Inflação oficial recua para 0,16% em março, diz IBGE
Em fevereiro, a taxa ficou em 0,83%
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou para 0,16% em março deste ano. Em fevereiro, a taxa ficou em 0,83%. Já em março do ano passado, o índice registrado foi 0,71%.Com o resultado, o IPCA acumula taxa de 1,42% no ano e de 3,93% em 12 meses, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A inflação de março foi puxada pelo grupo de despesas alimentação e bebidas, cujos preços subiram 0,53% no mês.
Inflação oficial do Brasil acelera em fevereiro para 0,83%
Em 12 meses, IPCA acumula 4,5%, dentro do limite da meta do BC
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- A inflação oficial de fevereiro, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), fechou em 0,83%, quase o dobro do mês anterior, janeiro(0,42%).Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (12). Os reajustes de mensalidades escolares foram os que mais pressionaram o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).O resultado ficou bem próximo de fevereiro de 2023, quando alcançou 0,84%. No acumulado de 12 meses, o IPCA soma 4,5%, dentro do limite máximo da meta do Banco Central. No ano, a inflação é de 1,25%. Um dos fatores que influenciou no resultado foi o reajuste dos preços do grupo de educação que tiveram o maior crescimento (4,98%). Isso representou 0,29 p.p.) do IPCA de fevereiro. Dentro do grupo, a maior contribuição veio dos cursos regulares (6,13%).As maiores altas vieram do ensino médio (8,51%), do ensino fundamental (8,24%), da pré-escola (8,05%) e da creche (6,03%). Também houve aumento na inflação do curso técnico (6,14%), ensino superior (3,81%) e pós-graduação (2,76%).
Ipea: inflação continua menor para famílias com renda mais baixa
Principal impacto para esse grupo é de alimentos e bebidas
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- A inflação oficial para famílias com renda mais baixa, em novembro deste ano, continuou sendo menor do que para aquelas com renda mais alta, como ocorreu nos cinco meses anteriores, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (13) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). De acordo com o Ipea, em novembro a inflação para famílias com renda muito baixa, baixa e média-baixa passou de 0,13% em outubro para 0,20% em novembro. Entre as pessoas com renda média, a inflação passou de 0,22% para 0,23%. Entre aquelas com renda média-alta, a inflação manteve-se em 0,23%. Por fim, entre as pessoas com renda alta, a alta de preços passou de 0,55% para 0,58%. Segundo o Ipea, o principal impacto inflacionário para as classes de renda mais baixas, em novembro, veio do grupo “alimentos e bebidas”, com altas de produtos como o arroz (3,7%), feijão-preto (4,2%), batata (8,8%), cebola (26,6%), carnes (1,4%) e aves e ovos (0,53%). Os gastos com habitação também pressionaram o orçamento das famílias com renda mais baixa, principalmente devido ao aumento de 1,1% nas tarifas de energia elétrica. Para as famílias de renda mais alta, o maior impacto da inflação no mês veio da alta de 19,1% nos preços das passagens aéreas e de 0,76% nos planos de saúde. No acumulado de 12 meses, a inflação cresce de acordo com a faixa de renda: muito baixa (3,38%), baixa (3,85%), média baixa (4,40%), média (4,93%), média-alta (5,24%) e alta (6,09%). A inflação oficial é medida mensalmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Ipea usa os dados do IBGE para fazer a divisão da inflação por faixa de renda.
Com valorização real, governo prevê salário mínimo de R$1.421 em 2024
A proposta leva em conta o resultado da inflação e ainda é acrescido a variação do Produto Interno Bruto (PIB)
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- O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prevê que o salário mínimo de 2024 deve ficar no patamar de R$1.421. Segundo aprovação da Folha de S.Paulo, a proposta deve seguir a política de valorização salarial proposta pelo petista. O planejamento é feito na garantia do reajuste com base no número da inflação, além disso ainda é acrescido a variação do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores. Levando em conta os resultados desde 2022, seria um aumento de 2,9%. A decisão final sobre o valor do salário precisa ser anunciada até 31 de agosto, quando o governo precisa enviar a Lei de Diretrizes Orçamentária de 2024. Após ter sido reajustado em maio, o piso salarial atual é de R$1.320.
Pressão da gasolina: inflação de março sobe 0,71%
Com o novo resultado, o IPCA acumulou inflação de 4,65% em 12 meses
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- O índice oficial de inflação do Brasil teve alta de 0,71% em março, puxado pela gasolina. Em fevereiro, o indicador já havia apresentado um aumento de 0,84%. Os dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) foram divulgados nesta terça-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Com o novo resultado, o IPCA acumulou inflação de 4,65% em 12 meses. Até fevereiro, o avanço era de 5,60%. O mercado financeiro prevê uma inflação de de 5,98% no acumulado até dezembro de 2023, de acordo com a edição mais recente do boletim Focus, divulgada na segunda (10). O centro de meta de inflação, que serve de referência para o Banco Central, é de 3,25% em 2023. O BC foi alvo de críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste início de governo, devido ao patamar dos juros no Brasil. Para tentar conter a inflação, o BC manteve a Selic, taxa básica de juros, em 13,75% ao ano. A medida acaba por esfriar a demanda por bens e serviços, na busca por frear os preços.
Inflação de produtos ligados à Páscoa sobe 12,21% na Bahia, calcula Fecomércio
Chocolate teve teve aumento de 22,15% em um ano; tendência é que preço do ovo da páscoa também esteja mas salgado
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- Os baianos terão que gastar um pouco mais na Semana Santa. A inflação de produtos ligados à ceia da Sexta-feira Santa subiu 12,21% no estado no período de um ano, segundo apontou a Fecomércio-BA. O índice é quase o dobro da inflação geral da região, que é de 6,51%. A grande vilã da Semana Santa dos baianos será a cebola, que teve um aumento médio de 40,95% em 12 meses. A menor oferta prevista no Nordeste e as chuvas de verão na região Sudeste atrapalharam a colheita e a distribuição entre as centrais de abastecimento, proporcionando esse aumento. Ainda segundo a Fecomércio-BA, os peixes subiram 1,96% em um ano, abaixo da inflação geral. O arroz, no entanto, ficou 16,28% mais caro. O chocolate também está com preço mais salgado. Junto com o achocolatado em pó, ele teve aumento de 22,15% em um ano. Já o chocolate em barra e o bombom subiram, em média, 11,02%. O ovo de páscoa não faz parte da pesquisa, mas, segundo a federação, a tendência é que este produto sazonal também sofrerá com preços altos, não só por causa do preço do chocolate, mas também pelo encarecimento das embalagens, da mão de obra, entre outros custos.
Nem o pão com ovo escapa da inflação
Em 2022, os preços do tradicional pão francês acumularam alta de 18,03%, segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo)
Por: Leonardo Vieceli
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Nem os lanches mais simples escaparam da inflação dos alimentos no Brasil. É o caso do pão com ovo, um sanduíche que muitas vezes salva quem tem pouca criatividade na cozinha ou anda com o orçamento apertado. Em 2022, os preços do tradicional pão francês acumularam alta de 18,03%, segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Trata-se da maior inflação em 14 anos, ou desde 2008 (19,35%). O ovo de galinha, por sua vez, subiu 18,45% em 2022. É o avanço mais intenso em sete anos, desde 2015 (18,55%). No caso do pão francês, economistas dizem que a principal pressão sobre os preços veio da guerra envolvendo Rússia e Ucrânia. Após o início do conflito, em fevereiro de 2022, houve um salto nas cotações do trigo, insumo usado para a produção de alimentos nas padarias. Rússia e Ucrânia estão entre os principais países produtores do cereal. O Brasil é dependente de importações de trigo. As cotações até mostraram trégua recentemente, mas o movimento foi incapaz de impedir o impacto sobre o bolso do consumidor. "A raiz dessa alta está na Guerra da Ucrânia", afirma o pesquisador Felippe Serigati, do centro de estudos FGV Agro. Na capital paulista, o quilo do pão francês custou em média R$ 16,21 em dezembro de 2022, o equivalente a uma alta de 18,58% ante dezembro de 2021 (R$ 13,67). Os dados são de uma pesquisa da cesta básica realizada pelo Procon-SP em convênio com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Já a dúzia de ovos brancos custou R$ 10,63 para os paulistanos, em média, em dezembro de 2022. O valor está 28,69% acima do registrado um ano antes (R$ 8,26), conforme a mesma pesquisa do Procon-SP. O economista Rodolfo Coelho Prates, professor da PUCPR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná), avalia que os ovos ficaram mais caros devido a uma combinação entre aumento nos custos de produção e demanda aquecida. Nesse sentido, Prates destaca que a valorização da soja e do milho na pandemia pressionou os preços da ração usada na alimentação das galinhas. Além disso, diz, houve uma pressão de demanda porque os ovos representam uma fonte de proteínas mais barata na comparação com a carne, que segue em um patamar elevado de preços, apesar dos recentes sinais de trégua. "São as duas coisas. A população sofreu um processo de empobrecimento e substituiu proteínas, e o setor de frangos, galinhas, depende muito da ração", indica Prates. A carestia dos ovos não é uma exclusividade brasileira. Nos Estados Unidos, os preços também subiram, mas por um motivo diferente: a gripe aviária. A doença provocou a morte de aves poedeiras, gerando escassez de ovos. Com a oferta restrita, houve uma pressão sobre a inflação dos produtos. "Está faltando ovo porque lá o pessoal está tendo de abater os animais", diz Serigati. Na Europa, além da gripe aviária, a alta dos custos de grãos e da energia também afetam a produção neste momento. "Os ovos estão caros no mundo", ressalta o pesquisador. Cenário para 2023 Serigati avalia que, após a forte alta no ano passado, não há mais tanto espaço para aumentos expressivos no início de 2023 no Brasil. A análise está ancorada na trégua dos preços ao longo da cadeia produtiva no começo deste ano. O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) indicou que as cotações dos ovos caíram em praças produtoras na segunda semana de janeiro com uma procura menor. O movimento ocorreu após o registro em 2022 de recordes reais (descontada a inflação) na série histórica da instituição, iniciada em 2013. "Não tem tanto motivo para continuar acelerando no começo do ano, mas ao longo dos próximos meses pode acontecer alguma turbulência", pondera Serigati. Prates vê os preços dos ovos ainda pressionados. No caso dos pães, ele avalia que o cenário de trégua está mais claro, diante do alívio das cotações do trigo nos últimos meses. "O trigo é o principal fator, embora também tenha os custos do trabalho, da energia necessária para a produção. Em um cenário sem um aumento nos outros fatores, a gente pode esperar alguma diminuição nos preços", projeta o professor.
Orçamento prevê salário mínimo de R$ 1.210 em 2022, sem ganho real
Em agosto, governo estimava que o valor subisse para R$ 1.170 no próximo ano
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O relator-geral do Orçamento, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), aumentou levemente a previsão do salário mínimo para 2022, de R$ 1.069 para R$ 1.210, acompanhando uma nova estimativa da inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). O valor consta do parecer final divulgado na madrugada desta segunda-feira (20), informa o jornal Folha de S. Paulo. A previsão inicial era que o texto fosse votado nesta segunda-feira (20), mas, devido a divergências sobre valores destinados à Educação e em meio à pressão da segurança pública para reajuste salarial, o texto só deve ser apreciado na CMO (Comissão Mista de Orçamento) nesta terça (21). A conta do reajuste considera que a inflação medida pelo INPC será de 10,18% em 2021 — sem ganho real para o piso nacional, portanto. A Constituição determina que o salário mínimo deve garantir a manutenção do poder de compra do trabalhador. Por isso, o valor tem que ser corrigido pela inflação. Em agosto, o governo previa um valor um pouco menor ao considerar uma inflação defasada. Na época, a estimativa era que o valor subisse para R$ 1.170 no próximo ano.
Inflação de setembro é a maior desde a criação do Plano Real; no ano, índice supera 10%
Gastos com habitação e transportes lideram o aumento
Por: Maria Clara Andrade
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), taxa de medição da inflação oficial no país, teve alta de 1,16% em setembro. O valor é o mais alto para o mês desde 1994, ano de início do Plano Real. Desde o início do ano até o mês de setembro,o IPCA acumula alta de 6,90%. O índice ultrapassa a meta definida pelo Banco Central para este ano, que é de 3,75% com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, podendo variar entre 2,25% a 5,25%. A bandeira vermelha, por conta da crise de escassez hídrica, provocou um aumento de 6,47% na conta de energia elétrica. O grupo de gastos com habitação atingiu uma inflação de 2,56% em setembro contra 0,68% em agosto. Em segundo lugar nas maiores despesas no bolso dos brasileiros estão os gastos com transportes, seguido pela alimentação.
Arroz sobe em um ano quase oito vezes mais que o salário mínimo
Preço de um dos alimentos mais consumidos pelos brasileiros teve aumento de 40%
Por: Luciane Freire
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Foto: Reprodução | Getty Images
- Um dos alimentos mais consumidos na mesa dos brasileiros, o arroz segue como um dos itens com maior valorização no último ano. Segundo dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), em julho de 2021 ele acumulou alta de 39,8% nos últimos 12 meses, quatro vezes mais que a inflação no período, de 8,99%, e quase oito vezes o reajuste do salário mínimo do país. Em 2020, o piso salarial do país, definido pelo governo federal, era de R$ 1.045. Em 2021, R$ 1.100, com 5,2% de aumento. Nos últimos 12 meses, portanto, o arroz subiu 7,65 vezes mais que o salário mínimo, afetando diretamente as pessoas com menos renda e que mais consomem o produto.
Com alta da gasolina, inflação oficial fica em 0,87% em agosto
Esta é a maior taxa para o mês em 21 anos
Por: Luciane Freire
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- A inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, ficou em 0,87% em agosto, segundo dados divulgados nesta quinta (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Puxada pelo aumento do preço da gasolina, esta foi a maior taxa para um mês de agosto desde 2000, embora levemente abaixo dos 0,96% registrados em julho. Com o resultado, a inflação acumulada em 12 meses chegou a 9,68%, a mais alta desde fevereiro de 2016, quando ficou em 10,36%. No ano, o IPCA acumula alta de 5,67%. A inflação está cada vez mais disseminada, ou seja, atingindo cada vez mais itens de consumo do brasileiro. Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE para a composição do IPCA, oito registraram aumento de preços em agosto.























