Pesquisa Real Time: Flávio tem 52% e Lula aparece com 48% dos votos válidos
Pesquisa Real Time: Flávio tem 52% e Lula aparece com 48% dos votos válidos
Levantamento mostra vantagem de quatro pontos para o candidato do PL, o que representa um empate no limite da margem de erro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Pesquisa Real Time Big Data divulgada em 20/10 mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) liderando com 52% dos votos válidos contra 48% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o segundo turno da Presidência, dentro da margem de erro de dois pontos. Na pesquisa estimulada, Flávio tem 48% e Lula 45%; na espontânea, 47% contra 44%, indicando empate técnico.
- O levantamento revela diferenças de apoio por gênero e renda: 52% dos homens preferem Flávio versus 41% para Lula, enquanto entre as mulheres Lula lidera com 49% contra 45% de Flávio. Eleitores com renda acima de cinco salários mínimos favorecem Flávio (61% vs 33% de Lula), já os de até dois salários mínimos dão 54% a Lula. As taxas de rejeição são 33% para Flávio e 35% para Lula, e 93% dos entrevistados já definiram o voto.
Foto: Reprodução
Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com 52% dos votos válidos na disputa pelo segundo turno da Presidência da República. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, aparece com 48%, empatado tecnicamente no limite da margem de erro. O levantamento foi realizado entre 15 e 19 de outubro, com 2 mil eleitores de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada sob o número BR-02952/2026. Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Flávio registra 48% das intenções de voto, contra 45% de Lula. A diferença de três pontos configura empate técnico dentro da margem de erro. Veja os números: Flávio Bolsonaro (PL): 48%; Lula (PT): 45%; Brancos e nulos: 5%; Não sabem ou não responderam: 2%. Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não recebem uma lista de candidatos, Flávio tem 47%, enquanto Lula soma 44%. Outros 5% afirmaram que votariam em branco ou nulo, e 4% não souberam responder. Flávio cresce dois pontos: Em comparação com a rodada de 1º de outubro, Flávio passou de 46% para 48% das intenções de voto na pesquisa estimulada. Lula permaneceu com 45% no mesmo período. O levantamento também mostra diferenças no perfil dos eleitores. Flávio registra 52% entre os homens, contra 41% de Lula. Entre as mulheres, o petista aparece com 49%, enquanto o senador tem 45%. A divisão também se repete por renda. Lula tem 54% entre os entrevistados que recebem até dois salários mínimos, contra 39% de Flávio. Já entre aqueles com renda superior a cinco salários mínimos, o candidato do PL registra 61%, diante de 33% do presidente. Rejeição e definição do voto: Na avaliação de rejeição, Lula aparece com 35%, enquanto Flávio tem 33%. Outros 28% afirmam rejeitar os dois candidatos, e 4% dizem não rejeitar nenhum deles. A pesquisa aponta ainda que 93% dos entrevistados afirmam já ter definido o voto para o segundo turno, marcado para domingo (25). Entre os eleitores de Flávio, 94% dizem que não mudariam de candidato de jeito nenhum. No eleitorado de Lula, esse percentual é de 90%.
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 50% da intenções de voto; Lula marca 45%
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 50% da intenções de voto; Lula marca 45%
Levantamento divulgado na sexta-feira (16) mostra vantagem de cinco pontos percentuais do candidato do PL; diferença é estatisticamente significativa
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Gerp divulgada em 16 de outubro de 2026 indica que Flávio Bolsonaro (PL) lidera o segundo turno das eleições presidenciais com 50% das intenções de voto, frente a 45% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento, realizado por entrevistas telefônicas com 2.400 eleitores e margem de erro de dois pontos percentuais, mostra que a vantagem de cinco pontos é estatisticamente significativa, tanto na amostra total quanto nos votos válidos (52% x 48%).
- A análise segmentada revela diferenças marcantes: entre os homens, Bolsonaro tem 58% contra 38% de Lula, enquanto as mulheres preferem o presidente (52% a 42%). Por faixa etária, o senador lidera entre 35 e 44 anos (56% a 41%) e perde entre 60+ (47% a 51%). A renda também influencia, com Lula dominante entre quem ganha até um salário mínimo (66% a 28%) e Bolsonaro à frente na faixa de dois a cinco salários (61% a 34%). Regionalmente, Bolsonaro vence Sul, Centro‑Oeste, Norte e Sudeste; Lula mantém o Nordeste. A maioria dos eleitores (97%) afirma ter a decisão de voto definida.
Foto: Reprodução
Pesquisa Gerp divulgada na sexta-feira (16) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 50% das intenções de voto contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Os números são da modalidade estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados. A vantagem do senador é de cinco pontos percentuais, considerada estatisticamente significativa pelo instituto. Segundo o levantamento, 3% dos entrevistados não souberam ou não responderam, enquanto 2% afirmaram que não votariam em nenhum dos candidatos. Na comparação com a pesquisa divulgada em 12 de outubro, Flávio Bolsonaro passou de 53% para 50%, enquanto Lula oscilou de 44% para 45%. Com isso, a diferença entre os dois candidatos caiu de nove para cinco pontos percentuais. Considerando apenas os votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro aparece com 52%, contra 48% de Lula. Segundo o instituto, a diferença de quatro pontos percentuais também é estatisticamente significativa. Intenção de voto por sexo, idade e renda - O levantamento mostra diferenças nas intenções de voto de acordo com o perfil dos entrevistados. Entre os homens, Flávio Bolsonaro registra 58%, contra 38% de Lula. Já entre as mulheres, o presidente lidera com 52%, enquanto o senador aparece com 42%. Na divisão por faixa etária, Flávio tem 56% entre os eleitores de 35 a 44 anos, contra 41% de Lula. O petista, por sua vez, registra 51% entre os entrevistados com 60 anos ou mais, enquanto o candidato do PL tem 47%. A renda também apresenta diferenças. Entre os eleitores com rendimento familiar de até um salário mínimo, Lula alcança 66% das intenções de voto, contra 28% de Flávio. Já na faixa de dois a cinco salários mínimos, o senador tem 61%, enquanto o presidente aparece com 34%. Flávio lidera em quatro regiões; Lula vence no Nordeste - No recorte por regiões, considerando os votos válidos da pesquisa estimulada, Flávio Bolsonaro aparece à frente no Sul (67% a 33%), Centro-Oeste (66% a 34%), Norte (61% a 39%) e Sudeste (55% a 45%). Lula lidera no Nordeste, com 65% dos votos válidos, contra 35% do adversário. Segundo a Gerp, as diferenças registradas nas cinco regiões são estatisticamente significativas. Maioria afirma já ter definido o voto - A pesquisa também perguntou aos entrevistados que escolheram um dos candidatos se a decisão de voto é definitiva. Entre eles, 97% afirmaram que a escolha está totalmente definida, enquanto 2% disseram que ainda podem mudar de candidato. Outros 1% não souberam responder. Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro, 98% declararam que a escolha está definida. No eleitorado de Lula, o percentual é de 97%. Metodologia - A pesquisa Gerp Mercadologia ouviu 2.400 eleitores em todo o Brasil entre os dias 14 e 16 de outubro de 2026, por meio de entrevistas telefônicas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95,55%. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05187/2026.
Prazo para renegociar dívidas pelo Novo Desenrola Brasil termina nesta segunda-feira (31)
Programa oferece descontos para consumidores com dívidas bancárias em atraso e não tem nova prorrogação prevista.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Novo Desenrola Brasil, programa federal que permite renegociar dívidas bancárias, tem prazo até segunda-feira (31) para adesão. A iniciativa, prorrogada em agosto, destina-se a pessoas físicas com renda mensal de até cinco salários mínimos, permitindo negociação de débitos contratados até 31 de janeiro de 2026, com atraso entre 91 dias e dois anos.
- Até agora, o programa já renegociou cerca de 5,03 milhões de dívidas, reduzindo o valor total de R$ 26,33 bilhões para aproximadamente R$ 5,27 bilhões. Consumidores que desejam aproveitar a oportunidade devem concluir a negociação antes do encerramento do prazo.
Foto: Reprodução
Os consumidores que desejam renegociar dívidas bancárias por meio do Novo Desenrola Brasil têm até a próxima segunda-feira (31) para aderir ao programa do governo federal. O prazo foi prorrogado no início de agosto e, até o momento, não há previsão de uma nova extensão. A iniciativa é voltada para pessoas físicas com renda mensal de até cinco salários mínimos, o equivalente a R$ 8.105, e contempla dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026, com atraso entre 91 dias e dois anos. O programa permite a negociação de débitos com condições especiais de pagamento e descontos oferecidos pelas instituições financeiras participantes, com o objetivo de facilitar a regularização da situação financeira dos consumidores. De acordo com o balanço mais recente, a modalidade destinada às famílias já possibilitou a renegociação de cerca de 5,03 milhões de dívidas. Os débitos, que somavam aproximadamente R$ 26,33 bilhões, foram reduzidos para cerca de R$ 5,27 bilhões após a formalização dos acordos. Quem pretende utilizar o programa deve concluir a negociação até o encerramento do prazo, previsto para esta segunda-feira (31).
Salário mínimo deve subir para R$ 1.741 em 2027, diz ministro
Salário mínimo deve subir para R$ 1.741 em 2027, diz ministro
Valor representa aumento de 7,4% em relação ao piso atual e ainda é uma projeção, que será incluída no Orçamento de 2027
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O salário mínimo no Brasil deve subir de R$ 1.621 para R$ 1.741 em 2027, conforme anunciado pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan. A proposta, que será incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) e enviada ao Congresso até 31 de agosto, representa um aumento de 7,4% e ultrapassa a previsão anterior de R$ 1.717. O valor ainda é uma projeção e será definido no fim de 2026, após a divulgação do INPC acumulado até novembro.
- O reajuste também impacta benefícios como aposentadorias, pensões do INSS, BPC, seguro‑desemprego e abono salarial, já que cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social têm valor vinculado ao piso. O governo pretende manter o ganho real previsto para o salário mínimo e controlar o crescimento de outras despesas obrigatórias, com o novo valor entrando em vigor em janeiro de 2027.
Foto: Marcello Casal Jr | Agência Brasil
O salário mínimo deverá subir de R$ 1.621 para R$ 1.741 em 2027, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan. A estimativa será incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que será enviado ao Congresso Nacional até 31 de agosto. O novo valor representa aumento de R$ 120, ou 7,4%, e supera em R$ 24 a previsão de R$ 1.717 apresentada pelo governo na proposta da LDO, em abril. O valor ainda é uma projeção e será definido no fim de 2026, após a divulgação do INPC acumulado até novembro. A regra atual considera a inflação medida pelo índice e ganho real de 2,5%. O reajuste também afeta benefícios como aposentadorias, pensões do INSS, BPC, seguro-desemprego e abono salarial. Segundo Durigan, o governo pretende manter o ganho real previsto para o salário mínimo e controlar o crescimento de outras despesas obrigatórias. Cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social têm valor vinculado ao piso. Se a projeção for confirmada, o salário mínimo de R$ 1.741 entrará em vigor em janeiro de 2027.
Brasil ameaça usar Lei da Reciprocidade contra tarifa de Trump
Brasil ameaça usar Lei da Reciprocidade contra tarifa de Trump
Governo reage à proposta dos EUA de impor sobretaxa a produtos brasileiros e classifica medida como protecionista e injusta
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo brasileiro afirmou nesta quarta-feira (3) que pode recorrer à Lei da Reciprocidade para responder à proposta dos EUA de aplicar uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos importados do Brasil. A medida foi anunciada após uma investigação que apontou falhas de 59 países, incluindo o Brasil, no combate à importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
- O governo brasileiro rejeitou as conclusões da investigação e classificou a iniciativa como uma medida protecionista unilateral. Além disso, destacou que o país já possui legislação para barrar e confiscar mercadorias produzidas sob condições irregulares.
- A diplomacia brasileira segue em busca de uma solução negociada com Washington para evitar a aplicação das tarifas e proteger a economia, os empregos e a renda dos brasileiros.
Foto: Reprodução
O governo brasileiro afirmou nesta quarta-feira (3) que poderá recorrer à Lei da Reciprocidade para responder à proposta dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos importados do Brasil. A medida foi anunciada após uma investigação do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), que apontou falhas de 59 países, incluindo o Brasil, no combate à importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Em nota divulgada pelo Palácio do Planalto, o governo manifestou “profunda discordância” em relação às conclusões do órgão norte-americano e classificou a iniciativa como uma medida protecionista unilateral. “O Brasil se reserva o direito de recorrer aos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, para fazer face a situações de injustiça contra o Estado brasileiro”, informou o comunicado. O governo também destacou que o país é reconhecido internacionalmente pelo combate ao trabalho escravo e forçado, citando avaliações da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Segundo a nota, a legislação brasileira já permite barrar e confiscar mercadorias produzidas sob condições irregulares. Apesar da reação firme, a diplomacia brasileira mantém a busca por uma solução negociada. Integrantes do Itamaraty defendem o diálogo com Washington para evitar a aplicação das tarifas e reduzir impactos sobre a economia, os empregos e a renda dos brasileiros. A Lei da Reciprocidade autoriza o Brasil a adotar medidas equivalentes contra países que imponham barreiras comerciais consideradas injustificadas, permitindo responder a sanções ou restrições com ações semelhantes.
Brasil alcança maior índice de desenvolvimento humano
Brasil alcança maior índice de desenvolvimento humano
Relatório aponta avanço histórico do IDH brasileiro em 2024
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Brasil alcançou o patamar de muito alto desenvolvimento humano, de acordo com o Radar IDHM 2026. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) brasileiro subiu de 0,744 em 2012 para 0,805 em 2024, com avanços nas áreas de longevidade, educação e renda. No entanto, as desigualdades raciais ainda são significativas no país.
- O estudo aponta que as diferenças regionais persistem, com as unidades federativas do Norte, Nordeste, Sul e Sudeste apresentando resultados distintos em termos de desenvolvimento humano. A renda é um dos principais desafios do país, com o IDHM relacionado à renda tendo crescido menos do que os demais indicadores.
Foto: Divulgação
O Brasil atingiu pela primeira vez o patamar de muito alto desenvolvimento humano, segundo dados do relatório Radar IDHM 2026, divulgado nesta terça-feira (26) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. O levantamento mostra que o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) brasileiro saltou de 0,744 em 2012 para 0,805 em 2024, alcançando o maior nível da série histórica. O indicador avalia três dimensões principais: longevidade, educação e renda. O estudo utiliza dados da Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e foi elaborado em parceria com a Fundação João Pinheiro. Segundo o relatório, houve avanço nas três áreas analisadas, com destaque para a educação, que apresentou o maior crescimento médio anual ao longo do período. Mesmo com a melhora dos indicadores, o estudo aponta que as desigualdades raciais continuam significativas no país. Entre a população branca, o índice passou de 0,804 para 0,851 entre 2012 e 2024. Já entre negros, o avanço foi de 0,694 para 0,774. Apesar da redução da diferença entre os grupos, o levantamento destaca que negros e mulheres ainda permanecem em faixa inferior de desenvolvimento humano quando comparados à média nacional. O relatório também analisou o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal Ajustado à Desigualdade, que considera diferenças internas de renda, educação e acesso a oportunidades. Nesse recorte, o Brasil saiu da classificação de baixo desenvolvimento humano em 2012 para médio desenvolvimento humano em 2024. O estudo aponta ainda que a renda segue como um dos principais desafios do país. O IDHM relacionado à renda apresentou crescimento menor que os demais indicadores e sofreu impacto direto da crise econômica iniciada em 2015 e da pandemia de Covid-19. Entre os estados brasileiros, todas as unidades federativas alcançaram patamar de alto ou muito alto desenvolvimento humano em 2024. Ainda assim, permanecem diferenças regionais importantes entre Norte, Nordeste, Sul e Sudeste. O relatório destaca que a expectativa de vida, renda domiciliar e acesso ao ensino superior continuam apresentando diferenças expressivas entre os estados brasileiros, especialmente entre o Distrito Federal e unidades do Norte e Nordeste.
Ipea: inflação continua menor para famílias com renda mais baixa
Ipea: inflação continua menor para famílias com renda mais baixa
Principal impacto para esse grupo é de alimentos e bebidas
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A inflação oficial para famílias com renda mais baixa, em novembro deste ano, continuou sendo menor do que para aquelas com renda mais alta, como ocorreu nos cinco meses anteriores, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (13) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). De acordo com o Ipea, em novembro a inflação para famílias com renda muito baixa, baixa e média-baixa passou de 0,13% em outubro para 0,20% em novembro. Entre as pessoas com renda média, a inflação passou de 0,22% para 0,23%. Entre aquelas com renda média-alta, a inflação manteve-se em 0,23%. Por fim, entre as pessoas com renda alta, a alta de preços passou de 0,55% para 0,58%. Segundo o Ipea, o principal impacto inflacionário para as classes de renda mais baixas, em novembro, veio do grupo “alimentos e bebidas”, com altas de produtos como o arroz (3,7%), feijão-preto (4,2%), batata (8,8%), cebola (26,6%), carnes (1,4%) e aves e ovos (0,53%). Os gastos com habitação também pressionaram o orçamento das famílias com renda mais baixa, principalmente devido ao aumento de 1,1% nas tarifas de energia elétrica. Para as famílias de renda mais alta, o maior impacto da inflação no mês veio da alta de 19,1% nos preços das passagens aéreas e de 0,76% nos planos de saúde. No acumulado de 12 meses, a inflação cresce de acordo com a faixa de renda: muito baixa (3,38%), baixa (3,85%), média baixa (4,40%), média (4,93%), média-alta (5,24%) e alta (6,09%). A inflação oficial é medida mensalmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Ipea usa os dados do IBGE para fazer a divisão da inflação por faixa de renda.
Completar o tanque com gasolina no Nordeste compromete 11% da renda familiar, diz Fipe
Os três estados com maiores percentuais são o Maranhão (12,1%), Alagoas (11,9%) e Bahia (11,4%)
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- Na região Nordeste, completar o tanque do automóvel com gasolina comprometeu o equivalente a 11% da renda familiar no terceiro trimestre deste ano. A informação foi divulgada pela Folha de S. Paulo, nesta quarta-feira (13). O dado revela que no Nordeste o percentual é elevado em relação à média das outras regiões, onde o consumo é de 6,6% do orçamento familiar. Os estados com menores valores são o Distrito Federal (3,5%), São Paulo (4,9%) e Santa Catarina (5,4%). Os números demonstram o poder de compra de combustíveis, calculado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). Os três estados com maiores percentuais são o Maranhão (12,1%), Alagoas (11,9%) e Bahia (11,4%). "Nosso indicador reflete as desigualdades socioeconômicas existentes entre as regiões brasileiras, tanto no que se refere aos preços cobrados nos postos quanto com respeito à renda domiciliar mensal", disse Bruno Oliva, economista e pesquisador da Fipe.
























