Justiça condena Gustavo Gayer a pagar R$ 20 mil por postagem sobre facada em Bolsonaro
Deputado terá de pagar R$ 20 mil em indenização ao PT.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) foi condenado a pagar R$ 20 mil por danos morais após uma publicação em redes sociais que atribuía ao PT a responsabilidade pelo atentado a faca contra Jair Bolsonaro em 2018.
- A decisão, de primeira instância, foi assinada pelo juiz Wagner Pessoa Vieira, que entendeu que a publicação não tinha relação com o exercício do mandato e que a imunidade parlamentar não pode ser usada para proteger a divulgação de informações falsas.
Foto: Reprodução
A Justiça do Distrito Federal condenou o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, após uma publicação em redes sociais que atribuía ao Partido dos Trabalhadores (PT) a responsabilidade pelo atentado a faca contra o então candidato à Presidência Jair Bolsonaro, em 2018. A decisão é de primeira instância e foi assinada pelo juiz Wagner Pessoa Vieira. Cabe recurso. Na publicação, o parlamentar divulgou um vídeo afirmando que “o PT mandou Adélio Bispo matar o até então candidato à Presidência Bolsonaro”. Ele também pediu que o conteúdo fosse compartilhado, alegando que a imprensa tentaria “abafar” a informação. O PT acionou a Justiça alegando que a declaração era falsa e que as investigações oficiais já haviam descartado qualquer envolvimento do partido no ataque. Em 2024, a Polícia Federal concluiu o inquérito e reafirmou que Adélio Bispo agiu sozinho no atentado ocorrido em Juiz de Fora (MG), durante a campanha eleitoral de 2018. Na defesa apresentada no processo, Gayer afirmou que sua publicação estava protegida pela liberdade de expressão e pela imunidade parlamentar. No entanto, o juiz entendeu que a postagem não tinha relação com o exercício do mandato e que a imunidade não pode ser usada para proteger a divulgação de informações falsas. Na decisão, o magistrado destacou que a publicação não teve caráter informativo ou de crítica política, mas sim de difusão de fato desconectado da realidade. Ele também afirmou que o conteúdo teve grande alcance nas redes sociais e contribuiu para a disseminação da informação. O juiz acrescentou ainda que agentes públicos devem ter responsabilidade ao se manifestar em redes sociais, especialmente quando suas publicações podem alcançar milhões de pessoas, reforçando que a liberdade de expressão não permite abuso nem divulgação de fake news.
Homem com camisa contra Lula chama atenção em Riacho de Santana
Homem com camisa contra Lula chama atenção em Riacho de Santana
Imagens foram gravadas na Praça da Paquera e mostram reações de moradores à mensagem estampada na camisa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um vídeo viraliza nas redes sociais, mostrando um homem circulando pela Praça da Paquera, em Riacho de Santana, Bahia, vestindo uma camisa da Seleção Brasileira com a frase 'Lula ladrão'. O episódio chama a atenção por ocorrer em um município onde Lula obteve ampla votação nas últimas eleições presidenciais. O vídeo gerou reações de apoio e críticas entre internautas, reacendendo debates sobre liberdade de expressão e manifestações políticas em espaços públicos.
- A gravação foi compartilhada por moradores da cidade e rapidamente se espalhou pelas redes sociais, com comentários de apoio e críticas à mensagem exibida na camisa. Até o momento, o homem não se pronunciou sobre a repercussão do caso, que continua a gerar discussão em torno da polarização do cenário político brasileiro.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
Um vídeo gravado na Praça da Paquera, em Riacho de Santana, no sudoeste da Bahia, ganhou repercussão nas redes sociais nesta segunda-feira (22). As imagens mostram um homem caminhando pelo local usando uma camisa da Seleção Brasileira com a frase “Lula ladrão” estampada nas costas. O registro foi divulgado inicialmente por um blog local e posteriormente compartilhado por moradores da cidade. O episódio chamou a atenção por ocorrer em um município onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obteve ampla votação nas últimas eleições presidenciais. Nas imagens, o homem circula tranquilamente pela praça enquanto desperta a curiosidade de moradores e frequentadores do espaço. O vídeo também registra comentários de pessoas que acompanhavam a cena. “Como é que um cara desse tem coragem de vestir uma desgraça dessa e vir para a praça, rapaz?”, diz o autor da gravação. Logo em seguida, outras pessoas manifestam opinião favorável à mensagem exibida na camisa. “Gostei da camisa dele”, comenta um homem. “Eu também gostei”, responde uma mulher. Outro morador acrescenta: “Eu quero vinte dessas”. O vídeo rapidamente se espalhou pelas redes sociais, gerando reações de apoio e críticas entre internautas. Até o momento, o homem que aparece nas imagens não se pronunciou sobre a repercussão do caso. A gravação reacendeu debates sobre liberdade de expressão, manifestações políticas em espaços públicos e a polarização do cenário político brasileiro.
Diocese de Caetité repudia ataques contra paróquia em Guanambi
Diocese de Caetité repudia ataques contra paróquia em Guanambi
Publicações nas redes sociais citaram padre e símbolos religiosos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Diocese de Caetité divulgou neste sábado (16) uma nota de repúdio contra ataques virtuais direcionados à Paróquia Santa Rita de Cássia, em Guanambi, e ao pároco Edson Rocha Passos. As mensagens, que surgiram no início do novenário da padroeira, incluíram ofensas à imagem de Santa Rita de Cássia e acusações ao sacerdote, configurando um episódio de desrespeito religioso.
- A instituição afirmou que as publicações ultrapassam a liberdade de expressão, caracterizando possível intolerância religiosa. Diante da situação, a Diocese informou que está adotando medidas jurídicas para identificar e responsabilizar os autores das postagens, e o caso já está sob investigação da Polícia Civil.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
A Diocese de Caetité divulgou uma nota neste sábado (16) repudiando ataques feitos nas redes sociais contra a Paróquia Santa Rita de Cássia, em Guanambi, e contra o pároco da comunidade, padre Edson Rocha Passos. Segundo a Diocese, as mensagens começaram a circular no início do novenário dedicado à padroeira e incluíam ofensas à imagem de Santa Rita de Cássia, além de acusações direcionadas ao sacerdote. A instituição afirmou que as publicações ultrapassam os limites da liberdade de expressão e podem caracterizar intolerância religiosa por atingirem símbolos e práticas da Igreja. A Diocese informou ainda que está adotando medidas jurídicas para identificar os autores das postagens e responsabilizá‑los. O caso será investigado pela Polícia Civil.
























