Pré-candidato a prefeito de Brumado, Fabrício Abrantes reúne imprensa local para discutir plano participativo
No encontro foram discutidos demandas das áreas de Cultura, Esporte, Infraestrutura e Educação
Por: Tiago Rego | Jornalista
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Foto: Redes Sociais
- O empresário e pré-candidato a prefeito por Brumado, Fabrício Abrantes (Avante), se reuniu nesta quinta-feira (04), com representantes da imprensa local, com o objetivo de ouvir os profissionais de comunicação a respeito das demandas do município. De acordo com informações do site Agora Sudoeste, cada veículo noticioso teve a oportunidade de apresentar sugestões nas áreas de Educação, Cultura, Esporte e Infraestrutura, além de outras demandas da “Capital do Minério”. De acordo com Fabrício, a contribuição da imprensa é de suma importância para construção de um projeto de governo participativo e democrático. “A imprensa pode contribuir para elaborar o plano de governo participativo e democrático. Quero agradecer cada opinião, pois a imprensa desempenha um papel muito importante no crescimento do nosso município”, ressaltou o pré-candidato. Na oportunidade, estiveram presentes vários vereadores brumadenses simpatizantes do projeto de Abrante, além do prefeito de Ituaçu, Phelipe Brito (PSD).
Jornalista agredida por equipe de Bolsonaro repudia ato de violência nas redes sociais
Os jornalistas tentavam se aproximar para uma entrevista, na cidade de Itamaraju, quando foram hostilizados e agredidos. Na cobertura, pela TV Aratu, estavam o repórter Xico Lopes e o repórter cinemat
Por: André Uzêda
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- "O mínimo que queremos é respeito", escreveu em sua conta pessoal, no instagram, a repórter Camila Marinho, após os ataques às equipes de TVs ocorridos no último domingo (12). Durante visita de Jair Bolsoanro (PL) à Bahia, equipes da TV Aratu, afiliada do SBT, e da TV Bahia, da TV Globo, foram agredidas por seguranças e também por correligionários do presidente. Bolsonaro cumpria agenda visitando as cidades do extremo sul do estado afetadas pelas fortes chuvas. Os jornalistas tentavam se aproximar para uma entrevista, na cidade de Itamaraju, quando foram hostilizados e agredidos. Na cobertura, pela TV Aratu, estavam o repórter Xico Lopes e o repórter cinematográfico Dário Cerqueira. Pela TV Bahia estavam a Camila Marinho e o repórter cinematográfico Cleriston Santana. "Nenhuma ameaça nos tira da nossa missão de informar. Só lamento a truculência, o ódio e a covardia dos que se acham melhores e acima de tudo e de todos. Somos trabalhadores exercendo o nosso papel: jornalistas em busca dos fatos e da verdade. Mas antes de tudo somos seres humanos. E o mínimo que queremos é respeito", escreveu a jornalsita. No Twitter, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), repudiou os ataques à imprensa. “Minha solidariedade à equipe de reportagem da Rede Globo, que foi agredida e impedida de realizar a cobertura jornalística durante carreata com o presidente em Itamaraju, na Bahia. A liberdade de imprensa é pilar fundamental da democracia e qualquer ataque ao jornalismo merece repúdio. O momento é de trabalho e solidariedade no Extremo Sul. Repudio violência contra a imprensa e oportunismo num momento de dor diante de uma tragédia. Vamos trabalhar”, escreveu.
Em Moro, imprensa reedita Collor, mas sem a beleza, oratória, voz e simpatia do caçador de marajás
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução
- Em um dos seus clássicos, Cazuza diz vê o “futuro repetir o passado”. E é exatamente assim que a imprensa brasileira tem se comportado ao querer alçar o ex-juiz Sergio Moro, recém filiado ao Podemos, a condição de um novo salvador da pátria, o mesmo feito com Fernando Collor, que ficou conhecido à época como “caçador de marajás”. Apesar da similitude do mote moral de ambos, já que o ex-juiz de voz de taquara rachada tenta se vender como bastião impoluto do que há de mais moral e ético, do ponto de vista do marketing eleitoral, a diferença entre o ex-presidente Collor e Moro é simplesmente abissal. A começar pela própria composição de imagem, que no caso de Collor, tinha uma postura imponente e altiva, de voz firme e, por assim dizer, radiofônica, com um penteado sempre impecável, em suma, com uma aparência que fazia lembrar um galã de filmes italiano, enquanto Moro, em seus ternos desajustados, de estatura corporal pouco atrativa, além da voz, principal ferramenta de comunicação de um político, que faz lembrar, de fato, um pato, e o com o carisma semelhante a de uma azeitona fora do pote. Parâmetros estéticos à parte, o certo é que desde Collor, nunca se viu um frenesi tão grande em torno de um possível presidenciável por parte da grande mídia, que sem qualquer pudor e desfaçatez, está em campanha e torcida aberta por Moro. Nesta sexta-feira (10), por exemplo, a jornalista Eliane Cantanhêde, que é talvez a morista mais empolgada, escreveu no Estadão, que Moro pode ser mortal contra Lula no segundo turno, além de ter dito recentemente que o paranaense é a “nova onda”, que o segundo turno para Moro, ainda é algo que não pode ser visto no horizonte. Outro veículo de comunicação que também já abraçou a campanha do ex-chefe da 13ª vara de Curitiba, não podia ser outro, senão a Rede Globo. Em entrevista recente, Pedro Bial, que comanda uma espécie de talk show na emissora carioca, chegou a tecer loas a voz de pato de Moro, dizendo que estava melhor, já que o ex-toga está fazendo sessões com uma renomada fonoaudióloga. E para fechar com chave de ouro, a revista Veja, só falta mesmo pedir votos. Em uma de suas chamadas, quando mencionou uma pesquisa de intenções de voto para 2022, em que Lula vence no primeiro turno, com Bolsonaro em segundo lugar, com o dobro de intenções de voto para Moro, ocultou o protagonismo do líder ao ressaltar que Sergio Moro se consolida como aquilo que convencionou-se chamar de terceira via. Enfim, o agora político Moro, além de ser totalmente antipático aos olhos dos eleitores, com exceção dos bolsonaristas arrependidos e dos viúvos da Lava Jato, dada a sua falta de carisma, é raso em relação a conhecer os problemas econômicos do país, temática que deverá nortear o pleito de 22, quando disse que para resolver o problemas da pobreza e da economia, bastava criar empregos, mas sem especificar como, entre outras bravatas. No entanto, no que depender da torcida e empenho da imprensa brasileira, Moro e sua ‘conja’ já podem se preparar para mudarem para o Palácio do Planalto em 2023.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Sudoeste Bahia.























