Rayssa Leal conquista prata no Mundial de skate street no Japão
Em março, a maranhense levou o Mundial de Sharjah, nos Emirados Árabes Unidos, e no início de dezembro, em São Paulo, foi bicampeã do Super Crown do Street League Skateboarding (SLS), principal circui
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Foto: CBSK
- Em uma final emocionante, a brasileira Rayssa Leal ficou com o vice-campeonato no Mundial de skate street, disputado em Tóquio, no Japão. A maranhense de 15 anos dividiu o pódio da final, realizada na madrugada deste domingo (17), pelo horário de Brasília, com as anfitriãs Yumeka Odo (ouro) e Momiji Nishiya (bronze). A Fadinha obteve 261.90 na somatória dos pontos da melhor volta (foram duas, de 45 segundos cada) e das duas manobras mais bem avaliadas (em cinco tentativas). Em uma delas, Rayssa recebeu 90.91 de nota e colocou pressão em Yumeka, principal adversária. A japonesa, porém, na reta final, conseguiu um 94.80, ultrapassando a brasileira e assegurando o ouro. A prata em Tóquio encerra uma temporada vitoriosa de Rayssa. Em março, a maranhense disputou o Mundial de Sharjah (Emirados Árabes Unidos), referente a 2022, e ficou com o título. No início de dezembro, em São Paulo, ela foi bicampeã do Super Crown do Street League Skateboarding (SLS), principal circuito mundial da modalidade. As informações são da Agência Brasil.
Rayssa Leal vence torneio nos Emirados Árabes e se torna campeã mundial de skate street
Aos 15 anos de idade, brasileira garantiu 80 mil pontos no ranking rumo aos Jogos Olímpicos de Paris em 2024
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
Rayssa Leal, a "fadinha" do skate, venceu o Mundial de Sharjah nos Emirados Árabes neste domingo (5) e se tornou a campeã mundial de skate street. Aos 15 anos de idade, a brasileira garantiu 80 mil pontos no ranking rumo aos Jogos Olímpicos de Paris em 2024. Ficaram em segundo e terceiro lugar, respectivamente, a australiana Chloe Covell e a japonesa Momiji Nishiya. Enquanto Rayssa acabou com a pontuação de 255,58, Chloe ficou com 253,51 e Momiji, com 253,30. As brasileiras Gabi Mazetto e Pâmela, que também foram para a final da competição, ficaram na sexta e oitava colocação, respectivamente.
Rayssa Leal, a fada skatista de 13 anos que uniu o país
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Getty Images
- Em um ano marcado pela tragédia da Covid-19 no Brasil, em que mais de 550 mil brasileiros já foram mortos pela doença, desemprego recorde, a fome que voltou a assolar milhões de lares brasileiros, a fila do osso em Cuiabá, e um presidente imbecil, despreparado e burro, em que um dia do seu desastroso mandato parece durar um ano, a skatista maranhense Rayssa Leal, a “Fadinha”, conseguiu um feito que vai além de sua medalha de prata: Rayssa não só fez bonito com seu skate na pista de Tóquio, mas conseguiu unificar o país em torno de sua peripécia esportiva. Ao ver o sorriso metálico da menina de 13 anos, que se tornou a atleta mais jovem da história do Brasil a ganhar uma medalha olímpica, todos os brasileiros devem ter se questionado: Como o país que tem Rayssa Leal pode estar dando tão errado? O fato é que a Fadinha foi uma dose de esperança para um país machucado, um país em que a ignorância, a falta de empatia, o preconceito, a burrice, a descrença na ciência, a caretice, passaram não só a serem praticados diariamente, por uma gentalha que ninguém sabe de onde saiu, mas a serem exibidos com orgulho. E a pequena maranhense mostrou que o Brasil não é o dessa gente. Após voar do Japão para terras brasileiras, a Fadinha logo tratou de avisar que não queria qualquer tipo de comemoração, que ainda não era o momento dado o cenário pandêmico, e ainda pediu às pessoas que fossem se vacinar. Um verdadeiro tapa na cara dos negacionistas. Por tudo isso, obrigado Rayssa! Obrigado por representar de forma honrosa as cores nacionais em um esporte que recebe apoio mínimo, que ainda é marginalizado, mas obrigado, acima de tudo, por fazer toda uma nação se sentir humana novamente.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Sudoeste Bahia.
Com uma medalha de prata, Rayssa Leal se torna medalhista mais jovem do Brasil
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Divulgação | Wander Roberto
- A atleta Rayssa Leal, de Imperatriz, no Maranhão, se tornou, aos 13 anos, a medalhista mais jovem da história do Brasil. A atleta conquistou a prata e garantiu a segunda medalha para o skate street nas Olimpíadas de Tóquio, repetindo o resultado de Kelvin Hoefler no domingo. Antes da medalha de Rayssa, o recorde era de Rosângela Santos, bronze em Pequim 2008 com 17 anos no 4x100m do atletismo. Fadinha, como já ficou conhecida, é, também, a mais jovem brasileira a participar dos Jogos. A marca anterior era de Talita Rodrigues, nadadora que foi finalista no 4x100m livre em 1948, nos Jogos de Londres. Na ocasião, tinha 13 anos e 347 dias. A maranhense do skate tem 13 anos, 203 dias. O pódio com as três melhores do skate feminino foi completado pela japonesa Momiji Nishiya, também de 13 anos, cinco meses mais velha que Rayssa, que ficou com o ouro. A skatista somou 15,26 na final, à frente dos 14,64 da brasileira. A também japonesa Funa Nakayama levou o bronze, com 14,49.























