TSE manda Janja e Lula retirar vídeos sobre programas sociais e Flávio Bolsonaro
TSE manda Janja e Lula retirar vídeos sobre programas sociais e Flávio Bolsonaro
Nunes Marques e André Mendonça entenderam que afirmações sobre cortes em programas específicos não tinham respaldo suficiente.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Ministros do Tribunal Superior Eleitoral, Nunes Marques e André Mendonça, determinaram a retirada de vídeos publicados na internet que associam a possível vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL) à redução de programas sociais. O primeiro fixou prazo de 24 horas para remover um vídeo que vincula Flávio à ampliação da jornada de trabalho e ao fim de iniciativas como o Farmácia Popular; o segundo exigiu, em até três horas, a retirada de propaganda da campanha de reeleição de Lula que alerta “Se o Flávio vence, você perde”.
- Os ministros reconheceram a importância da liberdade de expressão e da crítica política, mas concluíram que as alegações sobre cortes em programas como Pé‑de‑Meia, Farmácia Popular, Minha Casa Minha Vida e merenda escolar não têm respaldo nas propostas do candidato. Mendonça destacou que o plano de governo de Flávio prevê a manutenção desses benefícios. As decisões foram tomadas individualmente e ainda aguardam análise do plenário do TSE.
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Os ministros Nunes Marques e André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinaram a retirada de vídeos publicados na internet que associam uma possível vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL) à redução de programas sociais. As decisões atingem conteúdos divulgados em perfis da primeira-dama Janja Lula da Silva e da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Nunes Marques estabeleceu prazo de 24 horas para a remoção de um vídeo que atribui a Flávio a intenção de ampliar a jornada de trabalho para sete dias por semana e acabar com programas como o Farmácia Popular. Já André Mendonça determinou a retirada, em até três horas, de uma propaganda da campanha de Lula com a mensagem “Se o Flávio vence, você perde”. O vídeo relaciona possíveis cortes de R$ 200 bilhões no orçamento, mencionados pelo senador, a reduções de recursos para iniciativas como Pé-de-Meia, Farmácia Popular, Minha Casa, Minha Vida e merenda escolar. Os ministros reconheceram a proteção à liberdade de expressão e à crítica política, mas avaliaram que as afirmações sobre cortes em programas específicos não tinham respaldo suficiente nas propostas e declarações disponíveis. Mendonça também destacou que o plano de governo de Flávio prevê a manutenção de programas sociais. As decisões foram tomadas individualmente e ainda deverão ser analisadas pelo plenário do TSE.
Polícia Civil investiga vídeo de Rodrigo Constantino contra baianos: "câncer do Brasil"
PCBA informou que investigação tramita sob sigilo para preservar as diligências
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia (PCBA) abriu um procedimento investigativo para apurar as declarações do economista e comentarista político Rodrigo Constantino, que classificou o estado como “câncer do Brasil” e fez críticas depreciativas contra a população baiana, gerando grande repercussão nas redes sociais.
- A PCBA confirmou a investigação, destacando que o caso tramita em acesso restrito para preservar o sigilo e a eficácia das diligências, e que será conduzido de forma técnica, imparcial e conforme a legislação, sem ainda informar quais medidas serão adotadas ou se Constantino será convocado a prestar esclarecimentos.
Foto: Reprodução
A Polícia Civil da Bahia (PCBA) instaurou um procedimento investigativo para apurar as declarações feitas pelo economista, escritor e comentarista político Rodrigo Constantino em um vídeo publicado nas redes sociais, com críticas e ataques direcionados à Bahia e à população baiana. O conteúdo ganhou repercussão após Constantino classificar o estado como o “câncer do Brasil” e fazer outras declarações de teor depreciativo contra os baianos. Constantino é economista, escritor e comentarista político brasileiro, conhecido por sua atuação em veículos de comunicação e por manifestações sobre temas políticos e econômicos nas redes sociais. A investigação foi confirmada pela Polícia Civil por meio de nota oficial. Segundo a corporação, as diligências têm como objetivo apurar eventuais responsabilidades relacionadas à divulgação do conteúdo. O procedimento tramita sob acesso restrito, medida adotada, segundo a PCBA, para preservar o sigilo e a eficácia das investigações. Em nota, a instituição afirmou que mantém atuação permanente no enfrentamento a qualquer forma de discriminação e que o caso será conduzido de maneira técnica, imparcial e de acordo com a legislação vigente. A Polícia Civil não informou, até o momento, quais medidas serão adotadas ou se Constantino já foi chamado a prestar esclarecimentos. O caso permanece sob investigação.
Fux suspende decisão de Dino e retoma retirada de post sobre Nossa Senhora
Fux suspende decisão de Dino e retoma retirada de post sobre Nossa Senhora
Ministro atendeu a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro e suspendeu decisão de Flávio Dino que havia permitido a publicação do conteúdo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, reverteu nesta segunda‑feira (28) a decisão do ministro Flávio Dino que havia mantido nas redes sociais a publicação do humorista Antonio Tabet sobre Nossa Senhora Aparecida. A medida restabelece a ordem anterior do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral, que exigia a retirada do conteúdo por considerar que a postagem poderia interferir na formação da vontade do eleitor ao fazer referência a uma suposta relação entre Flávio Bolsonaro e críticas à santa.
- A decisão de Fux tem caráter provisório e será analisada pelo plenário do STF na quarta‑feira (30), preservando a competência da Corte para resolver o conflito entre liberdade de expressão e proteção da imagem da figura religiosa em período eleitoral. O caso segue como ponto de tensão entre o Poder Judiciário e a campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que contestou a suspensão anterior.
Foto: Reprodução | TV Justiça
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta segunda-feira (28) a decisão de Flávio Dino que havia autorizado a permanência nas redes sociais de uma publicação do humorista Antonio Tabet sobre Nossa Senhora Aparecida. Com a decisão, volta a valer a determinação do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para a retirada do conteúdo. Fux tomou a decisão após pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que contestou a decisão de Dino. A determinação tem caráter provisório e o caso deverá ser analisado pelo plenário do STF nesta quarta-feira (30). A publicação de Tabet fazia referência a uma suposta relação entre Flávio Bolsonaro e críticas a Nossa Senhora Aparecida. Mendonça havia determinado a retirada do conteúdo por considerar que a postagem apresentava expressões de caráter depreciativo e poderia interferir na formação da vontade do eleitor. Dino havia suspendido a ordem do TSE no domingo (27), ao analisar recurso apresentado pela defesa de Tabet. Na decisão, Dino afirmou que a publicação não citava nominalmente Flávio Bolsonaro e que, naquele momento, não havia elementos suficientes para justificar a restrição ao conteúdo. Ao suspender a decisão de Dino, Fux afirmou que não estava julgando definitivamente a legalidade da publicação nem a correção da decisão do TSE, mas preservando a competência do plenário do Supremo para analisar o conflito. O caso agora será submetido aos demais ministros do STF.
Flávio Bolsonaro ergue imagem de Nossa Senhora em ato em SP
Flávio Bolsonaro ergue imagem de Nossa Senhora em ato em SP
Candidato havia acusado pessoas ligadas à entidade de ajudar na disseminação do boato; CNBB negou participação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) agradeceu à CNBB após a entidade negar a divulgação de informações falsas sobre a suposta retirada do título de Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil. Em campanha no Mercado Municipal de São Paulo, ele afirmou que o boato foi disseminado pelo PT, mas a CNBB contestou, reforçando que “a mentira não se combate com outra mentira”. A polêmica se estendeu ao Judiciário, onde a decisão de retirar uma publicação sobre o caso foi revertida por Flávio Dino, que citou liberdade de expressão.
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) agradeceu à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) nesta segunda-feira (28), após a entidade negar participação na divulgação de informações falsas envolvendo Nossa Senhora Aparecida. Durante ato de campanha no Mercado Municipal de São Paulo, Flávio afirmou que a nota da CNBB confirmou que era falsa a informação de que ele pretendia retirar da santa o título de Padroeira do Brasil. No domingo (27), porém, o candidato havia dito que o PT teria conseguido disseminar o boato com ajuda de “gente de dentro” da entidade. A CNBB negou a acusação e afirmou que não produziu, autorizou ou participou da elaboração ou divulgação de informações falsas relacionadas às eleições, acrescentando que “a mentira não se combate com outra mentira”. Na manhã desta segunda, durante uma caminhada pelo bairro do Brás, Flávio recebeu e ergueu uma imagem de Nossa Senhora. O candidato estava acompanhado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB). A polêmica também chegou ao Judiciário: na sexta-feira (25), André Mendonça havia determinado a retirada de uma publicação sobre o caso, mas, no domingo, Flávio Dino derrubou a decisão e autorizou a restauração do conteúdo, citando a liberdade de expressão e o fato de a postagem não mencionar nominalmente Flávio Bolsonaro.
Flávio Dino derruba decisão de Mendonça e libera posts sobre Nossa Senhora
Flávio Dino derruba decisão de Mendonça e libera posts sobre Nossa Senhora
Decisão determina o restabelecimento de publicações removidas sob o mesmo fundamento em meio à campanha eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Ministro Flávio Dino, do STF, anulou nesta domingo (27) a decisão do ministro André Mendonça, do TSE, que havia ordenado a retirada de publicações sobre Nossa Senhora Aparecida nas redes sociais durante a campanha eleitoral de 2026. A medida foi revertida após pedido do humorista Antonio Tabet, que alegou violação da liberdade de expressão e religiosa, e o STF entendeu que não havia provas suficientes de que o conteúdo referia‑se diretamente ao candidato Flávio Bolsonaro.
- A decisão também determina o restabelecimento de outras postagens removidas pelo mesmo fundamento, gerando debate sobre os limites da censura nas plataformas digitais e o papel das instituições judiciais na disputa eleitoral. O caso destaca a tensão entre a proteção da imagem de candidatos e o direito ao debate político e religioso nas redes sociais.
Foto: Gustavo Moreno | STF
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou neste domingo (27) uma decisão do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que havia determinado a remoção de publicações sobre Nossa Senhora Aparecida durante a campanha eleitoral. A decisão foi tomada após pedido do humorista Antonio Tabet, que teve uma postagem retirada da plataforma X. No conteúdo, Tabet escreveu que a “família miliciana” estaria atacando Nossa Senhora Aparecida, sem citar nominalmente o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). Segundo a Agência Brasil, Dino considerou que a retirada dependeria de presumir que a expressão usada pelo humorista se referia diretamente ao candidato. Para o ministro, não havia grau suficiente de certeza sobre eventual ilicitude que justificasse a remoção e restrições à liberdade de expressão e religiosa. A decisão de Dino também determina o restabelecimento de outras publicações que tenham sido removidas pelo mesmo fundamento. Mendonça havia determinado a retirada dos conteúdos após pedido da campanha de Flávio Bolsonaro, que alegou que as publicações associavam falsamente o candidato à possibilidade de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. Flávio nega ter essa intenção. Não há, segundo a apuração publicada pela Folha, declaração conhecida do candidato defendendo a retirada do título. A decisão ocorre em meio à disputa eleitoral de 2026 e ao debate sobre os limites da liberdade de expressão nas redes sociais. Dino afirmou que posições políticas e religiosas podem ser livremente debatidas, enquanto Mendonça havia considerado a remoção necessária diante da proximidade da eleição e do potencial de disseminação do conteúdo.
Justiça condena Gustavo Gayer a pagar R$ 20 mil por postagem sobre facada em Bolsonaro
Deputado terá de pagar R$ 20 mil em indenização ao PT.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) foi condenado a pagar R$ 20 mil por danos morais após uma publicação em redes sociais que atribuía ao PT a responsabilidade pelo atentado a faca contra Jair Bolsonaro em 2018.
- A decisão, de primeira instância, foi assinada pelo juiz Wagner Pessoa Vieira, que entendeu que a publicação não tinha relação com o exercício do mandato e que a imunidade parlamentar não pode ser usada para proteger a divulgação de informações falsas.
Foto: Reprodução
A Justiça do Distrito Federal condenou o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, após uma publicação em redes sociais que atribuía ao Partido dos Trabalhadores (PT) a responsabilidade pelo atentado a faca contra o então candidato à Presidência Jair Bolsonaro, em 2018. A decisão é de primeira instância e foi assinada pelo juiz Wagner Pessoa Vieira. Cabe recurso. Na publicação, o parlamentar divulgou um vídeo afirmando que “o PT mandou Adélio Bispo matar o até então candidato à Presidência Bolsonaro”. Ele também pediu que o conteúdo fosse compartilhado, alegando que a imprensa tentaria “abafar” a informação. O PT acionou a Justiça alegando que a declaração era falsa e que as investigações oficiais já haviam descartado qualquer envolvimento do partido no ataque. Em 2024, a Polícia Federal concluiu o inquérito e reafirmou que Adélio Bispo agiu sozinho no atentado ocorrido em Juiz de Fora (MG), durante a campanha eleitoral de 2018. Na defesa apresentada no processo, Gayer afirmou que sua publicação estava protegida pela liberdade de expressão e pela imunidade parlamentar. No entanto, o juiz entendeu que a postagem não tinha relação com o exercício do mandato e que a imunidade não pode ser usada para proteger a divulgação de informações falsas. Na decisão, o magistrado destacou que a publicação não teve caráter informativo ou de crítica política, mas sim de difusão de fato desconectado da realidade. Ele também afirmou que o conteúdo teve grande alcance nas redes sociais e contribuiu para a disseminação da informação. O juiz acrescentou ainda que agentes públicos devem ter responsabilidade ao se manifestar em redes sociais, especialmente quando suas publicações podem alcançar milhões de pessoas, reforçando que a liberdade de expressão não permite abuso nem divulgação de fake news.
Homem com camisa contra Lula chama atenção em Riacho de Santana
Homem com camisa contra Lula chama atenção em Riacho de Santana
Imagens foram gravadas na Praça da Paquera e mostram reações de moradores à mensagem estampada na camisa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um vídeo viraliza nas redes sociais, mostrando um homem circulando pela Praça da Paquera, em Riacho de Santana, Bahia, vestindo uma camisa da Seleção Brasileira com a frase 'Lula ladrão'. O episódio chama a atenção por ocorrer em um município onde Lula obteve ampla votação nas últimas eleições presidenciais. O vídeo gerou reações de apoio e críticas entre internautas, reacendendo debates sobre liberdade de expressão e manifestações políticas em espaços públicos.
- A gravação foi compartilhada por moradores da cidade e rapidamente se espalhou pelas redes sociais, com comentários de apoio e críticas à mensagem exibida na camisa. Até o momento, o homem não se pronunciou sobre a repercussão do caso, que continua a gerar discussão em torno da polarização do cenário político brasileiro.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
Um vídeo gravado na Praça da Paquera, em Riacho de Santana, no sudoeste da Bahia, ganhou repercussão nas redes sociais nesta segunda-feira (22). As imagens mostram um homem caminhando pelo local usando uma camisa da Seleção Brasileira com a frase “Lula ladrão” estampada nas costas. O registro foi divulgado inicialmente por um blog local e posteriormente compartilhado por moradores da cidade. O episódio chamou a atenção por ocorrer em um município onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obteve ampla votação nas últimas eleições presidenciais. Nas imagens, o homem circula tranquilamente pela praça enquanto desperta a curiosidade de moradores e frequentadores do espaço. O vídeo também registra comentários de pessoas que acompanhavam a cena. “Como é que um cara desse tem coragem de vestir uma desgraça dessa e vir para a praça, rapaz?”, diz o autor da gravação. Logo em seguida, outras pessoas manifestam opinião favorável à mensagem exibida na camisa. “Gostei da camisa dele”, comenta um homem. “Eu também gostei”, responde uma mulher. Outro morador acrescenta: “Eu quero vinte dessas”. O vídeo rapidamente se espalhou pelas redes sociais, gerando reações de apoio e críticas entre internautas. Até o momento, o homem que aparece nas imagens não se pronunciou sobre a repercussão do caso. A gravação reacendeu debates sobre liberdade de expressão, manifestações políticas em espaços públicos e a polarização do cenário político brasileiro.
Diocese de Caetité repudia ataques contra paróquia em Guanambi
Diocese de Caetité repudia ataques contra paróquia em Guanambi
Publicações nas redes sociais citaram padre e símbolos religiosos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Diocese de Caetité divulgou neste sábado (16) uma nota de repúdio contra ataques virtuais direcionados à Paróquia Santa Rita de Cássia, em Guanambi, e ao pároco Edson Rocha Passos. As mensagens, que surgiram no início do novenário da padroeira, incluíram ofensas à imagem de Santa Rita de Cássia e acusações ao sacerdote, configurando um episódio de desrespeito religioso.
- A instituição afirmou que as publicações ultrapassam a liberdade de expressão, caracterizando possível intolerância religiosa. Diante da situação, a Diocese informou que está adotando medidas jurídicas para identificar e responsabilizar os autores das postagens, e o caso já está sob investigação da Polícia Civil.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
A Diocese de Caetité divulgou uma nota neste sábado (16) repudiando ataques feitos nas redes sociais contra a Paróquia Santa Rita de Cássia, em Guanambi, e contra o pároco da comunidade, padre Edson Rocha Passos. Segundo a Diocese, as mensagens começaram a circular no início do novenário dedicado à padroeira e incluíam ofensas à imagem de Santa Rita de Cássia, além de acusações direcionadas ao sacerdote. A instituição afirmou que as publicações ultrapassam os limites da liberdade de expressão e podem caracterizar intolerância religiosa por atingirem símbolos e práticas da Igreja. A Diocese informou ainda que está adotando medidas jurídicas para identificar os autores das postagens e responsabilizá‑los. O caso será investigado pela Polícia Civil.
























