Fenabrave afirma que venda de motos cresceu 16,1% em 2023, maior volume em onze anos
Mesmo com dificuldades, as vendas de motos registraram alta de 0,5% em dezembro, frente ao mesmo período de 2022
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Foto: Reprodução
- As vendas de motos fecharam 2023 com crescimento expressivo de 16,1%, segundo balanço divulgado nesta quinta-feira (4) pela Federação Nacional Distribuição Automotores (Fenabrave) , a associação das concessionárias. Com 1,58 milhão de unidades vendidas de janeiro a dezembro, esse foi o maior volume em 11 anos. A desaceleração do mercado no último trimestre do ano passado refletiu as dificuldades de recebimento de peças e escoamento da produção, em razão da seca severa que restringiu o transporte de cargas pelo rio Amazonas e seus afluentes até o porto de Manaus, onde estão as maiores montadoras de motocicletas do país. Mesmo com esta dificuldade, as vendas registraram alta de 0,5% em dezembro, frente ao mesmo período de 2022, chegando a 132,8 mil unidades. Na comparação com novembro, o crescimento foi de 1,8%.
Venda de veículos novos cai 17% em outubro, informa Fenabrave
Por: Luciana Freire
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A venda de veículos automotores novos caiu 17,07% em outubro em comparação ao mesmo mês do ano passado. No mês passado, foram licenciadas 276.033 unidades no mês, ante 332.852 vendidas em outubro de 2020. O resultado, divulgado nesta quinta (4) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), leva em conta todos os segmentos automotivos, exceto tratores e máquinas agrícolas. Já no acumulado do ano, de janeiro a outubro de 2021, as vendas tiveram aumento de 16,15% sobre o mesmo período do ano passado. Foram 2.863.349 unidades licenciadas, contra 2.465.260 vendidas em igual período de 2020. Na comparação mês a mês, as vendas em outubro de 2021 tiveram leve queda, de 1,78%, em relação às de setembro. “A demanda se mantém alta por parte do consumidor, mas há segmentos em que a espera por um veículo pode levar meses, em função dos baixos estoques das concessionárias, que não estão conseguindo ter todos os pedidos atendidos pelas fábricas, devido à falta de insumos e componentes. Esperamos pela normalização da produção, mas acreditamos que isso só ocorra em meados de 2022”, disse o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior.























