Região: Falsa médica que atendia cerca de 200 crianças por mês é presa pela 2ª vez
Segundo a polícia, a mulher, na verdade, é uma enfermeira e utilizava documentos de uma médica cadastrada para fechar contrato com clínicas e hospitais
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Foto: Divulgação | Polícia Civil
- Uma mulher foi presa, nesta sexta-feira (10), em Vitória da Conquista, por se passar por médica pediatra. Ela foi autuada por equipes da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) e de responder pelos crimes de estelionato, falsidade de documento público e falsa identidade. Segundo a polícia, a mulher, na verdade, é uma enfermeira e atendia aproximadamente 200 crianças por mês. Essa não é a primeira vez que ela é autuada pelo mesmo crime. Em agosto deste ano, a falsa médica chegou a ser presa na cidade de Tanhaçu pelo mesmo motivo.Desta vez, a mulher atuava com documentos falsos em uma clínica localizada dentro de um shopping de Vitória da Conquista. Os policiais chegaram até ela após denúncias do Conselho Regional de Medicina (Cremeb). Segundo o titular da unidade especializada, delegado Odilson Pereira Silva, a suspeita utilizava documentos de uma médica para fechar contrato com hospitais e clínicas. “Apuramos que a mulher falsificou o diploma, um RG e a carteira do Cremeb de uma médica, que era devidamente cadastrada e qualificada para exercer a profissão, e passou a solicitar contratos em diversos hospitais e clínicas de Conquista”, explicou o titular. No momento do flagrante, a falsa médica estava atendendo um paciente. A polícia apreendeu dois celulares, notebook, carimbo profissional, estetoscópio, receituário, carteira do Cremeb falsificada e um RG falso. Após passar por exame de lesão corporal, ela foi encaminhada para o Conjunto Penal de Vitória da Conquista, onde ficará à disposição da Justiça.
Médica guanambiense morre após sofrer acidente automobilístico no Espírito Santo
A médica perdeu o controle da direção do veículo e, então, o carro capotou
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Foto: Redes Sociais
- Um acidente automobilístico ocorrido na manhã desta quarta-feira (06), por volta das 6h50, na altura do Km 71, na BR-259, em Colatina, no Noroeste do Espírito Santo, vitimou fatalmente a médica ginecologista Ravenna Cardoso Pereira Fischer, de 37 anos. De acordo com informações apuradas pelo site SUDOESTE BAHIA (SB), Ravenna conduzia uma Toyota SW4, mas perdeu o controle da direção do veículo, momento em que o carro capotou. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas ao chegar no local, a ginecologista não apresentava mais sinais vitais. Natural de Guanambi, Fischer é irmã da secretária de Saúde de Candiba, Rebecca Cardoso. Ainda não há informações sobre o sepultamento da guanambiense.
Após chamar segurança de 'macaco', médica é presa em Vitória da Conquista
Caso aconteceu no sábado (4)
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Foto: Reprodução
- Uma mulher foi presa acusada de injúria racial suspeita de chamar o funcionário de um bar de "macaco", na cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. O caso aconteceu na noite de sábado (4), no bairro Candeias. De acordo com informações da Polícia Civil, a mulher tentou entrar no estacionamento do bar, mas foi informada, pelo segurança, que não seria possível porque o local estava completamente cheio. Com a negativa, a suspeita ficou bastante exaltada, apontou o dedo para o rosto do funcionário e o chamou de "macaco". Ela teria dito ainda que era uma médica e que entraria no local na hora que bem entendesse. A polícia informou que o momento foi testemunhado por várias pessoas. A mulher, que é natural de Minas Gerais, foi presa em flagrante por injúria racial. O caso aconteceu por volta das 22h. A suspeita foi liberada ainda no domingo (5), antes de passar por audiência de custódia, que estava prevista para ocorrer nesta segunda-feira (6). Não foram divulgadas informações sobre o que teria motivado a soltura, nem mesmo a identidade da suspeita.
Nise Yamaguchi fala em "crueldade" e move processo contra Omar Aziz e Otto Alencar
Médica foi inquirida pelo senador baiano sobre a diferença entre um vírus e um protozoário durante a CPI da Covid
Por: Luciane Freire
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Foto: Reprodução | Agência Senado
- A médica bolsonarista Nise Yamaguchi resolveu processar os senadores Omar Aziz (PSD-AM) e Otto Alencar (PSD-BA), após depoimento prestado à CPI da Covid. A oncologista afirma ter sido vítima de misoginia e humilhação durante sessão. Ela pede indenização de R$ 360 mil aos parlamentares. Na ação, está escrito que os parlamentares “perpetraram um verdadeiro massacre moral”. Em outro trecho diz que os senadores agiram com “intencionalmente com morbo e com deliberada crueldade no escopo de destruir a imagem da médica perante toda a sociedade brasileira”. E que “atônita, viu um ser humano ter destroçada a sua dignidade enquanto médica, cientista e mulher.” Durante a CPI da Covid, o senador baiano questionou se Nise sabia diferenciar um vírus de um protozoário e perguntou se ela tinha estudado diversos aspectos para tratar da pandemia. Na ação, os advogados de Nise dizem que “os protozoários são estudados no 4° ano do estudo fundamental, fato este que por si só, demonstra a intenção de Otto Alencar em diminuir e humilhar publicamente Nise Yamaguchi, desprestigiando seu conhecimento científico”.























