Febraban anuncia que bancos não funcionarão durante feriado de Carnaval
O atendimento ao público será retomado na Quarta-feira de Cinzas (22), a partir das 12h
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) comunicou que, durante a segunda-feira (20) e a terça-feira (21), por conta do feriado de carnaval, as instituições financeiras não funcionarão. No anúncio, a entidade ressaltou que apesar dos bancos não abrirem neste período, as transações via PIX estarão com funcionamento normal. Além disso, também foi reforçado que no caso de boletos e contas de consumo, como água, energia e telefone, com vencimento nos dias 20 e 21, os pagamentos poderão ser feitos na quarta-feira (22), sem acréscimo de juros ou multa. A Febraban também explicou que, na Quarta-feira de Cinzas (22), os bancos estarão abertos ao público a partir das 12h e fecharão no horário de expediente normal, pré-estabelecido pelos municípios.
Banco do Brasil e Caixa decidem deixar Federação Brasileira de Bancos
Motivo da saída se deve a um manifesto que a Fiesp deve publicar na terça-feira (30), com um pedido de harmonia entre os três Poderes - a Febraban é signatária do documento
Por: Luciane Freire
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Foto: Reprodução
- O Banco do Brasil (BB) e a Caixa resolveram deixar a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e já avisaram a decisão ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. A informação foi divulgada pelo jornal O Estado de S.Paulo. Conforme a reportagem, o motivo da saída se deve a um manifesto que a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) deve publicar na terça-feira (30), com um pedido de harmonia entre os três Poderes. A Febraban é signatária do documento. O entendimento dos bancos públicos, de acordo com fontes, é que a instituição, que representa o setor no País, é privada e está se posicionando de forma política, o que ambos, controlados pelo governo, discordam. No governo, quem liderou o movimento de ruptura dos bancos públicos com a Febraban foi o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, que mantém grande proximidade com Bolsonaro.























