Fiocruz libera mais 3,8 milhões de vacinas contra covid-19
Com nova remessa, Fiocruz entregou ao governo 74,2 milhões de doses
Por: Rodrigo Meneses
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Foto: Reprodução | GOV/BA
- O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz) entrega hoje (23) mais 3,8 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra covid-19 ao Programa Nacional de Imunização (PNI). Com a nova remessa, o total de doses liberadas pela fundação chega a 74,2 milhões. O montante sobe para 78,2 milhões com as 4 milhões de doses produzidas pelo Instituto Serum, da Índia. Essas doses foram importadas prontas do país asiático, mas tiveram que passar pela Fiocruz para checagem e rotulagem em português. Com sede no Rio de Janeiro, Bio-Manguinhos vai liberar 197 mil doses da entrega desta semana diretamente para o governo fluminense, enquanto as demais seguem para o almoxarifado do Ministério da Saúde. O total de vacinas já liberado pela Fiocruz se aproxima de 75% das 100,4 milhões de doses previstas no acordo de encomenda tecnológica assinado com a farmacêutica anglo-sueca. Segundo o contrato, Bio-Manguinhos receberá ingrediente farmacêutico ativo (IFA) importado para produzir as doses. Outro acordo assinado com a empresa europeia prevê a transferência de tecnologia para que Bio-Manguinhos possa produzir o IFA no Brasil, tornando-se autossuficiente na produção da vacina. Pesquisadores da Fiocruz já estão conduzindo esse processo, que será certificado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e deve gerar as primeiras entregas a partir de outubro. O Brasil recebeu nesta semana mais 1 milhão de doses da vacina Oxford/AstraZeneca entregues pelo consórcio Covax Facility, iniciativa global que o país integra com quase 200 nações. Até o fim do ano, o Covax deve enviar 42,5 milhões de doses ao Brasil. Dessas, já chegaram ao país cerca de 6 milhões de doses da Oxford/AstraZeneca e 842 mil da Pfizer/BioNtech.
Pesquisa da Fiocruz comprova efetividade das vacinas em idosos
Estudo considerou os imunizados com Coronavac e AstraZeneca e foi feito com base em registros de hospitalização e morte por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)
Por: Cristiele França
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Uma pesquisa feita pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) constatou que o esquema vacinal completo contra covid-19 (duas doses) garante taxas de efetividade médias de 79,8% em pessoas com 60 a 80 anos e de 70,3% em idosos com mais de 80 anos. Considerando-se uma média daqueles que receberam o esquema vacinal completo e aqueles que tomaram apenas a primeira dose, as taxas de efetividade ficam em 73,7% em idosos com até 79 anos e de 63% em pessoas com 80 anos ou mais. O estudo considerou os imunizados com Coronavac e AstraZeneca e foi feito com base em registros de hospitalização e morte por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), o que permitiu avaliar a efetividade em relação à redução de casos graves e óbitos.De acordo com a Agência Brasil, as duas vacinas têm, no entanto, taxas diferentes. Na Coronavac, por exemplo, a taxa de efetividade para pessoas com esquema vacinal completo é de 79,6% para pessoas com 60 a 79 anos e de 68,8% em idosos com 80 anos ou mais. Se forem considerados todos os imunizados, ou seja, aqueles com esquema vacinal completo e os que tomaram apenas a primeira dose, as taxas são de 70,3% em pessoas com 60 a 79 anos e de 62,9% em idosos com 80 anos ou mais, no caso da Coronavac. Para a AstraZeneca, no entanto, não foi possível avaliar a efetividade com o esquema vacinal completo, já que a segunda dose só é aplicada três meses depois da primeira. Portanto, a Fiocruz trabalhou com estimativas.
Covid-19: Fiocruz vai entregar 5 milhões de doses de vacina na sexta
A quantidade supera a previsão inicial para esta semana em 300 mil doses
Por: Kamile Martinho
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou ontem (21) que vai entregar nesta sexta-feira (23) 5 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra covid-19 produzidas pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos). A quantidade supera a previsão inicial para esta semana em 300 mil doses. Segundo a Agência Brasil, por questões logísticas relacionadas à distribuição das vacinas, a Fiocruz passará a liberar os lotes para o Programa Nacional de Imunizações (PNI) sempre às sextas-feiras. Segundo a fundação, a decisão foi tomada em conjunto com o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Na semana passada, Bio-Manguinhos também liberou 5 milhões de doses, porém em duas remessas, na quarta-feira e na sexta-feira. Para a semana que vem, o cronograma prevê mais 6,7 milhões de doses, o que fará com que a fundação entregue mais de 18 milhões de doses no mês de abril. Para os próximos meses, a programação é que as entregas cresçam em volume e cheguem a 21,5 milhões, em maio; 34,2 milhões, em junho; e 22 milhões, em julho. Desse modo, a fundação cumprirá a meta de produzir 100,4 milhões de doses a partir do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) importado, conforme acordo de encomenda tecnológica firmado com a farmacêutica AstraZeneca. No segundo semestre, a Fiocruz prevê produzir 110 milhões de doses com IFA fabricado no Brasil. Já foram entregues ao Programa Nacional de Imunizações 14,8 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, sendo 10,8 milhões produzidas por Bio-Manguinhos. As outras quatro milhões foram importadas prontas da Índia nos meses de janeiro e fevereiro.
Fiocruz e Butantan preveem entrega de 27 milhões de doses de vacinas contra Covid-19 em abril
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | Getty Images
- O Instituto Butantan e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) devem entregar ao Ministério da Saúde ao menos 27 milhões de doses da Coronavac e da vacina de Oxford em abril, segundo os fabricantes. O plano considera o que pode ser produzido com os insumos já recebidos pelo Brasil. Das 27 milhões de doses dos imunizantes contra a Covid-19 para abril, 18,8 milhões são da Fiocruz e 13,2 milhões do Butantan, com as 5,7 milhões de doses atrasadas, que teriam que ser produzidas e entregues até amanhã (31). Até então, a fundação entregou 5,8 milhões de doses da vacina de Oxford ao país e o instituto, 32,8 milhões da Coronavac.O Butantan garantiu ao governo federal a entrega de 46 milhões de doses até o dia 30 de abril e 54 milhões até agosto, totalizando 100 milhões de doses quatro meses antes do fim do ano. Já a Fiocruz prometeu 104,4 milhões de doses no primeiro semestre e 110 milhões no segundo semestre, o que garantiria 214,4 milhões de doses da vacina de Oxford até o final deste ano. Por enquanto, a Fiocruz tem Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) suficiente para a produção de cerca de 27 milhões de doses e o Butantan para 35 milhões. O secretário de Saúde do estado de São Paulo, Jean Gorinchteyn, informou ontem (29) que o instituto vai receber mais insumos suficientes para a produção de mais três milhões de doses da Coronavac entre os dias 6 e 8 de abril.























