Mulher é presa por vender medicamentos ilegais em Ibicuí
Mulher é presa por vender medicamentos ilegais em Ibicuí
Segundo a Polícia Civil, investigada anunciava produtos para obesidade e diabetes sem autorização sanitária.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma mulher de 34 anos foi presa em flagrante em Ibicuí, Bahia, durante a Operação Agirtes, deflagrada pela Polícia Civil. Ela é suspeita de comercializar ilegalmente medicamentos e substâncias para tratamento de obesidade e diabetes tipo 2, utilizando redes sociais para divulgar os produtos sem autorização sanitária ou comprovação de origem. A prisão ocorreu após denúncia anônima e foi conduzida pela Delegacia Territorial de Ibicuí.
- Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência da investigada, foram encontrados produtos sem registro sanitário, seringas e materiais de preparo. A mulher foi autuada pelo crime de falsificação, adulteração ou alteração de produto terapêutico ou medicinal, e permanece custodiada à disposição da Justiça. As investigações prosseguem para identificar fornecedores e a origem dos itens apreendidos.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Uma mulher de 34 anos foi presa em flagrante nesta quarta-feira (27), durante a Operação Agirtes, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia no município de Ibicuí. De acordo com a investigação, a suspeita comercializava ilegalmente medicamentos e substâncias voltadas ao tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. Os produtos eram divulgados por meio das redes sociais, sem comprovação de origem ou autorização dos órgãos de vigilância sanitária. A operação foi conduzida por equipes da Delegacia Territorial de Ibicuí após denúncia anônima. Segundo a polícia, a mulher utilizava perfis na internet para promover os produtos e dar aparência de legalidade à atividade. Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência da investigada, os policiais encontraram substâncias sem registro sanitário, seringas e materiais utilizados na preparação e armazenamento dos produtos. Alguns itens apreendidos tinham identificação nominal. Segundo o delegado Hiran Marcelo Viana Macedo, responsável pelo caso, a comercialização ocorria em desacordo com a legislação sanitária vigente. A mulher foi autuada pelo crime de falsificação, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais. A legislação prevê punição para quem mantém em depósito ou comercializa medicamentos sem registro no órgão competente. Após a prisão, a suspeita foi encaminhada para a sede da 21ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior, onde permanece custodiada à disposição da Justiça. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar possíveis fornecedores e a origem dos produtos apreendidos.























