Bahia assina acordo com a Índia para produzir remédios de alta complexidade
Parceria prevê fabricação de medicamentos usados no tratamento contra o câncer
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Foto - Fideles Melo / GovBa
A Bahia firmou neste sábado (21), em Nova Délhi, na Índia, um acordo para produzir quatro medicamentos de alta complexidade por meio da Bahiafarma. A assinatura foi feita pelo governador Jerônimo Rodrigues durante missão oficial ao país. Entre os remédios que passarão a ser fabricados no estado estão o Nivolumabe e o Pertuzumabe, utilizados em tratamentos contra diferentes tipos de câncer. O acordo envolve transferência de tecnologia e foi firmado com as farmacêuticas Biocon, Dr. Reddy’s e Bionovis. Segundo o governo, a parceria deve ampliar o acesso da população a terapias de alto custo pelo SUS e reduzir a dependência de importações. A agenda contou também com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, afirmou que a iniciativa integra a estratégia de reindustrialização da saúde no país. Já a diretora‑presidente da Bahiafarma, Ceuci Nunes, explicou que os contratos incluem protocolos para produção de medicamentos voltados ao câncer de mama, pulmão e outros tumores. O acordo segue agora para as etapas de implementação e definição do cronograma de produção.
Rótulos de remédios terão que indicar substâncias consideradas doping
Medida entra em vigor em 180 dias; Comitê Olímpico do Brasil define o doping como o uso ilícito de substâncias para aumentar a performance em competições esportivas
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Foto: Reprodução
- Os rótulos de medicamentos passarão a indicar a presença de substâncias que têm o uso considerado como doping, no Brasil. A medida foi publicada na edição do Diário Oficial da União desta sexta-feira (12) e entra efetivamente em vigor daqui a 180 dias. A regra foi estabelecida por lei aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Um dos objetivos da proposta é evitar o doping acidental por parte de atletas. Conforme o texto, medicamentos que contenham substâncias proibidas pelo Código Mundial Antidopagem precisarão trazer um alerta com essa informação nos rótulos, bulas e materiais publicitários. O Comitê Olímpico do Brasil define o doping como o uso ilícito de substâncias para aumentar a performance em competições esportivas. Entre as substâncias proibidas estão anabolizantes, estimulantes, hormônios e diuréticos. No entanto, alguns itens proibidos no esporte estão em medicamentos usados no dia a dia, como o isometepteno — presente em alguns tipos de remédios com efeito analgésico, usados para diminuir a dor.























