Campanha de Lula acusa Meta de beneficiar Flávio com manipulação e pede cassação da chapa do PL
Ação ao TSE reúne denúncias de irregularidades que teriam sido cometidas pela plataforma digital a favor do senador
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou com pedido ao Tribunal Superior Eleitoral para investigar suposta manipulação algorítmica da Meta que, segundo a denúncia, teria favorecido a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). A ação aponta bloqueio de impulsionamento do perfil @lulaoficial, alcance médio de Reels quase três vezes maior para Flávio, uso de IA da Meta para gerar peças “Vote 22” e cita 255 perfis sintéticos e 1.613 anúncios políticos pagos em moeda estrangeira.
- Além de Flávio, a investigação inclui o deputado Alfredo Gaspar, o influenciador Pablo Marçal e o empresário Tallis Gomes, que atuam como conselheiros da chapa. A denúncia também acusa a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) de impulsionar anúncios entre 7 e 9 de julho e destaca que a Meta violou ordens judiciais, apesar de negar intenção de favorecer o candidato. Um documento de especialistas da ONU, divulgado pelo QG presidencial, reforça a necessidade de tratamento equânime das plataformas nas eleições brasileiras.
Foto: Vitor Sales | Ricardo Stuckert
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a investigação de uma fórmula usada pela empresa Meta que, de acordo com a denúncia, tem como objetivo manipular algoritmos e favorecer a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) ao Palácio do Planalto. A ação reúne denúncias de irregularidades, entre as quais o bloqueio do impulsionamento do perfil @lulaoficial, às vésperas do primeiro turno, e o alcance médio do Reel quase três vezes maior para Flávio. Munida de fatos que indicam manipulação algorítmica por parte das plataformas da Meta (Instagram, Facebook, WhatsApp e Meta AI), a coligação de Lula solicita ao TSE a cassação da chapa liderada pelo senador. A Ação de Investigação Judicial Eleitoral também atinge o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), vice de Flávio na chapa, o influenciador Pablo Marçal e o empresário Tallis Gomes. Marçal e Tallis atuam na campanha do candidato do PL como conselheiros. Ex-candidato à Prefeitura de São Paulo, em 2024, Marçal age sobretudo nas redes sociais. Tallis, por sua vez, faz articulações com empresários conservadores, contrários à reeleição de Lula. O argumento central da ação produzida por advogados da campanha petista é que Instagram, Facebook, WhatsApp e Meta AI deram tratamento desigual a Lula e a Flávio e, com isso, beneficiaram a chapa do adversário. O pedido do comitê de Lula mostra, por exemplo, que o alcance médio por Reel foi quase três vezes maior para Flávio, mesmo com menos seguidores. Além disso, a Meta AI gerou peças com “Vote 22” e recusou pedidos equivalentes com o número 13. O ação também aponta falhas contra uma rede de 255 perfis de conteúdo sintético e 1.613 anúncios políticos pagos em moeda estrangeira. Cita, ainda, impulsionamento de anúncios pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) entre os últimos dias 7 e 9 e acusa a Meta de descumprir ordens judiciais. O pagamento de anúncios por pessoa jurídica é vedado pela Lei Eleitoral. Cobrada pela campanha de Lula em outras ocasiões, a Meta já admitiu problemas de moderação nas redes sociais e falhas técnicas. A empresa negou, porém, que tenha intenção de beneficiar Flávio na disputa presidencial. Nesta quarta-feira 21, o QG do presidente também divulgou um documento, produzido por especialistas independentes da ONU, cobrando da Meta tratamento equânime aos candidatos nas eleições brasileiras e a correção de problemas verificados. “Perder alcance pode significar perder voz no debate público e a capacidade de mobilizar comunidades”, diz um trecho do documento. “Algoritmos, sistemas de IA e decisões de moderação de conteúdo não devem se tornar árbitros invisíveis da discussão política”. Na semana passada, a campanha de Flávio Bolsonaro também pediu a cassação da chapa de Lula sob acusação de que estruturas sindicais estariam destinando recursos para o campanha do petista.
TSE dá 48 horas para que Meta esclareça possível restrição a posts da campanha de Lula
PT apresentou dois levantamentos para embasar a acusação de prejuízo à candidatura do atual presidente; Empresa dona do Instagram, WhatsApp e Facebook diz que “alegações são falsas e não encontram respaldo nos fatos”
Por: Mateus Maia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu à Meta um prazo de 48 horas para esclarecer as acusações de restrição seletiva de posts da campanha de Lula feitas pelo PT, exigindo a preservação de registros, logs de moderação, dados de anúncios e métricas, além de detalhar as medidas aplicadas aos perfis oficiais e de terceiros desde 16 de agosto. O TSE também solicitou que a Meta explique anomalias nas visualizações de vídeos, o fundamento da desativação da conta de anúncios em 23 de setembro, a identificação da rede de 255 perfis e a aplicação da regra de exclusão de perfis de candidatos, enquanto a Agência Lupa e o Instituto Democracia em Xeque foram chamados a apresentar suas metodologias.
- Após a resposta da Meta, que negou as alegações afirmando serem falsas e sem respaldo nos fatos, a coligação e a Procuradoria‑Geral Eleitoral terão 24 horas cada para se manifestar antes que o pedido de tutela de urgência seja avaliado.
Foto: Reprodução | Adobe Stock
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estipulou, neste sábado, 10, o prazo de 48 horas para que a Meta preste esclarecimentos sobre a acusação de restrição seletiva a posts da campanha de Lula, feita pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Segundo o despacho, a Meta deve: Preservar todos os registros, logs de moderação, dados de anúncios e métricas relacionados ao caso; Informar, perfil a perfil, todas as medidas aplicadas desde 16 de agosto aos perfis oficiais de Lula e às contas de terceiros, como redução de alcance, exclusão de recomendação, restrição de busca, etc.; Explicar as anomalias nas métricas dos vídeos publicados em 7 de outubro, inclusive se houve recontagem ou expurgo de visualizações; Especificar o fundamento concreto da desabilitação da conta de anúncios da campanha em 23 de setembro; Demonstrar se identificou a rede de 255 perfis e quais providências adotou; Descrever como aplica a regra de exclusão de perfis de candidatos dos sistemas de recomendação (art. 28, § 1º-A, da Res.-TSE nº 23.610/2019) e se o faz de forma idêntica para as duas candidaturas. O Tribunal também oficiou a Agência Lupa e o Instituto Democracia em Xeque para que apresentem a metodologia de seus levantamentos. Após a resposta da Meta, a coligação e a Procuradoria-Geral Eleitoral terão 24 horas cada para se manifestar, e o pedido de tutela de urgência será então apreciado. A Meta afirmou, em nota, que as alegações feitas mais cedo pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) são “simplesmente falsas e não encontram respaldo nos fatos”. “ As alegações são simplesmente falsas e não encontram respaldo nos fatos. Muitos dos problemas técnicos mencionados não afetaram exclusivamente o Brasil ou contas específicas nas nossas plataformas. Cumprimos com as normas eleitorais e estamos comprometidos com a isonomia do uso das nossas plataformas por todos”, afirmou a Meta, em nota.
Justiça Eleitoral manda suspender perfil no Instagram acusado de propaganda irregular em Barreiras
Decisão determina que a Meta bloqueie a conta em até 24 horas; candidato deverá regularizar o perfil caso queira utilizá-lo na campanha de 2026
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça Eleitoral da Bahia determinou a suspensão do perfil “Tropa do Dan Dan” no Instagram por suspeita de propaganda eleitoral irregular em favor do candidato a deputado federal Danilo Henrique (MDB) no município de Barreiras. A decisão, proferida pelo juiz Antônio Marcelo Oliveira Libonati após denúncia via aplicativo Pardal, apontou que o perfil divulgou pedido de voto, número de candidatura e manifestações de apoio sem a devida comunicação prévia à Justiça.
- A empresa Meta foi notificada e tem 24 horas para bloquear a conta, sob pena de sanções. Danilo Henrique, ex‑secretário de Governo de Luís Eduardo Magalhães e candidato à Prefeitura de Barreiras nas eleições de 2024, foi intimado e poderá usar a conta apenas se regularizar o cadastro junto à Justiça Eleitoral e cumprir os prazos estabelecidos.
Foto: Reprodução
A Justiça Eleitoral da Bahia determinou a suspensão do perfil “Tropa do Dan Dan”, no Instagram, por suspeita de propaganda eleitoral irregular em benefício do empresário e candidato a deputado federal Danilo Henrique (MDB), no município de Barreiras, Oeste baiano. A decisão foi proferida pelo juiz Antônio Marcelo Oliveira Libonati, responsável pelo Poder de Polícia na Internet, após denúncia registrada por meio do aplicativo Pardal. O perfil teria divulgado pedido de voto, número de candidatura e manifestações de apoio ao político sem comunicação prévia à Justiça Eleitoral. A legislação eleitoral exige que os canais digitais utilizados para propaganda de campanha sejam informados à Justiça Eleitoral. Ao analisar a representação, o magistrado considerou irregular a utilização de uma conta não declarada para divulgação de conteúdo eleitoral. A empresa Meta, responsável pelo Instagram, foi notificada e recebeu prazo de 24 horas para bloquear o perfil, sob pena de sanções. Danilo Henrique também foi intimado e poderá utilizar a conta durante a campanha, desde que regularize o cadastro perante a Justiça Eleitoral e cumpra os prazos estabelecidos. O empresário já ocupou o cargo de secretário de Governo de Luís Eduardo Magalhães e disputou a Prefeitura de Barreiras nas eleições municipais de 2024.
Fux suspende decisão de Dino sobre fake news envolvendo Nossa Senhora Aparecida e Flávio Bolsonaro
Ministro restabeleceu determinação do TSE cassada pelo colega no domingo, 27. X, Meta, TikTok e Google têm 24 horas para cumprir a nova decisão
Por: Redação
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- O ministro Luiz Fux, do STF, suspendeu nesta segunda‑feira a decisão do ministro Flávio Dino que havia derrubado a ordem do TSE para remover publicações contendo a falsa informação de que Flávio Bolsonaro pretende retirar o título de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil.
- Fux restabeleceu as publicações retiradas e deu 24 horas para que plataformas como X, Meta, TikTok e Google cumpram a nova determinação, ressaltando que a medida é provisória e visa evitar efeitos conflitantes antes do julgamento definitivo no plenário da Corte, em meio à proximidade das eleições.
Foto: Wilton Junior | Estadão
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu, no final da noite desta segunda-feira, 28, a decisão do ministro Flávio Dino que derrubava a determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a ordem de remoção das publicações com a falsa informação de que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pretende retirar de Nossa Senhora de Aparecida o título de padroeira do Brasil caso seja eleito. Fux também determinou o restabelecimento das publicações que haviam sido retiradas com base na decisão de Dino e estabeleceu prazo de 24 horas para que X, Meta, TikTok e Google cumpram a nova decisão. Ainda segundo Fux, a medida é provisória e não encerra a discussão de mérito. Para ele, a suspensão é necessária diante da proximidade das eleições e do risco de que decisões sucessivas sobre o mesmo conteúdo produzam efeitos antes da análise definitiva do caso pelo colegiado. A decisão vem após recurso apresentado pelo candidato à Presidência da República pelo PL. Além de solicitar a suspensão dos efeitos da medida tomada por Dino no último domingo, 27, Flávio pediu para o caso ser submetido ao plenário da Corte. Dino justificou a cassação alegando que, com ela, “ficam preservadas a liberdade de expressão e a liberdade religiosa dos que defendem a manutenção da lei que transformou Nossa Senhora de Aparecida em ‘Padroeira do Brasil’”.
Usuários relatam bloqueios em massa no WhatsApp; empresa reconhece possíveis erros
Meta afirma que bloqueios fazem parte de ações de segurança, mas admite que erros podem ocorrer.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Centenas de usuários do WhatsApp enfrentaram o bloqueio inesperado de suas contas nesta segunda-feira (3), gerando uma onda de reclamações em redes sociais como o X e o Threads. Ao tentarem acessar o aplicativo, as pessoas afetadas se depararam com avisos de descumprimento dos termos de uso, sendo orientadas a solicitar uma análise de revisão que costuma ser concluída em até 24 horas pela equipe de suporte da plataforma.
- Em resposta ao ocorrido, a Meta esclareceu que adota essas medidas rígidas de segurança para combater o uso indevido e proteger os usuários, admitindo, no entanto, a possibilidade de falhas no processo automático de suspensão. O portal Metrópoles apontou que as suspensões repentinas estão atreladas a novas diretrizes de proteção, enquanto os usuários afetados ainda aguardam o restabelecimento de seus perfis e o acesso às suas conversas.
Foto: Reprodução
Centenas de usuários do WhatsApp relataram nesta segunda-feira (3) que tiveram suas contas bloqueadas sem motivo aparente. As reclamações se espalharam pelas redes sociais, principalmente no X e no Threads, onde pessoas em português e espanhol afirmaram que perderam o acesso ao aplicativo de forma inesperada. Ao tentar entrar no WhatsApp, os usuários encontraram uma mensagem informando que a conta não podia mais utilizar o serviço por possível descumprimento dos termos de uso. O aplicativo também oferece a opção de solicitar uma revisão, informando que a maioria das análises é concluída em até 24 horas. Em nota, a Meta informou que realiza bloqueios para combater o uso indevido da plataforma e proteger os usuários. A empresa reconheceu, porém, que erros podem acontecer e afirmou que busca corrigir essas situações o mais rápido possível para restabelecer o acesso às contas afetadas. Segundo informações divulgadas pelo portal Metrópoles, os bloqueios estariam relacionados a medidas de segurança adotadas pela plataforma. Enquanto aguardam a análise dos pedidos de revisão, usuários continuam relatando nas redes sociais que ficaram sem acesso às conversas e aos serviços do aplicativo.
TRE-BA manda suspender novo perfil acusado de espalhar fake news contra Jerônimo Rodrigues
Decisão do TRE-BA também determina identificação do responsável pelo perfil e prevê multa à Meta em caso de descumprimento.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) ordenou a suspensão de um perfil nas redes sociais que vinha sendo investigado por disseminar desinformação e ataques virtuais contra o governador Jerônimo Rodrigues (PT). A investigação aponta que o endereço de IP associado à administração da página falsa estava vinculado à Secretaria Municipal de Educação de Salvador, o que levou a Justiça a exigir a identificação do usuário responsável no prazo de dois dias.
- A decisão liminar atende a um pedido da Federação Brasil da Esperança e constatou que a exclusão de postagens individuais não era suficiente, visto que novos perfis eram criados para dar continuidade aos ataques. Em caso de descumprimento da ordem de bloqueio da conta, a empresa controladora Meta estará sujeita a uma multa diária de R$ 1 mil, com teto estipulado em R$ 200 mil.
Foto: Divulgação
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou a suspensão de mais um perfil nas redes sociais investigado por divulgar conteúdos considerados desinformativos contra o governador Jerônimo Rodrigues (PT). A decisão foi publicada nesta segunda-feira (27) e atende a um pedido da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), que acusa a página de utilizar montagens digitais e conteúdos falsos para atacar o chefe do Executivo estadual. De acordo com o despacho do desembargador eleitoral Isaías Vinícius de Castro Simões, as investigações avançaram após a análise de informações fornecidas por provedores de internet e pela Companhia Salvador Cidade Inteligente. Os dados permitiram o rastreamento do endereço de IP utilizado para administrar o perfil investigado. Segundo a decisão, o IP estava vinculado à Secretaria Municipal de Educação de Salvador. A Justiça determinou que o órgão apresente, no prazo de dois dias, os dados cadastrais e o endereço do usuário identificado como Marcos Moraes, para que ele seja notificado e possa prestar esclarecimentos no processo. O magistrado também apontou que o perfil @jerolandiareserva teria sido criado após a suspensão da conta @jerolandiabahia, dando continuidade à divulgação do mesmo tipo de conteúdo. Na decisão, o desembargador afirma que a simples remoção de publicações específicas não foi suficiente para impedir a propagação das mensagens e classificou a página como um canal voltado exclusivamente à produção e disseminação de desinformação. Além da suspensão do perfil, o TRE-BA fixou multa diária de R$ 1 mil à Meta em caso de descumprimento da ordem judicial, limitada ao valor de R$ 200 mil. A investigação segue em andamento para identificar os responsáveis pelas publicações e apurar eventual responsabilidade eleitoral.
Inflação oficial do Brasil acelera em fevereiro para 0,83%
Inflação oficial do Brasil acelera em fevereiro para 0,83%
Em 12 meses, IPCA acumula 4,5%, dentro do limite da meta do BC
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A inflação oficial de fevereiro, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), fechou em 0,83%, quase o dobro do mês anterior, janeiro(0,42%).Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (12). Os reajustes de mensalidades escolares foram os que mais pressionaram o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).O resultado ficou bem próximo de fevereiro de 2023, quando alcançou 0,84%. No acumulado de 12 meses, o IPCA soma 4,5%, dentro do limite máximo da meta do Banco Central. No ano, a inflação é de 1,25%. Um dos fatores que influenciou no resultado foi o reajuste dos preços do grupo de educação que tiveram o maior crescimento (4,98%). Isso representou 0,29 p.p.) do IPCA de fevereiro. Dentro do grupo, a maior contribuição veio dos cursos regulares (6,13%).As maiores altas vieram do ensino médio (8,51%), do ensino fundamental (8,24%), da pré-escola (8,05%) e da creche (6,03%). Também houve aumento na inflação do curso técnico (6,14%), ensino superior (3,81%) e pós-graduação (2,76%).
Meta vai demitir 10 mil em nova rodada de cortes, diz jornal
Meta vai demitir 10 mil em nova rodada de cortes, diz jornal
"Isso vai ser difícil e não há como fugir", escreveu o CEO da Meta, Mark Zuckerberg; em novembro, 11 mil funcionários foram demitidos
Por: Fabio Matos
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Foto: Reprodução
- A Meta, dona do Facebook, deve demitir mais 10 mil funcionários em uma nova rodada de cortes, a segunda em menos de seis meses. As informações foram publicadas pelo The Wall Street Journal. Desde o mês passado, há rumores sobre um novo processo de demissões em massa na companha. Além do Facebook, a Meta é proprietária do WhatsApp e do Instagram. De acordo o jornal, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, teria decidido enxugar a equipe e cancelar alguns projetos de “menor prioridade” que estavam em andamento, em nome do que ele tem chamado de “o ano da eficiência” na empresa. As equipes de recrutamento devem ser as primeiras a entrar na lista de demissões. O setor de tecnologia deve ser reestruturado a partir de abril e, no mês seguinte, será a vez da equipe de negócios. “Isso vai ser difícil e não há como fugir”, escreveu Zuckerberg em e-mail obtido pelo jornal. “Minha esperança é fazer essas mudanças organizacionais o mais rápido possível neste ano, para que possamos superar esse período de incerteza e focar no trabalho crítico que temos pela frente.” Queda na receita de publicidade - Em novembro de 2022, em meio à crise das big techs, a Meta demitiu mais de 11 mil funcionários (13% de sua força de trabalho global, na época). No auge da pandemia de Covid-19, um período de bonança para as big techs, a companhia aumentou em 30% o quadro de funcionários, em 2020, e 23%, em 2021. Na rodada de cortes de novembro do ano passado, a Meta contava com 87 mil funcionários. Assim como outros gigantes do setor de tecnologia, a Meta sofreu uma drástica redução em sua receita de publicidade e registrou a primeira queda anual de vendas em 2022. Para 2023, a estimativa de despesas da dona do Facebook gira em torno de US$ 89 bilhões a US$ 95 bilhões (R$ 467 bilhões a R$ 499 bilhões).
Dona do Facebook, Meta trabalha para lançar concorrente do Twitter
Dona do Facebook, Meta trabalha para lançar concorrente do Twitter
As primeiras informações sobre essa nova rede social dão conta de que o app não só utilizaria tecnologia do Instagram, mas também utilizaria o nome da rede social
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Foto: Reprodução
- Se as coisas já não estavam boas no Twitter desde que Elon Musk assumiu a empresa, agora podem ficar pior ainda. Isso porque a Meta, dona do Facebook, deve criar uma rede sociais concorrente à rede do passarinho. Mark Zuckerberg, dono do Facebook e do Instagram, trabalha em uma rede social baseada em texto, assim como o Twitter. A diferença vai ser a descentralização, como o Mastodon -- que já é uma alternativa ao Twitter, embora não seja tão popular assim. As primeiras informações sobre essa nova rede social começaram a sair em dezembro e davam conta de que o app não só utilizaria tecnologia do Instagram, mas também utilizaria o nome da rede social que já foi de fotos. Para o portal Moneycontrol, a Meta confirmou que trabalha nessa nova rede social, mas não passou mais detalhes. "Estamos explorando uma rede social descentralizada autônoma para compartilhar atualizações de texto. Acreditamos que há uma oportunidade para um espaço separado onde criadores e figuras públicas podem compartilhar atualizações oportunas sobre cada interesse", disse a empresa.
























