André Mendonça libera relatório da PF sobre Alexandre de Moraes para julgamento no STF
Presidente do STF definirá quando o caso será levado à análise da Corte.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro André Mendonça, do STF, autorizou o julgamento do relatório da Polícia Federal que aponta supostos vínculos entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso Banco Master. A decisão sobre levar o processo ao plenário ou ao órgão competente ficará a cargo do presidente da Corte, ministro Edson Fachin, e ainda não há data prevista para o julgamento.
- O documento, tornado público após a retirada de sigilo, traz diálogos atribuídos a Moraes e Vorcaro, além de um contrato entre o Banco Master e o escritório de advocacia da esposa do ministro, aprofundando a crise institucional no STF. Em resposta, Moraes solicitou investigação contra Mendonça por supostos abusos de autoridade e improbidade, enquanto Fachin exigiu esclarecimentos de diversas autoridades, e a ADPF pediu impedimento do procurador‑geral da República, Paulo Gonet, nos procedimentos relacionados ao caso.
Foto: Reprodução
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou para julgamento o relatório da Polícia Federal que aponta supostos vínculos entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso envolvendo o Banco Master. Com a decisão, caberá ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, definir quando o processo será levado ao plenário ou ao órgão competente para análise. A liberação foi publicada neste domingo (6), mas ainda não há previsão para o julgamento. O relatório tornou-se público após Mendonça retirar o sigilo do documento na última semana. Entre os elementos apresentados pela Polícia Federal estão diálogos atribuídos a Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, incluindo mensagens trocadas antes da prisão do empresário em 2025. O documento também cita informações relacionadas a um contrato firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia da esposa de Moraes. A divulgação do relatório aprofundou a crise institucional dentro do STF. Em resposta, Alexandre de Moraes pediu a abertura de investigação contra André Mendonça, alegando supostos crimes como abuso de autoridade e improbidade administrativa. Posteriormente, Edson Fachin retirou esse pedido do inquérito das fake news e determinou que Mendonça, Moraes, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, prestassem esclarecimentos sobre o caso. Enquanto isso, Paulo Gonet manifestou-se pela nulidade do relatório produzido pela Polícia Federal, sustentando que a investigação teria extrapolado os limites legais. Já a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) solicitou que o procurador-geral se declarasse impedido de atuar nos procedimentos relacionados ao Banco Master por também ser mencionado nas conversas analisadas.
André Mendonça pede afastamento de Alexandre de Moraes do STF
André Mendonça pede afastamento de Alexandre de Moraes do STF
Pedido foi encaminhado ao presidente do STF após novos desdobramentos do caso Banco Master.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do STF André Mendonça solicitou ao presidente da Corte, Edson Fachin, o afastamento do ministro Alexandre de Moraes, em meio à escalada da crise envolvendo as investigações do Banco Master. O pedido surge após a divulgação de um relatório da Polícia Federal que aponta mensagens entre Moraes e o ex‑controlador Daniel Vorcaro, levando a Corte a abrir novo processo de análise.
- Em retaliação, Moraes encaminhou um pedido para que Mendonça seja investigado por supostos indícios de improbidade administrativa, abuso de autoridade, crime de responsabilidade e favorecimento político nos casos Banco Master e INSS. Fachin concedeu prazo de cinco dias para que os envolvidos – incluindo o procurador‑geral da República e o diretor da Polícia Federal – apresentem esclarecimentos, mantendo o foco nas investigações em curso.
Foto: Antônio Augusto | STF
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça pediu ao presidente da Corte, Edson Fachin, o afastamento do ministro Alexandre de Moraes das funções no Supremo. O pedido foi apresentado em meio ao agravamento da crise envolvendo as investigações relacionadas ao Banco Master. A solicitação ocorreu após Mendonça retirar o sigilo de um relatório da Polícia Federal que cita mensagens e contatos entre Moraes e o ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro. Em resposta, Alexandre de Moraes encaminhou a Fachin um pedido para que André Mendonça seja investigado por supostos indícios de improbidade administrativa, abuso de autoridade, crime de responsabilidade e favorecimento político na condução de investigações ligadas aos casos Banco Master e INSS. Os dois pedidos agora estão sob análise da Presidência do STF. Edson Fachin determinou prazo de cinco dias para que André Mendonça, Alexandre de Moraes, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, apresentem esclarecimentos sobre os fatos investigados.
Fachin dá cinco dias para Mendonça responder a acusações feitas por Moraes
Fachin dá cinco dias para Mendonça responder a acusações feitas por Moraes
Presidente do STF também encaminhou o caso à PGR e retirou as imputações do inquérito das Fake News
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, determinou que o ministro André Mendonça se manifeste, em até cinco dias, sobre as acusações apresentadas por Alexandre de Moraes e enviou o caso à Procuradoria‑Geral da República (PGR) para parecer sobre a admissibilidade e a regularidade do procedimento. Fachin também retirou as acusações de Moraes do âmbito do inquérito das Fake News, mantendo a análise sob a presidência do STF.
- As denúncias apontam suposta improbidade administrativa, crime de responsabilidade e abuso de autoridade, alegando que Mendonça teria interferido em investigações ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro, ao Banco Master e a possíveis acordos de colaboração premiada, além de direcionar alvos como o próprio Moraes e o senador Davi Alcolumbre. A PGR deverá emitir seu parecer antes que o STF decida os próximos passos.
Foto: Luiz Silveira | STF
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou que o ministro André Mendonça se manifeste, no prazo de cinco dias, sobre as acusações apresentadas por Alexandre de Moraes. A decisão, tomada nesta sexta-feira (4), também prevê o envio do caso à Procuradoria-Geral da República (PGR), que terá o mesmo prazo para apresentar um parecer sobre o procedimento. Fachin decidiu ainda retirar as acusações feitas por Moraes contra Mendonça do âmbito do inquérito das Fake News. A análise do caso ficará sob a responsabilidade da Presidência do STF. As (3), no qual o ministro apontou que Mendonça teria, em tese, adotado condutas que poderiam configurar improbidade administrativa, crime de responsabilidade e abuso de autoridade. Segundo Moraes, a atuação de Mendonça teria comprometido a imparcialidade judicial e beneficiado determinados grupos políticos. Entre os pontos citados estão decisões relacionadas às investigações sobre mensagens atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master. Moraes também acusa o colega de interferir na condução das investigações sob responsabilidade das autoridades policiais. No despacho, ele menciona ainda uma suposta atuação irregular nas tratativas sobre uma eventual colaboração premiada de Vorcaro. De acordo com as acusações, teria havido direcionamento de alvos de investigação, incluindo o próprio Alexandre de Moraes e o senador Davi Alcolumbre, por razões pessoais e políticas. O ministro também cita uma suposta indicação antecipada de medidas cautelares que seriam posteriormente solicitadas pela Polícia Federal. Com o envio do caso à PGR, o órgão deverá se pronunciar sobre a admissibilidade e a regularidade do procedimento e, caso considere necessário, sobre as acusações apresentadas. A análise sobre o prosseguimento do caso só ocorrerá após o fim dos prazos concedidos por Fachin.
Moraes pede a Fachin investigação contra Mendonça por atuação no caso Master
Moraes pede a Fachin investigação contra Mendonça por atuação no caso Master
Pedido escancara de vez crise no Supremo, em meio à colisão entre dois ministros da Corte
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Alexandre de Moraes, do STF, enviou ao presidente da Corte, Edson Fachin, um pedido de investigação contra o ministro André Mendonça, apontando fortes indícios de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade no âmbito do inquérito das fake news. Moraes acusa Mendonça de violar a imparcialidade nas investigações das operações Sem Desconto e Compliance Zero, além de interferir em acordos de delação premiada e na atuação da Polícia Federal.
- A medida surge dois dias após Mendonça ter retirado o sigilo de um relatório da PF que continha mensagens de Daniel Vorcaro, ex‑banqueiro do Banco Master, gerando uma crise institucional no Supremo. A disputa coloca Fachin no centro da decisão sobre os próximos passos, em meio a tensões que envolvem o STF, a Polícia Federal e a Procuradoria‑Geral da República.
Foto: Divulgação | STF
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou nesta quinta-feira (3) ao presidente da Corte, Edson Fachin, um pedido de investigação contra André Mendonça. Moraes aponta “fortes indícios” de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade na atuação do colega. A iniciativa foi tomada no âmbito do inquérito das fake news, aberto em 2019. Segundo Moraes, Mendonça teria quebrado a imparcialidade na condução das investigações das operações Sem Desconto, que apura fraudes no INSS, e Compliance Zero, relacionada ao Banco Master. Moraes acusa o colega de ter direcionado investigações por motivos pessoais e políticos, inclusive contra ele próprio e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Também afirma que Mendonça teria conduzido de forma irregular tratativas relacionadas a um possível acordo de delação premiada e interferido na atuação da Polícia Federal. A reação de Moraes ocorre dois dias depois de Mendonça retirar o sigilo de um relatório da Polícia Federal com mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro, ex-banqueiro e dono do Banco Master. O documento trouxe conversas atribuídas a Moraes e Vorcaro e provocou uma crise dentro do Supremo. Mendonça, por sua vez, havia defendido que os novos elementos fossem analisados pelo plenário do STF. O ministro considerou que a Corte deveria avaliar publicamente, em sessão presencial, os dados apresentados pela Polícia Federal. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, já havia pedido a anulação do relatório da PF, sob o argumento de que Mendonça não poderia ter determinado a produção do documento sem provocação do Ministério Público. A disputa agora coloca Fachin no centro da crise, já que caberá a ele decidir os próximos passos dentro do tribunal. A troca de acusações entre os dois ministros amplia uma crise institucional que envolve o STF, a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República e ocorre em meio à discussão sobre uma eventual investigação contra o próprio Moraes.
MP acusa ex-prefeito de Bom Jesus da Serra de forjar documento para cumprir lei
MP acusa ex-prefeito de Bom Jesus da Serra de forjar documento para cumprir lei
Segundo o Ministério Público, documento teria sido usado para simular audiência pública obrigatória e dar aparência de regularidade às contas do município
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia acionou o ex-prefeito Jornando Vilas Boas Alves e o contador Gileno Guimarães Fernandes por suposta prática de improbidade administrativa em Bom Jesus da Serra. De acordo com a investigação, eles teriam produzido uma ata falsa para simular a realização de uma audiência pública exigida pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
O Ministério Público da Bahia (MP) acionou na terça-feira (11) o ex-prefeito de Bom Jesus da Serra, Jornando Vilas Boas Alves, conhecido como Jornandinho (Avante), e o contador Gileno Guimarães Fernandes por suposta prática de improbidade administrativa. Segundo a investigação, os dois teriam produzido e utilizado uma ata falsa para simular a realização de uma audiência pública exigida pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O documento teria sido inserido no sistema do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) como comprovante de que a audiência havia sido realizada. O encontro deveria apresentar e avaliar o cumprimento das metas fiscais do município e a trajetória da dívida pública. De acordo com o promotor de Justiça Ruano Leite, a audiência referente ao terceiro quadrimestre de 2022 deveria ter ocorrido até o fim de fevereiro de 2023, mas não foi realizada. Mesmo assim, uma ata registrou uma suposta solenidade em 27 de fevereiro daquele ano, com a participação do então prefeito e do contador na mesa e assinatura digital de Jornando. Lista de presença levantou suspeitas - As investigações apontaram ainda inconsistências na lista de presença. Pessoas registradas como participantes afirmaram não ter comparecido ao evento. Além disso, algumas delas moravam em outro município e não tinham vínculo com a Prefeitura de Bom Jesus da Serra. Para o MP, a utilização da ata teria servido para criar uma aparência de regularidade na prestação de contas e esconder o descumprimento da obrigação prevista na LRF. O órgão afirma ainda que a prática prejudicou a transparência da gestão e o controle das contas públicas. O Ministério Público pede que os dois sejam condenados às sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa. Segundo o promotor, a conduta teria buscado “alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante”, além de dificultar o controle social e legislativo das contas municipais.
MPE vê indícios e cobra inquérito da PF contra prefeito de Rio de Contas
MPE vê indícios e cobra inquérito da PF contra prefeito de Rio de Contas
Procuradoria Regional Eleitoral se manifestou contra o arquivamento da investigação e defendeu a instauração de inquérito pela Polícia Federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público Eleitoral (MPE), por meio da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE), manifestou-se de forma contrária ao pedido de arquivamento da investigação contra o prefeito de Rio de Contas, Célio Evangelista da Silva, conhecido como Célio Vaqueiro. O parecer, encaminhado ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), recomenda que a Polícia Federal instaure um inquérito policial para aprofundar as apurações de supostos crimes eleitorais, como falsidade ideológica (caixa dois), e possíveis fraudes em contratos públicos após as eleições de 2024.
- A investigação teve início a partir de uma denúncia que aponta indícios de subfaturamento na campanha eleitoral do prefeito, com gastos declarados de R$ 11.180 para uma estrutura cujo valor de mercado é estimado entre R$ 107 mil e R$ 147 mil. Além disso, a Procuradoria aponta suspeitas de que a empresa contratada seja gerida de forma oculta pelo ex-prefeito Wilde José Cardoso Tanajura, que possui condenação por improbidade administrativa, motivando pedidos de oitivas e perícias técnicas adicionais por parte do órgão ministerial.
Foto: Reprodução
O Ministério Público Eleitoral (MPE), por meio da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE), manifestou-se contra o pedido de arquivamento da investigação que apura supostos crimes eleitorais e irregularidades em contratos públicos envolvendo o prefeito de Rio de Contas, Célio Evangelista da Silva, conhecido como Célio Vaqueiro. O parecer foi apresentado na última quinta-feira (2) no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA). Na manifestação, o procurador eleitoral auxiliar André Luiz Batista Neves defende que a Polícia Federal instaure um inquérito para aprofundar as investigações. Segundo o Ministério Público, há elementos suficientes para dar continuidade à apuração, contrariando entendimento anterior da Polícia Federal, que havia apontado ausência de indícios para manter o caso na esfera federal. A investigação tem como foco suspeitas de falsidade ideológica eleitoral, conhecida como caixa dois, além de possíveis irregularidades em contratações realizadas pelo município após o pleito de 2024. O procedimento foi motivado por denúncia apresentada pelo vereador Dilemardo Martins Cardoso Filho, que anexou vídeos, auditorias financeiras e outros documentos considerados relevantes pelo órgão ministerial. De acordo com o parecer, a prestação de contas da campanha de Célio Vaqueiro registra gastos de R$ 11.180 com uma empresa responsável pela estrutura de comícios. No entanto, o MP sustenta que os equipamentos utilizados nos eventos, como palcos, iluminação, sistema de som e painéis de LED, teriam valor estimado entre R$ 107 mil e R$ 147 mil, levantando suspeitas de subfaturamento e omissão de despesas eleitorais. A Procuradoria também aponta indícios de que a empresa contratada seria administrada, na prática, pelo ex-prefeito Wilde José Cardoso Tanajura, impedido de contratar com o poder público em razão de condenação por improbidade administrativa. O parecer cita ainda contratos firmados entre a Prefeitura de Rio de Contas e a empresa após a posse do atual prefeito, incluindo uma dispensa de licitação de R$ 62 mil e um pregão eletrônico de R$ 640 mil, que também são alvo de questionamentos. O Ministério Público solicitou a realização de oitivas com o prefeito, o ex-prefeito, familiares, servidores municipais e o vereador denunciante, além de perícias técnicas para verificar a autenticidade das provas digitais e apurar o valor de mercado da estrutura utilizada durante a campanha eleitoral. Até o momento, não há decisão definitiva sobre o caso, que segue em fase de investigação.
MP recomenda que vice-prefeito de Tanque Novo deixe de atuar como médico
MP recomenda que vice-prefeito de Tanque Novo deixe de atuar como médico
Promotoria de Tanque Novo aponta incompatibilidade entre o exercício do cargo de vice-prefeito e a atuação habitual na rede pública de saúde.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou que o vice-prefeito de Tanque Novo, Bruno Diógenes Bomfim Carneiro, suspenda imediatamente os atendimentos médicos e cirurgias que realizava na rede pública municipal. A Promotoria de Justiça estabeleceu um prazo de 15 dias para o cumprimento da medida, apontando que o exercício contínuo da medicina na administração pública, ainda que de forma voluntária, é incompatível com o cargo de vice-prefeito, que exige disponibilidade permanente para substituir o chefe do Executivo.
- A recomendação também destaca indícios de promoção pessoal, uma vez que o vice-prefeito utilizava suas redes sociais para divulgar as cirurgias realizadas, associando serviços públicos à sua imagem política. Caso as determinações não sejam seguidas, incluindo a remoção das postagens e a interrupção dos atendimentos, o MP-BA poderá ajuizar uma Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou que o vice-prefeito de Tanque Novo, Bruno Diógenes Bomfim Carneiro, interrompa imediatamente a realização de atendimentos médicos e procedimentos cirúrgicos na rede pública municipal. A recomendação foi expedida pela Promotoria de Justiça de Tanque Novo e estabelece prazo de 15 dias para o cumprimento das medidas. Segundo o documento, o vice-prefeito, que é médico cirurgião, vinha atuando de forma rotineira no Hospital Municipal e na Policlínica de Tanque Novo, realizando consultas, atendimentos ambulatoriais e cirurgias ao longo dos últimos cinco anos. A investigação teve início após uma representação que apontava possível incompatibilidade entre o exercício do cargo político e a atividade profissional na administração pública. Em sua manifestação, o vice-prefeito e a Prefeitura alegaram que os atendimentos eram prestados de forma voluntária, com base na Lei do Serviço Voluntário, em razão da escassez de médicos especialistas no município. No entanto, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Proteção à Moralidade Administrativa (CAOPAM) concluiu que a utilização da legislação para esse fim caracteriza desvio de finalidade e conflito de interesses. De acordo com a promotora Michely Queiroz de Oliveira, o cargo de vice-prefeito exige disponibilidade permanente para substituir ou suceder o chefe do Executivo, situação considerada incompatível com o exercício contínuo de funções médicas na rede pública, ainda que sem remuneração. O Ministério Público também apontou possível promoção pessoal do agente público. Conforme a recomendação, Bruno Diógenes utilizava as redes sociais para divulgar procedimentos cirúrgicos realizados nas unidades municipais, vinculando os serviços públicos à sua imagem e ao seu grupo político. Além de interromper qualquer atendimento médico, seja de forma voluntária, remunerada ou por pessoa jurídica, o vice-prefeito deverá remover das redes sociais publicações relacionadas aos procedimentos realizados nas unidades públicas. Caso a recomendação não seja cumprida ou não haja resposta dentro do prazo estabelecido, o MP poderá ajuizar uma Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa.
MP investiga suspeitas de fraude em hospedagens do Carnaval de Correntina
MP investiga suspeitas de fraude em hospedagens do Carnaval de Correntina
Investigação apura supostas irregularidades da prefeitura em contrato de hospedagem.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um inquérito civil para investigar suspeitas de irregularidades em contratos de hospedagem firmados pela Prefeitura de Correntina, na gestão do prefeito Walter Mariano (União), durante o Carnaval de 2025. A apuração foca no Contrato nº 093/2025, referente à hospedagem de artistas e bandas, onde foram identificados indícios de inconsistências, como CPFs inválidos e nomes de pessoas que negaram ter se hospedado, incluindo moradores locais.
- A investigação aponta que a prefeitura teria pago por diárias não utilizadas e que os gastos com hospedagens em 2025 atingiram R$ 655.359,14. Caso as suspeitas de uso indevido de recursos públicos sejam confirmadas, os responsáveis poderão ser enquadrados por improbidade administrativa. O prefeito Walter Mariano foi notificado e tem 15 dias para apresentar esclarecimentos ao MP-BA.
Foto: Divulgação
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um inquérito civil para investigar suspeitas de irregularidades em contratos de hospedagem firmados pela Prefeitura de Correntina durante o Carnaval de 2025. A apuração envolve a gestão do prefeito Walter Mariano (União) e busca verificar o possível uso indevido de recursos públicos. Segundo o MP, a investigação tem como foco o Contrato nº 093/2025, firmado entre a prefeitura e o Hotel Pousada Sonhos para a hospedagem, com café da manhã, de artistas e bandas entre os dias 28 de fevereiro e 4 de março deste ano. De acordo com os documentos do inquérito, a nota fiscal emitida pelo estabelecimento registra 103 diárias, totalizando R$ 53.240. No entanto, o Ministério Público afirma ter identificado indícios de inconsistências na documentação, como CPFs considerados inválidos e nomes de pessoas que teriam sido incluídas na lista de hóspedes, mas negaram ter se hospedado no hotel durante o Carnaval. Entre elas, estariam moradores do próprio município. Ainda conforme o MP, a recepcionista do hotel informou, em depoimento, que as reservas eram feitas diretamente pela prefeitura por meio de ofícios e que o município pagava pelas diárias reservadas, mesmo quando não eram utilizadas. Os documentos da investigação apontam ainda que a Prefeitura de Correntina gastou R$ 655.359,14 com hospedagens entre janeiro e novembro de 2025, valor que motivou uma análise mais detalhada sobre a regularidade dos contratos. Caso as suspeitas sejam confirmadas, o Ministério Público poderá enquadrar os responsáveis por improbidade administrativa, com possível enriquecimento ilícito, dano ao erário e violação dos princípios da administração pública. O prefeito Walter Mariano terá prazo de 15 dias para apresentar esclarecimentos por escrito ao Ministério Público sobre a lista de hóspedes e a regularidade dos pagamentos realizados.
Ex-prefeito de Livramento, Carlos Batista, rebate veiculação de matérias por suposta condenação de improbidade administrativa
O ex-prefeito afirmou que a decisão não é definitiva e classificou as matérias como "preciptadas", pois nem ele e nem seu advogado foram ouvidos
Por: Tiago Rego
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- Na tarde desta quarta-feira (22) foi divulgada em dois sites da cidade de Livramento de Nossa Senhora, conteúdo que aponta para uma suposta condenação em Ação Civil Pública por improbidade administrativa, movida pelo Ministério Público, do médico e ex-prefeito Carlos Roberto Souto Batista, o Carlão. As matérias foram baseadas em um documento da Subseção Judiciária de Guanambi, que possui a assinatura digital da juíza substituta Danielle Abreu Danczuk. No entanto, de acordo com Carlão, os textos foram divulgados sem que antes houvesse contato com o ex-prefeito ou com os seus advogados, tal como manda a conduta jornalística, que é baseada no princípio do contraditório. “Fui surpreendido na da data de hoje com a veiculação de matérias pelos blogs locais de Livramento de Nossa Senhora sobre a minha condenação em Ação Civil Pública por suposta improbidade administrativa movida pelo Ministério Público. Inicialmente, gostaria de esclarecer que nenhum dos responsáveis pela divulgação precipitada das matérias manteve contato comigo ou com meus advogados”, afirmou Carlão. Em relação ao processo, Batista afirma que em 2022, na migração do processo físico para o sistema digitalizado, foi inviabilizado o direito de defesa. “Com relação ao processo, cumpre esclarecer que a decisão veiculada fora disponibilizada no processo em novembro de 2022, e meu advogado apresentou recurso em dezembro de 2022, apontado falhas no processo de conversão do processo físico para o sistema eletrônico, o que inviabilizou o pleno exercício ao direito de defesa”, esclareceu o médico, que fez questão de ressaltar que a decisão não definitiva. Carlão ainda chamou atenção para o fato de sua idoneidade no sentido de que não existe condenação judicial em seu desfavor. “Importante esclarecer que em todos os processos em que fui injustamente acusado de malversação de recursos públicos fui integralmente absolvido, inexistindo qualquer condenação judicial válida em meu desfavor. Tenho a consciência tranquila e a convicção de que serei inocentado também nesse processo”, assegurou.
Prefeito de Palmas de Monte Alto é condenado por improbidade administrativa
Prefeito de Palmas de Monte Alto é condenado por improbidade administrativa
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- Em decisão do dia 27 de maio, o Ministério Público Federal (MPF), em ação ajuizada pelo Juiz Federal Filipe Aquino Pessôa de Oliveira, condenou o prefeito de Palmas de Monte Alto, Manoel Rubens Vicente da Cruz (PSD), por improbidade administrativa, o que resultou na perda de seu mandato. No entanto, a decisão cabe recurso. A ação judicial envolve recursos oriundos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), em processo licitatório de 2008, em que recursos do fundo foram usados para aquisição de material de construção. À época, a defesa do prefeito alegou que não houve irregularidade no processo licitatório, pois o procedimento ocorreu com ampla concorrência de empresas. Foram citados na decisão Julianne Badaró castro, Monica Jane Pires de Magalhães Santana, Hermógenes Nogueira Neto, Gerson Santana Porto Filho, Lucenete da Silva Neves, Carlos Magno pires de Magalhães, Jarbas Rego Evangelista, Andréia Magalhães Nogueira, Andréia Magalhães Nogueira e Magalhães Nogueira LTDA e Cosme Maicon Pires de Magalhães. Assim como o prefeito, os envolvidos também poderão ter seus direitos políticos suspensos.
Charles Fernandes pode ser processado por improbidade administrativa
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Foto: Divulgação
A promotora de Justiça Tatyane Miranda acionou o Ministério Publico contra o prefeito Charles Fernandes, na ultima sexta-feira (13). Ele será investigado pela segunda vara civil da comarca de Guanambi por Improbidade Administrativa, ou seja, má administração das contas publica. De acordo com o radialista Bonny Silva, a promotora alega que desde 2013 o prefeito vem realizando contratações indevidas violando a Constituição Federal, em muitos casos sem ao menos considerar o direito às nomeações de aprovados nos concursos realizados. Segundo Dra. Tatyane somente nos três primeiros meses deste ano foram contabilizadas 937 contratações irregulares. A Promotoria destacou que segundo as investigações o número de vagas disponíveis nos concursos eram inferiores ao necessário, isso deixava claro a ação irregular do prefeito: “ Ele agia como se pudesse dispor do dinheiro público para leiloar cargos em troca de apoio político” afirma a promotora. Se condenado o Prefeito Charles Fernandes pode perder o seu mandato ou até ter seus direitos políticos suspensos por até 5 anos.
























