Existe consenso dentro do PT e da base aliada sobre candidatura de Lula em 2026, diz Haddad
O ministro da Fazenda também descartou a possibilidade de se tornar o sucessor do presidente
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- O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, descartou a possibilidade de concorrer à Presidência em 2026 e disse que o nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua sendo a aposta do PT para a eleição de 2026. A afirmação foi feita pelo chefe da pasta nesta terça-feira (2), em entrevista ao jornal O Globo. “Acredito que existe consenso dentro do PT e da base aliada sobre a candidatura do presidente Lula em 2026. Na minha opinião, é uma coisa que está bem pacificada. Não se discute”, disse Haddad. Ao ser questionado se pretendia virar o sucessor do mandatário, Haddad também descartou a possibilidade e explicou o motivo pelo qual decidiu se candidatar anteriormente. “Só passou pela minha cabeça em 2018 porque era uma situação em que ninguém queria ser vice do Lula. E aí, um dia, ele falou: ‘Haddad, acho que vamos sobrar só nós dois’. Dentro da cadeia. Eu disse: ‘Pense bem antes de me convidar, porque vou aceitar’. E acabou acontecendo”, afirmou o ministro. O petista também falou sobre as divergências que enfrenta dentro do PT e entre demais ministros. “Há debates, às vezes, mais acalorados, às vezes, menos acalorados. Mas há a noção de que primeiro tem um árbitro. Já leva a informação organizada e aguarda o presidente tomar a decisão. Não considero ruim que haja divergências. É natural”, acrescentou.
Haddad diz que Bolsonaro gastou R$ 300 bi para tentar ganhar a eleição em 2022
A declaração foi feita pelo ministro da Fazenda, nesta terça-feira (21), durante a live semanal "Conversa com o Presidente"
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- O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), disse que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fez uma “bagunça” no orçamento federal de 2022, por ter realizado “um descontrole” de gastos em R$ 300 bilhões para tentar se reeleger à Presidência. A declaração foi feita pelo chefe da pasta nesta terça-feira (21), durante a live semanal “Conversa com o Presidente”. “Acho que todo mundo conhece um pouco a história de 2022. O presidente Lula viveu na pele uma eleição, talvez uma das mais difíceis da vida dele, porque você tinha uma pessoa na Presidência disposta a tudo para reverter um quadro que parecia desfavorável e se confirmou desfavorável. Foi um descontrole”, afirmou Haddad. O ministro ainda criticou os auxílios disponibilizados por Bolsonaro no período eleitoral. “Auxílios em véspera de eleições, auxílio caminhoneiro, auxílio taxista, auxílio isso, auxílio aquilo. Bom, na soma total, estamos falando de algo em torno de R$ 300 bilhões”, concluiu o petista.
Haddad defende candidatura de Lula em 2026
Ministro da Fazenda afirma que mesmo que Lula não tente reeleição, ele indicará outra pessoa ao cargo
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- O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), defende que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se candidate à reeleição em 2026. Sua declaração aconteceu em entrevista exclusiva para o portal Metrópoles, nesta quarta-feira (26). “O presidente Lula tem direito constitucional à reeleição. Ele não vai precisar mudar a Constituição para se reeleger. Grande parte das pessoas que eu conheço defendem que Lula seja candidato em 2026... Claro que eu defendo”, disse o titular da Fazenda. Segundo o ministro, mesmo que Lula não se candidate, ele indicará outra pessoa ao cargo. “Lula é uma pessoa madura, sabe que vai fazer 78 anos esse ano. Para ele, o Brasil é a coisa mais importante do mundo e ele vai lutar por esse país o quanto ele precisar lutar”. Em campanha eleitoral, o presidente havia sinalizado que não disputaria a reeleição, mas recentemente seu discurso mudou e chegou a comentar sobre a possibilidade.
Câmara dos Deputados aprova regime de urgência para projeto do arcabouço fiscal
Proposta é uma das prioridades da equipe do ministro da Fazenda, Fernando Haddad
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- Em um primeiro teste de apoio dos parlamentares ao novo arcabouço fiscal apresentado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a Câmara dos Deputados aprovou por 367 votos a 102 a urgência do projeto de lei complementar que cria novas regras para a gestão das contas públicas. As informações são do jornal Folha de S.Paulo. O regime de urgência ainda não é a votação do mérito da proposta e significa, na prática, que o texto ganha prioridade na tramitação em relação a outros projetos em andamento na Casa. A proposta é uma das prioridades da equipe do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT). O relator da projeto, o deputado federal baiano Cláudio Cajado (PP), apresentou seu parecer com mudanças que buscam endurecer a regra, como a inclusão de gatilhos de ajuste das contas em caso de descumprimento das metas e o enxugamento da lista de despesas que ficarão fora do novo limite de gastos.
Haddad se reúne com acionistas da Shein; varejista se compromete a criar 100 mil empregos no Brasil
A empresa também disse que seguirá as regras de conformidade e a legislação brasileira sobre o comércio eletrônico
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- O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Josué Gomes, se reuniram com acionistas da Shein, nesta quinta-feira (20). Apesar da varejista chinesa ser uma empresa focada no comércio online de importação de produtos, durante o encontro com Haddad, os representantes da plataforma se comprometeram em investir na criação de fábricas no Brasil, para que a produção e o envio sejam nacionais. Os acionistas da Shein se comprometeram em gerar 100 mil empregos no território brasileiro e afirmaram que vão nacionalizar 85% das mercadorias vendidas ao Brasil. Os representantes da gigante chinesa também declararam que a empresa seguirá as regras de conformidade e a legislação brasileira sobre o comércio eletrônico.
Lula anuncia salário mínimo de R$ 1.320 e isenção do Imposto de Renda de R$ 2.640
Por sua vez, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já afirmou que a mudança no Imposto de Renda deveria ficar para o segundo semestre, após a aprovação da reforma tributária
Por: Renato Machado
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta quinta-feira (16) que o valor do salário mínimo será de R$ 1.320 e que a isenção do Imposto de Renda subirá para R$ 2.640 - o que correspondeu a dois salários mínimos. Lula ainda disse que a faixa de isenção será aumentada progressivamente. "É um compromisso meu com o povo brasileiro, que vamos acertar com o movimento sindical, está combinado com o Ministério do Trabalho, está combinado com o ministro Haddad, que a gente vai em maio reajustar para R$ 1.320 e estabelecer uma nova regra para o salário mínimo, que a gente já tinha no meu primeiro mandato", afirmou em entrevista à CNN. "O salário mínimo terá, além da reposição inflacionária, terá o crescimento do PIB, porque é a forma mais justa de você distribuir o crescimento da economia. Não adianta o PIB crescer 14% e você não distribuir. É importante que ele cresça 5%, 6% , 7% e você distribuí-lo para a sociedade. Nós vamos aumentar o salário mínimo todo ano de acordo com a inflação, será reposta, e o crescimento do PIB será colocado no salário mínimo", completou. A íntegra da entrevista vai ao ar às 18h desta quinta-feira (16), mas a emissora começou a divulgar alguns pequenos trechos. Os valores divulgados por Lula já eram conhecidos e cogitados, mas foi a primeira vez que o mandatário afirmou de maneira assertiva que esses serão os números adotados. "Vai começar a partir de agora, nós vamos começar a isentar a partir de R$ 2.640 e depois nós vamos gradativamente até chegar a R$ 5.000 de isenção", acrescentou. A elevação da faixa de isenção do Imposto de Renda para até R$ 5.000 foi uma promessa de campanha de Lula, que vem sendo repetida nas primeiras semanas de governo. O mandatário já chegou a afirmar que "briga com economistas do PT" para mudar a lógica dos tetos de isenção. "Meus companheiros sabem que tenho briga com economistas do PT. Vocês sabem que o pessoal fala assim 'Lula, se a gente fizer isenção até R$ 5.000, são 60% de arrecadação do país, de pessoas que ganham até R$ 6.000'. Ora, então vamos mudar a lógica. Diminuir para o pobre e aumentar para o rico", afirmou o petista no meio de janeiro, em evento no Palácio do Planalto com sindicalistas. Por sua vez, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já afirmou que a mudança no Imposto de Renda deveria ficar para o segundo semestre, após a aprovação da reforma tributária. Sem reajuste na tabela desde 2015, atualmente todos com renda tributável superior a R$ 1.903,98 por mês pagam Imposto de Renda. Estimativas apontam que elevar a isenção para R$ 5.000 possa ter um impacto mínimo de R$ 100 bilhões, o que pode representar um duro golpe na arrecadação. Em relação ao mínimo, os novos valores tradicionalmente entram em vigor em 1º de maio, Dia Internacional do Trabalho. Atualmente, o mínimo é de R$ 1.302. Segundo fontes do governo ouvidas pela Folha, o custo da medida pode chegar a R$ 5,6 bilhões em um cenário com maior número de concessões de aposentadorias no ano.























