Empresas baianas hortifrutigranjeiras são suspeitas de sonegar R$ 10 mi
No esquema criminoso de lavagem de dinheiro revelado, o grupo econômico operava com empresas constituídas por pessoas interpostas, utilizando três empresas de distribuição de hortifrutigranjeiros
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Divulgação | PF
- A Polícia Federal (PF), em conjunto com a Receita Federal, deflagrou nesta terça-feira (11), a Operação Xepa, que investiga lavagem de dinheiro procedente da sonegação de tributos. A operação é resultado de investigação iniciada a partir de Representações Fiscais para Fins Penais, apresentadas pela Receita Federal em desfavor de duas empresas do ramo de distribuição de hortifrutigranjeiros e os seus reais proprietários, os quais integram um grupo econômico, ante a constatação de sonegação tributária com valores que ultrapassam R$ 10 milhões. No esquema criminoso de lavagem de dinheiro revelado, o grupo econômico operava com empresas constituídas por pessoas interpostas, utilizando três empresas de distribuição de hortifrutigranjeiros e duas empresas patrimoniais, constituídas para ocultação e blindagem patrimonial. As empresas operavam em um contexto de total confusão patrimonial. Elas atuavam no mesmo ramo de atividade, compartilhavam endereços e usavam as mesmas marcas comerciais. Além disso, havia um intenso fluxo de valores entre as pessoas jurídicas e físicas que integravam o grupo econômico. No braço patrimonial do grupo, empresas constituídas em nome dos filhos dos beneficiários efetivos acumulam um patrimônio expressivo sem desenvolver qualquer atividade operacional. Esse patrimônio era adquirido através de compras de imóveis com recursos alheios às entidades e pagamentos diretos feitos pelas empresas do braço operacional. São cumpridos dez mandados de busca e apreensão, nas cidades de Ilhéus, Itabuna, Poções e Arraial D’Ajuda.
Empresário acusado de sonegar R$ 11 milhões em impostos é preso na Bahia
A Justiça determinou o bloqueio dos bens do suspeito e das pessoas físicas e jurídicas envolvidas
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Polícia Civil
- Policiais do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) em diligências da Operação Espectro cumpriram, nesta quinta-feira (21), um mandado de prisão preventiva contra um empresário do setor da indústria de tintas. Ele é acusado de sonegar R$ 11 milhões em Imposto de Circulação de Mercadorias (ICMS). A diligência faz parte de ações realizadas contra os crimes fiscais, da Força-Tarefa de Combate à Sonegação Fiscal na Bahia. O suspeito foi localizado na cidade de Itaberaba e a sua prisão contou com a participação de equipes da 12ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin). O homem e sua sócia foram denunciados pelo Ministério Público em 2022, acusados de terem deixado de recolher ICMS entre os anos de 2017 a 2021. "O acusado já foi alvo de investigação da força-tarefa pelo mesmo crime, há alguns meses, mas havendo novas denúncias, foi pedido e deferido um mandado pela Justiça", relatou a delegada Haline Calmom, da Delegacia de Crimes Econômicos e Contra a Administração Pública (Dececap). A Justiça determinou o bloqueio dos bens do suspeito e das pessoas físicas e jurídicas envolvidas, visando recuperar os valores sonegados. O crime fiscal vinha sendo realizado desde 2015 e o empresário planejava fugir. Vale ressaltar que a empresa continha uma dívida de R$ 65 milhões. O empresário passará por exames de corpo de delito no Departamento de Polícia Técnica (DPT) e ficará custodiado à disposição do Poder Judiciário.
Polícia inicia força tarefa contra grupo suspeito de sonegar mais de R$ 3 milhões em Bom Jesus da Lapa
Com 37 profissionais, força-tarefa foi iniciada na manhã desta quarta-feira (26) nos municípios de Bom Jesus da Lapa e Sítio do Mato
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Foto: Divulgação | Polícia Civil
- A Polícia Civil, junto com o Ministério Público da Bahia (MP-BA), está cumprindo nove mandados de busca e apreensão contra um grupo suspeito de ter sonegado ao menos R$ 3,5 milhões em impostos na Bahia. Com 37 profissionais, a força-tarefa foi iniciada na manhã desta quarta-feira (26) nos municípios de Bom Jesus da Lapa e Sítio do Mato. Batizada de 'Operação Parapitinga', a ação investiga a prática de sonegação fiscal por um grupo empresarial do setor de comércio atacadista. Além dos mandados, os bens das pessoas físicas e jurídicas envolvidas foram bloqueados, a fim de garantir a recuperação dos valores sonegados. A políticia e o MP esperam interromper o esquema e coletar provas para a investigação em curso, iniciada em Vitória da Conquista. O esquema de fraude foi identificado pela Secretaria estadual da Fazenda (Sefaz), em conjunto com o Ministério Público estadual e a Polícia Civil. Segundo as investigações, o grupo fazia aquisição e distribuição de mercadorias sem documentação fiscal; usava "laranjas" no quadro societário, cujas pessoas jurídicas utilizadas eram posteriormente abandonadas e imediatamente sucedidas por outras. Além disso, utilizava empresas em nome de terceiros para aquisição de mercadorias, deixando para trás valores expressivos em débitos tributários de ICMS. São investigados, ainda, crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa possivelmente relacionados à prática da sonegação fiscal. Conforme as instituições, também existem outras autuações administrativas em tramitação na Sefaz, que apuram possível débito de mais R$ 2,5 milhões, ou seja, o valor sonegado pode ainda ser maior do que o já identificado. A operação contou com a participação de seis promotores de Justiça, cinco delegados de Polícia, 17 policiais do Draco, seis servidores do Fisco Estadual e três policiais da Companhia Independente de Polícia Fazendária (Cipfaz).
Empresário acusado de sonegar mais de R$ 11 milhões é preso na Bahia
O grupo empresarial do ramo de supermercados é investigado por sonegação nos municípios de Alagoinhas e Feira de Santana
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Foto: Divulgação | Polícia Civil
- Um empresário acusado de sonegar mais de R$ 11 milhões em impostos foi preso, na manhã desta terça-feira (14), após deflagração da Operação Apostasia, realizada pelo Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), por meio da Delegacia de Crimes Econômicos e Contra a Administração Pública (Dececap), Ministério Público da Bahia e da Secretaria da Fazenda da Bahia. Vinte e três mandados de busca e apreensão em galpões, estabelecimento comerciais e imóveis foram cumpridos nas cidades de Alagoinhas e Feira de Santana. "Durante as buscas, recolhemos documentos e aparelhos eletrônicos, que ajudarão a chegar em mais provas deste grupo", explicou a titular da Dececap, delegada Márcia Pereira. O proprietário da empresa é suspeito de praticar os crimes de sonegação fiscal, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Ele criava empresas em nome de "laranjas", com o fim de sonegar impostos e em seguida abandonava as empresas e substituía por novas.























