Anvisa renova autorização de vacinas e medicamentos de uso emergencial
Para que sejam fabricados, produtos precisam de registro definitivo
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou resolução que permite a utilização de medicamentos e vacinas autorizados para uso emergencial durante a pandemia de covid-19. Em nota, a agência destacou que, com o fim da emergência de saúde pública de importância nacional, a norma que estabelecia regras para concessão e manutenção das autorizações de uso emergencial perdeu a vigência. Comercialização - “Para que medicamentos e vacinas aprovados por meio dessas autorizações ainda possam ser utilizados, a Anvisa publicou a nova norma, permitindo o uso, a distribuição e a comercialização desses produtos, desde que tenham sido fabricados até o último dia 21 de maio”, esclarece a decisão. A nova resolução reconhece que os medicamentos e as vacinas mantêm sua eficácia e segurança e seguem com avaliação positiva na relação benefícios x riscos. Confira a lista abaixo: vacina Comirnaty bivalente BA.1; vacina Comirnaty bivalente BA.4/BA.5; vacina CoronaVac; medicamento Sotrovimabe e Lagevrio (molnupiravir); medicamento Paxlovid (nirmatrelvir + ritonavir). Ainda segundo a Anvisa, para que continuem a ser fabricados após 21 de maio, esses produtos precisam ter seu registro definitivo solicitado pelas empresas. “Até o momento, as vacinas CoronaVac e Comirnaty bivalente BA.4/BA.5, além do medicamento Paxlovid, já possuem pedido de registro em análise”, finalizou a Anvisa.
Anvisa deve receber pedido de uso emergencial da vacina russa Sputnik V ainda nesta semana
Por: Geovana Oliveira
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Autoridades russas informaram hoje (13) que pretendem fazer o pedido para uso emergencial da vacina Sputnik V, contra a Covid-19, ainda nesta semana à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A informação é da coluna Painel, no jornal Folha de S. Paulo. A fabricante do imunizante no Brasil, a União Química, entrou com pedido para a realização de testes clínicos (fase 3) no país, mas a Anvisa solicitou mais documentos - os quais os russos se comprometeram a enviar também nesta semana. “Quando a Anvisa autorizar testes clínicos, vamos solicitar o emergencial”, disse Rogério Rosso, diretor de negócios internacionais da União Química. A expectativa do laboratório é começar a produzir os imunizantes na sexta (15), em sua fábrica no Distrito Federal. O compromisso é fornecer 10 milhões de doses ao Brasil no primeiro trimestre deste ano. A Anvisa informou ontem (12) que a reunião na qual decidirá sobre pedidos de autorização para uso emergencial, temporário e experimental das vacinas contra Covid-19 está prevista para acontecer neste domingo (17). Até o momento, há pedidos do Instituto Butantan e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Anvisa diz que não recebeu pedido de uso emergencial de vacina para Covid-19
Por: Luciana Freire
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disse hoje (5) que ainda não recebeu nenhum pedido de uso emergencial ou de registro definitivo de vacinas para covid-19 no Brasil. A informação foi divulgada após nova reunião com técnicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do laboratório Astrazeneca. No dia 31 de dezembro de 2020, a agência autorizou a importação, em caráter excepcional, de 2 milhões de doses da vacina britânica da Oxford, produzida em parceria com a Fiocruz no Brasil. As doses importadas são fabricadas pelo Serum Institute da Índia. No país asiático, o uso emergencial do imunizante já foi aprovado. “A Anvisa tem atendido todos os laboratórios que estão desenvolvendo vacinas a fim de orientar e esclarecer questões técnicas para a avaliação de vacinas”, diz a nota.
Fiocruz pedirá uso emergencial da vacina de Oxford contra Covid, diz Anvisa
Por: Geovana Oliveira
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Em reunião com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a AstraZeneca demonstrou intenção de pedir o uso emergencial da vacina contra a Covid-19 que desenvolve em parceria com a Universidade de Oxford. Quando apresentado o pedido, a agência terá até 10 dias para fazer a análise. A informação foi divulgada pela Anvisa na tarde de hoje (30). Segundo a agência, o pedido será feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), instituto nacional parceiro do laboratório britânico. O comunicado, no entanto, não menciona qualquer prazo para apresentação desse pedido. O imunizante, que é a principal aposta do governo brasileiro para a vacinação da população, foi autorizado para uso emergencial no Reino Unido nesta quarta.























