Defesa de Bolsonaro solicita prorrogação de prisão domiciliar
Defesa de Bolsonaro solicita prorrogação de prisão domiciliar
O pedido foi feito ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou um pedido para prorrogar a prisão domiciliar, apoiado por um laudo médico que demonstre a necessidade de cuidados contínuos e especiais devido às múltiplas comorbidades apresentadas. Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão e está cumprindo pena em sua residência.
- O laudo médico atualizado aponta que o quadro clínico de Bolsonaro exige atenção contínua, apesar de permanecer estável, e não representa resolução das enfermidades de base. Isso significa que os cuidados especiais e o monitoramento contínuo são necessários.
Foto: Ton Molina | STF
Com relatório médico atualizado na segunda-feira (22), a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou um pedido, na noite de terça-feira (23), para o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, para que a prisão domiciliar seja prorrogada. De acordo com o advogado Paulo Cunha Bueno, o laudo demonstra que o quadro clínico de Bolsonaro exige atenção contínua e cuidados especiais, apesar de permanecer estável. "Tal estabilidade não representa resolução das enfermidades de base, mas resultado do controle clínico obtido mediante observância rigorosa das medidas terapêuticas instituídas, acompanhamento multidisciplinar regular e monitorização contínua das múltiplas comorbidades apresentadas", disse. Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo da trama golpista, e está cumprindo pena em sua residência, no condomínio Solar de Brasília, desde março deste ano.
Câmara de Guanambi aprova projeto para uso do Mounjaro pelo SUS
Câmara de Guanambi aprova projeto para uso do Mounjaro pelo SUS
Proposta aprovada pelos vereadores estabelece critérios para acesso ao medicamento e segue agora para sanção do prefeito Nal Azevedo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Câmara Municipal de Guanambi aprovou o Projeto de Lei que cria o Programa Municipal de Assistência Farmacêutica Especial. O programa disponibilizará o medicamento Mounjaro para pacientes com Diabetes Mellitus Tipo 2 e obesidade grau III, atendidos pelo SUS. O acesso ao tratamento dependerá de critérios específicos, incluindo apresentação de laudo médico e comprovação de falha em outros tratamentos.
- O projeto também estabelece limite de renda familiar de até dois salários mínimos e é uma iniciativa do vereador André Moitinho, que busca melhorar a qualidade de vida de pacientes em situação de vulnerabilidade.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Câmara Municipal de Guanambi, no Sudoeste da Bahia, aprovou, na manhã desta terça-feira (26), o Projeto de Lei nº 034/2026, que cria o Programa Municipal de Assistência Farmacêutica Especial. A proposta prevê a disponibilização da Tirzepatida, medicamento conhecido comercialmente como Mounjaro, para pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O projeto é de autoria do vereador André Moitinho e tem como foco o tratamento de pessoas diagnosticadas com Diabetes Mellitus Tipo 2 e obesidade grau III. Segundo o parlamentar, a iniciativa não possui finalidade estética, mas busca reduzir complicações graves e a mortalidade associada às doenças. Pela proposta, a Prefeitura deverá regulamentar o fornecimento e a aplicação do medicamento nas Unidades de Saúde da Família (USFs). O acesso ao tratamento dependerá do cumprimento de critérios específicos definidos no texto aprovado. Entre as exigências estão a apresentação de laudo médico emitido por especialista da rede pública, diagnóstico comprovado de obesidade grau III, comprovação de falha em outros tratamentos e existência de comorbidade grave. O projeto também estabelece limite de renda familiar de até dois salários mínimos para inclusão no programa. Durante a sessão, André Moitinho defendeu que o acesso ao medicamento pode melhorar a qualidade de vida de pacientes em situação de vulnerabilidade e diminuir complicações decorrentes do diabetes e da obesidade severa. Após aprovação pelos vereadores, o projeto segue agora para análise e sanção do prefeito Nal Azevedo.
Fiel morre após engasgar com chiclete durante culto religioso
Fiel morre após engasgar com chiclete durante culto religioso
Mulher de 40 anos sofreu asfixia e não resistiu após parada cardiorrespiratória
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma mulher de 40 anos, Danielle Santos Rissi de Oliveira, morreu após engasgar com um chiclete durante um culto religioso na Assembleia de Deus Nova Aliança, em Cuiabá. Ela participava do culto e sofreu um quadro de asfixia por inalação de alimento, o que impossibilitou sua respiração. Fiéis acionaram o Samu, mas Danielle teve uma parada cardiorrespiratória e não respondeu aos procedimentos de reanimação.
- A causa da morte foi registrada como asfixia por inalação de alimento, resultando em insuficiência respiratória aguda. A Assembleia de Deus Nova Aliança e a cooperativa Sicoob lamentaram a morte da fiel e destacaram a trajetória dela na igreja.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
Uma mulher de 40 anos morreu após engasgar com um chiclete durante um culto religioso na noite de sábado (2), em Cuiabá. A vítima foi identificada como Danielle Santos Rissi de Oliveira, coordenadora de Negócios do Sicoob. O caso aconteceu na igreja Assembleia de Deus Nova Aliança, no bairro Santa Cruz. De acordo com a Polícia Civil, Danielle participava do culto quando sofreu um quadro de asfixia por inalação de alimento. Fiéis que estavam no local perceberam que ela não conseguia respirar e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que fez os primeiros atendimentos ainda na igreja. Durante o trajeto até o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), a vítima teve uma parada cardiorrespiratória. Segundo o hospital, a equipe iniciou manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP) e Danielle foi encaminhada para a sala cirúrgica para monitoramento, mas não respondeu aos procedimentos. A morte foi confirmada às 18h55. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). Conforme laudo médico, a causa da morte foi registrada como asfixia por inalação de alimento, resultando em insuficiência respiratória aguda. Em nota, a Assembleia de Deus Nova Aliança lamentou a morte da fiel e destacou a trajetória dela na igreja. A cooperativa Sicoob também divulgou nota de pesar pela morte da colaboradora.
























