Johnson diz que pode vender vacina contra a Covid-19 ao Brasil
Por: Danielle Campos
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- A Janssen Pharmaceuticals, farmacêutica do grupo Johnson&Johnson, publicou uma nota neste sábado (30) informando que "disponibilizará sua vacina" contra a Covid-19 no Brasil "na quantidade e nas condições que vierem a ser acordadas com o Ministério da Saúde". Nesta sexta-feira (29), foram divulgados os resultados preliminares de fase 3 da vacina, que foi testada no Brasil. A eficácia do imunizante foi de 66% contra casos moderados e graves da doença. A Johnson pode fazer pedido de uso emergencial da vacina para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), por ter feito testes no Brasil, seguindo a determinação da agência. Porém, até o momento, nenhum pedido foi feito, segundo a Anvisa. Apenas as vacinas de Oxford e a CoronaVac foram aprovadas no Brasil.
Vacina da Johnson registra 66% de eficácia contra casos moderados a graves da Covid-19
Por: Adele Robichez
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- A empresa farmacêutica americana Johnson anunciou hoje (29), que a vacina elaborada por ela contra o coronavírus obteve 66% de eficácia para a proteção de casos moderados e graves da doença. A imunidade começa 14 dias após a vacinação. Em relação aos casos graves, apenas, a taxa ficou em 85%. Nenhuma das pessoas que receberam o imunizante ficou hospitalizada ou morreu pela doença. A vacina, realizada com a aplicação de somente uma dose, foi testada no Brasil, com 7.560 pessoas. Então, ela pode solicitar o uso emergencial à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O pedido, porém, ainda não foi feito. O país tem um rede de frio compatível com a necessidade de armazenamento das doses em temperaturas de 2ºC a 8ºC. A imunização foi eficaz também contra a variante da África do Sul, considerada mais contagiosa, com 57% de eficácia.























