Número de pessoas que passam fome no Brasil tem diminuição de 40%, aponta estudo
Pesquisa foi realizada pelo Instituto Fome Zero e encomendada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
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Foto: Divulgação
- O número de brasileiros que passam fome caiu de 33 milhões em 2022 para 20 milhões no ano passado, o que equivale a uma queda de 40%. A pesquisa divulgada na segunda-feira (11) foi realizada pelo Instituto Fome Zero, à pedido do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Os dados ainda apontam que houve um aumento no nível de insegurança alimentar entre 2018 a 2021 de 20,6% para 32,8%. Desde a data, os números caem. Ainda de acordo com o estudo, a diminuição de pessoas que passam fome está diretamente relacionada com a queda do desemprego e um preço favorável em alimentos. Para realizar a pesquisa foi feito um cruzamento de informações da Pesquisa de Orçamento Familiar e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo considerou como insegurança alimentar duas áreas divididas em moderada (não faz três refeições diárias) e grave (fica um dia ou mais sem comer). Foram analisados indicadores de desemprego e de inflação no estudo.
Jovens "nem-nem" deixam de contribuir R$ 46,3 bilhões na economia, aponta pesquisa
Dados do IBGE apontam que cerca de 10,9 milhões de jovens entre 18 a 24 anos nem estudam e nem trabalham
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Foto: Agência Senado
- Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apontam que jovens entre os 18 e 24 anos, que não estão empregados ou estudam deixam de contribuir cerca de R$ 46,3 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB). As informações foram fornecidas à CNN. O quantitativo de jovens que estão desocupados no país gira em torno de 10,9 milhões, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes ao ano de 2022. Destes, 4,7 milhões não foram em busca de empregos ou gostariam de trabalhar. A pesquisa do CNC teve uma abordagem mais cautelosa na análise de dados relacionados ao mercado de trabalho e o PIB e teve um foco na faixa etária específica que estava disponível nos registros oficiais, de 7,6 milhões. Se participassem, o PIB poderia ter sido de R$ 10,146 trilhões, em comparação com o valor real obtido em 2022 de R$ 10,1 trilhões.























