STJ revoga prisão da desembargadora Lígia Ramos, alvo da Operação Faroeste
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | JurisBahia
- O ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu, nesta terça-feira (22), revogar a prisão da desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Lígia Maria Ramos Cunha Lima, alvo da Operação Faroeste. A investigação apura um esquema de vendas de sentenças. Como alternativa, o ministro determinou que Lívia seja afastada do cargo e proibiu que ela compareça ao TJ-Ba e tenha contato com os demais alvos da operação. Por outro lado, os advogados da desembargadora poderão acessar o seu gabinete no tribunal para conseguir documentos que possam ser utilizados em sua defesa. A informação foi confirmada nesta terça (22) por João Daniel Jacobina, advogado da acusada, que informou que ela já saiu do presídio que se encontrava, em Brasília. Segundo ele, a decisão do STJ confirma a prisão como uma medida “gravíssima, sem nenhum sentido”.
Ligia Ramos, desembargadora investigada pela Operação Faroeste, que cumpria prisão domiciliar, vai voltar para o presídio
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- Após decisão judicial que determinava que a prisão preventiva de Ligia Ramos Cunha, desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), investigada em esquema de venda de sentença, pela Operação Faroeste, que teve sua prisão preventiva convertida, pela Justiça, em prisão domiciliar, terá que voltar para o presídio. A nova decisão saiu na manhã deste domingo (20). Não foi informado qual será a unidade prisional. A desembargadora ganhou notoriedade por ostentar uma vida de luxo que não condizia com o salário do cargo que exerce no TJ-BA. Ligia tem uma mansão em arquitetura palaciana avaliada em R$ 3 milhões, em um bairro nobre de Salvador, além de barco e iate.























