Nove cidades baianas estão entre as 20 mais violentas do país
Nove cidades baianas estão entre as 20 mais violentas do país
Levantamento nacional aponta nove municípios baianos entre os 20 com maiores taxas de homicídio do país; Jequié aparece na segunda posição do ranking.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Bahia voltou a ter o maior número de cidades entre as mais violentas do Brasil, de acordo com dados do Atlas da Violência 2026. O estudo aponta que nove cidades baianas estão entre as 20 maiores taxas de homicídio do país, incluindo Jequié, que ocupa a segunda posição nacional. A região Nordeste concentra 17 das 20 cidades mais violentas, enquanto as 20 cidades menos violentas estão localizadas nas regiões Sul e Sudeste.
Foto: Polícia Civil
A Bahia voltou a concentrar o maior número de cidades entre as mais violentas do Brasil, segundo dados do Atlas da Violência 2026, divulgado nesta terça-feira (26) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O levantamento analisou municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes e apontou que nove cidades baianas aparecem entre as 20 maiores taxas de homicídio do país. A cidade de Jequié ocupa a segunda posição nacional, com taxa estimada de 79,4 homicídios por 100 mil habitantes. O município fica atrás apenas de Maranguape, no Ceará, que lidera o ranking com índice de 87,2. Além de Jequié, outras cidades baianas também aparecem entre as mais violentas do país: Juazeiro, Feira de Santana, Porto Seguro, Simões Filho, Camaçari, Teixeira de Freitas, Lauro de Freitas, Ilhéus e Salvador. Entre os municípios baianos com maiores índices de homicídio, Juazeiro aparece com taxa de 71,1 mortes por 100 mil habitantes. Feira de Santana registra 67,0. Porto Seguro tem 64,6, enquanto Simões Filho aparece com 64,0 e Camaçari com 62,9. Já Teixeira de Freitas registrou taxa de 60,7 homicídios. Lauro de Freitas aparece com 57,8, Ilhéus com 55,5 e Salvador com índice de 52,7 homicídios por 100 mil habitantes. O estudo também aponta forte concentração da violência na região Nordeste, que reúne 17 das 20 cidades mais violentas do país. Na outra ponta do levantamento, as 20 cidades menos violentas do Brasil estão concentradas exclusivamente nas regiões Sul e Sudeste. O estado de São Paulo lidera esse ranking, seguido por Santa Catarina, Minas Gerais e Paraná.
Número de pessoas que passam fome no Brasil tem diminuição de 40%, aponta estudo
Número de pessoas que passam fome no Brasil tem diminuição de 40%, aponta estudo
Pesquisa foi realizada pelo Instituto Fome Zero e encomendada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
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Foto: Divulgação
- O número de brasileiros que passam fome caiu de 33 milhões em 2022 para 20 milhões no ano passado, o que equivale a uma queda de 40%. A pesquisa divulgada na segunda-feira (11) foi realizada pelo Instituto Fome Zero, à pedido do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Os dados ainda apontam que houve um aumento no nível de insegurança alimentar entre 2018 a 2021 de 20,6% para 32,8%. Desde a data, os números caem. Ainda de acordo com o estudo, a diminuição de pessoas que passam fome está diretamente relacionada com a queda do desemprego e um preço favorável em alimentos. Para realizar a pesquisa foi feito um cruzamento de informações da Pesquisa de Orçamento Familiar e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo considerou como insegurança alimentar duas áreas divididas em moderada (não faz três refeições diárias) e grave (fica um dia ou mais sem comer). Foram analisados indicadores de desemprego e de inflação no estudo.
Jovens "nem-nem" deixam de contribuir R$ 46,3 bilhões na economia, aponta pesquisa
Dados do IBGE apontam que cerca de 10,9 milhões de jovens entre 18 a 24 anos nem estudam e nem trabalham
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Foto: Agência Senado
- Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apontam que jovens entre os 18 e 24 anos, que não estão empregados ou estudam deixam de contribuir cerca de R$ 46,3 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB). As informações foram fornecidas à CNN. O quantitativo de jovens que estão desocupados no país gira em torno de 10,9 milhões, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes ao ano de 2022. Destes, 4,7 milhões não foram em busca de empregos ou gostariam de trabalhar. A pesquisa do CNC teve uma abordagem mais cautelosa na análise de dados relacionados ao mercado de trabalho e o PIB e teve um foco na faixa etária específica que estava disponível nos registros oficiais, de 7,6 milhões. Se participassem, o PIB poderia ter sido de R$ 10,146 trilhões, em comparação com o valor real obtido em 2022 de R$ 10,1 trilhões.























