Operação Contragolpe prende 53 suspeitos de estelionato na Bahia
Operação Contragolpe prende 53 suspeitos de estelionato na Bahia
Ação da Polícia Civil combateu golpes virtuais e presenciais, incluindo fraudes com PIX, clonagem de contas e falsos leilões.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia finalizou a Operação Contragolpe, resultando na prisão de 53 suspeitos de estelionato em diversas regiões do estado. A ação mobilizou equipes da capital, região metropolitana e interior para cumprir mandados judiciais contra investigados por fraudes financeiras, clonagem de contas, golpes com PIX, falsos leilões e anúncios fraudulentos.
- Segundo o Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), a operação representa um avanço crucial no combate a organizações criminosas integradas. As investigações continuam para identificar novos suspeitos, e denúncias anônimas podem ser feitas através do Disque Denúncia 181.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia concluiu, nesta segunda-feira (3), a Operação Contragolpe, que resultou na prisão de 53 pessoas investigadas por crimes de estelionato praticados em diferentes regiões do estado. A ação reuniu equipes da capital, da Região Metropolitana de Salvador e de municípios do interior para cumprir mandados judiciais relacionados a investigações conduzidas ao longo de 2026. Segundo a corporação, os suspeitos são investigados por diversos tipos de golpes, entre eles fraudes financeiras, clonagem de contas, golpes com PIX, empréstimos fraudulentos, falsos anúncios de emprego, negociações irregulares de veículos e imóveis, falsos leilões e criação de perfis falsos para enganar vítimas. De acordo com o diretor do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), delegado Thomas Galdino, a operação representa um importante avanço no combate às organizações criminosas especializadas em estelionato. Ele destacou que a ação também fortaleceu a integração entre as unidades da Polícia Civil e o compartilhamento de informações para aprimorar as investigações. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros envolvidos e ampliar a responsabilização criminal dos suspeitos. Informações sobre golpes ou pessoas investigadas podem ser repassadas, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.
Operação da Polícia Civil contra golpes prende mais de 50 pessoas na Bahia
Operação da Polícia Civil contra golpes prende mais de 50 pessoas na Bahia
Ação cumpriu mandados em Salvador, na Região Metropolitana e no interior contra suspeitos de fraudes financeiras, golpes do PIX, falsos leilões e outros crimes
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia prendeu 53 pessoas suspeitas de envolvimento em crimes de estelionato durante a Operação Contragolpe. A ação teve como alvo golpes praticados tanto presencialmente quanto pela internet. Iniciada em 27 de julho, a operação cumpriu mandados em Salvador e em cidades do interior.
- As investigações envolveram crimes como fraudes financeiras, clonagem de contas, golpes do PIX e outros. Segundo a Polícia Civil, as investigações foram desenvolvidas ao longo de 2026 e continuam para identificar outros envolvidos. Informações sobre pessoas envolvidas em golpes podem ser repassadas de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.
Foto: Divulgação | Policia Civil
A Polícia Civil da Bahia prendeu 53 pessoas suspeitas de envolvimento em crimes de estelionato durante a Operação Contragolpe, encerrada nesta segunda-feira (3). A ação teve como alvo golpes praticados tanto presencialmente quanto pela internet. Iniciada em 27 de julho, a operação cumpriu mandados em Salvador, na Região Metropolitana e em cidades do interior. As investigações envolveram crimes como fraudes financeiras, clonagem de contas, golpes do PIX, falsos anúncios de emprego, empréstimos fraudulentos, negociações falsas de veículos e imóveis, além de leilões e perfis falsos. Segundo a Polícia Civil, as investigações foram desenvolvidas ao longo de 2026 e continuam para identificar outros envolvidos e ampliar a responsabilização dos suspeitos. Informações sobre pessoas envolvidas em golpes podem ser repassadas, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.
PF marca depoimento de Jaques Wagner para 7 de agosto em investigação sobre o Master
Senador baiano será ouvido sobre suspeitas de recebimento de vantagens indevidas; parlamentar nega irregularidades
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi intimado pela Polícia Federal (PF) para prestar depoimento sobre supostas vantagens indevidas ligadas ao Banco Master. A PF investiga um esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras envolvendo o banco e seu controlador, Daniel Vorcaro.
- A investigação indica que Wagner pode ter recebido benefícios por intermédio de familiares, pessoas de confiança e empresas ligadas ao grupo econômico investigado. O senador nega qualquer irregularidade e afirma que pretendia presentear a filha com um apartamento de R$ 2,45 milhões, que teria sido custeado pelo empresário Augusto Ferreira Lima.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Polícia Federal (PF) intimou o senador Jaques Wagner (PT-BA) para prestar depoimento no próximo 7 de agosto no inquérito que investiga o suposto recebimento de vantagens indevidas ligadas ao Banco Master. O parlamentar nega qualquer irregularidade. O depoimento faz parte da investigação conduzida pela PF sobre um possível esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras envolvendo o banco e seu controlador, Daniel Vorcaro. Segundo os investigadores, há indícios de que Wagner teria recebido benefícios por intermédio de familiares, pessoas de confiança e empresas ligadas ao grupo econômico investigado. No dia 18 de junho, o senador foi alvo de mandados de busca e apreensão durante uma fase da Operação Compliance Zero, autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Além das buscas, a decisão impôs uma restrição às atividades econômicas do parlamentar. A PF apura um possível vínculo entre o entorno familiar de Jaques Wagner e empresas relacionadas ao Banco Master. De acordo com a investigação, o empresário Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do banco, seria responsável por operacionalizar benefícios destinados ao senador. Entre os fatos investigados está a negociação de um apartamento de R$ 2,45 milhões, em Salvador. Segundo a PF, Wagner encaminhou a Augusto o contato do gerente da construtora, informando a unidade e o valor do imóvel: "A unidade é a 1702 e o preço é 2,45 mi". Os investigadores suspeitam que a compra tenha sido custeada pelo empresário. Em entrevista à BandNews, Jaques Wagner afirmou que pretendia presentear a filha com o apartamento e explicou que, como não tinha recursos suficientes no momento, faria posteriormente a recompra do imóvel enquanto ele ainda estava em construção. Além da negociação do apartamento, a Polícia Federal aponta pagamentos a uma empresa pertencente à nora do senador e a compra de ingressos para um show no exterior como possíveis contrapartidas pelos supostos favorecimentos ao grupo econômico investigado. Na decisão que autorizou a operação, André Mendonça afirmou que a PF identificou elementos que indicam o "recebimento de vantagens econômicas indevidas pelo parlamentar, direta ou indiretamente", por meio de familiares, pessoas de confiança e estruturas societárias vinculadas ao Banco Master. Após a deflagração da operação, o petista deixou a liderança do governo Lula no Senado. Segundo aliados, a decisão teve como objetivo permitir que o parlamentar concentrasse esforços em sua defesa e evitar desgaste político ao Palácio do Planalto durante o período pré-eleitoral.
Banco Central estuda impor novas restrições ao Pix
Banco Central estuda impor novas restrições ao Pix
Proposta prevê restrições para instituições financeiras com fragilidades na segurança cibernética e busca reforçar a proteção contra ataques hackers.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Banco Central (BC) estuda a implementação de novas regras de segurança para o Pix com o objetivo de mitigar fraudes e combater ataques cibernéticos no sistema financeiro nacional. As medidas propostas visam atuar de forma preventiva, aplicando restrições que vão desde limites em transações até a suspensão temporária do acesso ao sistema para bancos e fintechs que apresentarem vulnerabilidades em suas defesas digitais.
- As penalidades serão direcionadas exclusivamente às instituições financeiras que descumprirem as exigências de segurança da autoridade monetária, garantindo que o serviço continue inalterado para os usuários de bancos em conformidade. O projeto ainda está em fase de estudos e não possui um cronograma de implementação definido, podendo passar por ajustes antes de sua eventual adoção.
Foto: Marcello Casal jr | Agência Brasil
O Banco Central (BC) estuda adotar novas regras para reforçar a segurança do Pix e reduzir os riscos de fraudes e ataques cibernéticos no sistema financeiro. As medidas em análise poderão impor restrições a bancos e fintechs que apresentem falhas em seus mecanismos de proteção digital. A proposta tem como objetivo atuar de forma preventiva, dificultando a ação de hackers e minimizando prejuízos para clientes e instituições financeiras que utilizam o Pix como meio de pagamento. Entre as medidas avaliadas pelo Banco Central estão a imposição de limites para valores e horários de transações, a proibição do registro de novas chaves Pix por instituições consideradas de maior risco e, em situações mais graves, a suspensão temporária do acesso ao sistema de pagamentos instantâneos. Segundo informações divulgadas pelo portal Metrópoles, o projeto também prevê um tratamento diferenciado entre as instituições financeiras. Bancos e fintechs que cumprirem rigorosamente os padrões de segurança cibernética continuarão operando normalmente, enquanto aquelas que apresentarem vulnerabilidades poderão sofrer restrições até regularizar seus sistemas. A iniciativa faz parte da estratégia do Banco Central para fortalecer a proteção do sistema financeiro nacional diante do aumento das tentativas de ataques virtuais e golpes envolvendo operações eletrônicas. Até o momento, o Banco Central não divulgou um cronograma para a implementação das novas regras. As medidas ainda estão em fase de estudos e poderão passar por ajustes antes de uma eventual adoção. Caso sejam aprovadas, as mudanças deverão atingir apenas as instituições financeiras que não atenderem aos requisitos de segurança definidos pela autoridade monetária. Para os usuários do Pix, o funcionamento do sistema deverá permanecer inalterado nas instituições que mantiverem seus padrões de proteção em conformidade com as exigências do Banco Central.
Wagner pede licença do cargo de líder do governo no Senado após ser alvo de operação da PF
Wagner afirmou em uma publicação nas redes sociais que decidiu se afastar da liderança no Senado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou seu afastamento da liderança do governo no Senado Federal. A decisão ocorre poucos dias após o parlamentar ter sido incluído como alvo na 9ª fase da operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, impactando sua posição política.
- A medida foi comunicada por Wagner em suas redes sociais, afirmando que o afastamento foi um acordo mútuo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após uma reunião no Palácio da Alvorada. O senador petista declarou que sua prioridade imediata é comprovar sua inocência e dedicar-se às campanhas de reeleição do presidente Lula, do governador Jerônimo Rodrigues, e à sua própria reeleição ao Senado.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O senador Jaques Wagner (PT-BA) decidiu se afastar da liderança do governo no Senado poucos dias após passar a integrar a lista de alvos da 9ª fase da operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. Depois da reunião, Wagner afirmou em publicação nas redes sociais que a decisão de se afastar do cargo foi tomada em comum acordo com o presidente da República. "Acabei de ter uma ótima reunião com o Presidente @LulaOficial, uma conversa entre amigos, e decidimos, em comum acordo, que me afastarei da liderança do Governo no Senado Federal". "Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado", escreveu Wagner. Nesta quarta-feira (24), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com o senador, que ocupa a função de líder do governo, no Palácio da Alvorada. O encontro durou cerca de duas horas.
Polícia Federal realiza operação contra banco ligado a Edir Macedo
Polícia Federal realiza operação contra banco ligado a Edir Macedo
Investigação aponta suspeitas de manipulação contábil e operações financeiras irregulares; Justiça autorizou bloqueio milionário de bens.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal deflagrou a Operação Miragem para investigar supostas fraudes contra o Sistema Financeiro Nacional no Banco Digimais, controlado pelo bispo Edir Macedo. A investigação aponta irregularidades na administração do banco, incluindo manipulação de balanços e resultados contábeis para ocultar a real situação econômica-financeira da instituição.
- Os investigadores também apuram operações financeiras irregulares realizadas em benefício da empresa controladora do banco e a possível inserção de informações falsas em sistemas de controle do órgão regulador. Os envolvidos podem responder pelos crimes de gestão fraudulenta, inserção de dados falsos e realização de operações de crédito vedadas.
Foto: Reprodução
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (23), a Operação Miragem, que investiga um suposto esquema de fraudes contra o Sistema Financeiro Nacional envolvendo a gestão do Banco Digimais, instituição controlada pelo bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). Mais de 50 policiais federais cumpriram nove mandados de busca e apreensão em São Paulo. A Justiça Federal também autorizou o afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, além do bloqueio e sequestro de bens e valores que podem chegar a R$ 670,3 milhões. Segundo a Polícia Federal, a investigação teve como base relatórios produzidos pelo Banco Central, que apontaram supostas irregularidades na administração da instituição financeira. As apurações indicam que teria havido manipulação sistemática de balanços e resultados contábeis para ocultar a real situação econômico-financeira do banco e transmitir uma imagem de solvência aos órgãos de fiscalização. Ainda conforme a PF, o esquema teria permitido a supervalorização de ativos e a geração artificial de receitas que somam centenas de milhões de reais. Os investigadores também apuram operações financeiras supostamente irregulares realizadas em benefício da empresa controladora do banco, além da possível inserção de informações falsas em sistemas oficiais de controle do órgão regulador. Edir Macedo aparece entre os investigados por ser proprietário da instituição financeira. Até a publicação desta reportagem, o Banco Digimais não havia se manifestado sobre a operação. Os envolvidos poderão responder, conforme a participação de cada um, pelos crimes de gestão fraudulenta de instituição financeira, inserção de dados falsos em demonstrativos contábeis e realização de operações de crédito vedadas pela legislação do Sistema Financeiro Nacional. Fundado em 1981 como Banco Renner, em Porto Alegre (RS), o Digimais passou por mudanças de controle e adotou a atual marca em 2020, quando foi transformado em banco digital. Naquele ano, Edir Macedo assumiu o controle integral da instituição, da qual já era acionista desde 2009.
























