Confira os 39 deputados federais eleitos pela Bahia para a próxima legislatura
Confira os 39 deputados federais eleitos pela Bahia para a próxima legislatura
Estado definiu neste domingo (4) os representantes que ocuparão as cadeiras baianas na Câmara dos Deputados a partir de fevereiro de 2027
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Bahia definiu neste domingo (4) os 39 deputados federais que representarão o estado na Câmara dos Deputados a partir de fevereiro de 2027, reforçando a presença de grupos tradicionais como a Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) com dez cadeiras, e a Federação União Progressista (PP e União Brasil) com oito. O PSD garantiu seis vagas, enquanto outras legendas – MDB, PSDB, Avante, Republicanos, PSB, PDT e PL – completam a bancada, refletindo o panorama político baiano e as próximas articulações legislativas.
- O novo cenário eleitoral serve como termômetro das forças que deverão influenciar debates sobre saúde, infraestrutura, educação, segurança pública e desenvolvimento econômico, tanto no âmbito estadual quanto nacional, sinalizando a continuidade da base governista e a dinâmica das disputas políticas nos próximos anos.
Foto: Marcello Casal Jr | Agência Brasil
A Bahia definiu neste domingo (4) os 39 deputados federais que vão representar o estado na Câmara dos Deputados pelos próximos quatro anos. Os parlamentares eleitos assumirão os mandatos em fevereiro de 2027 e terão a missão de defender interesses baianos em temas como saúde, infraestrutura, educação, segurança pública e desenvolvimento econômico. O resultado das urnas redesenhou a composição da bancada federal baiana e confirmou a força de grupos políticos tradicionais no estado. A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, conquistou o maior número de cadeiras, com dez representantes eleitos. Logo atrás ficou a Federação União Progressista, integrada por PP e União Brasil, que garantiu oito vagas. Entre os nomes eleitos pela Federação União Progressista estão Sandro Filho, Claudio Cajado, Elmar Nascimento, Dal Barreto, Leur Lomanto Junior, Ditinho Avivip, Paulo Azi e Manuel Rocha. Já o PSD conquistou seis cadeiras com Antonio Brito, Daniel Alencar, Gabriel Nunes, Sergio Brito, Raimundo da Costa e Charles Fernandes, consolidando mais uma vez uma das maiores representações da Câmara pela Bahia. A Federação Brasil da Esperança formará a maior bancada do estado em Brasília. Foram eleitos Lucas Reis, Ivoneide Caetano, Jorge Solla, Valmir Assunção, Afonso Florence, Maria Marighella, Joseildo, Daniel Almeida, Olivia Santana e Alice Portugal. O grupo reforça o protagonismo da base governista no cenário político baiano. O MDB garantiu uma vaga com Ricardo Maia. O PSDB elegeu Carlos Muniz e Adolfo Viana. O Avante conquistou três cadeiras com Pastor Sargento Isidório, Neto Carletto e Elmo Vaz. O Republicanos também assegurou três representantes: Diego Coronel, Léo Prates e Márcio Marinho. Outras legendas também terão espaço na bancada baiana. O PSB elegeu Mario Negromonte Jr., enquanto o PDT garantiu uma vaga com Felix Mendonça Jr. Já o PL conquistou quatro cadeiras com Doutora Raissa Soares, Roberta Roma, Capitão Alden e João Bacelar. Com a definição dos eleitos, os partidos iniciam agora uma nova fase de articulações políticas de olho na posse da próxima legislatura. O resultado também serve como termômetro das forças que devem influenciar os debates e as disputas eleitorais na Bahia nos próximos anos, tanto no cenário estadual quanto nacional.
Eleições 2026: veja como Caetité votou para o Senado
Eleições 2026: veja como Caetité votou para o Senado
Rui Costa e Jaques Wagner foram os mais votados no município; João Roma e Ângelo Coronel aparecem na sequência.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Eleitores de Caetité deram a maior votação ao ex-governador Rui Costa (PT), que recebeu 17.828 votos (34,82% dos válidos), seguido de Jaques Wagner (PT) com 16.820 votos (32,85%). Na sequência, João Roma (PL) e Ângelo Coronel (Republicanos) ficaram com 7.923 (15,47%) e 7.687 votos (15,01%), respectivamente, enquanto os demais candidatos ficaram abaixo de 1%.
- No âmbito estadual, Rui Costa e Jaques Wagner foram eleitos para as duas vagas da Bahia no Senado Federal, com 30,07% e 27,65% dos votos válidos. Os dados são da totalização das Eleições 2026, fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Os eleitores de Caetité deram a maior votação para Rui Costa (PT) na disputa pelas duas vagas da Bahia no Senado Federal nas eleições deste domingo (4). O ex-governador recebeu 17.828 votos, correspondentes a 34,82% dos votos válidos no município. Jaques Wagner (PT) ficou em segundo lugar, com 16.820 votos (32,85%). Na sequência, apareceram João Roma (PL), com 7.923 votos (15,47%), e Ângelo Coronel (Republicanos), que recebeu 7.687 votos (15,01%). Os demais candidatos tiveram votação inferior a 1% dos votos válidos: Professora Delliana (PSOL) recebeu 639 votos; Marcelo Carvalho (Rede), 187; Carlos Sodré (Mobiliza), 64; Gregorio Gould (UP), 30; Marcelo Santtana (DC), 19; e Marcelo Millet (PCO), oito votos. Como cada eleitor podia escolher dois candidatos ao Senado, a soma das votações nominais supera o número de eleitores que compareceram às urnas. No resultado estadual, Rui Costa e Jaques Wagner foram eleitos para as duas vagas da Bahia. Rui terminou a apuração com 30,07% dos votos válidos, enquanto Wagner alcançou 27,65%. Os dados da votação em Caetité são da totalização das Eleições 2026, com informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Direita amplia força nos Estados e vence 10 de 19 governos no primeiro turno
Direita amplia força nos Estados e vence 10 de 19 governos no primeiro turno
Candidatos de PL, Republicanos e PP conquistam dez dos 19 governos estaduais já definidos; campo vence em São Paulo, Minas e Paraná e amplia presença em diferentes regiões
Por: Hugo Henud
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- A reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos) no primeiro turno em São Paulo simboliza a crescente força da direita nas disputas estaduais, com 10 dos 19 governos já definidos conquistados por candidatos do PL, Republicanos ou PP. O PL liderou com vitórias em Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rondônia e Roraima, enquanto o Republicanos garantiu São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso, e o PP venceu em Mato Grosso do Sul e Paraíba.
- Essas conquistas dão à direita um peso decisivo nas duas maiores colégios eleitorais – São Paulo e Minas Gerais – e ampliam sua presença em todas as regiões do país, preparando uma rede de apoio crucial para o segundo turno da eleição presidencial, onde Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se enfrentarão.
Foto: Pablo Jacob | Governo SP
A reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos) no primeiro turno em São Paulo foi o principal símbolo da força da direita nas disputas estaduais deste domingo, 4. Dos 19 governos já definidos sem necessidade de uma nova votação, dez foram conquistados por candidatos de PL, Republicanos ou PP, resultado que amplia a presença desse campo político nos Estados e lhe garante máquinas regionais importantes para os próximos quatro anos. O avanço ocorreu em diferentes regiões do País. O PL conquistou cinco governos: Paraná, com Sergio Moro; Santa Catarina, com Jorginho Mello; Rio Grande do Sul, com Zucco; Rondônia, com Marcos Rogério; e Roraima, com Arthur Henrique. O Republicanos venceu outros três: São Paulo, com Tarcísio; Minas Gerais, com Cleitinho; e Mato Grosso, com Otaviano Pivetta. Pelo PP, Eduardo Riedel venceu em Mato Grosso do Sul e Lucas Ribeiro, na Paraíba. O PT garantiu três governos no primeiro turno, com Rafael Fonteles, no Piauí, Jerônimo Rodrigues, na Bahia, e Elmano de Freitas, no Ceará. O PSD, de centro direita, venceu quatro disputas: Dr. Furlan, no Amapá; Raquel Lyra, em Pernambuco; Fábio Mitidieri, em Sergipe; e Eduardo Braide, no Maranhão. Também foram eleitos em primeiro turno Daniel Vilela (MDB), em Goiás, e Dr. Daniel (Podemos), no Pará. O resultado ganha peso porque a direita ficou com São Paulo e Minas Gerais, os dois maiores colégios eleitorais do País, e acrescentou agora o Paraná ao mapa de vitórias no primeiro turno. O campo também consolidou posições no Sul, no Centro-Oeste e no Norte. A distribuição mostra que o desempenho não ficou restrito a uma única região e reforça uma tendência de avanço de candidaturas de direita identificada ao longo da campanha. A força conquistada nos Estados passa agora a ter efeito imediato na disputa nacional. Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançaram para o segundo turno da eleição presidencial, e governadores alinhados às duas candidaturas poderão ser mobilizados nas próximas três semanas para ampliar palanques regionais, organizar alianças e buscar votos nos respectivos Estados. Nesse desenho, a direita chega ao segundo turno presidencial respaldada por uma rede capilarizada de governadores e por vitórias em alguns dos principais colégios eleitorais do País. O tamanho desse capital político começará a ser testado já nas próximas três semanas, quando Tarcísio e outros governadores eleitos terão de mostrar até que ponto a força conquistada nas urnas estaduais pode ser transferida para a disputa pelo Palácio do Planalto.
Tarcísio de Freitas vence Fernando Haddad e é reeleito governador de São Paulo no primeiro turno
Governador promete segundo mandato focado no cidadão e ‘muito próximo’ das periferias; vitória o cacifa para disputar a Presidência em 2030
Por: Bianca Gomes e Pedro Augusto Figueiredo
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- Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi reeleito governador de São Paulo no primeiro turno, com 62,85% dos votos válidos nas 90,04% das urnas apuradas, superando o ex‑ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), que ficou com 36,22%.
- A vitória coloca o governador como provável candidato à Presidência em 2030, reforçando a tradição paulista de servir de trampolim ao Planalto; aliados apontam que ele pode assumir a disputa nacional, enquanto a derrota de Haddad marca sua quarta sequência de derrotas eleitorais.
Foto: Tiago Queiroz | Estadão
Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi reeleito governador de São Paulo neste domingo (04). Com 90,04% das urnas apuradas, ele tem 62,85% dos votos válidos e não pode ser mais alcançado pelo seu principal adversário na disputa eleitoral, o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), que recebeu 36,22% dos votos até o momento. Tarcísio já havia derrotado o petista na eleição passada, mas no segundo turno. A disputa paulista não era definida na primeira etapa da votação desde 2014, com Geraldo Alckmin, também última vez que São Paulo reelegeu o incumbente. O resultado deste domingo posiciona Tarcísio como um potencial candidato à Presidência em 2030 - nos últimos anos, a cadeira de governador de São Paulo tem servido de trampolim para disputar o Planalto, como aconteceu com o próprio Alckmin e o ex-governador José Serra. Tarcísio era cotado para suceder Jair Bolsonaro (PL) na eleição presidencial deste ano, mas acabou preterido por Flávio Bolsonaro (PL). Com a vitória em primeiro turno, a expectativa da campanha de Flávio é que Tarcísio mergulhe de cabeça na disputa nacional. Aliados do governador dizem que o governador o fará sob o argumento de que é preciso derrotar o PT. Uma vitória de Flávio, no entanto, pode ser uma pedra no caminho da eventual candidatura presidencial do governador, já que o senador estaria habilitado a disputar a reeleição. Ao longo da campanha, o filho de Bolsonaro acenou ao governador que proporá o fim da reeleição, abrindo espaço para Tarcísio disputar o Planalto se assim desejar. Do outro lado, Haddad, apontado como um dos nomes para suceder Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sofreu a quarta derrota eleitoral seguida – a última vez que ele sagrou-se vitorioso foi quando disputou a Prefeitura de São Paulo, em 2012.
Vereadora acusa aliado de Sheila Lemos de usar hospital para obter votos em Vitória da Conquista
Lara Fernandes fez denúncia durante sessão da Câmara; Wagner Alves nega irregularidades, anuncia ação por calúnia e Fundação Municipal de Saúde afirma que procedimentos seguem critérios técnicos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Vereadora Lara Fernandes (Republicanos) acusou o candidato Wagner Alves (União) de usar cirurgias e serviços do Hospital Municipal Esaú Matos para angariar votos nas eleições para a Assembleia Legislativa, alegando compra de votos e interferência na rede pública de saúde. A denúncia foi feita na sessão da Câmara de Vereadores, porém a parlamentar não apresentou documentos ou nomes de pacientes que comprovem a prática.
- Wagner Alves, conhecido como Wagner de Sheila, negou as acusações em entrevista ao programa Brasil Notícias e entrou com queixa‑crime por calúnia. A Fundação Municipal de Saúde de Vitória da Conquista reforçou que os procedimentos eletivos seguem as normas do SUS e não há vínculo político nas cirurgias realizadas.
Foto: Câmara de Vitória da Conquista
A vereadora de Vitória da Conquista e candidata a deputada estadual, Lara Fernandes (Republicanos), acusou o também candidato ao cargo, Wagner Alves (União), de utilizar serviços e cirurgias do Hospital Municipal Esaú Matos para conquistar apoio eleitoral. A declaração foi feita durante sessão da Câmara de Vereadores. Segundo informações, Lara afirmou que a suposta prática configuraria compra de votos e interferência indevida na rede pública de saúde. No entanto, durante o pronunciamento, a parlamentar não apresentou documentos, nomes de pacientes ou outras provas que sustentassem a acusação. Lara Fernandes e Wagner Alves integram a base política da prefeita Sheila Lemos (União) e do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto. Em resposta, Wagner Alves, conhecido como Wagner de Sheila, negou as acusações durante entrevista ao programa Brasil Notícias. Ele afirmou que ingressou com uma queixa-crime contra a vereadora por calúnia. "Lara, você mentiu. Eu não sou servidor público municipal, não faço parte da prefeitura e não posso, em hipótese alguma, utilizar o nome de qualquer instituição pública para angariar votos", declarou. Em nota, a Fundação Municipal de Saúde de Vitória da Conquista informou que os procedimentos eletivos realizados no Hospital Municipal Esaú Matos seguem os fluxos de regulação do Sistema Único de Saúde (SUS) e critérios técnicos estabelecidos por resoluções estaduais voltadas à redução da fila de espera. A fundação ressaltou ainda que não existe qualquer vinculação político-partidária na realização das cirurgias e demais atendimentos prestados pela unidade de saúde.
Carreata de ACM Neto ocupa ruas de Vitória da Conquista e reúne milhares de apoiadores
Evento reuniu Sheila Lemos, Zé Cocá, Angelo Coronel, João Roma e lideranças regionais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A caravana do candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), percorreu cerca de 20 km em Vitória da Conquista neste domingo (6), reunindo milhares de apoiadores ao lado da prefeita Sheila Lemos, do candidato a vice‑governador Zé Cocá (PP) e dos senadores Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL). O trajeto passou por avenidas importantes como Perimetral José Pedral, Olívia Flores, 10 de Novembro e Bruno Bacelar, além de ruas centrais, configurando‑se como uma das maiores carreatas já realizadas no município.
- Durante o evento, ACM Neto destacou que a campanha está ganhando força nas ruas da Bahia e que o desejo de mudança da população está cada vez mais forte, reforçando a estratégia de aproximação direta com eleitores nas principais vias da cidade.
Foto: Reprodução
Vitória da Conquista foi palco de uma grande mobilização política neste domingo (6), durante a carreata do candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil). Ao lado da prefeita Sheila Lemos (União Brasil), do candidato a vice-governador Zé Cocá (PP) e dos candidatos ao Senado Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL), o ex-prefeito de Salvador percorreu diversos bairros da cidade em um ato que reuniu milhares de apoiadores. Segundo a organização da campanha, a carreata formou uma fila de aproximadamente 20 quilômetros e é apontada como uma das maiores já realizadas no município. O trajeto passou por importantes vias de Vitória da Conquista, incluindo as avenidas Perimetral José Pedral, Olívia Flores, 10 de Novembro e Bruno Bacelar, além das ruas da Corrente, Paulino Santos, Democrata e Plácido de Castro. O evento também contou com a participação de candidatos e lideranças políticas da região. Durante o ato, ACM Neto afirmou que a campanha tem ganhado força em diferentes regiões da Bahia e destacou a participação popular registrada nos compromissos realizados nos últimos dias. "A nossa campanha só cresce, ganha força a cada dia e, principalmente, ganha as ruas. O que eu sinto olhando nos olhos das pessoas é que o desejo de mudança está cada vez mais forte na Bahia", declarou o candidato.
Bahia tem 27 candidatos com títulos religiosos nas eleições de 2026
Bahia tem 27 candidatos com títulos religiosos nas eleições de 2026
Dos 27 candidatos que usam títulos religiosos, 24 são ligados a igrejas evangélicas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um levantamento revela que 27 candidatos ao Legislativo baiano nas eleições de 2026 usam títulos religiosos ou de liderança espiritual, com 24 ligados a igrejas evangélicas, predominando no cenário político estadual e federal. A maioria busca vagas na Câmara dos Deputados, distribuída entre PL, Republicanos, Avante, PT e PRD, enquanto a representação católica é mínima, com apenas um candidato federal, Robson de Irmã Dulce (PL).
- O estudo também destaca a presença de religiões de matriz africana, com Mãe Mara (Republicanos) e Mãe Bernadete de Oxóssi (PSOL/Rede) nas candidaturas. Segundo o Censo 2022 do IBGE, a Bahia permanece majoritariamente católica, mas observa-se crescimento das comunidades evangélicas e de matriz africana, refletindo a composição das candidaturas para o pleito.
Foto: Rovena Rosa | Agência Brasil
Levantamento aponta que 27 candidatos ao Legislativo baiano utilizam títulos religiosos ou de liderança espiritual no nome de urna nas eleições de 2026. Desse total, 24 são ligados a igrejas evangélicas, evidenciando a predominância desse segmento na disputa. A maior parte das candidaturas evangélicas busca vaga na Câmara dos Deputados: são 19 candidatos federais e cinco estaduais, distribuídos por diferentes partidos, entre eles PL, Republicanos, Avante, PT e PRD. Em contraste, a representação católica é reduzida. Há apenas um candidato federal com identificação religiosa explícita, Robson de Irmã Dulce (PL). A baixa participação acompanha a orientação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que proíbe padres, bispos e diáconos de disputar cargos eletivos. O levantamento também mostra espaço para religiões de matriz africana. As candidatas Mãe Mara (Republicanos), à Assembleia Legislativa, e Mãe Bernadete de Oxóssi (PSOL/Rede), à Câmara dos Deputados, representam o segmento nas eleições. Segundo o Censo 2022 do IBGE, a Bahia continua majoritariamente católica, com cerca de 57% da população, mas registra crescimento das religiões de matriz africana e avanço do segmento evangélico, cenário que também se reflete na composição das candidaturas para o pleito deste ano.
Hugo Motta declara apoio a Lula nas eleições de 2026
Hugo Motta declara apoio a Lula nas eleições de 2026
Presidente da Câmara afirmou que ele e o Republicanos da Paraíba pretendem apoiar a candidatura de Lula à reeleição.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou oficialmente seu apoio à candidatura de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o pleito de 2026. A decisão acompanha o posicionamento do diretório do Republicanos na Paraíba, que se beneficiou da resolução da convenção nacional da sigla de manter neutralidade na disputa pelo Palácio do Planalto, liberando seus membros e diretórios estaduais para definirem suas próprias alianças.
- Além de mitigar as tensões recentes entre o comando da Câmara e o Palácio do Planalto, o movimento de Motta busca consolidar palanques regionais na Paraíba, estado onde Lula obteve expressiva votação em 2022. O parlamentar trabalha na articulação para viabilizar a candidatura de seu pai, Nabor Wanderley, ao Senado Federal, em uma chapa que deve contar com o apoio do ex-governador João Azevêdo e do próprio presidente da República.
Foto: Reprodução
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira (10) que pretende apoiar a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição em 2026. Segundo Motta, o posicionamento também será seguido pelo Republicanos na Paraíba. A declaração ocorre poucos dias depois de o Republicanos decidir, em convenção nacional, manter posição de neutralidade na disputa pelo Palácio do Planalto. Com a decisão, os diretórios estaduais e os integrantes da legenda ficaram livres para apoiar o candidato de sua preferência. Motta afirmou que aguardava a definição nacional da sigla antes de tornar público seu posicionamento. Segundo ele, a tendência do partido na Paraíba já era de apoiar Lula. “O Republicanos, em nível nacional, declarou a posição de neutralidade, liberando os diretórios estaduais e seus membros para apoiar quem entender ser a melhor candidatura para o país”, afirmou o deputado. O presidente da Câmara disse ainda que o grupo político que lidera no estado deverá formalizar o apoio ao petista. “A nossa posição está sendo aqui revelada em primeira mão, de apoio ao presidente Lula em seu projeto de reeleição”, declarou. A manifestação ocorreu durante a posse da advogada Giovanna Mayer como desembargadora do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). Na política estadual, Motta também trabalha para viabilizar a candidatura de seu pai, Nabor Wanderley, prefeito de Patos, ao Senado. A articulação envolve uma possível chapa com o ex-governador João Azevêdo (PSB) e busca contar com o apoio de Lula. A aproximação entre Motta e o grupo do presidente ocorre depois de um período de tensão entre o comando da Câmara e o governo federal durante votações no Congresso. O deputado paraibano foi um dos principais defensores da neutralidade do Republicanos na eleição presidencial. A decisão nacional da legenda foi confirmada na última terça-feira (4). Segundo o presidente do Republicanos, deputado Marcos Pereira (SP), 17 diretórios estaduais defenderam a neutralidade, enquanto nove optaram por uma aliança nacional com o PL. Apenas um diretório declarou preferência pelo apoio a Lula. Na Paraíba, Lula obteve 66,6% dos votos no segundo turno da eleição presidencial de 2022, contra 33,4% do então presidente Jair Bolsonaro (PL).
Prefeito de Érico Cardoso convoca servidores a apoiar reeleição de Jerônimo
Prefeito de Érico Cardoso convoca servidores a apoiar reeleição de Jerônimo
Vídeo cita R$ 100 milhões em investimentos ameaçados
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O prefeito de Érico Cardoso, Eraldo (Republicanos), divulgou um vídeo em que convoca servidores municipais a apoiar sua candidatura nas eleições em curso. Ele afirmou que os que não apoiarem serão incentivados a deixar o cargo.
- No vídeo, Eraldo reforça seu apoio à reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e afirma que investimentos de mais de 100 milhões de reais podem ser comprometidos se o grupo não vencer as eleições.
Foto: Reprodução
O prefeito de Érico Cardoso, no Sudoeste da Bahia, Eraldo (Republicanos), publicou um vídeo em que convoca servidores municipais a apoiar seu grupo político nas eleições deste ano. Ao lado do vice-prefeito Deivison (Republicanos), o gestor afirmou que quem não estiver de acordo deve “pedir para sair”. No vídeo, Eraldo reforça o apoio à reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e diz que investimentos de mais de R$ 100 milhões no município podem ser comprometidos caso o grupo não vença. Ele destacou que a sucessão estadual terá impacto direto nos rumos da cidade. “Essa é a nossa missão. Nós estamos desde 2021 administrando essa cidade. E até de 2021 a 2028. (...) Aquele que não tiver afim de fazer parte desse time, pede pra sair logo agora”, declarou o prefeito, usando uma camisa com referência ao antigo nome do município, Água Quente. Eraldo está em seu segundo mandato consecutivo e venceu a última eleição com 74,62% dos votos válidos.
Pré-campanha de Flávio nega troca de apoio por vaga no STF
Pré-campanha de Flávio nega troca de apoio por vaga no STF
Nota oficial assinada por Rogério Marinho afirma que eventual aliança entre PL e Republicanos é baseada em convergência política e não envolve negociação de cargos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A coordenação da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou oficialmente que uma aliança com o Republicanos esteja condicionada à indicação de Marcos Pereira, presidente nacional da legenda, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Em nota oficial assinada pelo coordenador da pré-campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), o grupo classificou os boatos como "absolutamente falsos" e assegurou que as negociações buscam construir uma convergência programática e de ideias, sem qualquer barganha envolvendo cargos públicos.
- O comunicado ressaltou a relevância do Republicanos como um aliado estratégico em pautas compartilhadas, como segurança pública e defesa das liberdades individuais, indicando a possibilidade de atuação conjunta tanto em âmbitos regionais quanto em uma coalizão nacional. A nota conclui reforçando que as alianças partidárias serão desenhadas com base no alinhamento político, afastando qualquer hipótese de acordos ligados a indicações para o STF ou outros órgãos da República.
Foto: Reprodução | CNN
A coordenação da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República divulgou, neste domingo (12), uma nota oficial negando que um eventual apoio do Republicanos ao projeto eleitoral esteja condicionado à indicação do presidente nacional da legenda, Marcos Pereira (Republicanos-SP), para uma futura vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). O comunicado foi assinado pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha, que classificou a informação como "absolutamente falsa" e afirmou que o assunto nunca fez parte das conversas entre os dois partidos. Segundo a nota, as negociações políticas em andamento têm como objetivo a construção de uma ampla aliança nacional baseada na convergência de ideias, propostas e compromissos programáticos, sem qualquer negociação envolvendo cargos públicos ou indicações para outros Poderes. "A hipótese é absolutamente falsa e jamais foi objeto de qualquer conversa ou negociação", afirmou Rogério Marinho no comunicado. A coordenação destacou ainda que PL e Republicanos poderão atuar juntos em diversos estados durante o processo eleitoral, tanto em alianças regionais quanto na formação de uma eventual coalizão nacional. De acordo com a nota, o Republicanos é considerado um aliado estratégico em pautas defendidas pelo grupo político, como segurança pública, combate à pobreza, defesa das liberdades individuais, fortalecimento da democracia e enfrentamento ao que a legenda classifica como perseguição política. O comunicado conclui afirmando que eventuais alianças serão construídas com base no alinhamento político e programático entre os partidos, afastando qualquer possibilidade de acordos relacionados à indicação de autoridades para o Supremo Tribunal Federal ou outros órgãos da República.
Manifestantes ocupam Câmara e cobram investigação em Conquista
Manifestantes ocupam Câmara e cobram investigação em Conquista
Grupo levou faixa com referência à prática ilegal e pediu rapidez nas apurações contra o vereador Dinho dos Campinhos, denunciado por um ex-assessor.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Manifestantes ocuparam o plenário da Câmara Municipal de Vitória da Conquista nesta quarta-feira (13) para exigir celeridade nas investigações de uma suposta "rachadinha" envolvendo o vereador Gilvan Nunes Pereira, conhecido como Dinho dos Campinhos (Republicanos). O grupo, com faixas e cartazes, protestou contra o alegado esquema de devolução de salários de assessores parlamentares, um caso que ganhou grande repercussão após denúncia ao Ministério Público da Bahia.
- A denúncia, feita por um ex-assessor, detalha que o vereador exigia a devolução de parte dos vencimentos via transferências bancárias e Pix, com valores que podem chegar a R$ 60 mil. Documentos anexados à representação incluem extratos e áudios que comprovariam o esquema. Como consequência, Dinho dos Campinhos perdeu o cargo na Mesa Diretora da Câmara e pode enfrentar um processo de cassação de mandato.
Foto: Reprodução
Manifestantes ocuparam o plenário da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, nesta quarta-feira (13), durante sessão legislativa, para cobrar celeridade nas investigações sobre uma suposta prática de “rachadinha” envolvendo o vereador Gilvan Nunes Pereira, conhecido como Dinho dos Campinhos (Republicanos). Com faixas e cartazes, o grupo protestou contra o suposto esquema de devolução de salários de assessores parlamentares ao vereador. Uma das faixas exibidas no plenário trazia a imagem de um rato carregando uma mala de dinheiro, em referência à denúncia que ganhou repercussão nos últimos dias no município. O caso veio à tona após um ex-assessor encaminhar denúncia ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) e à Corregedoria da Câmara. Segundo o relato, o vereador exigia a devolução de parte dos vencimentos pagos ao servidor durante o período em que ele atuou no gabinete parlamentar. De acordo com a denúncia, os repasses eram feitos por transferências bancárias e Pix. Em um dos áudios atribuídos ao vereador, o suposto acordo previa que o assessor permanecesse com cerca de R$ 700 do salário e transferisse o restante. Documentos anexados à representação incluem extratos bancários e comprovantes de movimentações financeiras que apontariam devoluções frequentes, algumas superiores a R$ 3,5 mil. Conforme o material apresentado, em determinados momentos a conta do ex-assessor chegou a ficar negativa após as transferências. A estimativa é de que os valores devolvidos ao longo do período investigado variem entre R$ 45 mil e R$ 60 mil. Após a repercussão do caso, Dinho dos Campinhos perdeu o cargo na Mesa Diretora da Câmara e poderá responder a um processo de cassação do mandato. Até o momento, a defesa do vereador não havia se pronunciado publicamente sobre as acusações.
Janela partidária agita cenário político na Bahia; saiba quem mudou de partido
Janela partidária agita cenário político na Bahia; saiba quem mudou de partido
Movimentações envolvem deputados e senador; prazo vai até 5 de abril e deve ampliar mudanças.
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A janela partidária já provoca reconfiguração no cenário político da Bahia com a migração de lideranças de olho nas eleições de 2026. As mudanças, oficializadas nos últimos dias, indicam fortalecimento de siglas como Avante, PSD e Republicanos.Entre os principais movimentos está a filiação do senador Angelo Coronel ao Republicanos. Ele passa a integrar o grupo político ligado ao ex-prefeito de Salvador ACM Neto, pré-candidato ao governo estadual. Também migraram para a sigla seus filhos, os deputados Diego Coronel e Angelo Coronel Filho.No mesmo partido, o deputado federal Leo Prates deixou o PDT após a legenda se aproximar da base do governador Jerônimo Rodrigues.Outra mudança relevante foi a saída da deputada Elisângela Araújo do Partido dos Trabalhadores (PT) para o Partido Socialista Brasileiro (PSB), com intenção de disputar a reeleição.O ex-deputado Bebeto Galvão deixou o PSB após mais de 20 anos e se filiou ao Partido Social Democrático (PSD). No mesmo movimento, também migraram Raimundo da Pesca e Adriano Lima.Na Assembleia Legislativa, a deputada Ludmilla Fiscina trocou o PV pelo PSD. Já os deputados Vitor Azevedo e Laerte do Vando deixaram PL e Podemos, respectivamente, para ingressar no Avante, que também recebeu Felipe Duarte.Outras articulações seguem em curso. O deputado federal Mário Negromonte Júnior (PP) admite deixar a sigla após a federação nacional com o União Brasil e pode migrar para o PDT. Já o deputado estadual Niltinho (PP) é cotado para o PSB, assim como Eduardo Salles e Antonio Henrique Júnior.O futuro político de Hassan (PP) também é incerto, diante da proximidade com o governo estadual e alianças locais. Nos bastidores, o prefeito Zé Cocá é apontado como possível vice em uma eventual chapa encabeçada por ACM Neto.A janela partidária permite que parlamentares troquem de legenda sem perder o mandato. O prazo segue aberto até 5 de abril, e a expectativa é de novas mudanças nos próximos dias.
Hugo Motta condiciona apoio a Lula a “gestos” políticos
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Presidente da Câmara afirma que decisão depende de contrapartidas políticas e de projetos voltados à Paraíba.
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Presidente da Câmara afirma que decisão depende de contrapartidas políticas e de projetos voltados à Paraíba.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta segunda-feira (12) que vai aguardar “gestos” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) antes de definir se apoiará a reeleição do petista. Segundo ele, qualquer posicionamento passa pela lógica da reciprocidade política e pela construção de um projeto que contemple os interesses da Paraíba. A declaração foi dada durante evento em João Pessoa, no qual o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, aliado do parlamentar, anunciou o apoio do governo federal ao pré-carnaval da capital paraibana.“A política se constrói com reciprocidade. Precisamos entender quais serão os apoios e os gestos para decidir quem vamos apoiar. Isso deve ser feito de maneira tranquila e respeitosa com a população do nosso estado”, afirmou Motta. O deputado ressaltou que a decisão não depende apenas do presidente da República, mas também do Partido dos Trabalhadores e das articulações locais envolvendo o Republicanos.“Isso depende do presidente, do partido do presidente e também do diálogo que temos mantido no Republicanos, além da aliança com o governador João Azevêdo e com o vice-governador Lucas Ribeiro. Nosso objetivo é construir um projeto que represente de fato aquilo que a Paraíba precisa”, declarou. Sobre o veto do presidente Lula ao chamado PL da Dosimetria, que tratava da redução de penas para condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro, Motta disse encarar o tema com serenidade e lembrou que cabe agora ao Congresso analisar a decisão.“Vejo isso com tranquilidade. Foi um assunto que dividiu o país ao longo de 2025. A proposta aprovada na Câmara foi amplamente debatida e teve quase 300 votos. O presidente exerceu sua prerrogativa de vetar, e agora o Congresso também exercerá a sua ao analisar esse veto”, disse. Para a derrubada de um veto presidencial, são necessários ao menos 257 votos na Câmara dos Deputados e 41 votos no Senado Federal.
























