Pesquisa aponta Lula com a menor rejeição entre os presidenciáveis
Bolsonaro e Dória tem os maiores índices de rejeição
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Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
- O ex-presidente Lula continua como o possível candidato à Prsidência da República com o menor índice de rejeição, conforme a nova pesquisa PoderData, publicada neste sábado (22). Somente 38% dos entrevistados disseram que não votariam "de jeito nenhum" no petista, enquanto o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) é rejeitado por 56% dos eleitores. Bolsonaro só perde em reejeição para o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 59% dos entreistados dizendo que não votariam no tucano em nenhuma hipótese. O índice já foi maior em outubro, quando este número era de 61%. O chefe do Planalto conseguiu reduzir a sua rejeição nos últimos meses. Em relação a dezembro, quando marcou 60%, foi uma redução de 4 pontos percentuais. Outros dois pré-candidatos que disputam entre si o lugar de "terceira via", Ciro Gomes (PDT) e Sergio Moro (Podemos) têm rejeição praticamente igual, com 50% e 51%, respectivamente. A margem de erro do levantamento, realizado de 16 a 18 de janeiro, é de dois pontos percentuais, para mais ou para A pesquisa foi feita por telefone com 3.000 pessoas de 511 municípios distribuídos pelos 27 estados do país. O registro no TSE é 02137/2022. Lula também está bem quando o assunto é fidelidade dos eleitores. De todos os entrevistas, 39% afirmaram que o pré-candidato do PT é a sua única opção, contra 26% de Bolsonaro. Moro (15%), Ciro (10%) e Doria (6%) vêm atrás, respectivamente.
Bolsonaro disputará 2022 com a maior carga eleitoral negativa desde a redemocratização
Índice dos que dizem não votar nele de jeito nenhum é de 59%, 15 pontos percentuais a mais do que em sua eleição, em 2018
Por: André Uzeda
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Foto: Reprodução
- A análise das pesquisas de intenção de voto realizadas pelo Datafolha nas oito eleições presidenciais ocorridas desde a redemocratização mostra que Jair Bolsonaro (sem partido) entra na disputa de 2022 com a maior carga eleitoral negativa da história. Reporatagem do jornal Folha de S. Paulo mostra que o total do eleitorado que declara hoje que não votaria de jeito nenhum a favor da sua reeleição é de 59%, 21 pontos percentuais a mais do que seu principal adversário até agora na disputa, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) —com 38%. A atual rejeição a Bolsonaro é, disparada, a maior medida pelo Datafolha na comparação com a dos presidentes que foram eleitos nas oito disputas anteriores, incluindo ele próprio em 2018. Nunca o eleito, de 1989 a 2014, teve mais do que cerca de um terço do eleitorado declarando não votar nele de jeito nenhum. De acordo com a Folha, Bolsonaro já havia batido esse recorde em 2018. Ele chegou à reta final da campanha com 44% de rejeição, mas conseguiu a vitória no segundo turno. Seu principal oponente, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), também amargava um índice negativo similar, 41%. No segundo turno, Bolsonaro obteve 55,13% dos votos válidos, contra 44,87% de Haddad. Se matematicamente a reeleição de Bolsonaro não ocorreria se a eleição fosse hoje, como mostra o Datafolha, resta a tentativa de mudança desse cenário nos 12 meses que ainda faltam para a disputa. Também aí o histórico é majoritariamente desanimador para as pretensões do mandatário, embora em 2018 Bolsonaro tenha sido eleito sem contar com vários dos mecanismos até então imprescindíveis para uma eleição —partido, palanques regionais, tempo de propaganda na TV e rádio, marqueteiro e cofre de campanha robustos.
Prefeito tem contas rejeitadas por irregularidades em gastos com combustível
Segundo o TCM, Moacyr Leite (DEM) terá de ressarcir R$ 506 mil aos cofres municipais
Por: Kamille Martinho
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Foto: Reprodução | TCM
- O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) rejeitou as contas relativas ao exercício de 2019 do prefeito de Uruçuca, Moacyr Batista de Souza Leite Júnior (DEM). Durante sessão nesta terça-feira (20), os conselheiros da corte apontaram que o gestor não cumpriu as obrigações constitucionais no que diz respeito à manutenção e desenvolvimento do ensino no município e ao pagamento dos profissionais do magistério com recursos do Fundeb. Também não foi comprovada a quitação de duas multas que totalizam R$ 7.066,66. Cabe recurso da decisão. O relator do parecer, conselheiro Paolo Marconi, determinou a formulação de representação ao Ministério Público Estadual para que seja apurada a prática de ato ilícito e de improbidade administrativa diante do que classificou de graves irregularidades identificadas no relatório em processos de pagamento. Leite foi multado em R$30 mil pelas supostas irregularidades. Ele também terá que ressarcir os cofres municipais, com recursos rróprios, no valor de R$ 506.959,68, dos quais R$433.091,62 foram relacionados à aquisição de combustíveis sem detalhamento de dados como quilometragens e veículos abastecidos; R$32.959,32 pela ausência de comprovação de serviços; R$29.019,14 pela manutenção de veículos sem a devida identificação; e R$11.889,60 pela não comprovação documental da execução dos serviços.
Pesquisa aponta rejeição recorde a Bolsonaro de 54% na gestão da pandemia
Por: Matheus Simoni
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Foto: Reprodução | Getty Images
- A pesquisa do instituto Datafolha apresentada hoje (17) aponta um recorde na rejeição do trabalho do presidente Jair Bolsonaro durante a pandemia da Covid-19. De acordo com o levantamento, 54% dos brasileiros veem sua atuação como ruim ou péssima. Na pesquisa passada, realizada em 20 e 21 de janeiro, 48% reprovavam o trabalho de Bolsonaro na pandemia.? A pesquisa desta semana aponta que o índice daqueles que acham sua gestão da crise ótima ou boa passou de 26% para 22%, enquanto quem a vê como regular foi de 25% para 24%. Não opinaram 1%.O instituto ouviu por telefone 2.023 pessoas nos dias 15 e 16 de março. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos. Consideram o presidente o principal culpado pela fase aguda da pandemia, que já matou mais de 280 mil no país e vê um colapso nacional do sistema de saúde devido ao pico de infecções, 43% dos ouvidos. Nesta semana, o quarto ministro da Saúde do governo Bolsonaro foi anunciado: Marcelo Queiroga assume a pasta que era ocupada por Eduardo Pazuello.Confira o detalhamento da pesquisa: 54% avaliam como ruim ou péssima a atuação de Bolsonaro na pandemia (janeiro: 48%; dezembro: 42%; agosto: 43%; junho: 49%; maio: 50%; abril: 45%; abril: 38%; abril: 39%; março: 33%). 22% avaliam como ótima ou boa a atuação de Bolsonaro na pandemia (janeiro: 26%; 27dezembro: 30%; agosto: 30%; junho: 27%; maio: 27%; abril: 27%; abril: 36%; abril: 33%; março: 35%). 24% avaliam como regular a atuação de Bolsonaro na pandemia (janeiro: 25%; dezembro: 27% agosto: 25%; junho: 23%; maio: 22%; abril: 25%; abril: 23%; abril: 25%; março: 26%). Não soube responder: 1%.























