Caetiteense encontra tatu em sua residência e devolve animal à natureza
Por: Jorge Santana e Redação
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Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
- Na última quinta-feira (27), um caetiteense encontrou um tatu nas imediações de sua residência, no bairro Prisco Viana, em Caetité, e devolveu o animal à natureza. Em geral, neste tipo de caso, com o desmatamento do habitat natural, o bicho acaba migrando para localidades de habitação urbana. O site Sudoeste Bahia (SB) entrou em contato com o secretário de Meio Ambiente, Henrique Portella, que disse que o procedimento de devolução do animal deve ser feito por segmento específico do poder público. “O resgate e soltura de animais silvestres deve ser obrigatoriamente realizado por empresa devidamente capacitada e autorizada pelo poder público responsável. No caso de aparição em áreas urbanas, residências ou vias públicas é importante que o cidadão acione a instituição pública responsável presente no local para que o animal seja resgatado, transportado e solto corretamente. Este procedimento visa proteger a integridade tanto do animal silvestre como da população, sabemos que em muitas ocasiões pode-se ocorrer do animal, por se sentir ameaçado, vir a atacar por isso a importância que este procedimento seja realizado por um profissional da área”, explicou Henrique. O secretário também ressaltou o fato que animais como o tatu são alvos de caça predatória, o que é proibido por lei e, portanto, passível de punição. “É importante saber que a Lei Federal Nº 9.605, DE 12 DE FEVEREIRO DE 1998 que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente estabelece no Art. 29 que quem matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória está sujeito a pena de detenção de seis meses a um ano e multa”, alertou.
Malhada: mais de 400 jabutis e 9 iguanas são devolvidos à natureza após serem resgatados de traficantes de animais
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Divulgação | Ibama
- Em ação realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), na última quinta-feira (18), na cidade de Malhada, no oeste da Bahia, cerca de 450 jabutis (cágados) e nove iguanas foram devolvidos à natureza, após serem resgatados de traficantes, que comercializam os animais ilegalmente, principalmente, em cidades do sul baiano. Conforme informou o Ibama, os animais pertencem ao bioma da caatinga. Em declaração ao site G1, o analista Alberto Santana, que foi responsável pela operação, afirmou que antes de restabelecer os animais à natureza, é preciso antes realizar um estudo da área. “Se as mesmas dispõem de alimentos, tipo de topografia, que no caso dos jabutis tem que ser em solos planos. E principalmente se estarão de fato protegidos nestas áreas, além de observar se de fato a área é de ocorrência dos espécimes reintroduzidos naquele habitat”, disse. A multa por criação e consumo ilegal de carne de animais silvestres, pode variar entre R$ 500 a R$ 5 mil por espécime e o infrator pode responder por crimes ambientais, podendo pegar de 2 a 5 anos de prisão.























