Homem é preso dentro de agência do INSS por estelionato em Feira de Santana
Homem é preso dentro de agência do INSS por estelionato em Feira de Santana
Mandado de prisão preventiva foi cumprido durante ação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Federal em Feira de Santana.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Um homem de 65 anos, identificado como Antonio Carlos da Silva Souza, foi preso na manhã desta quarta-feira (10) dentro de uma agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em Feira de Santana, Bahia. Ele era investigado por crimes de estelionato e alvo de um mandado de prisão preventiva. A prisão foi realizada por equipes da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Feira de Santana, com apoio da Polícia Federal, enquanto o suspeito recebia atendimento na unidade.
- As investigações da Polícia Civil apontam que Souza estaria envolvido em golpes patrimoniais e fraudes relacionadas à obtenção de crédito, incluindo uma tentativa de contratação de empréstimo usando documentos falsos e a identidade de outro idoso. Após ser detido, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde permanece à disposição da Justiça, e as investigações continuam para identificar sua participação em outros crimes e possíveis vítimas.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
Um homem de 65 anos investigado por crimes de estelionato foi preso na manhã desta quarta-feira (10) dentro de uma agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em Feira de Santana, a cerca de 100 quilômetros de Salvador. A prisão ocorreu enquanto o suspeito era atendido na unidade localizada no bairro Queimadinha. A ação foi realizada por equipes da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Feira de Santana, com apoio da Polícia Federal. De acordo com a Polícia Civil, Antonio Carlos da Silva Souza era alvo de um mandado de prisão preventiva expedido pela Vara Criminal, do Júri, de Execuções Penais e da Infância e Juventude da Comarca de Camacan, no sul da Bahia, em setembro de 2025. As investigações apontam que o suspeito estaria envolvido em golpes patrimoniais e fraudes relacionadas à obtenção de crédito. Entre os casos apurados está uma tentativa de contratação de empréstimo mediante o uso de documentos falsos. Segundo a polícia, Antonio Carlos teria utilizado a identidade de outro idoso para tentar conseguir a liberação de um empréstimo junto a uma instituição financeira. O caso passou a ser investigado após indícios de fraude serem identificados pelas autoridades. Após ser localizado e detido, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde permanece custodiado à disposição da Justiça. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar a possível participação do suspeito em outros crimes semelhantes, além de levantar o número de vítimas que possam ter sido prejudicadas pelas fraudes atribuídas a ele.
INSS passa a exigir biometria facial para empréstimo consignado
INSS passa a exigir biometria facial para empréstimo consignado
Mudanças exigem confirmação por reconhecimento facial no Meu INSS e proíbem contratação de empréstimos por telefone ou procuração
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Novas regras de segurança para a contratação de empréstimos consignados, direcionados a aposentados, pensionistas e beneficiários do INSS, entraram em vigor nesta terça-feira (19). A principal alteração exige a validação da operação por biometria facial, realizada no aplicativo ou site Meu INSS. Após receber a proposta da instituição financeira, o beneficiário tem um prazo de até cinco dias para confirmar o crédito por reconhecimento facial; caso a validação não ocorra, o contrato será automaticamente cancelado, uma medida que visa fortalecer a segurança e coibir fraudes.
- Essas mudanças estão alinhadas à Lei nº 15.327/2026 e atendem a recomendações do Tribunal de Contas da União, que identificava vulnerabilidades e um aumento nas denúncias de fraudes e descontos indevidos. A nova legislação também proíbe a contratação de consignados por telefone ou por meio de procuração de terceiros, garantindo que as operações tenham autorização direta do beneficiário. O governo federal enfatiza que as novas exigências devem ampliar a proteção dos segurados, dificultando golpes praticados contra idosos e aposentados em operações financeiras.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
Entraram em vigor nesta terça-feira (19) novas regras de segurança para contratação de empréstimos consignados destinados a aposentados, pensionistas e beneficiários do INSS. A principal mudança passa a exigir validação da operação por biometria facial no aplicativo ou site Meu INSS. Com a nova exigência, o beneficiário que solicitar crédito consignado deverá confirmar a contratação por reconhecimento facial após receber a proposta enviada pela instituição financeira. O procedimento atende à Lei nº 15.327/2026, criada para reforçar a segurança nas operações e reduzir fraudes envolvendo aposentados e pensionistas. Na prática, após a solicitação do empréstimo junto ao banco, o contrato ficará com status de “pendente de confirmação” no sistema do Meu INSS. O beneficiário terá prazo de até cinco dias corridos para validar a operação por biometria facial. Caso a confirmação não seja realizada dentro desse período, o contrato será cancelado automaticamente. As mudanças também seguem recomendações do Tribunal de Contas da União, que vinha apontando fragilidades no sistema de contratação de consignados e aumento de denúncias relacionadas a fraudes e descontos indevidos em benefícios previdenciários. Outro ponto previsto na nova legislação proíbe a contratação de empréstimos consignados por telefone ou por meio de procuração de terceiros. A medida busca impedir contratações sem autorização direta do beneficiário. O consignado é uma modalidade de crédito em que as parcelas são descontadas diretamente da aposentadoria, pensão ou benefício social. Por ter menor risco de inadimplência para os bancos, costuma oferecer juros mais baixos em comparação a outras linhas de crédito. O governo federal afirma que as novas exigências devem ampliar a proteção dos segurados e dificultar golpes praticados contra idosos e aposentados em operações financeiras.
Para reforçar acusação de corrupção, campanha de Flávio vai chamar presidente de 'pai do Lulinha'
A ideia é usar temas sensíveis que atingem diretamente o eleitor, como as fraudes do INSS e a pauta anti-corrupção
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro definiu chamar o presidente Lula de 'pai do Lulinha' como uma estratégia para atingir os eleitores. A ideia é usar temas sensíveis como fraudes do INSS e anti-corrupção. O filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, foi citado em investigações sobre desvio de recursos de aposentadorias e pensões.
- Lulinha foi também citado em uma operação da Lava Jato em 2019. Sua defesa confirma a relação com um operador do esquema, mas afirma que a relação é de prospecção de negócios legítimos.
Foto: Reprodução
A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) definiu como uma das estratégias a serem lançadas nos próximos dias chamar o presidente Lula de "pai do Lulinha". A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) definiu como uma das estratégias a serem lançadas nos próximos dias chamar o presidente Lula de "pai do Lulinha". A ideia é usar temas sensíveis que atingem diretamente o eleitor, como as fraudes do INSS e a pauta anti-corrupção. Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, foi citado nas investigações que apuram o desvio de recursos de aposentadorias e pensões como um possível elo com Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como principal operador do esquema. A defesa do filho do presidente confirma a relação com Antunes, mas diz que ela se refere à prospecção de negócios comerciais legítimos. As acusações contra Lulinha não se limitam ao INSS. O filho do presidente já foi citado em uma operação no âmbito da Lava Jato, em 2019.
Justiça mantém prisões na Operação USG
Justiça mantém prisões na Operação USG
Processo que apura suspeitas de fraudes em serviços de saúde em Formosa do Rio Preto será analisado pelo TRF-1.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
A Justiça Federal de Barreiras, no Extremo Oeste da Bahia, negou a liberdade ao médico Epifânio João da Cruz Neto e ao dentista João Rocha Mascarenhas, presos na segunda fase da Operação USG, que apura irregularidades na área da saúde em Formosa do Rio Preto. Os magistrados decidiram declinar da competência e encaminhar os processos ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).Na decisão desta segunda-feira (1º), que manteve a prisão de Epifânio Neto, o juiz de garantias Fábio Moreira Ramiro citou o nome do prefeito de Formosa do Rio Preto, Manoel Afonso de Araújo (PSD), como parte do inquérito que investiga supostas irregularidades na execução de contratos de saúde no município. Epifânio é apontado pela polícia como um dos responsáveis pelos exames de ultrassonografia considerados fraudulentos pela investigação. O pedido de liberdade do cirurgião-dentista João Rocha Mascarenhas também foi negado.Além dos dois profissionais, a Operação USG prendeu o vereador Hildjane Leite Souza (PSD), de 50 anos, enfermeiro e ex-secretário de Saúde, e Maria Raquel de Araújo Santos, sócia de uma empresa contratada pela pasta. Ela é suspeita de facilitar pagamentos irregulares. Não há confirmação sobre a situação atual dos dois. A Operação USG investiga um possível esquema de fraudes em serviços de saúde, incluindo exames superfaturados ou não realizados, além de irregularidades contratuais e possíveis desvios de recursos públicos. O TRF-1 deve analisar os pedidos a partir do envio determinado pela Justiça Federal de Barreiras.
Polícia Federal investiga fraudes em benefício do INSS que geraram prejuízos de R$ 13 mi
A organização criminosa atuava desde 2012 na criação de CPF’s fictícios para obter o benefício
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Agência PF
- A Operação Melhor Idade, que investiga fraudes no recebimento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) ao Idoso, foi deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta terça-feira (23). No total, estão sendo cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão em Piauí, Goiás e Distrito Federal. As investigações apontam que os prejuízos gerados aos cofres públicos chegaram a R$13 milhões e a organização criminosa atuava desde 2012 na criação de CPF’s fictícios para obter o benefício. Com as evidências da investigação devidamente apresentadas, a Justiça do Distrito Federal decretou o cancelamento dos 151 benefícios ainda ativos e o bloqueio de imóveis, veículos e contas, vinculados aos investigados e aos CPFs falsos. A ordem judicial prevê ainda a suspensão imediata dos benefícios obtidos e bloqueio de contas bancárias. O BPC garante um salário-mínimo por mês ao idoso com 65 anos ou mais, desde que a renda por pessoa do grupo familiar seja igual ou inferior a 1/4 do salário-mínimo.
Região: PF faz operação contra falsificação de documentos e estelionatos no INSS e na Caixa
A operação acontece em Vitória da Conquista. A prática fraudulenta causou um prejuízo de aproximadamente R$ 60 mil.
Por: redação do Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Divulgação | PF
- Na manhã desta terça-feira (11), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Dupla Face, que tem como objetivo combater esquemas de falsificação de documentos públicos e estelionatos contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a Caixa Econômica Federal. A ação acontece na cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. Segundo informações da PF, quatro mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos. Ainda de acordo com a PF, a prática fraudulenta causou um prejuízo de aproximadamente R$ 60 mil, em empréstimos fraudulentos, além de possíveis outras fraudes que podem estar associadas ao grupo, a exemplo de 2022, quando um dos investigados se passou por um aposentado e, por meio de documentos falsos, realizou um empréstimo consignado na Caixa. Os suspeitos são investigados por associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado. As penas máximas podem somar mais de 15 anos de prisão.
Com Uneb no centro das fraudes, PF revela esquema de venda de diplomas falsos de medicina
A investigação apontou que os falsos médicos chegavam a pagar até R$400 mil e recebiam em casa toda a documentação fraudulenta
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- Uma quadrilha que falsificava diplomas e vendia para falsos médicos foi descoberta pela Polícia Federal. Foram descobertos pelo menos 65 registros obtidos junto ao Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) com documentos fraudados. A maioria deles foi emitido a partir de diplomas falsificados da Universidade do Estado da Bahia (Uneb). O esquema foi mostrado em uma matéria do Fantástico, da TV Globo, do último domingo (2). Ao programa, a Uneb confirmou, em nota, que "todos os documentos recebidos pelo Cremerj não foram emitidos ou assinados pela universidade e são ilegítimos". De acordo com a reportagem, os falsos médicos chegavam a pagar até R$ 400 mil e recebiam em casa toda a documentação fraudulenta, com diploma e até monografia, em uma pasta com a identidade visual da universidade. Segundo a PF, para a produção do material, os criminosos utilizavam papel de qualidade e conseguiam reproduzir o logotipo das instituições. A investigação apontou ainda que, com documentos falsos em mãos, os suspeitos conseguiam empregos principalmente em prefeituras. Como o envio das documentações para os conselhos regionais é feito pelas universidades, os falsos médicos criavam e-mails se passando pelas instituições de ensino. De acordo com o delegado responsável pela investigação, Francisco Guarani, a quadrilha tinha uma espécie de estrutura empresarial para a venda de diplomas e históricos escolares falsos. A PF chegou a cumprir no mês passado quatro mandados de prisão contra Valdelírio Barroso Lima, Reinaldo Santos Ramos e Francisco Gomes Inocêncio Junior e Ana Maria Monteiro Neta, que é apontada como chefe da quadrilha e considerada foragida. Todos os outros foram presos. Ainda segundo o Cremerj, as fraudes foram descobertas após uma funcionária desconfiar de documentos e fazer uma denuncia à PF. O conselho informou que fez modificações no processo de checagem e anulou todos os 65 registros obtidos com documentação falsa. Já o Conselho Federal de Medicina afirmou que vai criar novos protocolos para checar a documentação.
Região: por fraudes no Auxílio Emergencial, Operação Sly cumpre mandado de busca e apreensão
O suspeito teria cadastrado no aplicativo Caixa Tem (da Caixa Econômica Federal) ao menos sete contas, em nomes de terceiros, para receber o auxílio
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Divulgação | PF
- A Polícia Federal deflarou nesta sexta-feira (28) uma operação para reprimir fraudes no Auxílio Emergencial pago durante a pandemia da Covid-19. A Operação Sly cumpriu um mandado de busca e apreensão na cidade de Santa Maria da Vitória, no oeste da Bahia. A Justiça Federal também determinou a quebra de sigilo bancário do investigado pela operação. A investigação começou ano passado e envolveu a Polícia Federal, o Ministério Público Federal (MPF), o Ministério da Cidadania (MCid), a CAIXA, a Receita Federal (RF), a Controladoria Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU). O suspeito teria cadastrado no aplicativo Caixa Tem (da Caixa Econômica Federal) ao menos sete contas, em nomes de terceiros, para receber o auxílio. O prejuízo estimado é de R$ 80 mil. O nome Sly, que batiza a operação, vem do inglês e se refere a fraudadores e golpistas.
Estudante de medicina é preso em Barreiras por falsificar documentos para entrar no curso
Por: Redação do Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | G1
Um estudante de medicina foi preso nesta quarta-feira (27), na cidade de Barreiras, no oeste da Bahia, por falsificar documentação para poder ingressar na faculdade de medicina. A informação é do site G1, que não divulgou o nome do estudante e nem a instituição de ensino. Além da prisão na Bahia, a Polícia Civil realizou mais 18 prisões de estudantes no estado de Goiás que falsificaram documentos no processo de transferência externa. “Grande parte dos suspeitos estudava no Paraguai e falsificou documentos de faculdades no Brasil para transferência para outras faculdades também no país. As instituições que foram alvo da falsificação informaram que eles nunca estudaram lá”, declarou o delegado responsável pelo caso, Danilo Fabiano.
Operação Apólogo: Criminosos fraudavam benefícios "criando" idosos para enganar INSS
Documentos falsos eram utilizados no golpe; Polícia Federal já apreendeu série de documentos e objetos
Por: Tailane Muniz
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | PF
- Uma quadrilha que atuava desde 2017 com um esquema de fraude para enganar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi desarticulada pela Polícia Federal. Por meio da Operação Apólogo, deflagrada nesta quinta-feira (19), ao menos seis mandados de apreensão foram cumpridos nas cidades de Milagres e Amargosa, no inteior da Bahia. Outros seis de prisão temporária estão encaminhados.Coordenador da operação, o delegado Marcelo Siqueira explica que o grupo "criava idosos fictícios", por meio da falsificação certidões de nascimento, identidades, CPFs e outros documentos, para induzir a autarquiar ao erro. As investigações, contudo, não identificou a participação de servidores públicos no esquema, que desviou pelo menos R$ 4 milhões. Ao menos 50 benefícios - os chamados Benefícios de Prestação Continuada (BPC) - foram fraudados. O dinheiro equivale a um salário mínimo e é pago apra pessoas com mais de 65 anos e portadores de deficiência. "Já apreendemos cartões, veículos, celulares e fotos. Esse material vai ser analisado e, possivelmente, vai revelar a participação de outras pessoas", disse Marcelo, em coletiva à imprensa nesta quinta. Ainda segundo o delegado, as investigações apontam ligação entre este grupo de estelionatários com um outro, que foi algo de uma Operação Cucurbitum, em dezembro de 2020, na cidade de Jeremoabo, também na Bahia. A Polícia Federal segue com as investigações. Os responsáveis vão responder pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica e associação criminosa.
PF deflagra operação contra fraudes em benefícios na Bahia
PF deflagra operação contra fraudes em benefícios na Bahia
Operação acontece nas cidades de Amargosa e Milagres
Por: Gabriel Amorim
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | PF
- A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (19) a Operação Apólogo para combater fraudes em benefícios previdenciários e assistenciais na Bahia. A operação acontece em conjunto com a Secretaria de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. A operação cumpre 06 mandados de busca e apreensão e 06 mandados de prisão temporária nas cidades de Milagres e Amargosa no interior baiano. As investigações apontam que o grupo criminoso atuava pelo menos desde 2017, criando pessoas fictícias com documentação falsa com a finalidade de conseguir o pagamento de benefícios federais. Em sua maioria os pagamentos almejados pelo grupo eram os chamados Benefícios de Prestação Continuada (BPC) pago pelo INSS no valor de um salário mínimo para pessoas com mais de 65 anos e portadores de deficiência. Ao todo, estima-se um prejuízo de mais de R$ 4 milhões em pelo menos 50 benefícios fraudados. Ainda segundo as investigações, há indícios de que o grupo alvo da operação desta quinta-feira tenha conexão com o grupo desarticulado pela Operação Cucurbitum. ocorrida em dezembro de 2020 na cidade de Jeremoabo, também no interior da Bahia.
Pessoas que receberam o auxílio emergencial indevidamente em Guanambi entram na mira da PF
Além de Guanambi, a ação da PF também aconteceu em Vitória da Conquista
Por: Gabriel Amorim
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Divulgação | PF
- Uma operação da Polícia Federal foi deflagrada nesta quinta-feira (22) para combater fraudes contra benefícios emergenciais. Batizada de Animus Fraudandi, a operação cumpre 29 mandados de busca e apreensão e 4 de sequestro de bens em seis estados do país, incluindo a Bahia. No total, cerca de R$ 60 por demanda judicial. Além da Bahia, há cumprimento de mandados em Santa Catarina, Ceará. Maranhão, Mato Grosso e Pará. Em território baiano serão cumpridos 17 mandados em seis cidades. Há cumprimento em Vitória da Conquista, Guanambi, Canavieiras, Santa Luzia e Porto Seguro. As investigações apontam fraudes em ao menos 49 contas do estado, para o recebimento indevido do auxílio emergencial. O montante fraudado ultrapassa os R$ 32 mil reais em um período de 25 dias. A operação desta quinta-feira se soma a outras 114 que combatem fraudes aos benefícios. Ao todo, já foram cumpridos mais de 443 mandados de busca e apreensão e 50 de prisão.























