União Brasil decide não apoiar candidato à Presidência e libera palanques estaduais
Decisão aprovada em convenção nacional libera candidatos da federação para apoiarem presidenciáveis conforme as alianças regionais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O partido União Brasil anunciou oficialmente que adotará uma postura de neutralidade na disputa pela Presidência da República nas eleições de 2026. Aprovada durante a Convenção Nacional da legenda, a decisão libera os candidatos integrantes da Federação União Progressista para apoiarem, em âmbito regional, os concorrentes que considerarem mais alinhados aos cenários locais. Com essa medida, a sigla abdica de ter um candidato oficial ao Palácio do Planalto ou de formalizar apoio institucional a qualquer concorrente.
- Segundo o presidente nacional da sigla, Antonio Rueda, a estratégia visa garantir maior flexibilidade política para a consolidação de acordos nos estados e para as composições no Congresso Nacional. Como detentor de uma das maiores bancadas legislativas do país, além de amplo tempo de propaganda e acesso expressivo ao fundo eleitoral, o posicionamento do União Brasil deve impactar diretamente a dinâmica e as negociações de palanques regionais em todo o país.
Presidente do União Brasil, Antônio Rueda - reprodução
O União Brasil anunciou, nesta terça-feira (4), que adotará uma posição de neutralidade na disputa pela Presidência da República nas eleições de 2026. A decisão foi aprovada durante a Convenção Nacional da legenda e libera os candidatos da Federação União Progressista para apoiarem, em seus estados, os presidenciáveis que considerarem mais alinhados às articulações políticas regionais. Com a medida, o partido não terá um candidato oficial nem declarará apoio institucional a nenhum concorrente ao Palácio do Planalto. A estratégia busca dar maior flexibilidade às alianças estaduais, permitindo que lideranças locais definam seus posicionamentos sem comprometer as composições para os governos estaduais e para o Congresso Nacional. Em nota oficial, o presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, afirmou que a decisão demonstra a maturidade política da legenda e reconhece a importância da Federação União Progressista no cenário nacional. Com uma das maiores bancadas do Congresso Nacional, além de amplo tempo de propaganda eleitoral e acesso ao fundo eleitoral, o posicionamento do União Brasil deve influenciar as negociações políticas nos estados, permitindo que diferentes palanques regionais apoiem candidatos distintos à Presidência da República durante a campanha eleitoral de 2026.
Pesquisa Paraná: Rui Costa e Jaques Wagner lideram disputa pelo Senado na Bahia
Pesquisa Paraná: Rui Costa e Jaques Wagner lideram disputa pelo Senado na Bahia
Levantamento aponta ex-governador e atual senador à frente das intenções de voto para as duas vagas em disputa nas eleições de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-governador Rui Costa e o senador Jaques Wagner lideram a disputa pelas vagas da Bahia no Senado Federal, de acordo com uma pesquisa divulgada pelo Instituto Paraná Pesquisas.
- A pesquisa registrou Rui Costa na primeira colocação, com 44,6% das intenções de voto, seguido por Jaques Wagner, com 35,1%.
Foto: Reprodução
O ex-governador da Bahia Rui Costa e o senador Jaques Wagner lideram a disputa pelas duas vagas da Bahia no Senado Federal, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (3) pelo Instituto Paraná Pesquisas em parceria com o Bahia Notícias. Como a eleição de 2026 renovará dois terços das cadeiras da Casa, os entrevistados puderam indicar dois candidatos no levantamento. Rui Costa aparece na primeira colocação, com 44,6% das intenções de voto. Em seguida está Jaques Wagner, citado por 35,1% dos eleitores. Na sequência, figuram o ex-ministro João Roma, com 24,1%, e o senador Angelo Coronel, que registra 21,9%. Entre os demais nomes apresentados na pesquisa, a Professora Delliana (PSOL) alcançou 6,4% das intenções de voto. Marcelo Santtana (DC) aparece com 2,1%, enquanto Marcelo Carvalho (Rede Sustentabilidade) soma 1,8%. Gregório Gould (UP) foi citado por 1,6% dos entrevistados. O levantamento também aponta que 13,4% dos eleitores disseram que pretendem votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos apresentados. Outros 6,9% afirmaram que ainda não sabem em quem votar ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, com 1.400 eleitores entrevistados presencialmente em 60 municípios da Bahia. O levantamento tem margem de erro de 2,7 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-03043/2026.
Lula recebe apoio do PDT em convenção nacional para disputa à reeleição
Lula recebe apoio do PDT em convenção nacional para disputa à reeleição
Convenção nacional do partido confirmou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante o evento, Lula defendeu o diálogo político e aliados destacaram a importância da aliança para as eleições de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O PDT oficializou o apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante convenção nacional do partido na capital federal. Lula defendeu a retomada do diálogo e do respeito na política brasileira e reafirmou a importância da reeleição.
- O senador Weverton Rocha (PDT-MA) classificou o apoio ao presidente como uma decisão política e estratégica, mas ressaltou que o partido continuará defendendo um projeto próprio para o futuro.
Foto: Reprodução
O PDT oficializou nesta segunda-feira (20) o apoio à candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante convenção nacional do partido, realizada em Brasília. O evento foi conduzido pelo presidente nacional da sigla, Carlos Lupi, e contou com a presença de Lula e do presidente do PT, Edinho Silva. Em seu discurso, Lula relembrou a relação política com Leonel Brizola, principal líder histórico do PDT, e defendeu a retomada do diálogo e do respeito na política brasileira. "O Brasil sente saudade do tempo em que a política era feita com mais decência e respeitabilidade", afirmou. O senador Weverton Rocha (PDT-MA) classificou o apoio ao presidente como uma decisão "política e estratégica", mas ressaltou que o partido continuará defendendo um projeto próprio para o futuro. Segundo ele, o PDT pretende manter protagonismo no cenário nacional. Durante a convenção, Edinho Silva afirmou que as eleições de 2026 serão decisivas para o país. O dirigente do PT também declarou que a democracia enfrenta desafios em diversos países e defendeu a reeleição de Lula como forma de fortalecer o campo democrático. Além do PDT, outros partidos aliados, como PSB, PSOL, Rede, PCdoB e PV, também devem formalizar apoio à candidatura do presidente nas convenções partidárias das próximas semanas.
Com aval do PT e do PL, Câmara aprova nova farra para partidos
Com aval do PT e do PL, Câmara aprova nova farra para partidos
Projeto que blinda partidos às vésperas das eleições avança para o Senado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que altera a Lei dos Partidos Políticos, flexibilizando mecanismos de fiscalização e autorizando o envio automatizado de mensagens por partidos e candidatos. O texto limita multas, reduz punições, estabelece novas regras para prestação de contas e impede punições como suspensão de repasses do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral durante o semestre das eleições.
- O projeto também permite que partidos registrem números oficiais de telefone para envio de mensagens a eleitores sem bloqueio, e limita multas aplicadas pela Justiça Eleitoral em casos de rejeição de contas partidárias. Além disso, as legendas poderão parcelar débitos em até 180 meses.
Foto: Kayo Magalhaes | Câmara dos Deputados
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (19) um projeto que altera regras da Lei dos Partidos Políticos e flexibiliza mecanismos de fiscalização das legendas. A proposta limita multas, reduz punições, estabelece novas regras para prestação de contas e autoriza o envio automatizado de mensagens por partidos e candidatos. O texto foi incluído de última hora no sistema de votações pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), embora ele tenha deixado a Mesa Diretora pouco antes do início da análise da matéria. Entre os pontos aprovados, está a proibição de bloqueio ou suspensão de recursos do Fundo Partidário para partidos criados a partir de fusões ou incorporações, mesmo que existam irregularidades em prestações de contas anteriores das legendas incorporadas. A proposta também prevê que as novas regras entrem em vigor imediatamente após eventual sanção presidencial, sem necessidade de respeitar o princípio da anualidade eleitoral, que determina prazo mínimo de um ano antes das eleições para mudanças nas regras do processo eleitoral. Alguns dispositivos podem gerar questionamentos jurídicos justamente por impactarem diretamente as disputas eleitorais. Um dos exemplos citados é a autorização para disparos automatizados de mensagens durante campanhas. O projeto estabelece ainda prazo máximo de três anos para que a Justiça Eleitoral julgue as contas partidárias. Caso a análise não seja concluída nesse período, o processo será extinto. Outro trecho aprovado impede punições como suspensão de repasses do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral durante o semestre das eleições. O texto também proíbe descontos relacionados a condenações anteriores nesse período e impede a suspensão de diretórios partidários. Disparos liberados: A proposta permite que partidos, políticos e candidatos registrem números oficiais de telefone junto à Justiça Eleitoral para envio de mensagens a eleitores sem bloqueio por aplicativos e plataformas digitais, salvo em caso de decisão judicial. Segundo o texto, mensagens enviadas para pessoas previamente cadastradas não serão consideradas disparos em massa, mesmo quando realizadas por sistemas automatizados ou bots. A medida contraria iniciativas da Justiça Eleitoral voltadas ao combate à desinformação e ao uso automatizado de mensagens em campanhas políticas. Multas reduzidas: O projeto limita a R$ 30 mil as multas aplicadas pela Justiça Eleitoral em casos de rejeição de contas partidárias. Atualmente, as punições podem chegar a até 20% do valor considerado irregular. Além disso, as legendas poderão parcelar débitos em até 180 meses, independentemente do valor da dívida. O texto também determina que a desaprovação das contas não impedirá partidos de participar das eleições. Outro ponto aprovado blinda diretórios nacionais de sanções aplicadas a diretórios estaduais e municipais, ao deixar explícito que não há responsabilidade solidária entre os órgãos partidários. A proposta ainda autoriza partidos a criarem universidades e cobrarem mensalidades, dispensa comprovação detalhada de atividades exercidas por dirigentes partidários e altera regras para convocação de suplentes, que passarão a precisar ser do mesmo partido do parlamentar afastado. O texto segue agora para análise do Senado e, se aprovado, dependerá de sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para entrar em vigor.
Após janela partidária, tempo de TV define força das chapas na Bahia; Neto tem mais tempo de propaganda
Levantamento aponta vantagem da oposição em minutos de propaganda no rádio e na TV
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Foto: Reprodução
Com o fim da janela partidária, período que permite a troca de partidos sem perda de mandato, a disputa eleitoral na Bahia entra em uma fase marcada pela definição do tempo de propaganda no rádio e na televisão. Levantamento preliminar indica que três chapas devem concentrar a maior parte da exposição: a liderada pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), a do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e a encabeçada por Ronaldo Mansur (PSOL).Na disputa pelo governo, ACM Neto aparece com o maior tempo de propaganda, somando 4 minutos e 57 segundos por bloco. Em seguida, está Jerônimo Rodrigues, com 3 minutos e 31 segundos. A chapa do PSOL/Rede terá 31 segundos. Além dos blocos fixos, os candidatos também contam com inserções ao longo da programação. Nesse formato, a coligação de ACM Neto lidera com 38 inserções diárias, seguida pela de Jerônimo, com 27, e pela federação PSOL/Rede, com 4.Na corrida pelo Senado, a ordem se mantém, com vantagem para a chapa ligada a ACM Neto, seguida pelo grupo governista. A federação PSOL/Rede terá menor tempo de exposição. A divisão do tempo de propaganda segue critérios da legislação eleitoral, que combinam distribuição igualitária e proporcional ao tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados.Os programas em bloco serão exibidos em dias e horários definidos pela Justiça Eleitoral, enquanto inserções de 30 e 60 segundos serão distribuídas ao longo da programação diária. Com isso, o tempo de exposição passa a ser um dos principais ativos na disputa eleitoral no estado.























