Lei veta exigência de CPF para descontos em farmácias na Bahia
Lei veta exigência de CPF para descontos em farmácias na Bahia
Objetivo é impedir o condicionamento de promoções ao fornecimento de dados pessoais nas farmácias e drogarias.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Entrou em vigor na Bahia a Lei nº 15.179, que proíbe farmácias e drogarias de exigirem o CPF do consumidor como condição para a concessão de descontos em medicamentos e outros produtos. Promulgada pela Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), a nova legislação busca reforçar a proteção de dados pessoais no estado, impedindo que o acesso a vantagens comerciais dependa do compartilhamento de informações cadastrais.
- A medida estende para todo o território baiano uma proibição que já vigorava na capital, Salvador. Os estabelecimentos que descumprirem a norma estarão sujeitos a penalidades e multas, além de serem obrigados a fixar avisos visíveis para informar os clientes sobre seus direitos em relação à privacidade de seus dados.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
Entrou em vigor na Bahia, no último dia 1º de julho, a Lei nº 15.179, que proíbe farmácias e drogarias de exigirem o CPF do consumidor como condição para conceder descontos em medicamentos e outros produtos. A norma foi promulgada pela presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), deputada Ivana Bastos (PSD), após aprovação do projeto pelos parlamentares. A proposta é de autoria do deputado Antônio Henrique Júnior (PV) e foi aprovada pela Assembleia Legislativa em 16 de junho deste ano. O projeto tramitava na Casa desde 2021 e agora passa a valer em todo o território baiano. Com a nova legislação, fica proibido condicionar promoções, descontos ou qualquer benefício comercial ao fornecimento do número do CPF no momento da compra. A medida busca reforçar a proteção dos dados pessoais dos consumidores e impedir que o acesso a vantagens comerciais dependa do compartilhamento de informações cadastrais. A lei também estabelece que farmácias e drogarias deverão afixar, em local visível, um aviso informando aos clientes sobre a proibição da exigência do CPF para obtenção de descontos. O descumprimento da norma poderá resultar na aplicação de multa aos estabelecimentos, conforme previsto na legislação. Antes da regra estadual, a prática já havia sido proibida em Salvador. Na capital baiana, a Lei nº 9.973/2026, sancionada pelo prefeito Bruno Reis em abril deste ano, também impede que farmácias condicionem descontos ao fornecimento do CPF. Na cidade, as multas variam entre R$ 1 mil e R$ 5 mil, podendo dobrar em caso de reincidência. A nova lei amplia essa proteção para todos os municípios da Bahia e reforça o direito do consumidor de decidir se deseja ou não compartilhar seus dados pessoais durante a compra, sem perder o acesso a descontos e promoções oferecidos pelos estabelecimentos.
Vitória da Conquista vai multar farmácias que exigirem CPF de clientes
Vitória da Conquista vai multar farmácias que exigirem CPF de clientes
Nova lei proíbe exigência do documento na hora da compra; multas podem chegar a R$ 5 mil e até suspensão do alvará
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Prefeitura de Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, sancionou uma lei que proíbe farmácias e drogarias de exigirem o CPF do cliente como condição para finalizar uma compra. A medida, publicada no Diário Oficial do Município, estabelece multas que podem chegar a R$ 5 mil para estabelecimentos que desrespeitarem a nova norma, que já está em vigor.
- A legislação determina que informar o CPF deve ser opcional, sendo solicitado apenas para participação em programas de benefícios, descontos, fidelidade ou para emissão de nota fiscal vinculada ao documento, se houver interesse do consumidor. A primeira infração resulta em advertência, com reincidências gerando multas de R$ 1 mil a R$ 5 mil, passíveis de dobra e, em casos persistentes, suspensão do alvará de funcionamento.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Prefeitura de Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, sancionou uma lei que estabelece multa de até R$ 5 mil para farmácias e drogarias que exigirem o CPF do cliente como condição para concluir uma compra. A medida foi publicada no Diário Oficial do Município na última quinta‑feira (11). A legislação determina que nenhum estabelecimento pode obrigar o consumidor a informar o CPF para adquirir medicamentos ou qualquer outro produto. A regra vale para toda a rede de farmácias da cidade. Pela nova norma, a primeira infração gera apenas advertência. Em caso de reincidência, a multa varia de R$ 1 mil a R$ 5 mil, podendo ser dobrada se houver nova repetição da prática. Persistindo o descumprimento, o local poderá ter o alvará de funcionamento suspenso pela autoridade sanitária. A lei também deixa claro que informar o CPF passa a ser opcional. O documento só poderá ser solicitado quando o cliente quiser participar de programas de benefícios, descontos ou fidelidade, ou ainda para emitir nota fiscal vinculada ao CPF, caso seja de interesse do consumidor. A norma já está em vigor e reforça a proteção aos direitos do consumidor no município.
Anvisa aprova Ozivy, novo concorrente nacional do Ozempic
Anvisa aprova Ozivy, novo concorrente nacional do Ozempic
Novo medicamento será usado no tratamento do diabetes tipo 2 e poderá ampliar concorrência em canetas injetáveis.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Anvisa aprovou o registro do Ozivy, um novo medicamento desenvolvido pelo laboratório EMS que utiliza o mesmo princípio ativo do Ozempic. O produto foi classificado como um medicamento novo e não como genérico, pois a legislação brasileira não prevê medicamentos genéricos para produtos biológicos. O Ozivy será utilizado por adultos com diabetes mellitus tipo 2 insuficientemente controlado e poderá ser utilizado isoladamente ou em combinação com outros medicamentos.
- A autorização do Ozivy ocorre após o vencimento da patente do medicamento original no Brasil. O laboratório ainda aguarda a definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) antes de iniciar a comercialização nas farmácias.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
A Anvisa aprovou o registro do Ozivy, novo medicamento desenvolvido pelo laboratório EMS que utiliza o mesmo princípio ativo do Ozempic. A autorização ocorre após o vencimento da patente do medicamento original no Brasil, registrado em março deste ano. Segundo a agência reguladora, o pedido de registro foi apresentado ainda em 2023 e passou por análises técnicas para comprovação de eficácia, segurança e qualidade. O Ozivy foi classificado como um medicamento novo, e não como genérico. Isso ocorre porque a legislação brasileira não prevê medicamentos genéricos para produtos biológicos. A nova caneta é considerada um análogo sintético de um medicamento biológico já existente. De acordo com a Anvisa, o produto poderá ser utilizado por adultos com diabetes mellitus tipo 2 insuficientemente controlado, associado à prática de exercícios físicos e dieta alimentar. O uso poderá ocorrer isoladamente ou em combinação com outros medicamentos para diabetes. A aplicação será semanal, por meio de canetas preenchidas com solução injetável. Diferente do Ozempic, o Ozivy precisará permanecer refrigerado entre 2°C e 8°C durante todo o tratamento. O laboratório ainda aguarda a definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) antes de iniciar a comercialização nas farmácias. Além do Ozivy, a Anvisa informou que analisa outros oito pedidos de medicamentos nacionais que utilizam o mesmo princípio ativo do Ozempic. Segundo o órgão, alguns processos já estão em estágio avançado e os produtos poderão chegar ao mercado nos próximos meses, caso cumpram todas as exigências regulatórias. A expectativa é de que a entrada de novas alternativas nacionais aumente a concorrência e possa reduzir os preços dos medicamentos usados tanto no tratamento do diabetes tipo 2 quanto por pessoas que buscam emagrecimento.
Autoteste de Covid chega às farmácias brasileiras nesta semana
Autoteste de Covid chega às farmácias brasileiras nesta semana
Órgão regulador autorizou a venda de autotestes no Brasil em 28 de janeiro
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Foto: Reprodução
- As duas primeiras marcas de autotestes para Covid liberados pela Anvisa no Brasil começam a ser vendidos ainda nesta semana, segundo as grandes redes de drogarias do país. O órgão regulador autorizou a venda de autotestes no Brasil em 28 de janeiro. O teste, capaz de detectar em 15 minutos a presença do vírus no organismo com mais de 99% de assertividade no resultado, será vendido com preços entre R$ 49,90 e R$ 69,90. Conforme apuração da Folha de S.Paulo, a rede Raia Drogasil afirma que todas as suas lojas terão o Novel Coronavírus (Covid-19) Autoteste Antígeno ?disponível até esta sexta (4). Já o Grupo DPSP, dono das Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo, diz que providenciou meio milhão de itens junto à Eco Diagnóstica e Novel, e passará a vender primeiros em lojas das capitais Rio de Janeiro e São Paulo.























