Nova vacina contra pneumonia e meningite começa a ser aplicada neste mês, anuncia Padilha
Imunizante protege contra 20 sorotipos da bactéria responsável por pneumonia e meningite
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo SUS para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. A vacina protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. A nova vacina substituirá a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença.nnA doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. A inclusão da Pneumo 20 é parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações e deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes no país.
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. O imunizante protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. Na rede privada, cada dose custa mais de R$ 500. Nova proteção ampliada - A Pneumo 20 substituirá gradualmente a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença. Segundo o Ministério da Saúde, a nova formulação oferece proteção mais abrangente contra infecções invasivas, incluindo variantes associadas a pneumonia e meningite em crianças. Doença causa mortes e sequelas - A doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. Dados do governo apontam que, entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. Apenas entre crianças menores de 5 anos foram contabilizados 616 casos e 188 óbitos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a doença uma das principais causas de mortalidade infantil por enfermidades preveníveis por vacinação. Distribuição e público-alvo - As primeiras 514 mil doses já começaram a ser distribuídas para estados e municípios. A previsão é de que mais de 6,1 milhões de doses sejam disponibilizadas ainda em 2026. Além de crianças menores de 5 anos, a vacina será destinada a povos indígenas sem histórico vacinal, idosos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Cobertura vacinal em recuperação - O Ministério da Saúde afirma que a inclusão da Pneumo 20 faz parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações. A pasta destaca que a cobertura vacinal infantil voltou a crescer nos últimos anos, após um período de queda, e que a nova vacina deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes em todo o país.
SUS passa a oferecer vacina Pneumo 20 para crianças
SUS passa a oferecer vacina Pneumo 20 para crianças
Novo imunizante protege contra 20 tipos da bactéria responsável por doenças graves como pneumonia, meningite e sepse; vacinação começa ainda em junho.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou a inclusão da vacina Pneumo 20 no Calendário Nacional de Vacinação Infantil do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir da segunda quinzena de junho. A nova vacina, que protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, será oferecida gratuitamente a crianças de até cinco anos em todo o país, representando uma evolução em relação à versão anterior que cobria dez sorotipos. O anúncio foi feito pelo ministro Alexandre Padilha, destacando o início da distribuição das primeiras doses e a previsão de vacinação a partir de meados de junho.
- A incorporação da Pneumo 20 é estratégica para combater o aumento de doenças pneumocócicas graves, como pneumonia e meningite, que causaram milhares de casos e óbitos recentes no Brasil. Além das crianças, grupos prioritários como indígenas, idosos acamados e pessoas com condições clínicas especiais também terão acesso ao imunizante. A gratuidade da vacina no SUS elimina o custo de mais de R$ 500 por dose na rede privada, beneficiando milhões de famílias, com a previsão de mais de 6 milhões de doses disponibilizadas ainda em 2026 para reforçar a cobertura vacinal.
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou uma das mais importantes novidades do calendário vacinal infantil dos últimos anos. A partir da segunda quinzena de junho, o Sistema Único de Saúde (SUS) passará a oferecer gratuitamente a vacina Pneumo 20 para crianças de até cinco anos de idade em todo o país. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (3) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo a pasta, a distribuição das primeiras doses já começou e a expectativa é que a vacinação tenha início por volta do dia 15 de junho, conforme os imunizantes forem chegando aos estados e municípios. A Pneumo 20 é considerada uma evolução da vacina atualmente utilizada na rede pública. Enquanto a versão anterior protegia contra dez sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, a nova formulação amplia a cobertura para 20 variantes do microrganismo, responsável por doenças graves como pneumonia, meningite bacteriana, sepse, sinusite e infecções no ouvido. A ampliação da proteção é vista como estratégica diante do aumento recente dos casos de doenças pneumocócicas no Brasil. Dados do Ministério da Saúde apontam que, entre 2023 e 2025, foram registrados cerca de 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e mais de 1,4 mil mortes em todo o país. Entre crianças menores de cinco anos, foram contabilizados 616 casos e 188 óbitos no período. Além das crianças, a vacina também será destinada a grupos prioritários específicos, incluindo povos indígenas, idosos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Outro destaque é o impacto financeiro para as famílias. Na rede privada, a Pneumo 20 pode custar mais de R$ 500 por dose. Com a incorporação ao SUS, milhões de crianças terão acesso gratuito ao imunizante. A previsão do governo federal é disponibilizar mais de 6 milhões de doses da vacina ainda em 2026, reforçando a estratégia nacional de ampliação da cobertura vacinal e prevenção de doenças que continuam representando risco para a população infantil.
Casos de pneumonia crescem quase 77% na Bahia e atingem principalmente crianças e idosos
Estado já soma mais de 4 mil registros de síndromes respiratórias em 2026
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Os casos de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAGs), associadas à pneumonia, registraram um aumento alarmante de 76,95% na Bahia entre maio de 2025 e maio de 2026. Segundo dados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica (Sivep), divulgados pelo Portal A Tarde, crianças de até 9 anos e idosos são os grupos mais atingidos. O avanço é impulsionado principalmente pelo vírus sincicial respiratório e pelo metapneumovírus, que juntos somaram 1.166 diagnósticos em 2026, superando significativamente os números do ano anterior.
- No total, a Bahia contabilizou 4.247 casos de SRAGs e 137 mortes até 25 de maio de 2026, com as crianças concentrando quase 70% das infecções (2.995 casos) e 31 óbitos. Embora o número de mortes de idosos tenha diminuído em relação a 2025, 91 pessoas com mais de 60 anos faleceram neste ano, representando 59,1% dos óbitos estaduais. Salvador lidera as notificações com 1.435 casos, um crescimento de 22,9% em relação a 2025, e também as mortes. A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) não se manifestou sobre os dados.
Foto: Reprodução | Freepik
Os casos de vírus associados à pneumonia dispararam na Bahia e cresceram 76,95% no período de maio de 2025 a maio de 2026. O avanço das Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAGs) tem atingido principalmente crianças de até 9 anos e idosos, segundo dados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica (Sivep). As informações foram divulgadas pelo Portal A Tarde. O levantamento mostra que dois agentes infecciosos puxam o aumento: o vírus sincicial respiratório, que registrou 745 diagnósticos neste ano, e o metapneumovírus, com 421 casos. Em 2025, os números eram bem menores — 359 e 62 registros, respectivamente. Ao todo, a Bahia contabiliza 4.247 casos de SRAGs em 2026, com 137 mortes até 25 de maio. No mesmo período do ano anterior, foram 4.071 diagnósticos e 160 óbitos. As crianças de até 9 anos concentram a maior parte das infecções: 2.995 casos, o equivalente a 69,7% de todas as notificações. Esse grupo também registrou 31 mortes neste ano, número superior ao de 2025, quando foram 29 óbitos. Os idosos seguem entre os mais vulneráveis. Em 2026, 91 pessoas com 60 anos ou mais morreram em decorrência das SRAGs, representando 59,1% dos óbitos no estado. Apesar disso, houve queda em relação ao ano passado, quando 121 idosos perderam a vida no mesmo período. Salvador lidera as notificações no estado. Até a Semana Epidemiológica 20, a capital registrou 1.435 casos, aumento de 22,9% em relação a 2025. Desse total, 328 diagnósticos foram de influenza ou Covid-19. Na sequência aparecem Vitória da Conquista (32), Eunápolis (27), Lauro de Freitas (26) e Feira de Santana (24). A capital também lidera em mortes, com seis óbitos registrados até 25 de maio. A reportagem tentou contato com a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab), mas não obteve retorno até o fechamento da matéria.
Casos de SRAG por Influenza A param de crescer na Bahia
Casos de SRAG por Influenza A param de crescer na Bahia
Boletim indica interrupção do crescimento, mas alerta para baixa vacinação e risco ainda elevado.
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Foto: Reprodução
Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associados à Influenza A pararam de crescer na Bahia, segundo boletim divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz. O relatório aponta sinal de estabilização — e até queda — no estado e em outros cinco do Nordeste. Apesar disso, a incidência da doença ainda é considerada alta.No país, a influenza está presente em 43,7% das mortes por SRAG com identificação de vírus, o que mantém o alerta das autoridades de saúde. Especialistas reforçam que a vacinação é a principal forma de conter casos graves. Segundo a médica Nanci Silva, da Escola Bahiana de Medicina, o imunizante reduz internações e mortes, mesmo sem garantir proteção total.A cobertura vacinal na Bahia ainda é baixa: apenas 11% do público-alvo foi imunizado até agora, de acordo com o Ministério da Saúde. A meta é alcançar mais de 3 milhões de pessoas até 30 de maio. Até o momento, cerca de 288 mil doses foram distribuídas no estado. Em todo o país, já são 15,7 milhões de doses enviadas para a campanha.A vacina é indicada para crianças, idosos e gestantes e integra o calendário nacional de imunização. Mesmo com a desaceleração recente, a Bahia ainda apresenta tendência de crescimento no longo prazo. Na análise das capitais, Salvador já mostra interrupção no avanço dos casos.Autoridades recomendam ampliar a vacinação para evitar nova alta e reduzir o impacto da doença.























