Lula faz pronunciamento nacional na véspera de Natal
Mensagem será exibida às 20h30 em rádio e TV e segue tradição de presidentes no período natalino.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fará um pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão nesta quarta-feira (24), véspera de Natal. A mensagem de fim de ano terá 6 minutos e 39 segundos e será exibida a partir das 20h30, segundo a CNN Brasil.De acordo com a emissora, o pronunciamento já foi gravado e mantém a tradição adotada por presidentes brasileiros de se dirigir à população neste período do ano. Em ocasiões semelhantes, os chefes do Executivo costumam desejar boas festas e destacar ações e resultados do governo ao longo do ano.No pronunciamento de Natal do ano passado, Lula afirmou que governar significa cuidar das pessoas, especialmente das que mais precisam, e ressaltou que sua gestão é baseada no diálogo e na atuação conjunta com a sociedade, os governos estaduais e as prefeituras.Na ocasião, o presidente também destacou a importância da harmonia entre os Poderes. “É o respeito e a convivência equilibrada entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. É a defesa intransigente da democracia”, disse.Ainda na mensagem, Lula associou o Natal à reflexão sobre valores cristãos. Segundo ele, a data é um momento para recordar ensinamentos como compaixão, fraternidade, respeito e amor ao próximo, defendendo que esses princípios estejam presentes não apenas durante as festas, mas ao longo de todo o ano.
Com números superdimensionados, Bolsonaro demonstra está acuado em pronunciamento extemporâneo
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | O Globo
- O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se pronunciou na noite de quarta-feira (02), em rede nacional, sobre as ações do seu governo. Bolsonaro e sua comitiva têm sentido o desgaste de uma gestão pandêmica desastrosa, de uma economia sem rumo e da CPI da Covid-19 que tem jogado luz sobre os acontecimentos que envolvem o atraso de compra de vacinas. Outra baixa na imagem do governo, diz respeito às manifestações de rua acontecidas no último sábado (28), em que o presidente até tentou desmerecer, mas o que se viu foram sete quarteirões da Paulista lotados de pessoas indignadas. Portanto, não há dúvida que desde quando assumiu a presidência, o governo Bolsonaro vive seu pior momento. Neste cenário, se existe um ditado no futebol que é perfeitamente aplicável em política é que o time que está perdendo tem que atacar para poder virar o jogo. Foi exatamente o que o ex-capitão fez ontem, em um pronunciamento sem nenhuma razão de acontecer, pois não havia nenhuma data a ser celebrada, servindo apenas para apresentar números superdimensionados de seu governo, principalmente no que tange a compra de imunizantes contra a Covid-19. É fato que o Brasil já distribuiu oficialmente mais de 100 milhões de doses de vacina, mas não é verdade que o país é o 4º que mais vacinou. Por uma relação proporcional, quando se analisa o percentual de brasileiros imunizados, com 21,6%, o Brasil ocupa a posição de número 79, isso sem levar em consideração a quantidade de pessoas que recebeu as duas doses, pois se assim for, o país despenca ainda mais no ranking. Outra incongruência apresentada pelo presidente foi quando ele disse que economia e pandemia tiveram o mesmo tratamento por parte de sua gestão, o que não condiz com a verdade. Por diversas vezes o chefe do Executivo minimizou os efeitos da pandemia, disse que não compraria vacina e nem sequer visitou um hospital de campanha, nem muito menos um centro de pesquisa. Para finalizar, o PIB — Produto Interno Bruto — de fato apresentou um crescimento em relação ao primeiro trimestre do ano passado, mas esta crescente aconteceu em relação a um parâmetro negativo, sem contar que, na prática, o consumo das famílias diminuiu substancialmente em 2021, o inclui produtos de primeira necessidade, como alimentos. Por tudo isso, espere daqui pra frente, mais aparições públicas, mais motociatas e mais inaugurações de pontes, viadutos e duplicações de rodovias.























