Municípios do Sudoeste voltam ao comando do 24º BPM de Brumado
Transferência de seis municípios e de 46 policiais militares marca reorganização no comando territorial entre as unidades da Polícia Militar na região Sudoeste da Bahia.
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Foto: Divulgação | Polícia Militar
A partir desta quarta-feira (1º), seis municípios do Sudoeste baiano retornam à área de atuação do 24º Batalhão da Polícia Militar (BPM), com sede em Brumado. Anagé, Caraíbas, Maetinga, Aracatu, Presidente Jânio Quadros e Guajeru passam novamente a ser atendidos pela unidade, após período sob responsabilidade da 79ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), sediada em Poções. A alteração integra uma reestruturação operacional promovida pela Polícia Militar da Bahia. Como parte da mudança, 46 policiais militares lotados na 79ª CIPM foram transferidos para o 24º BPM, reforçando o contingente e a cobertura da unidade no território.O comando do 24º Batalhão permanece com o tenente-coronel Jocevã Oliveira, que agora assume a coordenação das ações de segurança também nesses seis municípios, além das demais cidades já atendidas pelo batalhão. A comandante da 79ª CIPM, major Paula Fagundes, ressaltou a dedicação dos policiais remanejados. “Reconhecemos o profissionalismo, o comprometimento e a excelência de cada policial que esteve sob nossa responsabilidade”, afirmou. A reorganização visa otimizar a gestão territorial da segurança pública, ampliar a eficiência do policiamento ostensivo e melhorar a resposta às demandas da população.
Polícia Militar realiza 9ª edição da Operação Força Total na Bahia
Ação mobiliza efetivo em todo o estado para reforçar segurança e prevenir crimes
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Foto: Divulgação | Polícia Militar
A Polícia Militar da Bahia iniciou, na manhã desta quinta-feira (18), a 9ª edição da Operação Força Total. A ação mobiliza policiais de unidades operacionais, administrativas e especializadas em todas as regiões do estado. Segundo a corporação, o objetivo é ampliar a presença policial, inibir crimes e aumentar a sensação de segurança da população. As equipes atuam com foco em áreas de maior vulnerabilidade, principais vias urbanas e bairros considerados estratégicos. A operação, realizada simultaneamente em todo o país, prevê a apreensão de armas e drogas, a recuperação de veículos roubados ou furtados e a prisão de suspeitos de atividades ilícitas. De acordo com a PM, as ações buscam reduzir os índices de violência e criminalidade na Bahia.
Polícia apura conduta de socorrista que usou farda e ambulância do SAMU para atuar como advogado em Carinhanha
Servidor público do SAMU teria utilizado a estrutura do serviço para defender investigado em operação policial; caso será apurado pela Corregedoria.
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Foto: Reprodução
Um possível caso de advocacia administrativa está sendo investigado em Carinhanha, no oeste da Bahia, após a atuação de um servidor do SAMU durante uma operação policial. O caso ocorreu na tarde do último domingo (14), no Hospital Municipal Maria Pereira Costa. Segundo a Polícia Militar, guarnições da 38ª CIPM e da RONDESP Meio Oeste foram acionadas após denúncia de que homens armados estariam circulando no hospital, onde estava internado um suspeito de tráfico e homicídios. Durante a averiguação, um técnico de enfermagem do SAMU, identificado como Cleidemauro da Conceição Silva, chegou ao local com uma ambulância do serviço, fardado, e se apresentou como advogado do paciente abordado.Conforme registro da PM, o servidor teria iniciado filmagens e feito provocações à guarnição, comportamento que se assemelha à prática conhecida como cop-baiting — tentativa de induzir policiais ao erro enquanto são gravados. Ele apresentou sua carteira da OAB e deixou o local na ambulância em que chegou. A coordenação do SAMU confirmou que Cleidemauro estava de plantão como socorrista no momento da abordagem. Informou ainda que a situação foi comunicada à Secretaria Municipal de Saúde e será encaminhada à Corregedoria para apuração.O caso pode configurar o crime de advocacia administrativa, previsto no artigo 321 do Código Penal, que ocorre quando um servidor público utiliza sua função para beneficiar interesses privados. A pena prevista é de até três meses de detenção ou multa. As circunstâncias da conduta do servidor serão analisadas pelas autoridades competentes.
Capitão da PM é condenado por esquema de propinas e perde o cargo público
Justiça Militar acata denúncia do MP-BA e impõe prisão e exoneração de oficial acusado de corrupção reiterada no sul da Bahia
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Foto: Folha de São Paulo
O capitão da Polícia Militar da Bahia, Fabrício Carlos Santiago dos Santos, foi condenado a cinco anos, um mês e 27 dias de reclusão por corrupção passiva. A decisão, publicada nesta segunda-feira (9), também determina a perda do cargo público.A Justiça Militar acatou a denúncia do Ministério Público da Bahia (MP-BA), que apontou a atuação do oficial em um esquema de cobrança de propinas para liberar eventos sonoros irregulares, como os chamados “paredões”, em Santa Cruz Cabrália, no Extremo Sul do estado. À época dos fatos, o acusado era comandante da 4ª Companhia da PM no município.As investigações, conduzidas pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas), revelaram que entre junho de 2023 e fevereiro de 2024, o capitão recebeu transferências via Pix, com valores entre R$ 135 e R$ 500, além de bebidas alcoólicas como pagamento indevido. O esquema, apelidado de “Toddy” pelo próprio oficial, foi comprovado por mensagens trocadas com comerciantes.A Justiça também determinou a continuidade da prisão preventiva, justificando a medida pelos antecedentes do réu e para garantir a ordem pública. Fabrício já havia sido condenado anteriormente a mais de seis anos por crimes semelhantes e responde a outras quatro ações penais na 1ª Vara de Auditoria Militar.
Tenente-coronel da PM investigado por ligação com milícia é exonerado em Bom Jesus da Lapa
Oficial chefiava Colégio da Polícia Militar e teria recebido propina para acobertar invasões de terras
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Foto: Reprodução
O Governo da Bahia exonerou o tenente-coronel Luiz Augusto Normanha de Carvalho do cargo de diretor do Colégio da Polícia Militar em Bom Jesus da Lapa. A decisão, assinada pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), foi publicada nesta segunda-feira (8) e acontece em meio a investigações que apontam o envolvimento do oficial com um grupo miliciano que atua na região de Correntina, no oeste do estado. De acordo com o Ministério Público da Bahia (MP-BA), o militar é suspeito de receber pagamentos mensais de R$ 15 mil, entre 2021 e 2024, para acobertar atividades ilícitas da organização criminosa. O repasse, segundo as investigações, era feito por um sargento da reserva da Polícia Militar, apontado como líder do esquema.Nesta segunda-feira, a casa de Luiz Augusto foi alvo de mandado de busca e apreensão durante a segunda fase da Operação Terra Justa. No local, ele foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo sem registro. As apurações indicam que a milícia teria facilitado invasões de terras pertencentes a comunidades tradicionais, em benefício de fazendeiros da região. O tenente-coronel é investigado pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa.























