Mais um: baiano Isaquias Queiroz é ouro na canoagem de velocidade
Baiano venceu prova do C1 1000m na Olimpíada de Tóquio
Por: Cristiele França
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Foto: Reprodução | COB
- Isaquias Queiroz fez história ontem a noite (6) no Canal Sea Forest. O baiano faturou a medalha de ouro na prova do C1 1000 metros (m) da canoagem de velocidade na Olimpíada de Tóquio (Japão). Correndo na raia 4, o atleta cravou a marca de 4min04s408. O chinês Hao Liu ficou com a medalha de prata com 4min05s724. O bronze foi para Serghei Tarnovschi, da República da Moldavia, com o tempo de 4min06s069. De acordo com a Agência Brasil, essa é a 4ª medalha do atleta baiano na história das Olimpíadas. Nos Jogos de 2016 (Rio de Janeiro), ele já havia faturado duas pratas, no C1 1000 m e no C2 1000 m, e o bronze no C1 200 m. Agora o baiano se iguala ao líbero Serginho e ao nadador Gustavo Borges, dupla que também tem quatro medalhas olímpicas na carreira.
Rebeca Andrade conquista prata e a primeira medalha da ginástica feminina
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Reprodução | Ricardo Bufolin
- A ginasta Rebeca Andrade de 22 anos fez história ao conquistar a primeira medalha da da ginástica brasileira. Na final individual disputada na manhã desta quinta-feira (29). A atleta somou 57.298 e ficou com a medalha de prata, se consagrando como a segunda mais completa do mundo.Durante a disputa, Rebeca se manteve no pódio em todos os aparelhos. Começou com a maior nota no salto atingindo 15.300 e começando a disputa em primeiro lugar. Nas barras assimétricas se manteve em primeiro lugar com 14.666 mas diminui a vantagem sobre a americana Sunisa Lee, que acabou garantindo o ouro, Na trave, aparelho mais fraco da atleta, Rebeca chegou a cair para terceiro lugar, mas pediu revisão e ficou com 13.666, posição que manteve depois da apresentação no solo. No solo, a atleta cometeu deslizes pisando fora da área delimitada por duas vezes, mas tirou 13.666 que a levou para a prata. A atleta ainda vai competir por mais duas medalhas na final por aparelhos no solo e no salto, seus dois melhores aparelhos. O podio da final individual foi completado pela americana Sunisa Lee com o ouro e a russa Angelina Melnikova com o bronze.
Com uma medalha de prata, Rayssa Leal se torna medalhista mais jovem do Brasil
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Divulgação | Wander Roberto
- A atleta Rayssa Leal, de Imperatriz, no Maranhão, se tornou, aos 13 anos, a medalhista mais jovem da história do Brasil. A atleta conquistou a prata e garantiu a segunda medalha para o skate street nas Olimpíadas de Tóquio, repetindo o resultado de Kelvin Hoefler no domingo. Antes da medalha de Rayssa, o recorde era de Rosângela Santos, bronze em Pequim 2008 com 17 anos no 4x100m do atletismo. Fadinha, como já ficou conhecida, é, também, a mais jovem brasileira a participar dos Jogos. A marca anterior era de Talita Rodrigues, nadadora que foi finalista no 4x100m livre em 1948, nos Jogos de Londres. Na ocasião, tinha 13 anos e 347 dias. A maranhense do skate tem 13 anos, 203 dias. O pódio com as três melhores do skate feminino foi completado pela japonesa Momiji Nishiya, também de 13 anos, cinco meses mais velha que Rayssa, que ficou com o ouro. A skatista somou 15,26 na final, à frente dos 14,64 da brasileira. A também japonesa Funa Nakayama levou o bronze, com 14,49.























