ACM Neto nega irregularidades em contrato de consultoria de R$ 3,6 milhões com Banco Master
Ex-prefeito de Salvador afirma que serviço foi prestado após deixar a vida pública e diz que atuação ocorreu com transparência.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-prefeito de Salvador ACM Neto negou irregularidades no contrato de consultoria com o Banco Master, valorado em R$ 3,6 milhões. Ele afirma que deixou a administração da cidade em 2021 e que o trabalho foi realizado com transparência e dentro da legalidade.ACM Neto também afirmou que não houve mistura entre sua atuação política e suas atividades empresariais e que todo o trabalho foi feito com notas fiscais e cumprimento das exigências legais.
Foto: Divulgação
O ex-prefeito de Salvador ACM Neto negou ter cometido qualquer irregularidade no contrato de consultoria firmado entre a empresa A&M Consultoria Ltda., da qual é sócio, e o Banco Master, no valor de R$ 3,6 milhões. A declaração foi feita durante entrevista concedida à TV Aratu. Segundo ACM Neto, o contrato foi celebrado em um período no qual ele já não exercia cargo público. O ex-prefeito afirmou que deixou a administração da capital baiana no início de 2021 e que, desde então, passou a atuar na iniciativa privada, diversificando suas atividades profissionais. Durante a entrevista, ele explicou que a empresa presta serviços de consultoria voltados à análise política e ressaltou que esse tipo de trabalho não foi realizado exclusivamente para o Banco Master. Ainda de acordo com o ex-prefeito, os serviços foram formalizados por meio de contrato, com emissão de notas fiscais e cumprimento das exigências legais. ACM Neto também afirmou que nunca tratou de assuntos relacionados à administração de Salvador ou do Estado da Bahia no âmbito da consultoria e declarou que não houve mistura entre sua atuação política e suas atividades empresariais. Segundo ele, todo o trabalho foi realizado com transparência e dentro da legalidade.
Bolsonaro pode ficar sem salário de R$ 41 mil por ter direitos políticos cassados
Se o ex-presidente Bolsonaro for condenado por improbidade administrativa, ele poderá perder direitos políticos
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- O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) corre o risco de responder por improbidade administrativa. Durante sua gestão, na reunião com embaixadores em julho do ano passado, o ex-mandatário fez uso indevido da TV Brasil e da estrutura do Palácio da Alvorada. Em um cenário em que Bolsonaro seja condenado por improbidade, Bolsonaro poderá perder os direitos políticos e ficar impedido de exercer funções no seu partido, o PL. Desde abril deste ano, Bolsonaro atua na função de presidente de honra do PL, com salário de R$ 41 mil. Embora a defesa de Bolsonaro alegue que a reunião não teve finalidade eleitoral e foi apenas um ato do chefe do Estado, os ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entenderam que houve desvio de finalidade no uso da estrutura pública, tanto de funcionários quanto da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que transmitiu a apresentação ao vivo.
Políticos de Livramento não repudiaram atos terroristas dos ‘amarelos’ do último dia 08 em Brasília
Nenhum ocupante de cargo público e nenhum ex-ocupante emitiram qualquer tipo de parecer
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
Nem uma nota, nenhum pronunciamento, e nem um áudio. Foi assim que os políticos de Livramento trataram os atos terroristas dos ‘amarelos’ (referência a camisa da CBF), ocorridos no último dia 08, em Brasília. Apenas o deputado estadual Nelson Leal (PP) repudiou a invasão dos prédios públicos que abrigam os Três Poderes (Legislativo, Executivo e Judiciário), mas Nelson, como é sabido, é residente da cidade de Salvador e conta com assessoria de comunicação. No mais, nenhum representante do poder público do município, o que inclui o prefeito Ricardinho Ribeiro (REDE), a vice-prefeita Joanina Sampaio (PL), e também os vereadores, se pronunciaram contra o episódio. Além dos políticos em exercício de mandato, ex-ocupantes de cargos públicos, a exemplo de ex-prefeitos, ex-vice-prefeitos, e ex-vereadores, por meio das redes sociais, principal formal de comunicação política da atualidade, não emitiram qualquer tipo de parecer.
























