Propaganda de Flávio Bolsonaro vai ao ar sem som em parte das TVs
Propaganda de Flávio Bolsonaro vai ao ar sem som em parte das TVs
Candidato afirmou que programa de Lula foi exibido normalmente e levantou suspeita de tentativa de silenciá-lo; origem do problema ainda não havia sido esclarecida.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A propaganda eleitoral gratuita de Flávio Bolsonaro (PL) foi transmitida sem áudio em várias emissoras nesta segunda‑feira (12), gerando suspeitas de tentativa de silenciamento. O candidato reagiu nas redes sociais, questionando a coincidência e afirmando que não aceitará ser calado.
- Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, o conteúdo é distribuído pelo Pool de Mídia das Eleições 2026, que envia o sinal por satélite às emissoras. A Folha de S.Paulo ainda não recebeu esclarecimentos do TSE ou do pool sobre a origem da falha, que até o momento não foi confirmada como intencional.
Foto: Wilton Junior | Estadão
A propaganda eleitoral gratuita de Flávio Bolsonaro (PL) foi exibida sem som em parte das emissoras de televisão nesta segunda-feira (12). Até a divulgação das informações, a origem da falha não havia sido esclarecida. O candidato publicou um vídeo nas redes sociais em que questionou o ocorrido e sugeriu uma possível tentativa de silenciá-lo. “O meu programa eleitoral foi transmitido sem som. É isso mesmo, mudo. O meu programa foi transmitido sem som. O do Lula tava com som, tudo OK, mas o meu, transmitido sem som. Você acredita em coincidência? Cara, não. Não acredito. Não existe coincidência”, afirmou. Em seguida, acrescentou: “Eles acham que vão calar minha voz. Não vão calar, não vão conseguir, não adianta. Isso não acontece por acaso, né?”. A equipe do candidato divulgou a íntegra do programa nas redes sociais. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a distribuição dos conteúdos eleitorais é feita pelo Pool de Mídia das Eleições 2026, estrutura que reúne as emissoras na operação de transmissão. O sinal é gerado a partir do tribunal e enviado às emissoras por satélite. A Folha informou ter procurado o TSE e o pool para esclarecer as causas da falha, mas ainda não havia recebido resposta. Até o momento, não havia confirmação de que o problema tenha sido intencional.
Vídeo de crianças em Uganda pedindo votos para Flávio vira alvo de ação
Vídeo de crianças em Uganda pedindo votos para Flávio vira alvo de ação
Petistas acionaram a Justiça Eleitoral e a Procuradoria-Geral Eleitoral para investigar possível abuso econômico e propaganda irregular.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou a Justiça Eleitoral para investigar o projeto de criptomoedas B22, que distribui tokens a usuários que divulgam conteúdo favorável ao senador Flávio Bolsonaro (PL). A iniciativa é acusada de propaganda eleitoral irregular, abuso de poder econômico e compra de votos, após um vídeo com crianças usando camisetas da marca alcançar mais de 1,2 milhão de visualizações.
- Lula pede a remoção do site e o bloqueio de conteúdos, enquanto a campanha de Flávio Bolsonaro nega qualquer vínculo e ameaça ação judicial. O idealizador do B22 afirma que o projeto não tem ligação oficial com partidos, e a Procuradoria‑Geral Eleitoral e o TSE foram solicitados a apurar possíveis crimes eleitorais.
Foto: Reprodução
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou a Justiça Eleitoral e pediu investigação sobre um projeto de criptomoedas que oferece tokens a usuários que compartilham conteúdos de apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL). A iniciativa, chamada B22, é alvo de acusações de possível propaganda eleitoral irregular, abuso do poder econômico e compra de votos. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, o site foi lançado em 6 de outubro e oferece tokens digitais a quem divulgar mensagens relacionadas ao projeto. Um vídeo publicado no perfil do Instagram de uma organização que arrecada recursos para crianças em Uganda mostra crianças usando camisetas com a marca B22 e cantando uma música que pede votos para Flávio. A gravação ultrapassou 1,2 milhão de visualizações, segundo as informações divulgadas. Em uma transmissão ao vivo, o idealizador do projeto, Kevim Flores, afirmou que a iniciativa buscava incentivar pessoas que votaram em Lula no primeiro turno a compartilhar o conteúdo. A campanha petista sustenta que a oferta de tokens pode representar uma vantagem econômica em troca de divulgação eleitoral e pediu a remoção de conteúdos e o bloqueio do site. Também solicitou à Procuradoria-Geral Eleitoral que apure possíveis crimes eleitorais. A legislação eleitoral restringe o pagamento por propaganda na internet e proíbe a distribuição de vantagens para aliciar eleitores. A campanha de Flávio Bolsonaro negou qualquer vínculo com o projeto e afirmou que pretende adotar medidas judiciais para retirar o site do ar. Em nota, declarou desconhecer a autoria da página e disse que seus canais oficiais foram informados ao Tribunal Superior Eleitoral. O site B22, por sua vez, afirma que o projeto não tem vínculo oficial com políticos, partidos ou campanhas e que a distribuição de tokens independe de preferência eleitoral. As acusações ainda dependem de apuração pelas autoridades competentes.
TSE aprova regras para horário eleitoral no 2º turno das eleições
TSE aprova regras para horário eleitoral no 2º turno das eleições
ádio e televisão terão dez minutos diários de propaganda em rede e 25 minutos para inserções.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou por unanimidade as novas regras para o horário eleitoral gratuito do segundo turno das eleições presidenciais de 2026. A propaganda começa na sexta‑feira, 9 de outubro, e segue até 23 de outubro, com emissoras de rádio e TV reservando dez minutos diários de segunda a sábado para a propaganda em rede e 25 minutos diários de segunda a domingo para inserções eleitorais.
- O tempo será dividido igualmente entre os dois candidatos: o Partido Liberal (PL) e a coligação Brasil Pronto Pra Mais (PDT, PSB, Federação Brasil da Esperança, PT, PCdoB, PV e Federação PSOL Rede). Cada candidatura terá 12 minutos e 30 segundos por dia nas inserções, com a ordem de veiculação alternando conforme o plano de mídia aprovado pelo TSE, relatado pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques.
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou por unanimidade, nesta terça-feira (6), as regras para o horário eleitoral gratuito do segundo turno das eleições de 2026 para presidente da República. A propaganda começa na próxima sexta-feira (9) e será veiculada até 23 de outubro. De segunda-feira a sábado, as emissoras de rádio e televisão reservarão dez minutos diários para a propaganda eleitoral gratuita em rede. Também serão destinados 25 minutos por dia, de segunda-feira a domingo, às inserções eleitorais. O tempo será dividido igualmente entre os dois candidatos. Na propaganda em rede, o Partido Liberal (PL) terá cinco minutos, enquanto a coligação Brasil Pronto Pra Mais, formada por PDT, PSB, Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) e Federação PSOL Rede, também terá cinco minutos. Nas inserções, cada candidatura terá direito a 12 minutos e 30 segundos por dia. A veiculação começará pela candidatura que recebeu mais votos no primeiro turno, com alternância da ordem a cada programa em bloco ou inserção, conforme o plano de mídia aprovado pelo TSE. A proposta foi relatada pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques.
Horário eleitoral gratuito termina nesta quinta-feira antes do 1º turno
Horário eleitoral gratuito termina nesta quinta-feira antes do 1º turno
Programas e inserções das campanhas deixam de ser exibidos na sexta-feira (2); propaganda poderá retornar em 9 de outubro, caso haja segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão para o primeiro turno das Eleições 2026 encerra nesta quinta‑feira (1º), segundo o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A partir de sexta‑feira (2) as emissoras retornam à programação regular, três dias antes da votação marcada para domingo (4).
Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão referente ao primeiro turno das Eleições 2026 termina nesta quinta-feira (1º), conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A data marca o último dia de exibição dos programas em rede e das inserções destinadas às campanhas dos candidatos. A partir de sexta-feira (2), as emissoras deixam de veicular a propaganda eleitoral relacionada à primeira etapa da disputa e retomam suas grades habituais de programação. O encerramento ocorre três dias antes da votação, marcada para domingo (4), quando os eleitores irão às urnas para escolher os representantes dos cargos em disputa. O calendário eleitoral também estabelece esta quinta-feira como prazo final para a realização de debates no rádio e na televisão, com possibilidade de extensão dos programas até as 7h de sexta-feira (2). Caso seja necessário um segundo turno, a propaganda eleitoral gratuita será retomada em 9 de outubro e permanecerá no ar até o dia 23 do mesmo mês.
Flávio e Lula focam economia e segurança na propaganda eleitoral na reta final
Flávio e Lula focam economia e segurança na propaganda eleitoral na reta final
Programas desta terça-feira (22) abordaram endividamento, inflação, segurança pública e comparação entre governos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A menos de duas semanas do primeiro turno, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensificaram a propaganda eleitoral, focando em economia e segurança pública. Flávio acusou ataques da campanha petista e apresentou propostas de renegociação de dívidas, redução de juros e impostos, além de medidas como a construção de cinco megapresídios federais e a redução da maioridade penal.
- Lula, por sua vez, destacou a situação econômica, prometendo ações para conter a inflação e comparou políticas tributárias e preços de alimentos entre os governos de Jair Bolsonaro e o atual presidente. Analistas políticos apontam que a disputa gira em torno de endividamento, custo de vida e segurança, enquanto candidatos como Augusto Cury e Ronaldo Caiado seguem estratégias próprias. O horário eleitoral gratuito encerra‑se em 1º de outubro, três dias antes da votação em 4 de outubro.
Foto: Reprodução
A menos de duas semanas do primeiro turno, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltaram a concentrar a propaganda eleitoral desta terça-feira (22) na comparação entre os dois grupos políticos e em temas como economia e segurança pública. Flávio abriu seu programa afirmando que vem sendo alvo de ataques da campanha petista e criticou o conteúdo exibido pelo adversário. Na mesma peça, apresentou propostas para renegociação de dívidas, redução de juros e impostos, além de medidas mais rígidas na segurança pública, como a construção de cinco megapresídios federais e a redução da maioridade penal. O senador também afirmou que pretende ampliar as penas para crimes como roubo de celulares. Já o programa de Lula destacou a situação econômica e prometeu medidas para reduzir a inflação, além de comparar políticas tributárias e preços de alimentos entre os governos do atual presidente e de Jair Bolsonaro. A propaganda petista também voltou a associar Flávio à gestão do pai. Para os cientistas políticos Aldo Fornazieri, da FESPSP, e Camilo Aggio, da UFMG, ouvidos na análise publicada pela imprensa, os programas refletem uma disputa concentrada em temas como endividamento, custo de vida e segurança pública. Candidatos que aparecem atrás dos dois principais nomes também mantiveram estratégias próprias: Augusto Cury (Avante) reforçou a proposta de terceira via, enquanto Ronaldo Caiado (PSD) explorou trechos de entrevistas e conteúdos digitais. O horário eleitoral gratuito do primeiro turno termina em 1º de outubro, três dias antes da votação, marcada para 4 de outubro.
TRE-DF suspende propagandas de Michelle Bolsonaro e Bia Kicis
TRE-DF suspende propagandas de Michelle Bolsonaro e Bia Kicis
Decisão da Justiça Eleitoral apontou que uma das peças ultrapassou o limite previsto para participação de apoiadores
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE‑DF) suspendeu duas propagandas eleitorais que continham as candidatas ao Senado Michelle Bolsonaro e Bia Kicis (PL) nas eleições de 2026, após decisão da juíza auxiliar Gilda Sigmaringa Seixas. A medida foi tomada por representar que Michelle aparecia em mais de 70 % do tempo das peças, violando o limite legal de exposição de candidatos, e inclui previsão de multa caso as peças sejam veiculadas novamente na mesma configuração.
- A juíza também analisou um pedido de investigação sobre possível manipulação de imagens por inteligência artificial, mas considerou o caso dentro das exceções de aprimoramento estético. O TRE‑DF reforçou, em seu portal, as orientações sobre as regras de propaganda eleitoral, enquanto a disputa por duas vagas no Senado do Distrito Federal segue intensificada.
Foto: Reprodução
O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) determinou a suspensão de duas propagandas eleitorais que envolvem as candidatas ao Senado Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, ambas do PL, nas eleições de 2026. As decisões foram tomadas pela juíza auxiliar Gilda Sigmaringa Seixas em representações apresentadas pelo candidato ao Senado Guto Felício, do PSDB. Em uma das ações, a representação apontou que Michelle aparecia em cerca de 73,3% do tempo de uma propaganda, 90% de outra e 73,3% de uma terceira peça. Segundo a decisão, a participação de apoiadores pode ocorrer na propaganda eleitoral, mas deve respeitar o limite estabelecido pela legislação. A magistrada acolheu parcialmente o argumento relacionado ao tempo de exposição e determinou que as peças questionadas não sejam novamente veiculadas na configuração atual, com previsão de multa em caso de descumprimento. A representação também levantava suspeita de manipulação de imagens por meio de inteligência artificial, mas esse ponto não foi acolhido pela magistrada, que considerou a situação dentro das exceções legais relacionadas ao aprimoramento estético da imagem. O TRE-DF mantém em seu portal orientações específicas sobre as regras da propaganda eleitoral para as eleições de 2026. A decisão ocorre em meio à disputa eleitoral pelas duas vagas ao Senado do Distrito Federal. O próprio TRE-DF registra Michelle Bolsonaro e Bia Kicis entre as candidatas ao cargo nas eleições deste ano. Na semana passada, o tribunal também havia determinado a suspensão imediata de uma propaganda que utilizava a imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro, após recurso apresentado pela candidata ao Senado Erika Kokay (PT), segundo as informações divulgadas sobre o caso. Michelle criticou a decisão na segunda-feira (21) e, em vídeo publicado nas redes sociais, afirmou: “Hoje, ele está preso, isolado e com a voz silenciada. Como esposa, dói esconder o rosto do meu marido. Mas uma sentença não mudará o que vivemos juntos nem o que ele fez pelo país. Por mais que tentem apagar a nossa história, jamais conseguirão”. As decisões do TRE-DF tratam especificamente da forma de veiculação das propagandas questionadas e não representam, por si só, uma decisão sobre a candidatura das envolvidas.
TSE suspende campanha de Deltan Dallagnol ao Senado pelo Paraná
TSE suspende campanha de Deltan Dallagnol ao Senado pelo Paraná
Liminar impede uso de recursos públicos, propaganda e participação em atos de campanha
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu liminar que suspende todos os atos de campanha de Deltan Dallagnol, candidato ao Senado pelo Paraná nas eleições de 2026, após recurso da coligação Paraná Para Todos e da Federação Brasil da Esperança contra decisão do TRE‑PR. O ministro Floriano de Azevedo Marques apontou risco ao processo eleitoral e citou precedente de 2023 que indeferiu seu registro para a Câmara, mantendo Dallagnol impedido de usar recursos públicos, veicular propaganda e participar de debates até novo julgamento do colegiado.
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu, por meio de uma liminar, os atos de campanha de Deltan Dallagnol, candidato ao Senado pelo Paraná nas eleições de 2026. A decisão foi tomada pelo ministro Floriano de Azevedo Marques em uma ação que questiona o registro da candidatura. O pedido foi apresentado pela Coligação Paraná Para Todos e pela Federação Brasil da Esperança, que recorreram contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) que havia deferido o registro de Dallagnol. Na decisão, o ministro considerou haver elementos que justificam a análise do recurso e apontou risco ao processo eleitoral caso a campanha continuasse enquanto a questão sobre a elegibilidade permanece em discussão. Com a liminar, Dallagnol fica impedido de receber e utilizar recursos públicos de campanha, veicular propaganda eleitoral no rádio e na televisão, participar de debates e realizar outros atos de campanha. A decisão é provisória e ainda deverá ser submetida à análise do colegiado do TSE. O ministro também citou como fundamento um julgamento de 2023, quando o tribunal indeferiu o registro de Dallagnol para a Câmara dos Deputados por entender que houve fraude à lei relacionada à sua saída do Ministério Público Federal. O caso atual trata da candidatura ao Senado e ainda terá o recurso analisado pela Justiça Eleitoral.
TSE manda suspender propaganda de Lula com críticas a Flávio Bolsonaro
TSE manda suspender propaganda de Lula com críticas a Flávio Bolsonaro
Propaganda citava supostos episódios envolvendo o candidato do PL e foi suspensa até o julgamento do mérito do pedido de direito de resposta.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ministra do Tribunal Superior Eleitoral, Estela Aranha, concedeu liminar que suspende a inserção publicitária da campanha de Luiz Inácio Lula que acusava o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro de ser "funcionário fantasma", de envolvimento em lavagem de dinheiro, na chamada "rachadinha" e de ter homenageado líder de grupo de extermínio. A medida foi tomada após pedido de direito de resposta do senador e permanece até que o TSE analise o mérito, com a exigência de comunicar imediatamente as emissoras de TV para cessar a veiculação. A relatora considerou que a propaganda ultrapassou os limites da crítica política ao apresentar acusações descontextualizadas e sem respaldo suficiente, podendo induzir o eleitor a crer que Bolsonaro ainda responde juridicamente pelos fatos, embora a denúncia da "rachadinha" tenha sido arquivada.
Foto: Reprodução
A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a suspensão imediata de uma inserção da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que fazia acusações contra o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). A decisão é liminar e foi tomada após pedido de direito de resposta apresentado pelo senador. A suspensão vale até que o TSE analise o mérito da ação. Intitulada “Currículo de Flávio Bolsonaro”, a propaganda apresentava uma série de acusações contra o candidato. Entre elas, afirmava que ele teria sido “funcionário fantasma”, teria sido denunciado por lavagem de dinheiro e organização criminosa no caso conhecido como “rachadinha” e teria homenageado um líder de grupo de extermínio no Rio de Janeiro. A peça também fazia referência a uma investigação relacionada ao Banco Master e afirmava que Flávio Bolsonaro teria sido “flagrado pela Polícia Federal pedindo R$ 134 milhões”. O conteúdo chegou a ser divulgado nas redes sociais pelo secretário nacional de Comunicação do PT, Éden Valadares, ex-presidente do partido na Bahia. A publicação foi posteriormente retirada da rede social X em cumprimento à decisão judicial. Ao analisar o pedido, Estela Aranha entendeu, em uma avaliação preliminar, que a propaganda ultrapassou os limites da crítica política. Para a ministra, o material associava Flávio Bolsonaro a organizações criminosas a partir de informações apresentadas de maneira descontextualizada e sem respaldo suficiente na própria peça publicitária. A relatora destacou que fatos relacionados à vida pública de candidatos podem ser explorados durante uma campanha eleitoral. No entanto, segundo ela, a apresentação dessas informações precisa respeitar a situação jurídica atual dos envolvidos. Um dos pontos citados na decisão foi a referência ao caso da chamada “rachadinha”. A ministra observou que a denúncia relacionada ao episódio foi posteriormente arquivada. Na avaliação dela, a forma como o assunto foi apresentado poderia levar o eleitor a interpretar que Flávio Bolsonaro ainda responde atualmente àquelas acusações. Outro fator considerado pela magistrada foi o formato utilizado na propaganda. O material apresentava as acusações como se fizessem parte de um currículo profissional, recurso que, segundo a decisão, poderia conferir aparência documental às afirmações. Para Estela Aranha, a combinação de textos, imagens e narração aumentou o potencial de impacto da peça e poderia transmitir ao eleitorado uma percepção incompatível com a situação jurídica atual do candidato. A decisão ressalva que a Justiça Eleitoral não busca impedir críticas ou o debate político durante a campanha. O entendimento, porém, é de que informações falsas, imprecisas ou gravemente descontextualizadas não podem ser utilizadas para influenciar a escolha dos eleitores. Com a liminar, Lula e a coligação “Brasil Pronto Pra Mais” ficam impedidos de veicular novamente a inserção até uma nova decisão no processo. A ministra também determinou que o pool de emissoras de televisão seja comunicado imediatamente para cumprir a suspensão. A decisão ainda será submetida à análise definitiva da Justiça Eleitoral.
Horário eleitoral gratuito começa nesta sexta-feira; confira como será a programação na Bahia
ACM Neto terá o maior tempo entre os candidatos ao governo estadual, seguido por Jerônimo Rodrigues.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O horário eleitoral gratuito para as Eleições 2026 começa a ser exibido nesta sexta-feira (28) em emissoras de rádio e televisão de todo o país. Na Bahia, as transmissões seguirão calendário definido pela Justiça Eleitoral e levarão aos eleitores as propostas dos candidatos aos cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual.
- Ao longo da campanha, as emissoras deverão reservar, diariamente, 75 minutos para a propaganda eleitoral, distribuídos em três faixas: das 7h às 7h25, das 12h às 12h25 e das 20h30 às 20h45, alternando conforme o cargo em disputa. O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) definiu a divisão do tempo entre os candidatos ao governo estadual, destacando ACM Neto com 4m57s, Jerônimo Rodrigues com 3m30s e Ronaldo Mansur com 32s, enquanto outras candidaturas não atingiram os critérios legais.
Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
O horário eleitoral gratuito para as Eleições 2026 começa a ser exibido nesta sexta-feira (28) em emissoras de rádio e televisão de todo o país. Na Bahia, as transmissões seguirão calendário definido pela Justiça Eleitoral e levarão aos eleitores as propostas dos candidatos aos cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. Ao longo da campanha, as emissoras deverão reservar, diariamente, 75 minutos para a propaganda eleitoral. As inserções serão distribuídas em três faixas: das 7h às 7h25, das 12h às 12h25 e das 20h30 às 20h45. A programação será alternada conforme o cargo em disputa. Às terças, quintas e aos sábados, o espaço será destinado aos candidatos à Presidência da República e à Câmara dos Deputados. Já às segundas, quartas e sextas-feiras, a propaganda será voltada às candidaturas ao Governo da Bahia, ao Senado e à Assembleia Legislativa. O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) também definiu a divisão do tempo entre os candidatos ao governo estadual. O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), terá o maior espaço de propaganda, com 4 minutos e 57 segundos por programa. O governador e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), contará com 3 minutos e 30 segundos. O candidato Ronaldo Mansur (PSOL) terá 32 segundos, enquanto os demais concorrentes não atingiram os critérios legais para acesso ao horário eleitoral gratuito. Na divisão por coligações, a aliança encabeçada por ACM Neto terá 7 minutos e 42 segundos de propaganda. Já a coligação liderada por Jerônimo Rodrigues contará com 5 minutos e 27 segundos. A Federação PSOL-Rede terá 50 segundos destinados à divulgação de seus candidatos durante o período eleitoral.
Propaganda de Flávio Bolsonaro reforça vínculo com Jair Bolsonaro e critica cenário do país
Propaganda eleitoral começa nesta sexta-feira (28); primeiros programas em bloco serão exibidos no sábado (29).
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Na sexta-feira (28), o senador Flávio Bolsonaro iniciou sua propaganda eleitoral gratuita no rádio, apresentando‑se como advogado, empresário de 45 anos e filho do ex‑presidente Jair Bolsonaro. O programa destaca a renovação geracional e a valorização da família, com foco especial no eleitorado feminino.
- Além disso, o candidato critica a situação da economia e da segurança pública, apontando altos índices de violência e endividamento familiar, e promete propostas para combater a criminalidade e melhorar a situação econômica do país.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), estreia nesta sexta-feira (28) sua propaganda eleitoral gratuita no rádio com mensagens voltadas à apresentação pessoal, à valorização da família, ao eleitorado feminino e a críticas sobre a situação da economia e da segurança pública no país. As inserções marcam o início da propaganda eleitoral obrigatória no rádio e na televisão. Já os primeiros programas em bloco dos candidatos à Presidência serão exibidos no sábado (29). Nos comerciais, Flávio Bolsonaro se apresenta como advogado, empresário e destaca ter 45 anos, em uma estratégia para enfatizar a renovação geracional na disputa presidencial. Ele também reforça a ligação com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmando que é seu filho, mas procura ampliar a identificação com os eleitores. Em uma das peças, o candidato dedica a mensagem ao público feminino. Ele afirma que a esposa e as filhas exercem papel central em sua família e defende que o fortalecimento das mulheres é essencial para o desenvolvimento do país. As demais inserções têm como foco a segurança pública e a economia. Flávio Bolsonaro afirma que o Brasil enfrenta altos índices de violência, critica a atuação das facções criminosas e diz que muitas famílias vivem endividadas e enfrentam dificuldades financeiras. Durante a propaganda, o senador também afirma que pretende apresentar propostas para enfrentar a criminalidade e melhorar a situação econômica, defendendo mudanças no cenário atual do país.
Ministério Público Eleitoral diz que chapéu de Lula na foto da urna não fere regras do TSE
Presidente passou a usar chapéu após recomendação médica, segundo a assessoria de imprensa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa, declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não identificou irregularidades na fotografia de Lula para a urna eletrônica, em que o presidente usa um chapéu-panamá, e concluiu que o acessório não possui conotação de propaganda eleitoral nem dificulta o reconhecimento do candidato pelos eleitores. Espinosa argumentou que permitir o uso do chapéu atende ao princípio do pluralismo político previsto na Constituição, enquanto a assessoria de Lula afirmou que é a primeira vez que o presidente utiliza o acessório em campanha, justificando a escolha por recomendação médica após a retirada de uma lesão de câncer de pele no couro cabeludo.
- A resolução do TSE exige que as fotos dos candidatos sejam frontais, em formato de busto e com trajes adequados, proibindo elementos cênicos ou adornos que possam caracterizar propaganda eleitoral ou dificultar a identificação do candidato. O texto também menciona que o chapéu-panamá, nomeado em homenagem ao Canal do Panamá, é tradicionalmente produzido no Equador, mas comercializado amplamente a partir do país.
Foto: Reprodução
O vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa, informou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não identificou irregularidades na fotografia apresentada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a urna eletrônica. Na imagem, o candidato aparece usando um chapéu-panamá. No parecer, o representante do Ministério Público Eleitoral concluiu que o acessório não possui conotação de propaganda eleitoral e também não dificulta o reconhecimento do candidato pelos eleitores. Para Espinosa, permitir o uso da peça atende ao princípio do pluralismo político previsto na Constituição. Segundo a assessoria de Lula, esta é a primeira vez que o presidente utiliza o chapéu em uma campanha presidencial. O acessório passou a fazer parte da rotina do petista por recomendação médica, após a retirada de uma lesão de câncer de pele no couro cabeludo, em abril deste ano. A resolução do TSE estabelece que a fotografia dos candidatos para a urna eletrônica deve ser frontal, em formato de busto e com trajes adequados para uma foto oficial. A norma também proíbe elementos cênicos ou adornos que possam caracterizar propaganda eleitoral, induzir o eleitor ou dificultar a identificação do candidato. Conhecido mundialmente durante a construção do Canal do Panamá, o chapéu-panamá ganhou esse nome por ter sido amplamente comercializado a partir do país, embora seja tradicionalmente produzido no Equador.
Horário eleitoral: TSE define tempo de rádio e TV para candidatos à Presidência
Horário eleitoral: TSE define tempo de rádio e TV para candidatos à Presidência
Horário gratuito começa no dia 28 de agosto; PT, PL, PSD e Avante terão espaço em rádio e televisão.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu a divisão do tempo de propaganda eleitoral gratuita em rede nacional para a campanha presidencial de 2026, que vai de 28 de agosto a 1º de outubro. A Coligação Brasil Pronto para Mais, com Lula como candidato, terá o maior tempo diário de 5 minutos e 31 segundos, seguida pelo PL com 4 minutos e 20 segundos, PSD com 2 minutos e 2 segundos e Avante com 35 segundos. Candidatos que não atendem à cláusula de barreira não terão direito à propaganda em rede nacional.
- Além disso, o TSE estabeleceu a distribuição das inserções para os 35 dias finais da campanha: Lula 433 inserções, PL 339, PSD 159 e Avante 47. Foi realizado o sorteio da ordem de exibição no primeiro dia do horário gratuito, com a sequência Avante, PSD, PL e Coligação Brasil Pronto para Mais, sendo que os dias seguintes seguirão alternância conforme as regras eleitorais.
Foto: Reprodução
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu nesta quinta-feira (20) a divisão do tempo da propaganda eleitoral gratuita em rede nacional de rádio e televisão para a campanha presidencial de 2026. O horário eleitoral começa no dia 28 de agosto e segue até 1º de outubro. A Coligação Brasil Pronto para Mais, que tem como candidato o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, terá o maior tempo diário de propaganda: 5 minutos e 31 segundos. Em seguida aparece o Partido Liberal (PL), do senador Flávio Bolsonaro, com 4 minutos e 20 segundos. O PSD, que lançou Ronaldo Caiado, contará com 2 minutos e 2 segundos, enquanto o Avante, do escritor Augusto Cury, terá 35 segundos por dia. Os demais candidatos não terão direito à propaganda em rede nacional por não atenderem aos critérios da cláusula de barreira. O TSE também definiu a distribuição das inserções para os 35 dias finais da campanha. A coligação de Lula terá 433 inserções, o PL 339, o PSD 159 e o Avante 47. Além disso, foi realizado o sorteio da ordem de exibição da propaganda no primeiro dia do horário eleitoral gratuito. A sequência será: Avante, PSD, PL e Coligação Brasil Pronto para Mais. Nos dias seguintes, a ordem será alternada conforme as regras eleitorais.
Eleições 2026: aplicativo Pardal recebe denúncias de irregularidades na campanha
Eleições 2026: aplicativo Pardal recebe denúncias de irregularidades na campanha
Aplicativo começou a receber registros com o início da propaganda eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O aplicativo Pardal, criado pela Justiça Eleitoral, já está disponível para que eleitores denunciem irregularidades na propaganda eleitoral durante a campanha de 2026. Regulamentado pela Portaria TSE nº 451/2026, o app permite o envio direto de informações e provas sobre possíveis infrações, agilizando a fiscalização das campanhas.
- O sistema conta com três módulos: Pardal Móvel, gratuito para Android e iOS; Pardal ADM, exclusivo da Justiça para análise das denúncias; e Pardal Web, que oferece estatísticas e acompanhamento das ocorrências. A iniciativa visa ampliar a participação popular na fiscalização e tornar o registro de denúncias mais ágil.
Foto: José Cruz | Agência Brasil
Eleitores de todo o país já podem denunciar irregularidades na propaganda eleitoral por meio do aplicativo Pardal, ferramenta da Justiça Eleitoral voltada ao recebimento de denúncias durante as Eleições 2026. O sistema passou a funcionar com o início oficial da campanha eleitoral. Regulamentado pela Portaria TSE nº 451/2026, o aplicativo permite que cidadãos encaminhem informações sobre possíveis infrações eleitorais diretamente à Justiça Eleitoral, responsável por analisar cada caso e adotar as medidas cabíveis. O objetivo da ferramenta é ampliar a participação da população na fiscalização das campanhas e tornar mais ágil o registro de denúncias relacionadas ao descumprimento das regras eleitorais. O sistema é composto por três módulos: Pardal Móvel: aplicativo gratuito disponível para celulares e tablets com sistemas Android e iOS; Pardal ADM: plataforma de uso exclusivo da Justiça Eleitoral para análise e gerenciamento das denúncias; Pardal Web: ambiente que permite consultar estatísticas e acompanhar as denúncias registradas. A Justiça Eleitoral orienta que, ao fazer uma denúncia, o eleitor apresente informações e, sempre que possível, provas que possam auxiliar na apuração dos fatos.
TSE manda Lula e PT retirarem vídeos com pedido de votos antes do início da campanha
Decisão liminar aponta propaganda eleitoral antecipada durante convenção partidária na Bahia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça, determinou que Lula, o PT e o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, além do YouTube, removam em até 24 horas trechos de vídeos em que Lula faz pedidos de votos durante uma convenção partidária na Bahia, antes do início oficial da campanha eleitoral. A medida, tomada em caráter liminar, atende parcialmente a um pedido do partido Novo e pode levar à retirada completa das transmissões caso não seja possível editar os vídeos.
- A decisão ressalta que as declarações ultrapassaram os limites da pré‑campanha, contendo pedidos explícitos de voto como “vote em mim” e “me elejam pela quarta vez”, e que a convenção partidária não exime a propaganda eleitoral antecipada. A medida já está em vigor, mas será analisada pelo plenário do TSE, que decidirá se a mantém ou não.
Foto: Ricardo Stuckert
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) André Mendonça determinou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o PT, o governador da Bahia Jerônimo Rodrigues (PT) e o YouTube removam, em até 24 horas, trechos de vídeos em que Lula faz pedidos de votos durante uma convenção partidária realizada na Bahia, antes do início oficial da campanha eleitoral. A decisão, em caráter liminar, atende parcialmente a um pedido apresentado pelo partido Novo. Caso não seja possível editar os vídeos, o ministro determinou que a transmissão completa seja retirada das plataformas. Na decisão, Mendonça afirmou que as declarações ultrapassaram os limites permitidos para a pré-campanha ao conterem pedidos explícitos de voto, citando frases como "vote em mim", "me elejam pela quarta vez" e "dê um votinho pra mim". Durante o evento, Lula também pediu votos para os candidatos ao Senado pela Bahia, Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT). O ministro ressaltou que o fato de as declarações terem ocorrido em uma convenção partidária não afasta a caracterização de propaganda eleitoral antecipada. A decisão já está em vigor, mas ainda será submetida à análise do plenário do TSE, que decidirá se mantém ou não a medida.
Campanha eleitoral nas ruas e na internet começa neste domingo (16)
Campanha eleitoral nas ruas e na internet começa neste domingo (16)
Candidatos já podem fazer campanha nas ruas, na internet e realizar comícios em todo o país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A propaganda eleitoral para as Eleições 2026 começa oficialmente neste domingo (16), marcando o início autorizado das campanhas nas ruas e na internet, conforme as diretrizes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A partir desta data, partidos e candidatos podem realizar o impulsionamento de conteúdos nas redes sociais e promover transmissões ao vivo, que agora são consideradas atos oficiais de campanha, mesmo sem menção direta ao pleito.
- Além disso, o calendário eleitoral libera a realização de comícios, carreatas, caminhadas e o uso de alto-falantes em horários determinados, bem como a propaganda paga em jornais e revistas até o dia 2 de outubro. Em contrapartida, as enquetes informais sobre a disputa ficam proibidas, sendo permitida apenas a divulgação de pesquisas registradas na Justiça Eleitoral.
Foto: Reprodução
A propaganda eleitoral das Eleições 2026 começa oficialmente neste domingo (16), conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A partir de agora, candidatos, partidos e federações estão autorizados a realizar campanhas nas ruas e na internet. Também passa a ser permitido o impulsionamento de propaganda eleitoral nas redes sociais, modalidade que poderá ser utilizada até 1º de outubro, véspera do encerramento da campanha. Outra mudança é que as transmissões ao vivo feitas por candidatos para promoção pessoal ou relacionadas ao exercício do mandato passam a ser consideradas atos de campanha, mesmo que não façam referência direta às eleições. A partir deste domingo, ficam proibidas as enquetes sobre a disputa eleitoral. Apenas pesquisas registradas na Justiça Eleitoral podem ser divulgadas. O calendário também libera a realização de comícios, o uso de alto-falantes e amplificadores de som, além de caminhadas, carreatas e passeatas. Os alto-falantes poderão funcionar entre 8h e 22h, enquanto os comícios poderão ocorrer até 1º de outubro. A propaganda paga em jornais e revistas também está autorizada até 2 de outubro, respeitando os limites de espaço definidos pela Justiça Eleitoral. As regras fazem parte do calendário eleitoral aprovado pelo TSE e disciplinam o período oficial de campanha até a votação do primeiro turno.
Partidos têm até este sábado para registrar candidaturas das eleições de 2026
Partidos têm até este sábado para registrar candidaturas das eleições de 2026
Prazo termina às 19h; campanhas poderão ser iniciadas oficialmente a partir de domingo (16)
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Partidos políticos, federações e coligações têm até as 19h deste sábado (15) para registrar na Justiça Eleitoral as candidaturas para as eleições gerais de 2026. O prazo é válido para todos os cargos em disputa, desde presidente até deputados estaduais e distritais, marcando também o encerramento oficial das pré-campanhas de acordo com o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
- A partir de domingo (16), os candidatos estão autorizados a realizar propaganda eleitoral e pedir votos para o primeiro turno, marcado para o dia 4 de outubro. A data limite deste sábado também encerra o prazo para abertura de contas bancárias específicas para recebimento de doações e envio de critérios de uso de contribuições ao TSE, além de antecipar novas regras sobre o tratamento de dados pessoais nas campanhas.
Foto: José Cruz | Agência Brasil
Partidos políticos, federações e coligações têm até as 19h deste sábado (15) para registrar na Justiça Eleitoral as candidaturas que disputarão as eleições gerais de 2026. O prazo vale para presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e suplentes, deputado federal e deputado estadual ou distrital. De acordo com o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a data também marca o fim das pré-campanhas. A partir de domingo (16), os candidatos poderão iniciar oficialmente a campanha e pedir votos para o primeiro turno, marcado para 4 de outubro. Até este sábado, pedidos explícitos de voto poderiam resultar em punição pela Justiça Eleitoral. Também termina neste sábado o prazo para os partidos abrirem, caso ainda não tenham feito, conta bancária específica para receber doações de pessoas físicas e encaminharem ao TSE os critérios para utilização de doações e contribuições recebidas em anos anteriores. A partir de 15 de agosto, partidos, federações, coligações e candidatos também deverão registrar as operações de tratamento de dados pessoais realizadas durante as campanhas.
Michelle e Flávio Bolsonaro se reencontram após crise familiar e gravam programa eleitoral
Ex-primeira-dama reconheceu o desentendimento, mas disse que os dois decidiram priorizar o projeto político.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Michelle Bolsonaro e Flávio Bolsonaro apareceram juntos presencialmente pela primeira vez, após desavenças públicas recentes, durante a gravação do horário eleitoral realizada nesta terça-feira (11). A ex-primeira-dama admitiu a existência de conflitos familiares passados, mas ressaltou que ambos conversaram e decidiram priorizar o projeto político em comum, afirmando que a relação passa por um processo gradual de ajuste e que não guarda mágoas.
- A reaproximação entre os dois vinha se desenhando publicamente desde o mês passado, quando Flávio pediu desculpas formais pelos episódios de desgaste. Embora Michelle não tenha comparecido à convenção nacional do PL que oficializou a candidatura do enteado à Presidência da República, ela enviou um vídeo de apoio para reforçar a união da direita, às vésperas do início oficial da campanha eleitoral e da propaganda gratuita no rádio e na televisão.
Foto: Reprodução
Michelle Bolsonaro e Flávio Bolsonaro apareceram juntos nesta terça-feira (11) durante a gravação do horário eleitoral. O encontro marcou a primeira aparição presencial dos dois desde os atritos públicos que envolveram a família nas últimas semanas. Ao final da gravação, Michelle reconheceu que houve uma desavença, mas afirmou que ela e o enteado conversaram e decidiram deixar as diferenças em segundo plano para trabalhar pelo projeto político que defendem. “Qual família que não é perfeita? Levanta a mão aí quem não tem problema na família. Mas, graças a Deus, conversamos, nos unimos em prol de algo muito maior para a nossa nação”, declarou a ex-primeira-dama. Michelle também afirmou que a relação com Flávio ainda passa por um processo de ajuste, mas disse não guardar ressentimentos. “Vamos viver um dia de cada vez. A gente está se ajustando, mas eu não guardo mágoa de ninguém. Meu coração é limpo, graças a Deus”, afirmou. “Eu acho que as coisas vão se ajustando aos poucos”, acrescentou. A reaproximação começou a ganhar sinais públicos no mês passado. Flávio publicou um vídeo em que pediu desculpas pelos episódios que provocaram “desconforto” entre os dois e convidou Michelle para participar de sua campanha. Depois, Michelle afirmou ter recebido o pedido de desculpas “com muita paz” e destacou a iniciativa do enteado de se manifestar publicamente. A ex-primeira-dama não participou da convenção nacional do PL que oficializou a candidatura de Flávio à Presidência da República. Na ocasião, porém, enviou um vídeo em que declarou apoio ao enteado e defendeu a união da direita. A campanha eleitoral começa oficialmente no próximo domingo (16). Já a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão está prevista para começar em 28 de agosto.
Pesquisa: 84% dos brasileiros defendem controle sobre uso de IA nas eleições de 2026
Levantamento CNT/MDA mostra que 49,8% querem proibir qualquer propaganda eleitoral feita com inteligência artificial
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) em parceria com o Instituto MDA revelou que 84,1% dos brasileiros defendem algum tipo de restrição ao uso de inteligência artificial (IA) em propagandas eleitorais para o pleito de 2026. Do total de entrevistados, 49,8% são favoráveis à proibição total de vídeos produzidos com a tecnologia, enquanto 34,3% defendem o veto apenas aos conteúdos que apresentem informações falsas sobre os candidatos.
- O debate ganha relevância no momento em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisa diretrizes para o uso de IA nas campanhas, incluindo o julgamento de um vídeo com a imagem virtual de Jair Bolsonaro em uma convenção do PL. Para mitigar riscos e combater a desinformação, a Corte Eleitoral firmou parcerias tecnológicas, como o acordo com a ElevenLabs para monitorar o uso de vozes artificiais, e criou um conselho consultivo voltado para acompanhar os impactos das novas tecnologias nas eleições de 2026.
Foto: Reprodução | TSE
Uma pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), em parceria com o Instituto MDA, mostra que 84,1% dos brasileiros defendem algum tipo de restrição ao uso de inteligência artificial (IA) em vídeos e propagandas eleitorais nas eleições de 2026. Segundo o levantamento, 49,8% dos entrevistados consideram que nenhum vídeo ou propaganda de candidato produzido com inteligência artificial deveria ser permitido durante a campanha. Outros 34,3% defendem a proibição apenas de conteúdos gerados por IA que contenham informações falsas sobre candidatos. A liberação de qualquer tipo de material eleitoral produzido com inteligência artificial é defendida por 8,9% dos entrevistados. Outros 7% não souberam responder ou não responderam à pergunta. O resultado da pesquisa ocorre em meio à discussão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre as regras para o uso de inteligência artificial nas campanhas eleitorais deste ano. Entre os casos que devem ser analisados pela Corte está um vídeo exibido durante a convenção do PL, em julho, no qual o ex-presidente Jair Bolsonaro aparece virtualmente para declarar apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. O PT acionou o TSE contra a utilização do vídeo. A defesa de Flávio Bolsonaro afirma que o material foi exibido em uma convenção partidária e que não houve intenção de induzir o público ao erro sobre o conteúdo ter sido produzido com inteligência artificial. O caso deverá ser discutido pelos ministros do TSE antes de chegar ao plenário. A análise pode contribuir para definir o entendimento da Corte sobre o uso de deepfakes e outros conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial durante a campanha. O TSE também adotou outras medidas relacionadas ao uso da tecnologia. A Corte firmou parceria com a ElevenLabs, empresa especializada em geração de vozes artificiais, para dificultar a reprodução digital de vozes consideradas sensíveis para o processo eleitoral. A Justiça Eleitoral poderá solicitar providências contra o uso indevido dessas vozes na plataforma. Além disso, o tribunal criou um conselho consultivo para acompanhar os riscos relacionados à inteligência artificial e à desinformação nas eleições de 2026. O grupo reúne especialistas e deverá auxiliar a presidência do TSE no monitoramento dos impactos dessas tecnologias durante o processo eleitoral. A Pesquisa CNT de Opinião foi realizada entre os dias 5 e 8 de agosto, com entrevistas presenciais em municípios de todas as regiões do país. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-06935/2026.
Propaganda eleitoral começa em 16 de agosto; veja regras
Propaganda eleitoral começa em 16 de agosto; veja regras
Justiça Eleitoral atualizou regras sobre inteligência artificial, deepfakes e combate à desinformação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A propaganda eleitoral para as Eleições Gerais de 2026 terá início oficial em 16 de agosto, permitindo que candidatos e partidos realizem campanhas nas ruas, internet e outros meios regulamentados pelo Tribunal Superior Eleitoral. Antes desse período, a legislação autoriza apenas atividades de pré-campanha, como debates e divulgação de propostas, mantendo-se a proibição estrita de pedidos explícitos de voto. O pleito também contará com o tradicional horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão nos 35 dias anteriores à antevéspera do primeiro turno.
- Uma das principais novidades para o pleito de 2026 é o endurecimento das regras contra a desinformação e a regulamentação do uso de inteligência artificial, exigindo a identificação de conteúdos manipulados por IA e proibindo terminantemente o uso de deepfakes. Para coibir irregularidades, os eleitores poderão utilizar canais de denúncia como o aplicativo Pardal, voltado para propaganda física irregular, e o Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade), focado em combater conteúdos falsos na internet.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
A propaganda eleitoral das Eleições Gerais de 2026 começa oficialmente no dia 16 de agosto. A partir dessa data, candidatos, partidos, federações e coligações poderão intensificar a campanha nas ruas, na internet e em outros meios permitidos pela legislação eleitoral.As regras estão previstas na Resolução TSE nº 23.610/2019, atualizada por normas posteriores. Para 2026, a regulamentação ganhou novas regras relacionadas ao combate à desinformação e ao uso da inteligência artificial durante o processo eleitoral.Na internet, a propaganda poderá ser feita em sites oficiais de candidatos e partidos, além de blogs, redes sociais, aplicativos de mensagens e outras plataformas digitais, desde que sejam respeitadas as normas da Justiça Eleitoral.Antes de 16 de agosto, a legislação permite atividades de pré-campanha. Pré-candidatos podem participar de entrevistas, debates, seminários e encontros, divulgar propostas, projetos políticos e pedir apoio. O que continua proibido é o pedido explícito de voto antes do início oficial da campanha.A campanha também contará com horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão. A programação será exibida nos 35 dias anteriores à antevéspera do primeiro turno, em datas e horários definidos pela Justiça Eleitoral. Além dos programas em rede, as emissoras deverão reservar 70 minutos diários para inserções de 30 e 60 segundos.As eleições de 2026 terão ainda regras específicas para o uso da inteligência artificial. A Justiça Eleitoral prevê a identificação de conteúdos produzidos ou manipulados por IA e proíbe o uso de deepfakes na propaganda eleitoral. As normas também reforçam o combate à divulgação de conteúdos falsos ou gravemente descontextualizados que possam prejudicar a integridade das eleições.Eleitores que identificarem propaganda irregular nas ruas poderão fazer denúncias pelo aplicativo Pardal, disponibilizado gratuitamente para celulares Android e iOS a partir do início oficial da campanha.Já denúncias sobre conteúdos falsos ou descontextualizados na internet poderão ser encaminhadas pelo Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade), mantido pelo Tribunal Superior Eleitoral.A orientação é que candidatos, partidos e eleitores fiquem atentos às regras, já que irregularidades podem resultar em retirada de conteúdo, aplicação de multas e outras sanções previstas na legislação eleitoral.
TSE decide que carros de aplicativo não podem exibir propaganda eleitoral
TSE decide que carros de aplicativo não podem exibir propaganda eleitoral
Tribunal manteve multa aplicada a candidato e entendeu que veículos usados para transporte por aplicativo são bens de uso comum para fins eleitorais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral decidiu que candidatos não podem utilizar carros destinados ao transporte de passageiros por aplicativo para veicular propaganda eleitoral. A decisão foi baseada no artigo 37 da Lei nº 9.504/1997, que proíbe propaganda eleitoral em bens de uso comum.
- A Corte manteve a multa de R$ 2 mil aplicada a um candidato a vereador de Caruaru (PE), nas eleições de 2024, por divulgar seu nome e número em um veículo utilizado nesse tipo de serviço.
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral decidiu que candidatos não podem utilizar carros destinados ao transporte de passageiros por aplicativo para veicular propaganda eleitoral. A Corte manteve a multa de R$ 2 mil aplicada a um candidato a vereador de Caruaru (PE), nas eleições de 2024, por divulgar seu nome e número em um veículo utilizado nesse tipo de serviço. A decisão foi baseada no artigo 37 da Lei nº 9.504/1997, que proíbe propaganda eleitoral em bens de uso comum. Por maioria dos votos, os ministros entenderam que, embora os veículos sejam de propriedade privada, eles são acessíveis ao público em geral durante a prestação do serviço e, por isso, se enquadram na restrição prevista pela legislação eleitoral. O relator do caso, ministro Floriano de Azevedo Marques, afirmou que a finalidade da norma é impedir que candidatos obtenham vantagem eleitoral utilizando espaços de grande circulação de pessoas, ainda que esses espaços pertençam a particulares. O entendimento foi acompanhado pela maioria dos integrantes da Corte. Ficou vencido o ministro Nunes Marques, que defendeu uma interpretação mais restritiva da lei. Para ele, os carros de aplicativo se aproximam mais das motocicletas utilizadas em serviços de entrega, que não são consideradas bens de uso comum pela jurisprudência eleitoral, do que dos táxis. O ministro também propôs que, caso prevalecesse o entendimento da maioria, a nova interpretação não fosse aplicada às eleições de 2024, sob o argumento de que candidatos não tinham conhecimento prévio dessa vedação. A sugestão, no entanto, foi rejeitada, e a multa foi mantida.
Apoio de Lula a senador pode gerar multa eleitoral de R$ 5 mil
Apoio de Lula a senador pode gerar multa eleitoral de R$ 5 mil
Presidente declarou apoio à reeleição de Veneziano Vital do Rêgo antes do período permitido pela legislação eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Um vídeo do presidente Lula pode levar a uma investigação por propaganda eleitoral antecipada. Lula manifestou apoio à reeleição do senador Veneziano Vital do Rêgo, o que pode ser visto como um pedido explícito de voto fora do período autorizado pela legislação eleitoral. A infração prevê multa entre R$ 5 mil e R$ 25 mil.
- A declaração de Lula gerou repercussão política na Paraíba e pode afetar os planos do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, que articulava o respaldo do governo à pré-candidatura de seu pai, Nabor Wanderley, ao Senado.
Foto: Reprodução
Um vídeo em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifesta apoio à reeleição do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) pode levar o petista a responder por propaganda eleitoral antecipada. Na gravação, divulgada nesta semana, Lula afirma que é preciso "reconduzir" Veneziano ao Senado e diz que a permanência do parlamentar no cargo lhe daria mais tranquilidade para governar caso seja reeleito em 2026. Para advogados ouvidos pela imprensa, a declaração pode ser interpretada como pedido explícito de voto fora do período autorizado pela legislação eleitoral. A infração prevê multa que varia entre R$ 5 mil e R$ 25 mil. Especialistas avaliam, porém, que uma eventual punição dependeria da apresentação de uma representação à Justiça Eleitoral. Caso haja condenação, a tendência seria a aplicação da penalidade mínima, por se tratar da primeira ocorrência atribuída ao presidente neste ciclo eleitoral. A manifestação também gerou repercussão política na Paraíba. O apoio público de Lula contraria os planos do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, que articulava o respaldo do governo à pré-candidatura de seu pai, Nabor Wanderley (Republicanos), ao Senado. Após a divulgação do vídeo, Veneziano Vital do Rêgo minimizou a polêmica e afirmou que a declaração apenas reforça uma aliança política já conhecida. Segundo ele, a relação de confiança com Luiz Inácio Lula da Silva nunca esteve em dúvida. O senador também destacou sua atuação em apoio às pautas do governo federal no Congresso Nacional.
Após janela partidária, tempo de TV define força das chapas na Bahia; Neto tem mais tempo de propaganda
Levantamento aponta vantagem da oposição em minutos de propaganda no rádio e na TV
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Foto: Reprodução
Com o fim da janela partidária, período que permite a troca de partidos sem perda de mandato, a disputa eleitoral na Bahia entra em uma fase marcada pela definição do tempo de propaganda no rádio e na televisão. Levantamento preliminar indica que três chapas devem concentrar a maior parte da exposição: a liderada pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), a do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e a encabeçada por Ronaldo Mansur (PSOL).Na disputa pelo governo, ACM Neto aparece com o maior tempo de propaganda, somando 4 minutos e 57 segundos por bloco. Em seguida, está Jerônimo Rodrigues, com 3 minutos e 31 segundos. A chapa do PSOL/Rede terá 31 segundos. Além dos blocos fixos, os candidatos também contam com inserções ao longo da programação. Nesse formato, a coligação de ACM Neto lidera com 38 inserções diárias, seguida pela de Jerônimo, com 27, e pela federação PSOL/Rede, com 4.Na corrida pelo Senado, a ordem se mantém, com vantagem para a chapa ligada a ACM Neto, seguida pelo grupo governista. A federação PSOL/Rede terá menor tempo de exposição. A divisão do tempo de propaganda segue critérios da legislação eleitoral, que combinam distribuição igualitária e proporcional ao tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados.Os programas em bloco serão exibidos em dias e horários definidos pela Justiça Eleitoral, enquanto inserções de 30 e 60 segundos serão distribuídas ao longo da programação diária. Com isso, o tempo de exposição passa a ser um dos principais ativos na disputa eleitoral no estado.
























