Jerônimo tem 53% de aprovação na Bahia, aponta pesquisa Real Time Big Data
Jerônimo tem 53% de aprovação na Bahia, aponta pesquisa Real Time Big Data
Levantamento ouviu 1.600 eleitores entre os dias 4 e 8 de setembro e aponta 45% de desaprovação ao governador.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), recebeu aprovação de 53% dos eleitores baianos, segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada em 9 de setembro de 2026; 45% desaprovam e 2% não responderam. A pesquisa, realizada entre 4 e 8 de setembro com 1.600 entrevistados, tem margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, estando registrada na Justiça Eleitoral sob o número BA‑01568/2026.
- Quanto à avaliação da administração, 30% dos participantes classificam o governo como ótimo ou bom, 41% consideram a gestão regular e 28% a avaliam como ruim ou péssima, com 1% sem resposta. Os dados refletem a percepção da população baiana sobre a gestão do governador em meio ao cenário político estadual.
Foto: Divulgação
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), é aprovado por 53% dos eleitores baianos, segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (9). Outros 45% desaprovam a atuação do petista, enquanto 2% não souberam ou preferiram não responder. O levantamento também mediu a avaliação da administração estadual. De acordo com os dados, 30% dos entrevistados classificam o governo como ótimo ou bom, 41% avaliam a gestão como regular e 28% consideram o trabalho ruim ou péssimo. Outros 1% não responderam. A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 8 de setembro de 2026, com 1.600 eleitores em diversas regiões da Bahia. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BA-01568/2026.
MST denuncia possível irregularidade eleitoral após distribuição de cestas básicas em Itaberaba
Denúncia cita nomes de Lula, Jerônimo Rodrigues e Valmir Assunção durante entrega de mantimentos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um vídeo que mostra a entrega de 500 cestas básicas em Itaberaba, no Piemonte do Paraguaçu, ganhou destaque nas redes sociais e pode ser alvo de apuração da Justiça Eleitoral. O material registra a presença de nomes como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governador Jerônimo Rodrigues e o deputado Valmir Assunção, todos do PT, e foi denunciado pelo líder do MST, Abraão Brito, que afirma que a gravação foi feita no sábado (5).
- Embora a simples distribuição de alimentos não configure crime eleitoral, a legislação prevê punição caso fique comprovado que a ação foi usada para influenciar o voto. A investigação buscará identificar quem organizou e financiou a entrega, se houve pedido de voto ou autorização de candidatos, podendo enquadrar o caso como captação ilícita de sufrágio, conforme o artigo 41‑A da Lei das Eleições. Até o momento, não há decisão da Justiça Eleitoral.
Foto: Reprodução
Um vídeo que mostra a distribuição de 500 cestas básicas em Itaberaba, no Piemonte do Paraguaçu, passou a repercutir nas redes sociais e poderá ser alvo de apuração da Justiça Eleitoral. As imagens, divulgadas no domingo (6), mostram a entrega dos alimentos acompanhada da citação aos nomes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do governador Jerônimo Rodrigues e do deputado federal Valmir Assunção, todos do PT. A denúncia foi feita pelo líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Abraão Brito. Segundo ele, o vídeo foi gravado no sábado (5). Durante a ação, uma liderança do movimento atribui a distribuição das cestas a políticas públicas e agradece nominalmente ao deputado Valmir Assunção. A distribuição de alimentos, por si só, não configura crime eleitoral. No entanto, a legislação prevê punição caso fique comprovado que a entrega foi utilizada para influenciar o voto do eleitor. A investigação deverá esclarecer quem organizou e financiou a ação, se houve participação ou autorização de candidatos, se ocorreu pedido de voto e qual foi a finalidade da distribuição. Se houver comprovação de que os alimentos foram entregues para obtenção de votos, o caso poderá ser enquadrado como captação ilícita de sufrágio, prevista no artigo 41-A da Lei das Eleições, além de outras normas do Código Eleitoral. Até o momento, não há decisão da Justiça Eleitoral sobre o episódio.
Justiça determina remoção de reportagem que cita Nikolas Ferreira e dono do Banco Master
Decisão atendeu pedido do deputado e também alcança publicações nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) determinou a retirada da reportagem do ICL Notícias que divulgava mensagens entre o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, por suposta alteração do conteúdo da conversa.
- O juiz Jair Francisco dos Santos destacou que o áudio original mostra que o deputado usou apenas o apelido “Dani”, não “lindão”, e concedeu medida cautelar que obriga ICL Notícias e Meta a removerem o material em 24 horas, enquanto o Ministério Público Eleitoral e o direito de resposta são analisados.
Foto: reprodução
O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) determinou a retirada do ar de uma reportagem publicada pelo portal ICL Notícias que abordava mensagens trocadas entre o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. A decisão também determina a remoção das publicações relacionadas ao conteúdo nas redes sociais. Segundo o juiz auxiliar Jair Francisco dos Santos, responsável pela decisão, a reportagem teria alterado o conteúdo da conversa ao afirmar que o parlamentar se despediu de Vorcaro utilizando o termo "lindão". De acordo com o magistrado, o áudio original mostra que Nikolas utilizou apenas o apelido "Dani", o que, na avaliação da Justiça, comprometeu a integridade da informação divulgada. A ação foi movida pelo deputado, que pediu a suspensão imediata da reportagem. Na decisão, o juiz afirmou haver indícios suficientes para conceder a medida e determinou que o ICL Notícias e a Meta removam o conteúdo. O portal terá prazo de 24 horas para apresentar defesa, assim como o Ministério Público Eleitoral. Além disso, a Justiça ainda irá analisar o pedido de direito de resposta apresentado por Nikolas Ferreira.
Kássio Nunes diz que TSE não escolhe vencedores nem favorece candidatos
Kássio Nunes diz que TSE não escolhe vencedores nem favorece candidatos
Declaração foi feita durante cerimônia de lacração dos sistemas que serão usados nas eleições de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Em discurso na cerimônia de lacração dos sistemas eleitorais de 2026, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kássio Nunes Marques, reforçou que a Justiça Eleitoral atua com total imparcialidade, não escolhe vencedores e garante eleições seguras por meio de múltiplas camadas de proteção, auditorias e fiscalização permanente.
- A declaração surge em meio à crise no Supremo Tribunal Federal, onde os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes estão envolvidos em investigação após relatório da Polícia Federal sobre o caso Banco Master. O presidente do STF, Edson Fachin, determinou prazo de cinco dias para manifestações e encaminhou o caso a procedimento próprio, separado da apuração das fake news.
Foto: Reprodução
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques, afirmou nesta sexta-feira (4) que a Justiça Eleitoral atua com imparcialidade e não interfere na escolha dos eleitores. A declaração foi feita durante a cerimônia de lacração dos sistemas que serão utilizados nas eleições de 2026. Em seu discurso, o ministro ressaltou que o papel do TSE é garantir o cumprimento da Constituição e a realização de eleições seguras. "A Justiça não escolhe vencedores, não interfere na escolha popular e não possui preferência por candidaturas. Nossa paixão é a democracia. Nossa missão é cumprir a Constituição", afirmou. Nunes Marques também destacou que a segurança do processo eleitoral é resultado de diversas camadas de proteção, auditorias e fiscalização permanente, reforçando que os sistemas permanecem transparentes e passíveis de verificação pelas entidades responsáveis. A manifestação ocorre em meio à crise no Supremo Tribunal Federal (STF), envolvendo os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes. Após a divulgação de um relatório da Polícia Federal relacionado ao caso Banco Master, Moraes pediu a abertura de investigação contra Mendonça. O presidente do STF, Edson Fachin, concedeu prazo de cinco dias para manifestações dos envolvidos e determinou que a apuração tramite em procedimento próprio, separado do inquérito das fake news.
TRE-BA nega liminar contra prefeita de Vitória da Conquista e marido por suposto abuso de poder
Relator afirmou que acusações ainda não apresentam provas concretas de desvio de finalidade ou uso da máquina pública.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) negou a liminar apresentada pelo deputado Dr. Marcos Adriano (PDT) contra a prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União), e seu marido, Wagner Alves (União), candidato a deputado estadual. A denúncia acusava a gestão municipal de abuso de poder político e econômico por meio da criação de cargos comissionados para aliados e uso de eventos oficiais, como o Arraiá da Conquista, para autopromoção eleitoral.
- Ao rejeitar o pedido, o relator, desembargador Abelardo Paulo da Matta Neto, destacou a ausência de provas concretas preliminares de finalidade eleitoral nas nomeações, justificou a presença de Wagner em eventos públicos por ser cônjuge da prefeita e pontuou que manifestações de servidores em redes pessoais estão resguardadas pela liberdade de expressão. A ação continuará em tramitação para análise de mérito.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) negou a liminar que pedia medidas contra a prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União), e o marido dela, Wagner Alves (União), candidato a deputado estadual, por suspeita de abuso de poder político e econômico. A ação foi apresentada pelo deputado Dr. Marcos Adriano (PDT), que acusa a Prefeitura de usar a estrutura pública para favorecer a candidatura de Wagner. Entre as alegações estão a criação, desde 2025, de cerca de 140 cargos comissionados que teriam sido destinados a aliados políticos, ex-candidatos e parentes de vereadores da base em troca de apoio eleitoral, além do suposto uso de redes sociais de servidores para promoção política. A denúncia também cita a participação de Wagner no Arraiá da Conquista 2026, evento promovido pela prefeitura, onde ele concedeu entrevistas e teve destaque. O autor da ação pediu que a Justiça Eleitoral proibisse a Prefeitura de dar tratamento privilegiado ao candidato em eventos oficiais e de realizar novas nomeações que pudessem beneficiar apoiadores ou parentes de aliados. O desembargador Abelardo Paulo da Matta Neto, relator do processo, rejeitou os pedidos. Segundo o magistrado, nesta fase não há provas concretas de que a criação dos cargos tenha ocorrido com finalidade eleitoral, e uma intervenção na administração municipal seria inadequada com base apenas em reportagens e presunções. Sobre a participação de Wagner na festa, o relator afirmou que sua presença não poderia ser restringida e que, por ser marido da prefeita, havia justificativa para sua presença no evento, sem evidências iniciais de pedido de votos ou desvirtuamento da programação. O desembargador também considerou que publicações feitas por servidores e secretários em perfis pessoais estão protegidas pela liberdade de expressão, na ausência de indícios de uso de recursos públicos ou coação. O processo continuará em tramitação no TRE-BA, com produção de provas e posterior julgamento do mérito, quando será analisada a existência ou não de abuso de poder e eventual aplicação das sanções previstas na legislação eleitoral, incluindo cassação e inelegibilidade.
TSE suspende candidatura de Renan Santos, do Missão, nas eleições 2026
TSE suspende candidatura de Renan Santos, do Missão, nas eleições 2026
Decisão do ministro Dias Toffoli impede atos de campanha na internet, repasses do fundo eleitoral e participação do candidato em debates.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu a candidatura de Renan Santos (Missão) à Presidência da República, impedindo a campanha na internet, o recebimento de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e a participação do candidato em debates.
- A decisão, confirmada pelo porta-voz do Movimento Brasil Livre, foi motivada pela falta de informação dos endereços de sites, blogs, redes sociais e aplicativos de mensagens utilizados na divulgação da candidatura, violando a legislação eleitoral que exige a comunicação desses canais no registro ou em até 24 horas após sua criação.
Foto: Reprodução
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu, nesta segunda-feira (31), a candidatura de Renan Santos (Missão) à Presidência da República. A medida afeta atos de campanha na internet, o recebimento de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e a participação do candidato em debates. A decisão foi confirmada por Ricardo Almeida, porta-voz e coordenador nacional do Movimento Brasil Livre (MBL). Segundo ele, Renan Santos deve realizar uma coletiva de imprensa às 17h desta segunda para comentar a determinação. O processo é relatado pelo ministro Dias Toffoli. De acordo com a decisão, a candidatura foi suspensa porque a campanha não teria informado à Justiça Eleitoral os endereços de sites, blogs, redes sociais e aplicativos de mensagens utilizados na divulgação da candidatura. A legislação eleitoral determina que os canais digitais já existentes sejam informados no momento do registro da candidatura. No caso de novas contas, a comunicação à Justiça Eleitoral deve ser feita em até 24 horas após a criação. Com a decisão, a campanha de Renan Santos fica impedida de utilizar os canais digitais não regularizados, além de sofrer restrições relacionadas ao financiamento eleitoral e à participação do candidato em debates. O caso ainda poderá ter novos desdobramentos na Justiça Eleitoral.
TSE manda suspender propaganda de Lula com críticas a Flávio Bolsonaro
TSE manda suspender propaganda de Lula com críticas a Flávio Bolsonaro
Propaganda citava supostos episódios envolvendo o candidato do PL e foi suspensa até o julgamento do mérito do pedido de direito de resposta.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ministra do Tribunal Superior Eleitoral, Estela Aranha, concedeu liminar que suspende a inserção publicitária da campanha de Luiz Inácio Lula que acusava o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro de ser "funcionário fantasma", de envolvimento em lavagem de dinheiro, na chamada "rachadinha" e de ter homenageado líder de grupo de extermínio. A medida foi tomada após pedido de direito de resposta do senador e permanece até que o TSE analise o mérito, com a exigência de comunicar imediatamente as emissoras de TV para cessar a veiculação. A relatora considerou que a propaganda ultrapassou os limites da crítica política ao apresentar acusações descontextualizadas e sem respaldo suficiente, podendo induzir o eleitor a crer que Bolsonaro ainda responde juridicamente pelos fatos, embora a denúncia da "rachadinha" tenha sido arquivada.
Foto: Reprodução
A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a suspensão imediata de uma inserção da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que fazia acusações contra o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). A decisão é liminar e foi tomada após pedido de direito de resposta apresentado pelo senador. A suspensão vale até que o TSE analise o mérito da ação. Intitulada “Currículo de Flávio Bolsonaro”, a propaganda apresentava uma série de acusações contra o candidato. Entre elas, afirmava que ele teria sido “funcionário fantasma”, teria sido denunciado por lavagem de dinheiro e organização criminosa no caso conhecido como “rachadinha” e teria homenageado um líder de grupo de extermínio no Rio de Janeiro. A peça também fazia referência a uma investigação relacionada ao Banco Master e afirmava que Flávio Bolsonaro teria sido “flagrado pela Polícia Federal pedindo R$ 134 milhões”. O conteúdo chegou a ser divulgado nas redes sociais pelo secretário nacional de Comunicação do PT, Éden Valadares, ex-presidente do partido na Bahia. A publicação foi posteriormente retirada da rede social X em cumprimento à decisão judicial. Ao analisar o pedido, Estela Aranha entendeu, em uma avaliação preliminar, que a propaganda ultrapassou os limites da crítica política. Para a ministra, o material associava Flávio Bolsonaro a organizações criminosas a partir de informações apresentadas de maneira descontextualizada e sem respaldo suficiente na própria peça publicitária. A relatora destacou que fatos relacionados à vida pública de candidatos podem ser explorados durante uma campanha eleitoral. No entanto, segundo ela, a apresentação dessas informações precisa respeitar a situação jurídica atual dos envolvidos. Um dos pontos citados na decisão foi a referência ao caso da chamada “rachadinha”. A ministra observou que a denúncia relacionada ao episódio foi posteriormente arquivada. Na avaliação dela, a forma como o assunto foi apresentado poderia levar o eleitor a interpretar que Flávio Bolsonaro ainda responde atualmente àquelas acusações. Outro fator considerado pela magistrada foi o formato utilizado na propaganda. O material apresentava as acusações como se fizessem parte de um currículo profissional, recurso que, segundo a decisão, poderia conferir aparência documental às afirmações. Para Estela Aranha, a combinação de textos, imagens e narração aumentou o potencial de impacto da peça e poderia transmitir ao eleitorado uma percepção incompatível com a situação jurídica atual do candidato. A decisão ressalva que a Justiça Eleitoral não busca impedir críticas ou o debate político durante a campanha. O entendimento, porém, é de que informações falsas, imprecisas ou gravemente descontextualizadas não podem ser utilizadas para influenciar a escolha dos eleitores. Com a liminar, Lula e a coligação “Brasil Pronto Pra Mais” ficam impedidos de veicular novamente a inserção até uma nova decisão no processo. A ministra também determinou que o pool de emissoras de televisão seja comunicado imediatamente para cumprir a suspensão. A decisão ainda será submetida à análise definitiva da Justiça Eleitoral.
Justiça Eleitoral condena empresário por violência política de gênero contra Olívia Santana e Fabíola Mansur
Comentário publicado em rede social foi considerado ofensivo à condição de mulher das duas políticas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça Eleitoral condenou o empresário Júlio César dos Santos Pedreira por violência política de gênero após ele publicar um comentário ofensivo contra a deputada estadual Olívia Santana (PCdoB) e a ex-deputada Fabíola Mansur (PV) em 3 de novembro de 2024. A sentença, proferida pela 19ª Zona Eleitoral de Salvador, reconheceu que a manifestação ultrapassou os limites da crítica política ao usar uma expressão de conotação sexual contra as duas mulheres, configurando crime sob o artigo 326‑B do Código Eleitoral.
- O réu recebeu 1 ano, 6 meses e 20 dias de reclusão em regime inicial aberto, além de 15 dias‑multa, com a pena privativa de liberdade substituída por duas penas restritivas de direitos. A decisão se baseou em provas digitais, incluindo registros blockchain, capturas de tela e gravações que identificaram o perfil e a data da publicação, e rejeitou alegações de invasão de conta apresentadas pela defesa.
Foto: Reprodução
A Justiça Eleitoral condenou um empresário por violência política de gênero após a publicação de um comentário ofensivo direcionado à deputada estadual Olívia Santana (PCdoB) e à ex-deputada Fabíola Mansur (PV) em uma rede social. A decisão foi proferida pela 19ª Zona Eleitoral de Salvador e entendeu que a manifestação ultrapassou os limites da crítica política ao utilizar uma expressão de conotação sexual contra as duas mulheres. Segundo informações do Portal A Tarde, o comentário foi publicado em 3 de novembro de 2024, no perfil @juliopedreira2414, atribuído ao empresário Júlio César dos Santos Pedreira, em uma postagem que fazia referência às duas políticas. Na sentença, a Justiça considerou que a materialidade e a autoria do crime foram comprovadas por provas digitais, entre elas registros preservados por tecnologia blockchain, capturas de tela e gravações que identificaram o perfil, a data da publicação e o conteúdo da mensagem. O acusado também reconheceu, durante as investigações e em juízo, que era o único usuário da conta. A defesa alegou que o empresário não se recordava da publicação e sustentou que o perfil já havia sofrido restrições anteriormente. No entanto, a decisão destacou que não foram apresentadas provas de invasão da conta ou de utilização por terceiros no período em que o comentário foi feito. Ao analisar o caso, a Justiça concluiu que a expressão utilizada não representou apenas uma crítica política, mas um ataque à condição de mulher das vítimas, com o objetivo de constrangê-las e desqualificar sua atuação na vida pública. O entendimento foi baseado no artigo 326-B do Código Eleitoral, que trata da violência política de gênero. Júlio César dos Santos Pedreira foi condenado a 1 ano, 6 meses e 20 dias de reclusão, em regime inicial aberto, além do pagamento de 15 dias-multa. A pena privativa de liberdade foi substituída por duas penas restritivas de direitos. A defesa ainda apresentou embargos de declaração, alegando nulidade do processo por suposta ausência de apresentação de alegações finais após a instrução. Com informações do Portal A Tarde.
MP Eleitoral denuncia prefeito e vice de Érico Cardoso por coação de servidores
MP Eleitoral denuncia prefeito e vice de Érico Cardoso por coação de servidores
Gestores teriam pressionado funcionários a apoiar grupo político sob risco de perda dos cargos, aponta denúncia
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público Eleitoral (MPE) denunciou o prefeito de Érico Cardoso, Eraldo Félix da Silva, e o vice-prefeito, Deivison Mendonça Azevedo, por suposta coação eleitoral contra servidores públicos municipais. A acusação surge de um vídeo divulgado no Instagram do prefeito, onde os gestores afirmam que a continuidade de obras e investimentos dependeria da permanência do grupo político ligado ao atual governador, com o prefeito chegando a declarar que pode "mandar embora" quem não fizer parte de seu "time", o que o MP interpretou como uma ameaça direcionada a funcionários públicos.
- A denúncia enquadra a conduta no artigo 301 do Código Eleitoral, que criminaliza o uso de violência ou grave ameaça para coagir eleitores, prevendo pena de até quatro anos de reclusão. O MPE também recorda que os mesmos fatos já resultaram na remoção do vídeo e aplicação de multa pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), por propaganda eleitoral irregular. O órgão solicitou o recebimento da ação pela Justiça e negou a proposta de acordo de não persecução penal, considerando-a inadequada ao caso.
Foto: Reprodução
O Ministério Público Eleitoral denunciou o prefeito de Érico Cardoso, Eraldo Félix da Silva, e o vice‑prefeito, Deivison Mendonça Azevedo, pela suposta prática de coação eleitoral contra servidores públicos municipais. A denúncia foi apresentada após a divulgação de um vídeo publicado em 14 de julho de 2026, no perfil pessoal do prefeito no Instagram. Na gravação, Eraldo Félix aparece ao lado do vice‑prefeito enquanto apresenta obras e investimentos previstos para o município. Segundo o MP, os gestores afirmam que a continuidade das ações dependeria da permanência do grupo político ligado ao atual governador, candidato à reeleição. Em um trecho do vídeo, o prefeito declara que pode “mandar embora” quem não fizer parte do “time”. Para o Ministério Público, a expressão “time” se refere ao grupo político apoiado pelos gestores. A denúncia afirma que a mensagem teria sido direcionada especialmente a servidores públicos, que poderiam sofrer dispensa caso não demonstrassem apoio ao grupo. O documento também aponta que o vice‑prefeito participou da gravação e da divulgação do conteúdo, indicando anuência às declarações. O MP enquadrou a conduta no artigo 301, combinado com o artigo 29 do Código Eleitoral, que tipifica como crime o uso de violência ou grave ameaça para coagir alguém a votar ou deixar de votar em determinado candidato ou partido. A pena prevista é de até quatro anos de reclusão e pagamento de cinco a 15 dias‑multa, independentemente de a coação ter surtido efeito. O órgão lembra que os mesmos fatos já foram alvo de representação por propaganda eleitoral irregular. Na ocasião, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE‑BA) determinou a remoção do vídeo das redes sociais e aplicou multa aos envolvidos. Na denúncia, o MP Eleitoral pediu o recebimento da ação pela Justiça, com a citação dos acusados para apresentação de defesa e posterior julgamento. O órgão informou que não apresentará proposta de acordo de não persecução penal, por considerar que a medida não atenderia aos critérios de reprovação e prevenção previstos na legislação. Até a publicação desta reportagem, a Prefeitura de Érico Cardoso não havia se manifestado sobre o caso.
Pastor ora por Flávio Bolsonaro e pede que Brasil seja "liberto das garras de Satanás"
Oração foi realizada durante celebração dos 111 anos da Assembleia de Deus em Alagoas e reuniu milhares de fiéis.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) participou da celebração dos 111 anos da Assembleia de Deus em Alagoas, recebendo oração do pastor José Wellington Costa Junior e permanecendo no altar durante o culto, sem fazer discurso.
- O candidato foi questionado sobre a legalidade de pedidos de votos em cultos religiosos, mas não respondeu. A legislação eleitoral proíbe pedidos explícitos de voto em cerimônias religiosas, e a eventual irregularidade dependerá de análise da Justiça Eleitoral.
Foto: Reprodução | CNN
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) participou, na noite desta terça-feira (25), da celebração dos 111 anos da Assembleia de Deus em Alagoas, onde recebeu uma oração do presidente da Convenção Geral dos Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus do Brasil, pastor José Wellington Costa Junior. Durante o culto, o pastor pediu bênçãos para a campanha do senador e fez uma oração pelo país. "Abençoe nosso senador Flávio Bolsonaro. Ó Pai amado, abençoe a sua campanha, abençoe os deputados que estão concorrendo, abençoe suas campanhas meu senhor", afirmou. Na sequência, acrescentou: "Esta igreja ora, esta igreja clama, esta igreja suplica para que o Brasil esteja cada dia melhor. Esta igreja ora, Senhor, para que o Brasil seja liberto das garras de Satanás, e que tua glória possa se manifestar." O culto reuniu milhares de fiéis presencialmente e também foi transmitido pela internet. Flávio Bolsonaro chegou ao evento pouco antes da oração, permaneceu no altar durante o momento religioso e deixou o local sem fazer discurso. Questionado por jornalistas sobre a legalidade de pedidos de votos em cultos religiosos, o candidato não respondeu. Também participaram da cerimônia o ex-presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP-AL), o candidato a vice-presidente na chapa de Flávio, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), além de parlamentares e outras lideranças políticas. Ao apresentar os candidatos presentes, o pastor José Wellington Costa Junior afirmou que eles participavam da celebração para receber as orações da igreja. "Queremos lhe pedir, ó pai amado, que venha abençoar estas pessoas que aqui estão, para que eles possam, senhor amado, realizar o desejo dos seus corações e dos nossos corações", declarou. A legislação eleitoral proíbe pedidos explícitos de voto durante cultos religiosos. A caracterização de eventual irregularidade, no entanto, depende da análise da Justiça Eleitoral, que já adotou entendimentos diferentes em casos semelhantes.
Justiça começa a barrar uso de ‘Bolsonaro’ por candidatos sem vínculo familiar; entenda
Legislação permite apelidos e nomes pelos quais candidatos são conhecidos, mas proíbe identificações que gerem dúvida sobre vínculos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça Eleitoral tem impedido candidatos sem vínculo familiar com Jair Bolsonaro de usar o sobrenome do ex‑presidente no nome de urna, alegando risco de confusão sobre parentesco. Decisões recentes no Rio de Janeiro e em Mato Grosso retiraram referências como "Renato Araújo do Bolsonaro" e "Flaviane do Bolsonaro", reforçando a discussão sobre o uso eleitoral de nomes de líderes políticos.
- O caso faz parte de uma maior fiscalização que já identificou 39 candidatos usando os nomes de Lula ou Bolsonaro em 2026, com o Ministério Público Eleitoral solicitando a retirada de referências em pelo menos sete situações. A medida destaca a importância de evitar nomes que possam sugerir relações inexistentes e garante a clareza na identificação dos candidatos.
Foto: Ton Molina | STF
A Justiça Eleitoral começou a impedir que candidatos sem vínculo familiar com Jair Bolsonaro usem o sobrenome do ex-presidente no nome de urna. Decisões recentes no Rio de Janeiro e em Mato Grosso determinaram a retirada da referência e reforçaram a discussão sobre o uso eleitoral de nomes de líderes políticos. As informações são do O Globo. No Rio, o candidato do Partido Liberal (PL) a deputado federal Renato de Araújo Corrêa foi impedido de disputar a eleição como “Renato Araújo do Bolsonaro”. Em Mato Grosso, a candidata do Novo a deputada estadual Flaviane Ramalho de Oliveira também teve rejeitado o nome “Flaviane do Bolsonaro” e deverá concorrer como “Dr.ª Flaviane Ramalho”. Decisões nos estados - No caso de Renato, a defesa apresentou registros para comprovar sua proximidade com a família Bolsonaro. Ele é amigo do ex-presidente e mantém relação pública com seus familiares. O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), porém, considerou que essa ligação não permite incorporar “Bolsonaro” à identificação eleitoral, devido ao risco de confundir o eleitor sobre um possível parentesco. Em Mato Grosso, Flaviane alegou que “do Bolsonaro” representava sua identificação política com o bolsonarismo, e não uma relação familiar. O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) rejeitou o argumento porque ela não demonstrou ser conhecida por esse nome antes da eleição. Nas disputas de 2022 e 2024, havia usado “Dra. Flaviane Ramalho”. As decisões fazem parte de uma disputa maior. Segundo o O Globo, 39 candidatos registraram Lula ou Bolsonaro no nome de urna neste ano, e o Ministério Público Eleitoral já havia pedido a retirada dessas referências em pelo menos sete casos. Entre os nomes questionados estão “Alessandro Bolsonaro”, “Negona do Bolsonaro”, “Rodrigo Bolsonaro”, “Bruno Bolsonaro Scheid” e “Fabiana Bolsonaro”. Regra eleitoral - A legislação permite o uso de prenome, sobrenome, apelido, nome abreviado ou outra identificação pela qual o candidato seja conhecido. O problema surge quando a escolha pode criar dúvida sobre sua identidade ou sugerir uma relação inexistente. Também há um caso semelhante envolvendo Lula: o MPE questionou o uso de “Cadu de Lula” por Carlos Eduardo Xavier, candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) ao governo do Rio Grande do Norte. Os primeiros julgamentos de 2026 retomam decisões anteriores da Justiça Eleitoral. Em 2022, o TRE-RJ já havia impedido candidatos sem parentesco com Bolsonaro de usar os nomes “Max Bolsonaro” e “Helio Bolsonaro”. Agora, as novas decisões podem influenciar a análise de outros registros que ainda aguardam julgamento.
Eleições 2026: aplicativo Pardal recebe denúncias de irregularidades na campanha
Eleições 2026: aplicativo Pardal recebe denúncias de irregularidades na campanha
Aplicativo começou a receber registros com o início da propaganda eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O aplicativo Pardal, criado pela Justiça Eleitoral, já está disponível para que eleitores denunciem irregularidades na propaganda eleitoral durante a campanha de 2026. Regulamentado pela Portaria TSE nº 451/2026, o app permite o envio direto de informações e provas sobre possíveis infrações, agilizando a fiscalização das campanhas.
- O sistema conta com três módulos: Pardal Móvel, gratuito para Android e iOS; Pardal ADM, exclusivo da Justiça para análise das denúncias; e Pardal Web, que oferece estatísticas e acompanhamento das ocorrências. A iniciativa visa ampliar a participação popular na fiscalização e tornar o registro de denúncias mais ágil.
Foto: José Cruz | Agência Brasil
Eleitores de todo o país já podem denunciar irregularidades na propaganda eleitoral por meio do aplicativo Pardal, ferramenta da Justiça Eleitoral voltada ao recebimento de denúncias durante as Eleições 2026. O sistema passou a funcionar com o início oficial da campanha eleitoral. Regulamentado pela Portaria TSE nº 451/2026, o aplicativo permite que cidadãos encaminhem informações sobre possíveis infrações eleitorais diretamente à Justiça Eleitoral, responsável por analisar cada caso e adotar as medidas cabíveis. O objetivo da ferramenta é ampliar a participação da população na fiscalização das campanhas e tornar mais ágil o registro de denúncias relacionadas ao descumprimento das regras eleitorais. O sistema é composto por três módulos: Pardal Móvel: aplicativo gratuito disponível para celulares e tablets com sistemas Android e iOS; Pardal ADM: plataforma de uso exclusivo da Justiça Eleitoral para análise e gerenciamento das denúncias; Pardal Web: ambiente que permite consultar estatísticas e acompanhar as denúncias registradas. A Justiça Eleitoral orienta que, ao fazer uma denúncia, o eleitor apresente informações e, sempre que possível, provas que possam auxiliar na apuração dos fatos.
TSE registra mais de 20 mil candidaturas para as eleições de 2026
TSE registra mais de 20 mil candidaturas para as eleições de 2026
Sistema da Justiça Eleitoral ainda está sendo atualizado e número de candidaturas pode aumentar nos próximos dias.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contabilizou parcialmente 20.496 candidaturas para as eleições de 2026 até a tarde deste domingo (16). Embora o prazo de inscrição tenha terminado no sábado (15), o sistema da Justiça Eleitoral segue em atualização pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), e o montante atual ainda se encontra abaixo das 29 mil candidaturas registradas nos pleitos de 2018 e 2022. Entre os registros protocolados de última hora estão os de Pablo Marçal (PRTB) para a Presidência, Michelle Bolsonaro (PL) para o Senado pelo Distrito Federal e Cleitinho (Republicanos) para o governo de Minas Gerais.
- Ao todo, 30 partidos políticos disputarão as eleições gerais de 2026, número inferior ao do pleito anterior devido a fusões, incorporações e mudanças de nome ocorridas desde 2022, tendo como única legenda estreante o partido Missão. O Partido Liberal (PL) lidera o número de candidaturas com 1.624 registros, seguido pelo MDB com 1.386, enquanto o PRTB e o PCB apresentam os menores índices de participação. Os dados finais consolidados devem ser atualizados nos próximos dias após a análise e homologação dos registros pela Justiça Eleitoral.
Foto: Reprodução | TSE
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contabilizava, até as 16h30 deste domingo (16), 20.496 candidaturas registradas para as eleições de 2026. O levantamento é parcial e contempla os concorrentes aos cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital. Embora o prazo para apresentação dos pedidos de registro tenha sido encerrado às 19h de sábado (15), a Justiça Eleitoral informou que os sistemas ainda passam por atualização. Segundo o TSE, os pedidos foram protocolados dentro do prazo legal, mas ainda precisam ser aceitos e processados pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Em nota, o tribunal explicou que somente após essa etapa os registros passam a constar no sistema DivulgaCandContas e nas bases oficiais da Justiça Eleitoral. Por isso, o número de candidatos poderá sofrer alterações nos próximos dias. Até o momento, foram registrados 13 candidatos à Presidência da República, 195 ao governo dos estados, 315 ao Senado, 7.620 à Câmara dos Deputados e 11.507 às assembleias legislativas e à Câmara Legislativa do Distrito Federal. Os candidatos a vice-presidente e vice-governador integram a mesma chapa dos titulares, enquanto cada candidato ao Senado registra dois suplentes. O número parcial ainda está abaixo do registrado nas duas últimas eleições gerais. Em 2022 e 2018, o total de candidaturas homologadas ficou em torno de 29 mil. Os dados atuais incluem todos os pedidos protocolados, antes da análise que poderá deferir ou indeferir cada candidatura. Entre os registros apresentados nos últimos dias do prazo está o de Pablo Marçal, que protocolou pedido de candidatura à Presidência após obter uma decisão liminar da Justiça Eleitoral de São Paulo autorizando sua filiação ao PRTB. Apesar disso, ele ainda precisará reverter ou suspender a condenação que o tornou inelegível por oito anos devido ao uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha para a Prefeitura de São Paulo, em 2024. Também oficializaram suas candidaturas no último dia do prazo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), que disputará uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal, e o senador Cleitinho (Republicanos), candidato ao Governo de Minas Gerais. Já Flávio Bolsonaro (PL) protocolou seu registro na quinta-feira (13), após conseguir retomar a filiação ao partido por decisão do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. O senador havia sido filiado, sem autorização, ao partido Missão, legenda criada por integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL). Ao todo, 30 partidos políticos disputarão as eleições de 2026, dois a menos que no pleito anterior. O PL lidera em número de candidaturas registradas, com 1.624, seguido pelo MDB, com 1.386. Na outra ponta, PRTB, com 10 candidatos, e PCB, com 23, aparecem como as legendas com menor número de registros. Desde as eleições de 2022, o cenário partidário também passou por mudanças. PTB e Patriota se fundiram para criar o PRD; o Pros foi incorporado ao Solidariedade; e o PSC passou a integrar o Podemos. Além disso, o PMN adotou o nome Mobiliza, enquanto o PMB passou a se chamar Democrata. A única nova legenda na disputa é o Missão, criado por integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL).
Campanha eleitoral nas ruas e na internet começa neste domingo (16)
Campanha eleitoral nas ruas e na internet começa neste domingo (16)
Candidatos já podem fazer campanha nas ruas, na internet e realizar comícios em todo o país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A propaganda eleitoral para as Eleições 2026 começa oficialmente neste domingo (16), marcando o início autorizado das campanhas nas ruas e na internet, conforme as diretrizes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A partir desta data, partidos e candidatos podem realizar o impulsionamento de conteúdos nas redes sociais e promover transmissões ao vivo, que agora são consideradas atos oficiais de campanha, mesmo sem menção direta ao pleito.
- Além disso, o calendário eleitoral libera a realização de comícios, carreatas, caminhadas e o uso de alto-falantes em horários determinados, bem como a propaganda paga em jornais e revistas até o dia 2 de outubro. Em contrapartida, as enquetes informais sobre a disputa ficam proibidas, sendo permitida apenas a divulgação de pesquisas registradas na Justiça Eleitoral.
Foto: Reprodução
A propaganda eleitoral das Eleições 2026 começa oficialmente neste domingo (16), conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A partir de agora, candidatos, partidos e federações estão autorizados a realizar campanhas nas ruas e na internet. Também passa a ser permitido o impulsionamento de propaganda eleitoral nas redes sociais, modalidade que poderá ser utilizada até 1º de outubro, véspera do encerramento da campanha. Outra mudança é que as transmissões ao vivo feitas por candidatos para promoção pessoal ou relacionadas ao exercício do mandato passam a ser consideradas atos de campanha, mesmo que não façam referência direta às eleições. A partir deste domingo, ficam proibidas as enquetes sobre a disputa eleitoral. Apenas pesquisas registradas na Justiça Eleitoral podem ser divulgadas. O calendário também libera a realização de comícios, o uso de alto-falantes e amplificadores de som, além de caminhadas, carreatas e passeatas. Os alto-falantes poderão funcionar entre 8h e 22h, enquanto os comícios poderão ocorrer até 1º de outubro. A propaganda paga em jornais e revistas também está autorizada até 2 de outubro, respeitando os limites de espaço definidos pela Justiça Eleitoral. As regras fazem parte do calendário eleitoral aprovado pelo TSE e disciplinam o período oficial de campanha até a votação do primeiro turno.
Partidos têm até este sábado para registrar candidaturas das eleições de 2026
Partidos têm até este sábado para registrar candidaturas das eleições de 2026
Prazo termina às 19h; campanhas poderão ser iniciadas oficialmente a partir de domingo (16)
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Partidos políticos, federações e coligações têm até as 19h deste sábado (15) para registrar na Justiça Eleitoral as candidaturas para as eleições gerais de 2026. O prazo é válido para todos os cargos em disputa, desde presidente até deputados estaduais e distritais, marcando também o encerramento oficial das pré-campanhas de acordo com o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
- A partir de domingo (16), os candidatos estão autorizados a realizar propaganda eleitoral e pedir votos para o primeiro turno, marcado para o dia 4 de outubro. A data limite deste sábado também encerra o prazo para abertura de contas bancárias específicas para recebimento de doações e envio de critérios de uso de contribuições ao TSE, além de antecipar novas regras sobre o tratamento de dados pessoais nas campanhas.
Foto: José Cruz | Agência Brasil
Partidos políticos, federações e coligações têm até as 19h deste sábado (15) para registrar na Justiça Eleitoral as candidaturas que disputarão as eleições gerais de 2026. O prazo vale para presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e suplentes, deputado federal e deputado estadual ou distrital. De acordo com o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a data também marca o fim das pré-campanhas. A partir de domingo (16), os candidatos poderão iniciar oficialmente a campanha e pedir votos para o primeiro turno, marcado para 4 de outubro. Até este sábado, pedidos explícitos de voto poderiam resultar em punição pela Justiça Eleitoral. Também termina neste sábado o prazo para os partidos abrirem, caso ainda não tenham feito, conta bancária específica para receber doações de pessoas físicas e encaminharem ao TSE os critérios para utilização de doações e contribuições recebidas em anos anteriores. A partir de 15 de agosto, partidos, federações, coligações e candidatos também deverão registrar as operações de tratamento de dados pessoais realizadas durante as campanhas.
Reprovação de Lula volta a superar aprovação, aponta Quaest
Reprovação de Lula volta a superar aprovação, aponta Quaest
Pesquisa encomendada pelo Grupo Globo mostra mudança e tendência,a mas dentro da margem de erro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ultrapassou novamente a aprovação, de acordo com a pesquisa Quaest divulgada recentemente. A pesquisa aponta que 48% dos entrevistados desaprovam a gestão do petista, enquanto 46% aprovam. Essa diferença, no entanto, encontra-se dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais.
- A nova pesquisa foi realizada em um contexto político de desgastes para o governo, com a abertura de inquéritos pela Polícia Federal para investigar suspeitas envolvendo o filho do presidente, Fábio Luis Lula da Silva, e enquanto o presidente tenta fortalecer apoio político no Congresso Nacional para as eleições de 2026 e avançar em projetos prioritários. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores e tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a superar numericamente a aprovação, segundo a nova pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira. O levantamento aponta que 48% dos entrevistados desaprovam a gestão do petista, enquanto 46% aprovam. Outros 6% não souberam ou não responderam. A diferença, no entanto, está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Na rodada anterior, realizada no início de agosto, Lula tinha 48% de aprovação e 47% de desaprovação. Há um ano, a reprovação ao governo chegava a 51%. Em julho deste ano, a desaprovação estava em 47%, enquanto a aprovação era de 48%. A nova pesquisa foi realizada em meio a uma sequência de desgastes políticos envolvendo o presidente e seu governo. Nos últimos 15 dias, a Polícia Federal abriu três inquéritos para investigar suspeitas envolvendo Fábio Luis Lula da Silva, filho do presidente. As apurações tratam de possíveis casos de tráfico de influência na área da Saúde, favorecimento na Dataprev e negócios ilícitos relacionados ao governo. Ao mesmo tempo, Lula intensificou a articulação política com o Congresso Nacional. O movimento combina a busca por apoio para as eleições de 2026 com a tentativa de avançar, antes do primeiro turno, em projetos considerados prioritários pelo Palácio do Planalto. Na semana passada, o presidente se reuniu com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que declarou apoio à sua candidatura, e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Alcolumbre já havia contribuído para destravar pautas de interesse do governo no Congresso, entre elas a discussão sobre o fim da escala de trabalho 6x1. Contratada pela TV Globo e pelo jornal O GLOBO, a pesquisa Quaest ouviu 2.004 eleitores entre segunda e quinta-feira. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-06773/2026.
Pesquisa Quaest aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
Pesquisa Quaest aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
Diferença entre os dois candidatos diminuiu nos últimos levantamentos, enquanto outros nomes testados pela Quaest ficam atrás do presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Quaest mais recente, divulgada em 14 de julho, aponta Lula (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno, com 43% das intenções de voto contra 40% do senador. A diferença entre os dois candidatos diminuiu em relação aos levantamentos anteriores, indicando um cenário de empate técnico considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.
- A pesquisa também simulou disputas entre Lula e outros candidatos, como Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), mostrando vantagem de Lula em todos esses cenários. A Quaest ouviu 2.004 eleitores e registrou a pesquisa na Justiça Eleitoral sob o número BR-06773/2026, com um nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais.
Foto: Wilton Junior | Estadão
A nova pesquisa Quaest, divulgada nesta sexta-feira (14), aponta Lula (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno. O presidente aparece com 43% das intenções de voto, enquanto o senador registra 40%. Outros 13% afirmam que votariam em branco ou nulo ou que não compareceriam às urnas. Os indecisos somam 4%. A diferença entre os dois candidatos diminuiu em relação aos levantamentos anteriores. Na pesquisa realizada no início de agosto, Lula tinha vantagem de cinco pontos sobre Flávio. Em julho, a distância era de oito pontos. Com a margem de erro de dois pontos percentuais, o cenário atual é considerado de empate técnico. O resultado também representa uma melhora no desempenho de Flávio em relação às pesquisas anteriores, após a repercussão das conversas atribuídas ao senador com Daniel Vorcaro, do Banco Master, que vieram a público em maio. O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre segunda-feira (10) e quinta-feira (13). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-06773/2026. A Quaest também simulou disputas entre Lula e outros candidatos. Contra Ronaldo Caiado (PSD), o presidente aparece com 44%, ante 37% do governador. No cenário com Renan Santos (Missão), Lula registra 44%, contra 36%. Já diante de Romeu Zema (Novo), o petista tem 45%, enquanto o governador soma 34%.
Plano de governo de Flávio Bolsonaro propõe corte de pelo menos 10 ministérios
Plano de governo de Flávio Bolsonaro propõe corte de pelo menos 10 ministérios
Documento apresentado à Justiça Eleitoral também prevê fim da reeleição presidencial, mudanças no STF e redução de cargos e despesas administrativas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, apresentou seu programa de governo, que inclui medidas para reduzir o tamanho e os custos da máquina pública, como a redução de ministérios e cargos comissionados. Além disso, o programa propõe alterações na atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), como a limitação de decisões monocráticas e a criação de uma quarentena de um ano para ministros de Estado antes de uma eventual indicação ao tribunal.
- O programa também aborda temas como segurança pública, economia e infraestrutura, com propostas como a classificação de organizações como PCC, Comando Vermelho e milícias como grupos narcoterroristas, a redução da maioridade penal para 16 anos e a construção de novos presídios federais de segurança máxima. Na área econômica, a meta é alcançar crescimento sustentado de 4% ao ano durante a próxima década, com medidas como revisão da reforma tributária e redução do IVA. O plano também inclui investimentos em infraestrutura, como rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e hidrovias, e medidas para digitalizar serviços públicos federais e criar uma identidade digital integrada ao Gov.br.
Foto: Jefferson Rudy |Agência Senado
O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, propõe reduzir em pelo menos dez o número de ministérios em um eventual governo entre 2027 e 2030. A medida faz parte do programa de governo apresentado à Justiça Eleitoral e prevê também cortes de cargos comissionados e redução de despesas administrativas. A proposta estabelece ainda uma revisão das normas que regulamentam a administração pública e mudanças no funcionamento das agências reguladoras, com avaliações periódicas dos dirigentes. A redução da estrutura ministerial é apresentada pelo candidato como parte de um conjunto de medidas voltadas à diminuição do tamanho e dos custos da máquina pública. Mudanças no STF e fim da reeleição - O programa também propõe alterações na atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre as medidas estão a limitação de decisões monocráticas e a criação de uma quarentena de um ano para ministros de Estado antes de uma eventual indicação ao tribunal. Flávio também defende que parlamentares sejam julgados por instâncias inferiores, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e os Tribunais Regionais Federais (TRFs). Outra proposta é impedir que parentes de até terceiro grau de ministros do STF e seus respectivos escritórios atuem no tribunal em que o magistrado exerce suas funções. O programa prevê ainda ampliar a participação da sociedade civil no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Na área política, Flávio defende o fim da reeleição para presidente da República. O programa cita uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada no Senado com esse objetivo e atribuída ao próprio candidato. Segurança pública - Para a segurança pública, o programa prevê classificar organizações como PCC, Comando Vermelho e milícias como grupos narcoterroristas, além de bloquear seus ativos. O candidato também propõe reduzir a maioridade penal para 16 anos e estabelecer punições para adolescentes a partir de 14 anos que cometam crimes considerados graves. O plano inclui ainda a construção de cinco novos presídios federais de segurança máxima e a criação de 500 mil vagas no sistema prisional em quatro anos. Outra medida seria instalar mais de 1 milhão de câmeras integradas a um sistema nacional de reconhecimento facial. Economia e infraestrutura - Na economia, a meta apresentada é alcançar crescimento sustentado de 4% ao ano durante a próxima década. O programa prevê revisão da reforma tributária, redução do IVA e medidas para diminuir a carga sobre produção e consumo, além de ações para estabilizar e posteriormente reduzir a relação entre dívida pública e PIB. O plano também estima R$ 900 bilhões em investimentos em infraestrutura ao longo de quatro anos, destinados a rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e hidrovias. Entre os projetos citados estão o Trem do Nordeste e a conclusão da Transnordestina. Na área social, a proposta prevê a manutenção dos benefícios existentes e ações de qualificação profissional, inserção no mercado de trabalho e acesso ao crédito. O programa também inclui medidas para digitalizar serviços públicos federais, ampliar o uso de inteligência artificial e criar uma identidade digital integrada ao Gov.br.
TSE suspende filiações após Bolsonaro ser filiado sem autorização
TSE suspende filiações após Bolsonaro ser filiado sem autorização
Ministro Nunes Marques determinou a suspensão temporária para evitar novas fraudes enquanto o caso é investigado pela Justiça Eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou a suspensão temporária do processamento de novas filiações partidárias no sistema da Justiça Eleitoral. A decisão ocorreu após o candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, aparecer como filiado ao partido Missão sem ter autorizado a mudança. O caso passou a ser investigado pelo tribunal, que busca identificar a origem da alteração e impedir novas tentativas de fraude.
- A suspensão não deve causar impacto na disputa eleitoral deste ano, pois os candidatos precisavam ter vínculo com um partido político até o início de abril. O sistema Filia, utilizado pela Justiça Eleitoral para o registro das filiações partidárias, continuará recebendo solicitações, mas o processamento de novas filiações ficará suspenso até que sejam adotadas medidas de segurança para evitar novas ocorrências. Além disso, o TSE também determinou a apuração de possíveis tentativas de alterar, de forma irregular, a filiação de outros candidatos à Presidência, como uma tentativa de mudança no cadastro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Foto: Reprodução
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta quinta-feira (13) a suspensão temporária do processamento de novas filiações partidárias no sistema da Justiça Eleitoral. A decisão ocorreu após o candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, aparecer como filiado ao partido Missão sem ter autorizado a mudança. O caso passou a ser investigado pelo tribunal, que busca identificar a origem da alteração e impedir novas tentativas de fraude. Segundo o TSE, a suspensão não deve causar impacto na disputa eleitoral deste ano. Isso porque, para estar apto a concorrer, o candidato precisava ter vínculo com um partido político até o início de abril. Nunes Marques também determinou a apuração de possíveis tentativas de alterar, de forma irregular, a filiação de outros candidatos à Presidência. Entre os casos identificados está uma tentativa de mudança no cadastro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o tribunal, a alteração não chegou a ser efetivada. O sistema Filia, utilizado pela Justiça Eleitoral para o registro das filiações partidárias, continuará recebendo solicitações. O processamento de novas filiações, no entanto, ficará suspenso até que sejam adotadas medidas de segurança para evitar novas ocorrências. A expectativa é de que o sistema volte a processar as filiações em breve, após a conclusão das verificações determinadas pelo TSE.
Nunes Marques restabelece filiação de Flávio ao PL e libera registro de candidatura
Ministro do STF determinou exclusão de vínculo com o Missão e acionou PF para investigar autoria da alteração no sistema
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Nunes Marques, determinou que a filiação do senador Flávio Bolsonaro ao PL seja restabelecida imediatamente. A decisão permite que a campanha utilize o sistema da Justiça Eleitoral para formalizar o registro da candidatura ao Palácio do Planalto. A medida foi tomada após uma alteração no cadastro partidário ter impedido Flávio de registrar sua candidatura.
- O ministro acolheu o pedido de tutela de urgência e determinou a retirada do registro de filiação ao partido Missão e a liberação imediata do Sistema Candex, utilizado para os pedidos de registro de candidatura. O caso será encaminhado à Polícia Federal para investigar a autoria e o contexto da alteração no cadastro partidário.
Foto: Carlos Moura | Agência Senado
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, determinou nesta quinta-feira (13) que a filiação do senador Flávio Bolsonaro ao PL seja restabelecida imediatamente. A decisão também permite que a campanha utilize o sistema da Justiça Eleitoral para formalizar o registro da candidatura dele à Presidência da República. A medida foi tomada após uma alteração no cadastro partidário ter impedido, mais cedo, que Flávio registrasse sua candidatura. O parlamentar passou a aparecer no sistema como filiado ao partido Missão, de Renan Santos. Nunes Marques acolheu o pedido de tutela de urgência apresentado pela defesa do senador e determinou que a filiação ao PL seja considerada válida desde 30 de novembro de 2021, quando ocorreu o vínculo original. O ministro também ordenou a retirada do registro de filiação ao Missão e a liberação imediata do Sistema Candex, utilizado para os pedidos de registro de candidatura. TSE manda investigar alteração - Na decisão, Nunes Marques destacou que Flávio permaneceu filiado ao PL desde 2021 e que, entre a noite de quarta-feira (12) e a manhã desta quinta, uma nova filiação foi registrada no Sistema de Filiação Partidária (FILIA) sem que o senador tivesse manifestado essa intenção. A alteração provocou automaticamente sua saída do PL e impediu o registro da candidatura. "A filiação partidária constitui condição de elegibilidade [...] e pressuposto para o exercício do direito de ser votado, não podendo ser suprimida por ato de terceiro estranho à vontade do filiado", escreveu o ministro. Para Nunes Marques, também não seria plausível que Flávio tivesse decidido espontaneamente trocar o PL pelo Missão. Além de ser candidato do PL à Presidência, o partido de destino já possui candidatura própria ao Palácio do Planalto, a de Renan Santos. Na avaliação do relator, a situação reforça os indícios de que a mudança não partiu do senador. O ministro ainda determinou a preservação dos registros de acesso e dos logs do Sistema FILIA relacionados à alteração. O caso será encaminhado à Polícia Federal, que deverá instaurar inquérito para investigar "a autoria, as circunstâncias e o contexto" do registro. Com a decisão, a campanha de Flávio poderá retomar o processo de registro da candidatura antes do prazo final estabelecido pela Justiça Eleitoral, que termina neste sábado (15), às 19h.
TSE suspende julgamento do PT e trava repasse do fundo eleitoral
TSE suspende julgamento do PT e trava repasse do fundo eleitoral
Decisão impede, por enquanto, o repasse de 48% dos R$ 4,96 bilhões do fundo eleitoral aos partidos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral suspendeu o julgamento de um pedido do PT para alterar o cálculo de distribuição do fundo eleitoral das eleições de 2026. A ministra Estela Aranha pediu vista do processo, e o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, votou contra o pedido. Com a suspensão, 48% dos recursos do fundo eleitoral ficam temporariamente bloqueados para todas as legendas.
- O PT questiona o cálculo utilizado pela Justiça Eleitoral, que levou em conta 68 deputados da legenda na Câmara, e defende que o deputado Paulão também seja considerado na distribuição.
Foto: Reprodução
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu nesta quinta-feira (13) o julgamento de um pedido do PT para alterar o cálculo de distribuição do fundo eleitoral das eleições de 2026. A análise foi interrompida após a ministra Estela Aranha pedir vista do processo. Antes disso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, votou contra o pedido do partido. Com a suspensão, 48% dos recursos do fundo eleitoral ficam temporariamente bloqueados para todas as legendas. Segundo Nunes Marques, nenhum partido poderá receber essa parcela até que o julgamento seja concluído. O PT questiona o cálculo utilizado pela Justiça Eleitoral, que levou em conta 68 deputados da legenda na Câmara. O partido defende que o deputado Paulão (PT-AL) também seja considerado na distribuição. Paulão perdeu o mandato após uma retotalização dos votos das eleições de 2022 e foi substituído por Nivaldo Albuquerque (Republicanos-AL). A ministra Estela Aranha afirmou que pediu vista porque também analisa o processo relacionado à perda do mandato de Paulão. Para as eleições de 2026, os partidos terão R$ 4,96 bilhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). A maior parte é distribuída conforme o número de cadeiras na Câmara e a votação obtida pelos partidos nas eleições anteriores. O PL terá a maior parcela, estimada em R$ 881,6 milhões, enquanto o PT terá cerca de R$ 615,3 milhões. A ministra terá até 30 dias para devolver o processo ao plenário. A campanha eleitoral começa oficialmente no próximo domingo (16).
Flávio Bolsonaro diz que filiação ao Missão foi tentativa de barrar candidatura
Flávio Bolsonaro diz que filiação ao Missão foi tentativa de barrar candidatura
Senador afirma que filiação ao Missão foi uma tentativa de impedir seu registro no TSE e anuncia live para explicar o caso.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi impedido de se registrar na Presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) devido a uma filiação ao partido Missão, que ele acredita ser uma tentativa de impedir sua candidatura.
- Flávio afirmou que o sistema está tentando barrar sua entrada na disputa e convocou apoiadores para um ato de início de campanha no domingo, na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. A filiação ao partido Missão foi questionada pela Justiça Eleitoral devido a irregularidades, como um endereço falso e um CEP inexistente.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu nesta quinta-feira (13) à descoberta de uma filiação ao partido Missão, que acabou impedindo, inicialmente, o registro de sua candidatura à Presidência no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em um vídeo publicado nas redes sociais, Flávio afirmou que a filiação seria uma tentativa de impedir sua candidatura. Segundo ele, o chamado “sistema” estaria tentando barrar sua entrada na disputa. “O sistema vai tentar de tudo para me parar, mas não vai conseguir não, porque Deus está no comando e a gente vai resgatar o Brasil”, declarou. O senador também afirmou que sua desfiliação do PL não funcionou e convocou apoiadores para o ato de início de campanha, marcado para domingo (16), na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Flávio anunciou ainda uma transmissão ao vivo em seu canal no YouTube nesta quinta-feira, na qual pretende apresentar mais informações sobre o caso. A filiação atribuída ao senador chamou atenção pelos dados inseridos no cadastro. O endereço informado foi “Rua dos Bandidos”, no “Bairro Miliciano”, com número 666 e um CEP inexistente. Segundo as informações divulgadas, o cadastro teria sido realizado por meio de uma senha atribuída ao partido Missão. A legenda, por sua vez, negou participação na filiação e afirmou ter sido vítima de uma tentativa de fraude. Em nota, o Missão informou que tentou reverter o cadastro no mesmo dia em que identificou a filiação, mas que o pedido foi negado pela Justiça Eleitoral. A legenda também afirmou que o gabinete de Flávio foi comunicado sobre o caso em 2 de agosto e que os e-mails enviados foram abertos, mas não respondidos. O partido declarou ainda que adotará medidas junto à Polícia Federal e ao TSE para identificar os responsáveis. Segundo a legenda, serão apresentados às autoridades registros de acessos, e-mails e endereços de IP relacionados ao cadastro. Na mesma nota, o Missão afirmou que não tinha interesse na filiação de Flávio Bolsonaro, citando divergências ideológicas e fazendo referência a suspeitas envolvendo o senador. Essas afirmações fazem parte do posicionamento divulgado pela própria legenda e não representam, por si só, comprovação das acusações mencionadas. O caso deverá ser analisado pela Justiça Eleitoral e pelas autoridades responsáveis pela investigação da suposta fraude.
Empresa de sócio de João Roma teve contratos de R$ 19,7 milhões com Master
Empresa de sócio de João Roma teve contratos de R$ 19,7 milhões com Master
acheco é sócio de João Roma em empresa do setor agropecuário; ambos negam relação entre os negócios.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma corretora pertencente ao empresário Alfredo Pacheco Pereira Neto, sócio do ex-ministro da Cidadania e candidato ao Senado João Roma, firmou contratos que somam pelo menos R$ 19,7 milhões com o Banco Master. Pacheco negou qualquer relação entre Roma e os contratos firmados pela corretora, afirmando que sua sociedade com o ex-ministro está restrita à empresa agropecuária. O candidato também negou ter participado das negociações envolvendo a corretora e o Banco Master.A corretora AB Serviços de Corretagem Financeira, pertencente a Pacheco, firmou contratos com empresas ligadas ao Banco Master, segundo informações do Metrópoles. A corretora afirmou que os contratos foram realizados de forma regular, com comprovação técnica e pagamento de tributos.
Ex-ministro João Roma - Reprodução
Uma corretora pertencente ao empresário Alfredo Pacheco Pereira Neto, sócio do ex-ministro da Cidadania e candidato ao Senado João Roma, firmou contratos que somam pelo menos R$ 19,7 milhões com o Banco Master, segundo informações do Metrópoles. Pacheco é sócio de Roma na Prata da Chapada, empresa voltada à produção agropecuária. A sociedade começou em 2021, quando Roma ainda ocupava o Ministério da Cidadania. Na Justiça Eleitoral, Roma declarou ter 50% da Prata da Chapada, participação avaliada em R$ 100 mil. A corretora AB Serviços de Corretagem Financeira, pertencente a Pacheco, também teve entre os sócios o advogado Bruno Martinez Carneiro Ribeiro Neves. Ele deixou a empresa em 2023, antes de assumir um cargo no Ibama. Procurada, a AB Serviços afirmou que os contratos com empresas ligadas ao Banco Master foram realizados de forma regular, com comprovação técnica, pagamento de tributos e sem utilização de recursos públicos. Pacheco também negou qualquer relação entre Roma e os contratos firmados pela corretora. Segundo ele, sua sociedade com o ex-ministro está restrita à empresa agropecuária. Roma apresentou a mesma justificativa e afirmou que a Prata da Chapada atua exclusivamente no setor agropecuário. O candidato também negou ter participado das negociações envolvendo a AB Serviços e o Banco Master.
Suposta fraude na filiação impede Flávio Bolsonaro de registrar candidatura à Presidência
Senador aparece como filiado ao partido Missão em sistema da Justiça Eleitoral
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro, senador e candidato à Presidência da República, não conseguiu formalizar seu registro de candidatura nesta quinta-feira (13) devido a uma alteração na filiação partidária que o registrou como integrante do partido Missão.
- Flávio Bolsonaro alega que não sabe como a alteração ocorreu e que sua equipe pretende solicitar à Justiça Eleitoral a restauração da filiação ao PL e pedir à Polícia Federal (PF) a abertura de uma investigação para apurar o caso.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não conseguiu formalizar nesta quinta-feira (13) o registro de sua candidatura à Presidência da República, como estava previsto. O motivo foi uma alteração na filiação partidária que fez o parlamentar aparecer, nos sistemas da Justiça Eleitoral, como integrante do partido Missão, de Renan Santos. A mudança foi identificada pela equipe de campanha no momento em que os representantes de Flávio tentavam acessar o sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para realizar o registro. O episódio é tratado pela campanha como uma possível fraude, mas ainda não há confirmação sobre a origem da alteração. O PL informou ter perdido o acesso ao sistema do TSE e, por isso, não conseguiu concluir o procedimento. “Não sabemos o como isso aconteceu: se foi hackeamento do TSE, se hackearam o Missão, se foi doloso ou se alguém comprou a senha do sistema e fez a partir disso”, afirmou um integrante da campanha ao O Globo. A defesa e os representantes do senador pretendem solicitar à Justiça Eleitoral a restauração da filiação de Flávio ao PL. A equipe também deve pedir à Polícia Federal (PF) a abertura de uma investigação para apurar o caso. Registro aponta mudança de partido - Segundo os registros disponíveis no site da Justiça Eleitoral, Flávio teria deixado o PL na quarta-feira (12). A certidão de filiação partidária emitida pelo sistema aponta que ele passou a constar como integrante do Missão, partido presidido por Renan Santos, que também disputa a Presidência. Apesar da alteração, a situação eleitoral do senador aparece como “regular” no documento emitido nesta quinta. O problema é que ele não poderia concorrer por uma nova legenda neste momento, já que as convenções partidárias foram encerradas em 5 de agosto. O prazo para o registro das candidaturas termina neste sábado (15), às 19h. Partidos, federações e coligações devem encaminhar as informações à Justiça Eleitoral dentro desse período. Até o momento, seis candidatos já formalizaram o registro no TSE: Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição; Hertz Dias (PSTU); Samara Martins (UP); Wilson Grassi (Democrata); Romeu Zema (Novo); e Renan Santos (Missão).
Eleitor baiano deve levar pouco mais de dois minutos para votar em 2026
Eleitor baiano deve levar pouco mais de dois minutos para votar em 2026
A ordem de votação será: deputado federal, deputado estadual, primeiro senador, segundo senador, governador e vice-governador, presidente e vice-presidente da República
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A votação nas Eleições Gerais de 2026 na Bahia deve durar aproximadamente dois minutos. O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia considerou o período desde a identificação no local de votação até a confirmação do último voto. A Justiça Eleitoral orienta os eleitores a consultar antecipadamente o local e a seção, levar um documento oficial com foto e anotar os números dos candidatos na chamada cola eleitoral. A votação ocorrerá das 8h às 17h, no horário de Brasília.
- A Bahia contempla seis escolhas no primeiro turno, em 4 de outubro: deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República. Um eventual segundo turno para governador e/ou presidente está marcado para 25 de outubro. A previsão se baseia nos tempos registrados nas eleições gerais de 2018 e 2022.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
Os mais de 11 milhões de eleitores da Bahia devem levar, em média, pouco mais de dois minutos para concluir a votação nas Eleições Gerais de 2026. A estimativa do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE) considera o período desde a identificação no local de votação até a confirmação do último voto. No primeiro turno, em 4 de outubro, serão seis escolhas: deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República. Um eventual segundo turno para governador e/ou presidente está marcado para 25 de outubro. A previsão tem como base os tempos registrados nas eleições gerais de 2018 e 2022. O TRE não utilizou como referência as eleições municipais de 2024 porque, naquele pleito, foram apenas dois cargos. Para agilizar a votação, a Justiça Eleitoral orienta os eleitores a consultar antecipadamente o local e a seção, levar um documento oficial com foto e anotar os números dos candidatos na chamada cola eleitoral. A votação ocorrerá em todo o país das 8h às 17h, no horário de Brasília.
Nunes Marques reforça segurança da urna eletrônica
Nunes Marques reforça segurança da urna eletrônica
Presidente do tribunal destacou ações para ampliar a transparência e explicar à população como funciona o sistema de votação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, defendeu a segurança e a transparência do sistema eletrônico de votação brasileiro durante o encerramento da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, em Brasília. O evento promoveu ações em todo o país, como demonstrações públicas de desmonte das urnas e votações simuladas, visando aproximar a população do funcionamento das eleições e combater a desinformação.
- Além de classificar o sistema de votação como um patrimônio da democracia, o TSE anunciou a criação do Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional para monitorar o uso indevido de inteligência artificial e conteúdos falsos durante as campanhas eleitorais. As iniciativas reforçam as ações institucionais para o pleito de 2026, que terá seu primeiro turno realizado no dia 4 de outubro.
Foto: Jamile Ferraris/TSE
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, voltou a defender a segurança e a confiabilidade do sistema eletrônico de votação brasileiro. Segundo ele, a Justiça Eleitoral tem ampliado as ações para mostrar à população como as urnas funcionam e reforçar a transparência do processo eleitoral. A declaração foi feita neste domingo (9), durante a abertura da Corrida pela Democracia, realizada no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília. O evento marcou o encerramento da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, que promoveu uma série de atividades em diferentes partes do país. Durante o discurso, Nunes Marques destacou as demonstrações públicas de desmonte das urnas eletrônicas realizadas pelo TSE e pelos 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). A iniciativa teve como objetivo apresentar à sociedade os componentes do equipamento e explicar, de forma prática, como ocorre o processo de votação. Ao longo da semana, também foram realizadas exposições, votações simuladas e atividades em escolas, centros comerciais, espaços públicos e eventos. A Justiça Eleitoral ainda promoveu ações relacionadas à acessibilidade, ao combate à desinformação e à aproximação da população com o funcionamento das eleições. Na avaliação do presidente do TSE, iniciativas como essas ajudam a ampliar o conhecimento sobre o sistema eleitoral e permitem que os eleitores tenham acesso direto a informações sobre segurança, transparência e possibilidade de auditoria da votação. Na semana passada, durante a retomada das sessões presenciais do tribunal, Nunes Marques já havia chamado a urna eletrônica brasileira de "patrimônio da democracia". O TSE também adotou novas medidas para enfrentar a desinformação durante o período eleitoral. Na sexta-feira (7), o tribunal criou o Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional, que terá entre suas atribuições o acompanhamento do uso indevido de inteligência artificial e da disseminação de conteúdos falsos durante a campanha. O grupo deverá auxiliar a presidência do TSE na adoção de medidas voltadas à preservação da normalidade e da integridade do processo eleitoral. O primeiro turno das eleições de 2026 será realizado em 4 de outubro. Os eleitores escolherão presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. O segundo turno está previsto para 25 de outubro e poderá ocorrer nas disputas para presidente e governador. A nova votação será realizada quando nenhum candidato alcançar mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, desconsiderados os votos brancos e nulos.
Propaganda eleitoral começa em 16 de agosto; veja regras
Propaganda eleitoral começa em 16 de agosto; veja regras
Justiça Eleitoral atualizou regras sobre inteligência artificial, deepfakes e combate à desinformação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A propaganda eleitoral para as Eleições Gerais de 2026 terá início oficial em 16 de agosto, permitindo que candidatos e partidos realizem campanhas nas ruas, internet e outros meios regulamentados pelo Tribunal Superior Eleitoral. Antes desse período, a legislação autoriza apenas atividades de pré-campanha, como debates e divulgação de propostas, mantendo-se a proibição estrita de pedidos explícitos de voto. O pleito também contará com o tradicional horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão nos 35 dias anteriores à antevéspera do primeiro turno.
- Uma das principais novidades para o pleito de 2026 é o endurecimento das regras contra a desinformação e a regulamentação do uso de inteligência artificial, exigindo a identificação de conteúdos manipulados por IA e proibindo terminantemente o uso de deepfakes. Para coibir irregularidades, os eleitores poderão utilizar canais de denúncia como o aplicativo Pardal, voltado para propaganda física irregular, e o Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade), focado em combater conteúdos falsos na internet.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
A propaganda eleitoral das Eleições Gerais de 2026 começa oficialmente no dia 16 de agosto. A partir dessa data, candidatos, partidos, federações e coligações poderão intensificar a campanha nas ruas, na internet e em outros meios permitidos pela legislação eleitoral.As regras estão previstas na Resolução TSE nº 23.610/2019, atualizada por normas posteriores. Para 2026, a regulamentação ganhou novas regras relacionadas ao combate à desinformação e ao uso da inteligência artificial durante o processo eleitoral.Na internet, a propaganda poderá ser feita em sites oficiais de candidatos e partidos, além de blogs, redes sociais, aplicativos de mensagens e outras plataformas digitais, desde que sejam respeitadas as normas da Justiça Eleitoral.Antes de 16 de agosto, a legislação permite atividades de pré-campanha. Pré-candidatos podem participar de entrevistas, debates, seminários e encontros, divulgar propostas, projetos políticos e pedir apoio. O que continua proibido é o pedido explícito de voto antes do início oficial da campanha.A campanha também contará com horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão. A programação será exibida nos 35 dias anteriores à antevéspera do primeiro turno, em datas e horários definidos pela Justiça Eleitoral. Além dos programas em rede, as emissoras deverão reservar 70 minutos diários para inserções de 30 e 60 segundos.As eleições de 2026 terão ainda regras específicas para o uso da inteligência artificial. A Justiça Eleitoral prevê a identificação de conteúdos produzidos ou manipulados por IA e proíbe o uso de deepfakes na propaganda eleitoral. As normas também reforçam o combate à divulgação de conteúdos falsos ou gravemente descontextualizados que possam prejudicar a integridade das eleições.Eleitores que identificarem propaganda irregular nas ruas poderão fazer denúncias pelo aplicativo Pardal, disponibilizado gratuitamente para celulares Android e iOS a partir do início oficial da campanha.Já denúncias sobre conteúdos falsos ou descontextualizados na internet poderão ser encaminhadas pelo Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade), mantido pelo Tribunal Superior Eleitoral.A orientação é que candidatos, partidos e eleitores fiquem atentos às regras, já que irregularidades podem resultar em retirada de conteúdo, aplicação de multas e outras sanções previstas na legislação eleitoral.
Justiça Eleitoral desmonta urna eletrônica para mostrar funcionamento e segurança
Tribunal afirma que sistema é auditável, não tem conexão com a internet e passa por diversas etapas de fiscalização.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) realizou uma apresentação pública da urna eletrônica para jornalistas e entidades fiscalizadoras, demonstrando o funcionamento dos componentes internos do equipamento e os mecanismos de segurança do sistema de votação. A iniciativa, que integra a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, visa ampliar a transparência e consolidar a confiança pública no processo eleitoral por meio de auditorias realizadas por diversos órgãos parceiros.
- Durante o evento, especialistas detalharam o uso de lacres, assinaturas digitais, biometria e o fato de o aparelho não possuir conexão com a internet, reduzindo significativamente os riscos de invasões externas. O tribunal também enfatizou a eficácia do voto eletrônico em relação ao antigo sistema em papel, destacando que a informatização do processo trouxe maior agilidade, segurança e confiabilidade para a apuração dos resultados das eleições brasileiras.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) promoveu, nesta segunda-feira (3), uma apresentação pública da urna eletrônica para jornalistas e entidades responsáveis pela fiscalização das eleições. Durante o evento, o equipamento foi desmontado para demonstrar o funcionamento dos componentes internos e explicar os mecanismos de segurança utilizados no sistema de votação. A iniciativa integra a programação da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação e tem como objetivo ampliar a transparência do processo eleitoral e fortalecer a confiança da população nas eleições brasileiras. Segundo o presidente do TRE-RJ, Claudio de Mello Tavares, a urna eletrônica passa por diversas etapas de auditoria e fiscalização realizadas por partidos políticos, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil, universidades e outros órgãos. O secretário de Tecnologia da Informação do tribunal, Michel Kovacs, explicou que as urnas contam com lacres de segurança, assinaturas digitais, biometria e sistemas de auditoria que dificultam qualquer tentativa de fraude. Ele destacou ainda que o equipamento não possui conexão com a internet durante a votação, reduzindo riscos de ataques externos. Durante a apresentação, também foi explicado que os votos são armazenados em mais de um dispositivo e que, caso uma urna apresente falha, as informações podem ser transferidas para um equipamento de reserva sem perda dos votos registrados. Ao comentar a possibilidade de retorno do voto em papel, Kovacs afirmou que a adoção da urna eletrônica contribuiu para reduzir fraudes registradas antes da informatização das eleições e defendeu que o sistema eletrônico oferece maior rapidez, segurança e confiabilidade na apuração dos resultados.
Patrimônio declarado de Zé Cocá cresce R$ 1,1 milhão entre as eleições de 2024 e 2026
Candidato a vice-governador da Bahia informou bens de R$ 3,26 milhões à Justiça Eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-prefeito de Jequié e candidato a vice-governador da Bahia, Zé Cocá, declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 3.266.021 para as eleições de 2026. Esse montante representa um crescimento expressivo de aproximadamente R$ 1,1 milhão em comparação com o patrimônio de R$ 2.166.070,37 que havia sido informado no pleito municipal de 2024.
- Os principais ativos que compõem a nova declaração incluem um rebanho bovino avaliado em R$ 700 mil, um sítio em Manoel Vitorino, uma residência em Jequié, além de fazendas, apartamento em Salvador e investimentos financeiros. O crescimento patrimonial também reflete a aquisição de novas propriedades rurais, aplicações em renda fixa e um aumento no montante de dinheiro em espécie.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
O ex-prefeito de Jequié e candidato a vice-governador da Bahia, Zé Cocá, declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 3.266.021 nas eleições de 2026. O valor representa um aumento de aproximadamente R$ 1,1 milhão em relação ao patrimônio informado nas eleições municipais de 2024, quando declarou bens avaliados em R$ 2.166.070,37. Entre os principais bens registrados na declaração deste ano está um rebanho bovino avaliado em R$ 700 mil. O candidato também informou a posse de um sítio no município de Manoel Vitorino, estimado em R$ 600 mil, além de uma residência no loteamento Portal Pindorama, em Jequié, com o mesmo valor declarado. A relação de bens ainda inclui um apartamento em Salvador, fazendas localizadas na região de Lafaiete Coutinho e novos investimentos financeiros. Em comparação com a declaração anterior, houve aumento no valor do rebanho bovino, que passou de cerca de R$ 456 mil para R$ 700 mil, além da aquisição de novas propriedades rurais, como a Fazenda Vitória I, e aplicações em renda fixa que não constavam na prestação de contas de 2024. Outro item que apresentou crescimento foi o valor declarado em dinheiro em espécie, que passou de R$ 80 mil para R$ 120 mil entre uma eleição e outra. As informações fazem parte da prestação de contas apresentada pelo candidato à Justiça Eleitoral no registro de sua candidatura para as eleições de 2026.
Justiça Eleitoral mantém mandatos do prefeito e da vice de Pindaí após rejeitar ação por supostas irregularidades
Decisão aponta falta de provas e confirma a validade da reeleição de João Veiga e Graça Amaral
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça Eleitoral julgou improcedente a ação que pedia a cassação dos mandatos do prefeito reeleito de Pindaí, João Evangelista Veiga Pereira, e da vice-prefeita Maria das Graças Amaral da Silva Pinheiro. A decisão foi tomada após análise do processo por parte da juíza Lázara Cristina Gonçalves Tavares de Souza, que concluiu que não houve provas suficientes para demonstrar a participação direta ou o conhecimento do prefeito e da vice nas condutas apontadas.
- A justificativa da juíza foi que a cassação de um mandato eletivo exige provas consistentes e não pode ser baseada apenas em suspeitas ou acusações sem comprovação, tornando a decisão definitiva e encerrando o processo com julgamento do mérito.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
A Justiça Eleitoral julgou improcedente a ação que pedia a cassação dos mandatos do prefeito reeleito de Pindaí, João Evangelista Veiga Pereira, e da vice-prefeita Maria das Graças Amaral da Silva Pinheiro, conhecida como Graça Amaral. A decisão foi assinada pela juíza Lázara Cristina Gonçalves Tavares de Souza, da 117ª Zona Eleitoral de Urandi, e publicada na quarta-feira (30). A ação havia sido proposta pelo ex-candidato a prefeito Ionaldo Aurélio Prates, que acusava os gestores de suposta compra de votos e abuso de poder econômico durante as eleições municipais de 2024. Entre as alegações estavam distribuição de dinheiro, entrega de materiais de construção, promessas de cargos públicos e movimentações bancárias consideradas suspeitas. Ao analisar o processo, a magistrada concluiu que as acusações não foram comprovadas. Segundo a sentença, não houve provas suficientes para demonstrar a participação direta ou o conhecimento do prefeito e da vice nas condutas apontadas. A juíza também negou o pedido de quebra de sigilo bancário de terceiros, por entender que não havia elementos concretos que justificassem a medida. Com a decisão, a Justiça Eleitoral manteve os mandatos de João Veiga e Graça Amaral e encerrou o processo com julgamento do mérito, reforçando que a cassação de um mandato eletivo exige provas consistentes e não pode ser baseada apenas em suspeitas ou acusações sem comprovação.
























