio Nunes Marques apontou a existência de indícios de possível influência externa capaz de comprometer a coleta das respostas e afetar a confiabilidade dos resultados apresentados. Segundo o magistrado, há elementos que levantam dúvidas sobre a neutralidade do levantamento e sobre a preservação dos critérios metodológicos exigidos para pesquisas eleitorais. A decisão foi tomada de forma individual e ainda precisará ser submetida à análise dos demais ministros da Corte Eleitoral. O caso deverá ser apreciado pelo plenário do TSE em sessão prevista para esta terça-feira (10), quando os integrantes do tribunal poderão manter ou rever o entendimento do presidente da Corte. A discussão ocorre em um momento de intensificação dos debates em torno das pesquisas eleitorais, frequentemente utilizadas por partidos, candidatos e eleitores como instrumento para acompanhar o cenário político e a movimentação das intenções de voto. Até o julgamento colegiado, a determinação permanece válida e impede a continuidade da divulgação do levantamento por parte do instituto responsável pela pesquisa.
Apex/Futura: Lula assume liderança após queda de Flávio Bolsonaro
Apex/Futura: Lula assume liderança após queda de Flávio Bolsonaro
Levantamento registra recuo de 4,7 pontos do senador após divulgação de mensagens do caso Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Apex/Futura divulgada sexta-feira (22) apresentou mudanças no cenário eleitoral nacional após a repercussão das mensagens trocadas entre o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro. O levantamento apontou queda de 4,7 pontos percentuais do senador em uma simulação de segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O senador aparece com 42,2% das intenções de voto, enquanto Lula marca 47,7%, liderando fora da margem de erro.
- De acordo com o instituto, a variação do senador ultrapassa a margem de erro, indicando perda real de apoio. O caso Master também foi medido entre os eleitores, mostrando que 82,1% dos entrevistados afirmam ter conhecimento do escândalo e 67,1% sabem das mensagens envolvendo Flávio e Vorcaro.
Foto: Reprodução
A pesquisa Apex/Futura divulgada nesta sexta-feira (22) mostra mudança no cenário eleitoral nacional após a repercussão das mensagens trocadas entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro. O levantamento, realizado entre 15 e 20 de maio, aponta queda de 4,7 pontos percentuais do senador em uma simulação de segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o instituto, Flávio aparece agora com 42,2% das intenções de voto, enquanto Lula marca 47,7%. No levantamento anterior, divulgado em 11 de maio, o senador tinha 46,9% e o petista 44,4%, cenário de empate técnico. Com a nova pesquisa, Lula passa a liderar fora da margem de erro, que é de 2,2 pontos percentuais. No primeiro turno, o movimento é semelhante. Lula cresce de 38,3% para 42,7%, enquanto Flávio oscila negativamente de 36,1% para 35,6%. O instituto destaca que a variação do senador ultrapassa a margem de erro, indicando perda real de apoio. A pesquisa também mediu o impacto do caso Master entre os eleitores. De acordo com o levantamento, 82,1% dos entrevistados afirmam ter conhecimento do escândalo, e 67,1% dizem saber das mensagens envolvendo Flávio e Vorcaro. Apesar da ampla repercussão, apenas 13,5% dos entrevistados afirmam que o episódio pode influenciar seu voto. Foram ouvidas 878 pessoas em diferentes regiões do país. O nível de confiança é de 95%.
Atlas: Flávio cai seis pontos e tem 41,8% contra 48,9% de Lula no 2º turno
Atlas: Flávio cai seis pontos e tem 41,8% contra 48,9% de Lula no 2º turno
Pesquisa mostra queda nas intenções de voto do senador após repercussão de mensagens envolvendo Daniel Vorcaro, dono do Banco Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (19) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) nos cenários de primeiro e segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
- Lula lidera com 46,7% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Flávio aparece com 34,3%. A pesquisa também mostra que a queda de Flávio coincide com a divulgação de conversas vazadas entre o senador e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Foto: Reprodução | Metrópoles
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (19) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) nos cenários de primeiro e segundo turno das eleições presidenciais de 2026. No primeiro turno, Lula aparece com 46,7% das intenções de voto, contra 34,3% de Flávio, diferença de 12,4 pontos percentuais. Em abril, o petista tinha 46,6%, enquanto o senador marcava 39,7%. Sem Flávio Bolsonaro na disputa, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) aparece em segundo lugar, com 17% das intenções de voto, enquanto Lula lidera com 46,7%. No cenário de segundo turno, Lula registra 48,9% das intenções de voto, contra 41,8% de Flávio Bolsonaro. Brancos, nulos e indecisos somam 9,3%. Na pesquisa anterior, realizada em abril, os dois apareciam tecnicamente empatados: Flávio tinha 47,8% e Lula, 47,5%. Segundo o levantamento, a queda de Flávio coincide com a divulgação de conversas vazadas entre o senador e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, nas quais o parlamentar cobraria recursos para a produção do filme "Dark Horse", sobre a vida de Jair Bolsonaro. A pesquisa aponta que 95,6% dos entrevistados disseram ter tomado conhecimento do vazamento e 45,1% afirmaram que o episódio enfraqueceu muito a candidatura de Flávio Bolsonaro. A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg ouviu 5.032 brasileiros entre os dias 13 e 18 de maio de 2026. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 1 ponto percentual, para mais ou para menos.
























