Hospital Regional de Bom Jesus da Lapa sai do papel e terá investimento de R$130 mi
Unidade terá atendimento de média e alta complexidade e beneficiará moradores de dezenas de municípios do oeste baiano e do Vale do São Francisco.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador Jerônimo Rodrigues assinou a ordem de serviço para o início da construção do Hospital Regional de Bom Jesus da Lapa nesta quinta-feira (11), em Salvador. Este é um passo crucial para a obra aguardada pela população da região do Velho Chico, representando um investimento superior a R$ 130 milhões para uma unidade de saúde que oferecerá atendimento de média e alta complexidade.
- A nova estrutura visa ampliar o acesso a serviços especializados, reduzindo o deslocamento de pacientes e beneficiando Bom Jesus da Lapa e dezenas de cidades do oeste baiano e do Vale do São Francisco. Além de fortalecer a rede pública de saúde regional, a obra também é esperada para gerar empregos e impulsionar a economia local, atendendo a uma demanda histórica da região.
Foto: Divulgação | Santuário do Bom Jesus da Lapa
A construção do Hospital Regional de Bom Jesus da Lapa deu um passo decisivo nesta quinta-feira (11). Durante cerimônia realizada no Parque de Exposições, em Salvador, o governador Jerônimo Rodrigues assinou a ordem de serviço que autoriza o início da obra, considerada uma das mais aguardadas pela população da região do Velho Chico. O projeto prevê um investimento superior a R$ 130 milhões na implantação da unidade, que oferecerá atendimento de média e alta complexidade. A expectativa é ampliar o acesso a serviços especializados e reduzir a necessidade de deslocamento de pacientes para outros municípios em busca de atendimento. A solenidade contou com a presença do prefeito Eures Ribeiro, vereadores, lideranças políticas da região, deputados estaduais e federais, além de prefeitos de municípios vizinhos. Segundo a gestão municipal, a nova estrutura beneficiará não apenas Bom Jesus da Lapa, mas também dezenas de cidades do oeste baiano e do Vale do São Francisco, fortalecendo a rede pública de saúde regional. Além dos impactos na assistência médica, a obra deverá gerar empregos e movimentar a economia local durante sua execução. Com a assinatura da ordem de serviço, a expectativa agora é pelo início dos trabalhos e pela concretização de uma demanda histórica da população da região.
Bolsa Família ajudou 5,1 milhões a deixar programa, diz ministro
Bolsa Família ajudou 5,1 milhões a deixar programa, diz ministro
Segundo Wellington Dias, famílias deixaram o programa após aumento de renda e ingresso no mercado de trabalho.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou que 5,1 milhões de famílias deixaram o Bolsa Família após aumentarem a renda e conquistarem autonomia financeira. Segundo ele, os beneficiários deixaram o programa porque passaram a trabalhar e não por desejo de permanecer indefinidamente.
- A declaração de Wellington Dias rebate críticas recentes de apresentadores e destaca a eficácia do programa social, que permite a superação da pobreza e a melhora dos indicadores sociais do país.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil
O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou nesta quarta-feira (27) que 5,1 milhões de famílias deixaram o Bolsa Família desde 2023 após aumentarem a renda e conquistarem autonomia financeira. Segundo ele, o número representa cerca de 15 milhões de pessoas beneficiadas diretamente. A declaração foi dada durante o programa “Bom Dia, Ministro”, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação. De acordo com o ministro, os dados desmontam a ideia de que beneficiários tentam permanecer no programa indefinidamente. “Saíram do Bolsa Família porque passaram a trabalhar”, afirmou. A fala também rebate críticas recentes do apresentador Luciano Huck, que sugeriu que parte dos beneficiários buscaria permanecer no programa “eternamente”. Para Wellington Dias, esse tipo de percepção está ligado a preconceitos históricos contra a população mais pobre. O ministro citou estudos para defender a eficácia do programa social. Segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas em parceria com o Banco Mundial, cerca de 70% da primeira geração de beneficiários superou a pobreza, principalmente por meio da educação. Dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento também foram usados pelo ministro para destacar a melhora dos indicadores sociais do país. Segundo ele, o Brasil alcançou índice de desenvolvimento humano considerado “muito alto”. Wellington Dias afirmou ainda que 5,9 milhões de inscritos no Cadastro Único atuam hoje como pequenos empreendedores, muitos deles empregando outras pessoas. De acordo com o ministro, mais de 6 milhões de brasileiros ascenderam às classes A, B e C desde a criação do Bolsa Família.























