Bar é interditado por determinação judicial em Guanambi
Ação foi realizada pela SEMA na manhã desta terça (14); local permanece fechado até nova decisão
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Foto: Reprodução
Um bar foi interditado na manhã desta terça-feira (14), em Guanambi, para cumprimento de determinação judicial. O Bar e Petiscaria Canoas, localizado na Avenida Petrônio Portela, foi lacrado por equipes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMA), durante ação de fiscalização ambiental. A interdição ocorreu no início da manhã, enquanto funcionários realizavam a limpeza do estabelecimento. No momento da ação, não havia realização de shows ou eventos no local.
Foto: reprodução
De acordo com o proprietário, Tcharles Rodrigues, a medida está relacionada à realização de apresentações musicais, prática que, segundo a fiscalização, não é permitida para o tipo de licença do estabelecimento. Ainda segundo o empresário, a expectativa é que o funcionamento seja retomado após adequações, mas sem a realização de shows ao vivo.A notificação foi fixada no local, que permanece fechado até novas deliberações da Justiça.
Coopercicli recebe Licença Simplificada para operação em Caetité
O documento autoriza a cooperativa a desenvolver suas atividades no município de Caetité, dentro dos parâmetros legais e ambientais estabelecidos pelo órgão estadual.
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Foto: divulgação
A Coopercicli Cooperativa de Trabalho e Serviços Sustentáveis conquistou, oficialmente, a Licença Simplificada nº 021/2024, emitida pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema). O documento autoriza a cooperativa a desenvolver suas atividades no município de Caetité, dentro dos parâmetros legais e ambientais estabelecidos pelo órgão estadual. Licença Simplificada é um instrumento que reconhece o baixo potencial poluidor da atividade licenciada, permitindo sua operação com menor complexidade burocrática, desde que cumpridas as exigências técnicas e ambientais. No caso da Coopercicli, a autorização contempla serviços voltados à coleta, triagem e reaproveitamento de resíduos sólidos, com foco na sustentabilidade e na geração de renda para os cooperados. A emissão da licença representa um avanço importante para o setor de gestão de resíduos na região, reforçando o compromisso da cooperativa com a legalidade, a preservação ambiental e o desenvolvimento socioeconômico local. A iniciativa também contribui para o fortalecimento da economia circular, promovendo práticas que reduzem impactos ambientais e estimulam o reaproveitamento de materiais. Com a regularização ambiental assegurada, a Coopercicli poderá ampliar suas ações junto à comunidade, consolidando parcerias com o poder público e com empresas privadas, além de fomentar a educação ambiental e a inclusão produtiva. CONFIRA A LICENÇA CLICANDO AO LADO: LICENÇA SIMPLIFICADA Nº 021 - 2024 COOPERCICLI COOPERATIVA.pdf
Para Portela, relevo e ocupação desordenada do solo são as principais causas do comprometimento da infraestrutura de Caetité em períodos chuvosos
Para Henrique Portela, secretário de Meio Ambiente, muitas casas em Caetité foram construídas praticamente em cima de rios e nas margens deles
Por: Jorge Santana e Redação
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Foto: Jorge Santana | Sudoeste Bahia
- As constantes chuvas que têm caído em Caetité e região, desde dezembro do ano passado, já começaram a comprometer a infraestrutura da cidade, principalmente no que diz respeito ao calçamento das ruas, em que bloquetes e paralelepípedos são simplesmente arrancados pelas enxurradas. Em contato com o secretário de Meio Ambiente, Henrique Portela, que falou com a reportagem do Sudoeste Bahia (SB), enumerou alguns fatores que têm contribuído para a problemática. O chefe da pasta cita a ocupação do solo como uma das causas. “As questões dessas enchentes aqui em Caetité são inúmeros fatores. Primeiro: ocupação desordenada do solo; os loteamentos que foram construídos em outras épocas, pois na época não havia controle sobre isso, foram construídos sem drenagem corretas, não foram feitos estudos de escoamento para poder alocar bocas de lobo, direcionamento de fluxo de drenagem, medidas de contenção, entre outros. Por isso, à medida que você vai ocupando o solo, pavimentando o solo, você vai aumentando a quantidade de água que não infiltra e não escoa pro local correto”, explicou. Ainda de acordo com Portela, a formação do relevo caetiteense é outra característica que contribui para o alagamento de vias do Centro da cidade. “Aí entra também a formação do relevo, que influencia negativamente, pois Caetité tem o formato de concha, de maneira como se fosse uma bacia. Portanto, tudo que chove nas bordas da bacia, a água desce para as localidades inferiores, que é o Centro da cidade. As ocupações também das margens dos rios ao longos dos anos. Tem local aqui em Caetité que a pessoa construiu em cima de um rio”, afirmou o secretário que fez questão de ressaltar que estas duas características são os fatores principais, pois de acordo com Henrique, fatores secundários também devem ser levados em consideração. A Prefeitura Municipal de Caetité (PMC) já iniciou um programa de readequação de engenharia para que haja correção de problemas de origem urbanística. Bairros como o São Vicente e o Alto do Jacaraci são uns dos que mais impactados em épocas chuvosas, por causa do desmatamento de mata ciliares de seus entornos.























