Homem é condenado a 28 anos por matar jovem grávida em Conquista
Homem é condenado a 28 anos por matar jovem grávida em Conquista
Crime ocorreu em 2016; vítima perdeu o bebê após as agressões e morreu quase um mês depois por infecção generalizada.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Quase uma década após o crime, o homem acusado de matar a jovem Jéssica Nascimento, de 21 anos, foi condenado a 28 anos e 4 meses de prisão pelo Tribunal do Júri de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. O julgamento encerra um dos casos de maior repercussão na cidade, destacando a violência doméstica e a tragédia de uma gestante que perdeu o bebê após agressões violentas em uma festa.
- O réu, Américo Francisco Vinhas Neto, inicialmente foi preso em flagrante, mas saiu mediante pagamento de fiança e se tornou foragido por quase sete anos. Só se apresentou à polícia em 2023, quando aguardava julgamento. Durante o processo, a defesa alegou surto psicótico, mas o Conselho de Sentença rejeitou a tese, condenando-o por homicídio triplamente qualificado e por aborto sem consentimento, com pena a cumprir em regime fechado.
Foto: reprodução
Quase dez anos após o crime, o homem acusado de matar a jovem Jéssica Nascimento, de 21 anos, foi condenado a 28 anos e 4 meses de prisão pelo Tribunal do Júri de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. O julgamento foi realizado na última quarta-feira (1º), encerrando um dos casos de maior repercussão da cidade. Segundo as investigações, Américo Francisco Vinhas Neto havia iniciado um relacionamento com Jéssica pouco antes das agressões. A jovem estava grávida de 18 semanas e, inicialmente, familiares acreditavam que o bebê era fruto da relação. Posteriormente, um exame de DNA confirmou que a criança não era filha do condenado. O crime ocorreu durante uma festa, quando o acusado passou a agredir violentamente a vítima. Testemunhas relataram que pessoas presentes tentaram interromper as agressões e alertaram o homem de que Jéssica estava grávida. Em decorrência da violência, ela perdeu o bebê poucos dias depois. A jovem permaneceu internada por quase um mês. Durante o tratamento, desenvolveu uma infecção generalizada causada por uma bactéria que atingiu a corrente sanguínea a partir de um dos ferimentos sofridos. Jéssica morreu em 10 de maio de 2016, vítima de falência múltipla dos órgãos. O acusado chegou a ser preso em flagrante logo após as agressões, mas foi liberado mediante pagamento de fiança. Após a morte da jovem, a Justiça decretou sua prisão preventiva. No entanto, ele permaneceu foragido por quase sete anos e só se apresentou à polícia em fevereiro de 2023, quando passou a aguardar julgamento. Durante o júri, a defesa alegou que o réu sofreu um surto psicótico provocado pelo uso de drogas no dia do crime. A tese foi rejeitada pelo Conselho de Sentença. Américo Francisco Vinhas Neto foi condenado por homicídio triplamente qualificado e pelo crime de aborto sem o consentimento da gestante. A pena deverá ser cumprida em regime fechado.
Quatro homens são condenados por duplo homicídio ligado ao tráfico em Vitória da Conquista
Júri popular fixou penas acima de 20 anos; vítimas foram executadas em 2019 durante disputa entre facções rivais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Quatro homens foram sentenciados a penas que ultrapassam 20 anos de prisão pelo duplo homicídio ocorrido em 17 de setembro de 2019, no bairro Vila Elisa, em Vitória da Conquista, Bahia. A Vara do Júri da comarca definiu as condenações nesta quinta-feira (25), determinando regime inicial fechado para todos os réus envolvidos no crime, onde duas pessoas foram executadas a tiros.
- A investigação do Ministério Público revelou que o crime foi motivado por uma disputa entre facções rivais ligadas ao tráfico de drogas, o que levou o júri a manter as qualificadoras de motivo torpe e recurso que dificultou a defesa das vítimas. As sentenças individuais foram: Anderson de Jesus Silva (24 anos), Matusalém dos Santos Gonçalves (28 anos), Micael Souza Queiroz (28 anos) e Rodrigo Porto Oliveira Silva (28 anos). Todos os condenados já estavam detidos por outras infrações e permanecerão sob custódia.
Foto: Reprodução | Blog do Anderson
Quatro homens foram condenados a mais de 20 anos de prisão pelo duplo homicídio ocorrido em 17 de setembro de 2019, no bairro Vila Elisa, em Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia. A sentença foi definida nesta quinta‑feira (25) pela Vara do Júri da comarca, que determinou regime inicial fechado para todos os réus. De acordo com a investigação, o grupo saiu de carro até o bairro e executou duas pessoas a tiros, identificadas pelas iniciais R.O.S. e C.H.N.O. O Ministério Público apontou que o crime foi motivado pela disputa entre facções rivais ligadas ao tráfico de drogas, o que levou o júri a manter as qualificadoras de motivo torpe e recurso que dificultou a defesa das vítimas. As penas ficaram assim definidas: Anderson de Jesus Silva – 24 anos de prisão; Matusalém dos Santos Gonçalves – 28 anos; Micael Souza Queiroz – 28 anos; Rodrigo Porto Oliveira Silva – 28 anos. Todos já estavam presos por outras condenações e permanecerão custodiados.
Chumbinho e obsessão: a ‘irmã da igreja’ que matou mãe e filhas para ficar com pescador na Bahia
Três mortes em sequência revelaram envenenamento e motivação ligada a paixão doentia; ré será julgada oito anos após o crime
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Caso de envenenamento chumbinho em Nagé, Bahia, volta ao debate público com o julgamento de Elisângela Almeida de Oliveira, apontada como responsável pelas mortes da marisqueira Adriane Ribeiro Santos e suas filhas. A investigação revelou que Elisângela teria desenvolvido uma obsessão amorosa pelo marido de Adriane e que elogiava o uso de chumbinho em sua roça.A polícia encontrou laudos toxicológicos que confirmaram a presença de Terbufós, um inseticida extremamente tóxico, nos corpos das vítimas. O Ministério Público denunciou Elisângela por três homicídios qualificados, com uso de veneno, motivo torpe e impossibilidade de defesa das vítimas. O júri está marcado para 7 de outubro de 2026.
- O caso de envenenamento chumbinho em Nagé é considerado um dos mais marcantes e perturbadores da história policial da Bahia. Quase oito anos após as mortes, familiares e moradores da região aguardam o desfecho do julgamento de Elisângela Almeida de Oliveira.
Foto: Reprodução
O caso que chocou o distrito de Nagé, em Maragogipe, voltou ao debate público com a proximidade do julgamento de Elisângela Almeida de Oliveira, apontada pela polícia como responsável pela morte da marisqueira Adriane Ribeiro Santos, 23 anos, e das filhas Gleysse Kelly, 5, e Ruteh, 2. As três morreram em um intervalo de três semanas, entre julho e agosto de 2018, sempre com sintomas semelhantes. O que parecia uma tragédia familiar se transformou em uma investigação que revelou envenenamento com chumbinho e uma motivação perturbadora: obsessão amorosa. As mortes ocorreram sempre às segundas‑feiras. Primeiro, Gleysse passou mal e morreu horas depois. Uma semana depois, foi a vez de Ruteh. Na terceira semana, Adriane apresentou os mesmos sintomas — salivação intensa, suor excessivo e mal‑estar súbito — e também não resistiu. Até o cachorro da família havia morrido dias antes. A repetição dos quadros levantou suspeitas entre médicos e policiais. A investigação ganhou força quando familiares informaram que nenhuma das vítimas era diabética, apesar de medicamentos para a doença terem sido encontrados na casa. A polícia passou a considerar envenenamento e pediu exumações para novos exames. Os laudos toxicológicos confirmaram a presença de Terbufós, inseticida extremamente tóxico usado em produtos conhecidos como chumbinho. Durante as oitivas, o nome de Elisângela — conhecida na comunidade como “irmã da igreja” — passou a aparecer com frequência. Ela e o marido haviam se aproximado da família por meio da igreja e, segundo testemunhas, mantinham convivência intensa com Adriane e o marido, o pescador Jefferson Brandão. Depoimentos apontaram que alimentos entregues por Elisângela foram consumidos pelas vítimas antes de cada episódio. Um relato decisivo indicou que Adriane tomou um copo de chocolate oferecido pela suspeita horas antes de morrer. O inquérito concluiu que Elisângela teria desenvolvido uma relação possessiva por Jefferson. Ele relatou que a suspeita pagou despesas do seu casamento, insistia em tratá‑lo como filho e pedia para ser chamada de mãe. Para a polícia, ela queria ocupar o lugar de Adriane e afastar a família do pescador. Com base nos laudos e depoimentos, o Ministério Público denunciou Elisângela por três homicídios qualificados, com uso de veneno, motivo torpe e impossibilidade de defesa das vítimas. Ela foi pronunciada para julgamento pelo Tribunal do Júri, mas o processo enfrentou sucessivos adiamentos por alegações de problemas de saúde da ré. O júri está marcado para 7 de outubro de 2026. Quase oito anos após as mortes que abalaram o Recôncavo, familiares e moradores de Nagé aguardam o desfecho de um dos casos mais marcantes e perturbadores da história policial da Bahia.
Idoso é absolvido após agredir genro para defender filha em Irecê
Idoso é absolvido após agredir genro para defender filha em Irecê
Júri entendeu que réu agiu sob forte abalo emocional, segundo a Defensoria
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Foto: Defensoria Pública da Bahia
Um lavrador foi absolvido por unanimidade pelo Tribunal do Júri após confessar que agrediu o próprio genro, em Irecê, no interior da Bahia. Ele respondia por tentativa de homicídio, sequestro e cárcere privado. O julgamento ocorreu após cerca de dez anos de tramitação.De acordo com a Defensoria Pública do Estado da Bahia, o caso teve origem em dezembro de 2015, quando o idoso soube que a filha, grávida, havia sido agredida pelo companheiro. Segundo o relato, além da violência física, o genro teria quebrado o celular da vítima e já possuía histórico de agressões.O lavrador levou a filha e as netas para sua casa e, em seguida, chamou o genro até uma propriedade rural. No local, ele amarrou o homem e o agrediu com uma corda. Em depoimento, afirmou que não teve intenção de matar, mas de impedir novas agressões.O genro registrou ocorrência três dias depois. O Ministério Público denunciou o idoso por tentativa de homicídio, e o processo seguiu até julgamento pelo júri popular.Durante a sessão, o defensor público Felipe Ferreira sustentou que o réu agiu sob forte abalo emocional e para proteger a filha de um ciclo de violência doméstica. Os jurados acolheram a tese da defesa e consideraram o acusado inocente.O caso voltou a repercutir após a divulgação de um vídeo do julgamento nas redes sociais, compartilhado pela deputada federal Silvye Alves. As imagens mostram o momento em que o idoso se emociona ao relatar os fatos e aguardar a decisão do júri.Com a absolvição, o lavrador não terá qualquer condenação criminal relacionada ao caso.
Homem é condenado por tentar matar jovem grávida ao jogá-la de ponte em Carinhanha
Crime ocorreu em 2020, quando vítima foi empurrada da ponte Guimarães Rosa, no rio São Francisco
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Foto: Divulgação | Polícia Civil
O Tribunal do Júri de Carinhanha, no sudoeste da Bahia, condenou nesta quarta-feira (19) Wanrley Silva Teixeira, de 30 anos, a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão em regime fechado. Ele foi responsabilizado por tentativa de feminicídio qualificado e por provocar aborto sem consentimento da vítima. O caso aconteceu em abril de 2020, quando Cleidiane dos Santos Ribeiro, então com 20 anos e grávida, foi empurrada da ponte Guimarães Rosa, que liga os municípios de Carinhanha e Malhada, sobre o rio São Francisco. A jovem sobreviveu após ficar presa em vegetação às margens do rio e foi resgatada por guardas municipais com ajuda de um pescador. Durante o julgamento, a defesa alegou que a queda teria sido acidental, mas a versão foi rejeitada pelos jurados. O Ministério Público sustentou que o réu agiu por motivo torpe, ao se recusar a assumir a paternidade, e enganou a vítima antes de empurrá-la. Os jurados acolheram integralmente a denúncia, reconhecendo as qualificadoras de feminicídio tentado e aborto provocado por terceiro. Na sentença, o juiz Arthur Antunes Amaro Neves destacou a gravidade da conduta e a crueldade do ato, ressaltando que a vítima ainda sofre consequências psicológicas cinco anos após o crime, necessitando de medicamentos controlados. Apesar da condenação, o magistrado concedeu ao réu o direito de recorrer em liberdade, impondo medidas cautelares que o proíbem de se aproximar ou manter contato com a vítima e seus familiares.
Caetité: Advogado de defesa detalha processo do caso Paulo de Quindim
Caetité: Advogado de defesa detalha processo do caso Paulo de Quindim
Advogado defende análise minuciosa das circunstâncias do crime.
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Foto: Júnior Moreira | Sudoeste Bahia
Em entrevista ao portal Sudoeste Bahia, o advogado Manoel Aprígio Neto, que atua na defesa de Cláudio Bacelar, acusado de matar Paulo Herbet, conhecido como Paulo de Quindim, detalhou os próximos passos do processo e destacou a necessidade de cautela na análise do caso. Segundo o advogado, após a audiência de instrução realizada em 2 de outubro, ficou definido que o processo seguirá para julgamento no Tribunal do Júri ainda este ano, em Caetité, no sudoeste da Bahia. Ele ressaltou que o caso é complexo e que ainda não há elementos suficientes para confirmar se houve ou não legítima defesa. “É cedo para qualquer conclusão definitiva. O Tribunal do Júri é o ambiente adequado para a apreciação completa das provas e para que os fatos sejam debatidos de forma ampla”, afirmou Neto durante a entrevista. O crime ocorreu em 2 de julho, na Fazenda Tabua, zona rural de Caetité. De acordo com relatos policiais, Paulo teria ido ao local após ser chamado por uma jovem, namorada do acusado, que relatou que Cláudio estaria “fora de si” e teria tentado contra a própria vida. Ao chegar, a vítima foi atingida por um disparo e morreu no local. A Vara Criminal de Caetité deve confirmar a data do júri até o fim do ano. O caso ganhou repercussão regional e segue sendo acompanhado de perto pela comunidade. Assista e entrevista:
Mulher acusada de tentativa de homicídio vai a júri popular em Carinhanha
Mulher acusada de tentativa de homicídio vai a júri popular em Carinhanha
O caso aconteceu em junho do ano passado, durante uma festa em bar, que fica localizado às margens da BA-161
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Foto: Reprodução
- O juiz da Comarca da cidade de Carinhanha, Médio São Francisco, Arthur Antunes Amaro Neves, se pronunciou nesta segunda-feira (20), que Anne Sthephany Mendes Davi, 23 anos, acusada de atentar contra a vida de Caroline Vieira da Silva, 27 anos, vai a júri popular pelo crime de tentativa de homicídio qualificado. No entanto, o magistrado não informou a data do julgamento. Em 05 junho do ano passado, durante uma discussão em um bar, que fica localizado às margens da BA-161, do referido município, motivada por ciúmes, Sthephany jogou gasolina em Caroline, ateou fogo, o que resultou 10% do corpo da vítima queimado, sendo que Caroline precisou ficar internada em um hospital de referência em Salvador. Também no ano passado, Arthur Neves converteu a prisão de Anne de preventiva para domiciliar.
Caetité: na final da primeira parte do júri, acusado é ouvido
Caetité: na final da primeira parte do júri, acusado é ouvido
Por: Willian Silva
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Narração automática (IA)Foto: Willian Silva - Sudoeste Bahia
No final da primeira parte da sessão de julgamento de Dênys Márcio Carvalho, este foi ouvido pela promotoria pública e jurados. Dênys, durante seu depoimento afirmou estar arrependido do que fez e reiterou que é o único responsável por toda essa situação. Dênys ainda disse que se descontrolou no momento em que conversou com Vanessa, quando está foi até o seu estabelecimento comercial buscar a pensão da sua filha, momento em que discutiram. "Eu fiquei transformado naquele momento, perdi a cabeça. Gostaria de pedir perdão para minha família e para a família de Vanessa. Ela era uma boa pessoa, boa mãe e boa esposa" disse Dênys, emocionado. O ministério público ainda leu para o acusado partes de seu depoimento. Durante a leitura, o Ministério Público relembrou que Dênys teria efetuado cinco disparos e um sexto tiro para o alto. O Ministério Público ainda lembrou e perguntou porque Dênys teria recarregado a arma. Diante de tal pergunta, o acusado não deu resposta. Em outra parte de seu depoimento, Dênys afirmou que pretendia tirar a sua vida diante de ter praticado tal situação. Na segunda parte, que deverá começar agora por volta das 14h, será a vez de defesa e acusação apresentarem os seus argumentos. Segundo um advogado ouvido por nossa reportagem, o júri deverá se estender por mais um dia, caso haja prolongamento das verbalizações.
























