Confira como votaram os deputados baianos na prisão de Chiquinho Brazão
Na Bahia, 24 deputados votaram para a manutenção da prisão e quatro votaram contra
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10) a manutenção da prisão do deputado Chiquinho Brazão (Sem partido-RJ), acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL) em 2018. Para que o parlamentar continuasse preso, era preciso que 257 deputados votassem a favor. O placar final foi de 277 votos a favor contra 129 negativos, além de outras 28 abstenções. Na Bahia, 24 deputados votaram para a manutenção da prisão e quatro votaram contra. Houve ainda quatro abstenções. Confira como votaram os deputados baianos - Votaram sim: Alice Portugal; (PcdoB); Antonio Brito (PSD); Bacelar (PV); Charles Fernandes (PSD); Claudio Cajado (PP); Daniel Almeida (PcdoB); Diego Coronel (PSD); Félix Mendonça Jr (PDT); Gabriel Nunes (PSD); Ivoneide Caetano (PT); Jorge Solla (PT); Joseildo Ramos (PT); Josias Gomes (PT); Leo Prates (PDT); Lídice da Mata (PSB); Márcio Marinho (Republicanos); Mário Negromonte Jr. (PP); Otto Alencar Filho (PSD) Pastor Isidório (Avante); Raimundo Costa (Podemos); Ricardo Maia (MDB) Rogéria Santos (Republicanos); Valmir Assunção (PT); Zé Neto (PT). Votaram não - Capitão Alden (PL); Dal Barreto (União); Elmar Nascimento (União); Paulo Azi (União). Abstenções - Arthur O. Maia (União); João Leão (PP); Leur Lomanto Jr (União)Paulo Magalhães (PSD). Não estiveram presentes - Adolfo Viana (PSDB); Alex Santana (Republicanos); João Carlos Bacelar (PL); Neto Carletto (PP); Roberta Roma (PL); Waldenor Pereira (PT).
Ronnie Lessa delata Domingos Brazão como um dos mandantes da morte de Marielle Franco
A principal versão é de que Brazão ordenou o atentado como uma vingança contra Marcelo Freixo
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- O ex-policial militar Ronnie Lessa, acusado de assassinar a vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes em 2018, apontou Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, como um dos mandantes do atentado. A informação foi divulgada pelo Intercept Brasil, que ouviu fontes ligadas à investigação. Preso desde março de 2019, Lessa tem um acordo de delação com a Polícia Federal, que ainda precisa ser homologado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Isso porque Brazão, enquanto conselheiro do TCR, tem foro privilegiado.Em 2019, ele chegou a ser acusado formalmente pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de obstruir as investigações. Segundo o Intercept, a principal versão é de que Brazão ordenou o atentado como uma vingança contra Marcelo Freixo, ex-deputado estadual do Rio de Janeiro e atual presidente da Embratur. Marielle trabalhou 10 anos com Freixo, que chegou a citar Brazão no relatório final da CPI das milícias, em 2008. Ao Intercept, a defesa de Domingos Brazão afirmou que não ficou sabendo dessa informação e que tudo que sabe sobre o caso é o que vem sendo veiculado na imprensa, já que teve o pedido de acesso aos autos negado. Em entrevistas anteriores, Brazão sempre negou envolvimento com o caso.























