Guanambi perde inclusão em programa que previa investimento de R$ 77 milhões no aeroporto
Terminal é administrado pela Infracea e recebe subsídio anual da Prefeitura de Guanambi.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Aeroporto de Guanambi foi retirado da lista de aeroportos que seriam concedidos à iniciativa privada pelo Governo Federal, conforme publicação no Diário Oficial da União em 8 de setembro. A decisão exclui o terminal baiano do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e do Programa Nacional de Desestatização (PND), removendo também outros cinco aeroportos sem explicação oficial.
- Com a retirada, o projeto AmpliAR, que previa R$ 77 milhões para modernização e expansão, foi suspenso. O aeroporto, atualmente administrado pela Infracea e subsidiado em cerca de R$ 1,3 milhão pela prefeitura, permanece fora das concessões, que agora incluem apenas 13 aeroportos, entre eles Lençóis e Paulo Afonso.
Foto: Divulgação
O Aeroporto de Guanambi foi retirado da lista de aeroportos que seriam concedidos à iniciativa privada pelo Governo Federal. A decisão foi publicada nesta terça-feira (8) no Diário Oficial da União e exclui o terminal baiano do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e do Programa Nacional de Desestatização (PND). A resolução também retirou outros cinco aeroportos da relação de empreendimentos qualificados, mas não apresenta os motivos da mudança. Com isso, Guanambi deixa de participar do programa AmpliAR, que previa um investimento de R$ 77 milhões para modernização, ampliação da estrutura e possibilidade de novos voos. Atualmente, o aeroporto é administrado pela concessionária Infracea e recebe um subsídio anual de cerca de R$ 1,3 milhão da Prefeitura de Guanambi. Após a nova decisão, permanecem na lista de concessões apenas 13 aeroportos, entre eles os terminais baianos de Lençóis e Paulo Afonso.
Após privatização de refinaria, Bahia tem combustível mais caro que Petrobras
Após privatização de refinaria, Bahia tem combustível mais caro que Petrobras
Mataripe promoveu três reajustes no preço de gasolina e diesel apenas em janeiro deste ano
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Foto: Reprodução
- Após três reajustes no preço dos combustíveis no último mês, a refinaria de Mataripe, na cidade de São Francisco do Conde, na região metropolitana de Salvador, consagrou a Bahia como um dos estados que vende a gasolina e o diesel a preços superiores do que os estipulados pela Petrobras. De acordo com uma reportagem deste domingo na Folha de S. Paulo, este aumento reforça a percepção de que a estatal vem segurando os repasses da alta no mercado internacional. A refinaria de Mataripe está sob domínio privado desde o dia 1º de dezembro do ano passado. A Acelen, empresa do Mubadala Capital que assumiu a gestão da empresa, antiga Refinaria Landulpho Alves (RLAM), determinou o último acréscimo do preço de combustíveis, no dia 22 de janeiro, em 2,25% na gasolina e 1,44% no diesel. Antes, outros reajustes haviam sido feitos nos dias 1º e 15 do mesmo mês. Neste período, a Petrobras promoveu apenas um reajuste. À Folha, a Acelen disse que a gasolina e diesel são commodities internacionais cujos preços variam conforme as cotações do petróleo e a variação do dólar e que tem critérios "claros e transparentes" de reajustes. De acordo com o Observatório Social da Petrobras, a gasolina de Mataripe custa hoje R$ 3,32 por litro, R$ 0,14 a mais do que a média cobrada pela estatal. O diesel-S10 é vendido pela empresa a R$ 3,676 por litro, R$ 0,06 acima do praticado pela estatal.
Câmara vota projeto de privatização dos Correios nesta quinta-feira
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Relator vê possibilidade de venda de 100% do capital da estatal
Por: Geovana Oliveira
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O plenário da Câmara dos Deputados vota nesta quinta-feira (5) o projeto de lei (PL) que autoriza a privatização dos Correios. A proposta tramita em regime de urgência. O parecer do relator, deputado Gil Cutrim (Republicanos-MA), é pela possibilidade de venda de 100% do capital da estatal, com a concessão de estabilidade de 18 meses para os mais 98 mil funcionários. Atualmente, a iniciativa privada participa da exploração dos serviços por meio de franquias, mas os preços seguem tabelas da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), que detém o monopólio de vários serviços.
Governo decide privatizar 100% dos Correios em um único leilão
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Modelo é diferente dos planos para a Eletrobras e do que foi feito recentemente na BR Distribuidora, ex-subsidiária da Petrobras
Por: Luciane Freire
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O governo definiu o modelo de privatização dos Correios. A proposta do Ministério da Economia, que vai para aprovação na Câmara dos Deputados já na semana que vem, prevê que a União se desfaça de 100% do capital da empresa.O modelo é diferente dos planos para a Eletrobras e do que foi feito recentemente na BR Distribuidora, ex-subsidiária da Petrobras, baseados em operações no mercado de capitais. A venda dos Correios também deve gerar mudanças na regulação do setor postal, que passaria a se tornar uma atribuição da Anatel com outro nome. Atualmente, a iniciativa privada participa da exploração dos serviços por meio de franquias, mas os preços seguem tabelas da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), que detém o monopólio de vários serviços. Segundo o projeto em votação na Câmara, o monopólio para carta e cartão postal, telegrama e correspondência agrupada continuará com a estatal por mais cinco anos e poderá ser restringido pelo Executivo.
























