Comerciante volta a ser vítima de furto de gado em Caetité
Criminosos invadiram propriedade pela segunda vez em menos de cinco meses
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Foto Ilustrativa
Um comerciante que atua no Mercado Municipal de Carne de Caetité, no sudoeste da Bahia, voltou a ser alvo de criminosos. Pela segunda vez em menos de cinco meses, a fazenda dele, localizada na região do Barro Preto, zona rural do município, foi invadida e teve animais furtados. No primeiro caso, os suspeitos cortaram a cerca, mataram um boi e levaram apenas os cortes mais valorizados, abandonando o restante da carcaça no pasto. Já no episódio mais recente, os criminosos furtaram uma vaca inteira, sem abatê-la no local. Segundo o proprietário, não há vestígios que indiquem a rota utilizada para transportar o animal. Ele percorreu toda a extensão da propriedade, mas não encontrou marcas de passagem. O comerciante relatou prejuízo financeiro elevado e disse estar indignado com a ousadia dos criminosos. A ocorrência foi registrada na Delegacia Territorial de Caetité e a Polícia Civil investiga o caso.
Trabalhadores são resgatados em propriedade rural da região em condições de trabalho análogas à escravidão
Além dos trabalhadores, viviam no local, suas eposas e mais 13 crianças
Por: redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Divulgação | MPT
- Na segunda-feira (20), o Ministério Público do Trabalho (MPT) divulgou informações sobre o resgate de dois trabalhadores, que exerciam atividades laborais exaustivas em uma fazenda da cidade de Maiquinique, no sudoeste da Bahia. De acordo com o MPT, os homens trabalhavam sem descanso semanal e sem férias, em jornadas bem superior ao que manda a legislação brasileira, o que de acordo com o órgão, se caracteriza como trabalho em condições análogas à escravidão. No alojamento, sem qualquer condição digna de moradia, viviam as esposas dos trabalhadores e 13 crianças. O caso veio à tona após o pagamento das verbas rescisórias ter sido quitado pelo dono da propriedade. O MPT também vai solicitar que o proprietário indenize as vítimas por danos morais, sendo que os artífices já receberam um valor (não divulgado) referente à rescisão de contrato de trabalho. A ação de resgate contou com a participação de diversos órgãos ligados ao combate ao trabalho escravo, entres eles o MPT, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a Polícia Federal (PF) e Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Estado (SJDH), além da Defensoria Pública da União (DPU).
Famílias são retiradas de acampamento na Chapada Diamantina, diz MST
Fazenda foi reocupada no dia 30 de março, quando grupo voltou para área e retomou plantios e construção dos barracos que haviam sido destruídos no último despejo.
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Foto: MST
- Centenas de famílias foram retiradas de um acampamento, na cidade de Planaltino, na Chapada Diamantina, na tarde desta quinta-feira (27). A informação foi divulgada pelo Movimento Sem Terra (MST). Segundo o MST, essa é a terceira vez que as famílias do acampamento Estrela Vive são retiradas na área da empresa FERBASA, única produtora integrada de ferrocromo das Américas e reconhecida por sua forte atuação socioambiental. As informações são do site G1. De acordo com o grupo, a fazenda foi reocupada no dia 30 de março, quando as famílias voltaram para a área e retomaram os plantios e construção dos barracos que haviam sido destruídos no último despejo. Conforme o Movimento Sem Terra, a notícia de que seriam retirados da área circulou por todo território, mas nenhum comunicado oficial foi feito. O grupo alega que a terra está abandonada e improdutiva, já que o "local não gerava emprego ou servia de moradia". Em nota, o MST afirmou que as famílias do acampamento "não tem para onde ir e lutam para conquistar um pedaço de terra para viver e trabalhar". O MST informou ainda que as famílias saíram da área de forma pacífica e estão acampadas em uma estrada próximo ao local que foram despejados. Em nota, a FERBASA informou que ocorreu uma reintegração de posse determinada pela Justiça na Fazenda Reunidas Louro, de propriedade da empresa, no município de Planaltino. A FERBASA afirmou que "sempre esteve aberta ao diálogo com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra e demais envolvidos". Acrescentou que tem atuado intensamente para fazer cumprir a desocupação de forma pacífica e ordeira.
Homens foram baleados em fazenda do oeste da Bahia
O caso aconteceu na cidade de Correntina
Por: redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução
- Três homens foram baleados na terça-feira (11), na Fazenda Cupim, em Correntina, no oeste da Bahia. As informações são do site G1. De acordo com a Polícia Civil, que se manifestou sobre a ocorrência nesta quarta (12), as vítimas são integrantes de uma associação de preservação ambiental e pequenos criadores. Ainda conforme a polícia, informações preliminares apontam que homens armados abordaram as vítimas em motos e em seguida efetuaram os disparos. Os homens foram socorridos para um hospital da região. Não há informações sobre o estado de saúde deles. O caso é investigado pela delegacia de Correntina, que já tem indícios da motivação do crime. A autoria é desconhecida.
Indígenas são mortos a tiros perto de fazenda ocupada por grupo na Bahia
Após o crime, um grupo de indígenas fez uma manifestação na BR-101, que ficou interditada por cerca de três horas
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Foto: Redes Sociais
Dois jovens indígenas foram mortos a tiros na noite da última terça-feira (17). O crime aconteceu na BR-101, em trecho da cidade de Itabela, no extremo sul da Bahia. As vítimas foram identificadas como Nawir Brito de Jesus, de 17 anos, e Samuel Cristiano do Amor Divino, de 25. De acordo com a Polícia Civil, eles foram baleados por volta das 17h, quando seguiam para o uma fazendo no Povoado de Montinho. A fazenda foi ocupada por um grupo indígena no processo de retomada feito pelos povos Pataxós da região extremo sul. De acordo com testemunhas, os disparos foram realizados por homens que estavam a bordo de uma motocicleta. As vítimas foram atingidas nas costas. A Delegacia Territorial (DT) de Itabela está investigando o caso, mas ainda não há informações sobre a autoria e motivação do crime. Após o crime, um grupo de indígenas fez uma manifestação na BR-101, que ficou interditada entre 19h e 22h de terça-feira. O Movimento Indígena da Bahia e a Federação Indígena das Nações Pataxós e Tupinambás do Extremo Sul da Bahia (FINPAT) se posicionou e pediu, à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e aos ministérios da Justiça dos Povos Indígenas, que a segurança na região fosse reforçada. Indígenas e fazendeiros estão em conflitos com fazendeiros por disputa de terras desde o ano passado.
Região: Homem é resgatado em situação semelhante à escravidão
Vítima trabalhava como vaqueiro e estava sem água encanada e energia há 8 meses
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Foto: Reprodução | Rede Bahia
- Um homem de 52 anos foi resgatado após viver por oito meses em situação de trabalho semelhante à escravidão, em uma fazenda, na zona rural de Riachão das Neves, no oeste da Bahia. O dono da propriedade, que também desenvolve trabalhos sociais na cidade, foi preso. Toda ação aconteceu nesta segunda-feira (20). O homem atuava como vaqueiro e recebia salário de R$ 1.250 mensais, contudo, morava na fazenda em condições subumanas. À vitima disse aos agentes que o libertaram que estava sozinho no local desde o mês de abril, sem banheiro, água encanada, nem energia elétrica. O homem, que não teve nome divulgado, contou que tomava banho em um rio e utilizava uma área de mata para fazer as necessidades fisiológicas. Com o salário que recebia, caminhava três quilômetros para pegar um veículo e fazer compras, na sede do município.
Bahia: Funcionários são feitos de reféns durante assalto à fazenda
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- Um grupo armado assaltou uma fazenda na cidade de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, e durante o crime fez seis funcionários de reféns. O fato aconteceu na tarde de domingo (17), numa localidade conhecida como Estrada do Café. Segundo informações do site G1, 120 toneladas de milho foram roubadas, mas ninguém ficou ferido. Ainda segundo o G1, o grupo amarrou os reféns em um cômodo da fazenda, mas por volta da meia noite, parte deles foram obrigados a ajudarem os bandidos a carregarem o caminhão que foi usado para transportar a mercadoria roubada. A Polícia ainda não tem pistas sobre os assaltantes.
Incêndio atinge área de fazenda localizada entre Guanambi e Ceraíma
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | G1-BA
- Na sexta-feira (13), em uma fazenda que fica localizada entre Guanambi e Ceraíma, no sudoeste da Bahia, foi registrado um incêndio. Apesar da proporção do fogo, não houve feridos. Segundo matéria do site G1, moradores da localidade afirmaram que o fogo começou no período da manhã, sendo controlado somente à noite pelo Corpo de Bombeiros. Os donos da propriedade foram até o local, onde isolaram os animais que pastavam no momento em que o incêndio começou. Este tipo de incêndio é muito frequente nessa época do ano, por conta que a vegetação fica extremamente seca e a umidade diminui drasticamente. Por isso, o Corpo de Bombeiros alerta que, em hipótese nenhuma, faça-se limpeza de terrenos utilizando fogo.
Região: mulher que mandou matar o próprio pai para herdar fazenda é presa quase 23 anos depois
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | 9ª Coorpin
- Em 30 de julho de 1998, Agenor Pales Novaes foi morto, na cidade de Jequié, a mando da própria filha, que tinha como objetivo herdar uma fazenda e outras propriedades do pai. No entanto, a mulher só foi presa quase 23 anos depois, e a prisão aconteceu na manhã desta quinta-feira (28), na cidade de Jequié, e foi realizada pela 9ª Coorpin da delegacia de Jequié, na Operação VON RT, deflagrada pela unidade. A mulher tinha sido condenada em júri popular no ano de 2020. Conforme informou a Polícia Civil (PC), a filha de Agenor contratou um homem por R$ 500 para matá-lo. Agenor morreu asfixiado, mas o participante do crime ainda se encontra foragido até hoje. A mulher terá que cumprir uma pena de 16 anos em regime fechado.























